• Sonuç bulunamadı

1ª Versão

De acordo com a propaganda relacionada a Malvada e as propaganda vista, nem sempre elas são boas, como por exemplo (“Mc donald’s”, “Compre, Coma, Use”) ela está pedindo pra você comprar o produto deles. e nem sempre e bom, pra você ter o interesse de comprar o produto deles, eles ponham um outro produto, para dar interesse.

Mais muitas das vezes eles ponham propaganda enganosa. que nem sempre e o que você acha que é. Mais também tem propagandas que fazem o bem, fazem o certo, tem uma coisa que eles ensinam, Como

de transito, Água, Meio Ambiente... etc...

Observando a primeira escrita de A10, compreendemos que, diferentemente da maioria dos textos dos alunos da turma, o autor, no que tange à quantidade de palavras, está mais avançado que seus colegas. O texto está melhor dividido em parágrafos e, ao menos no primeiro parágrafo, percebemos uma tentativa de desenvolver suas principais ideias.

Inicialmente, o aluno-produtor expõe a sua posição diante do que foi mostrado em sala de aula dizendo que “nem sempre elas (as propagandas) são boas” e exemplifica retomando protótipos explicitados a ele anteriormente. Por meio de um operador com sentido de adição “e”, o aluno investe em mais um argumento para confirmar sua posição. Podemos perceber que o período está bastante confuso, apesar de longo, o que dificulta a compreensão dele.

Para prosseguir, o estudante apresenta uma ideia, introduzida pelo “mas” (escrito “mais”), que teria a ideia de contraposição, de acordo coma teoria estudada até aqui. Mais uma vez, como mostrado em outro texto analisado, percebemos uma confusão quanto ao uso dos operadores, tendo em vista que o sentido do período é encaminhado para uma confirmação do que foi dito anteriormente. Isto é, o operador foi utilizado de modo equivocado pelo autor.

Já na segunda tentativa de utilizar o mesmo operador “mas” (novamente escrito “mais”), observamos que já há uma adequação quanto ao sentido empregado. O aluno havia elencado todas as justificativas que confirmavam que as propagandas “nem sempre são boas” e, em seu último parágrafo, apresenta as que “fazem o bem”, apesar de não desenvolver a ideia de sua contraposição.

Podemos, então, partir para a reescrita do texto de A10 para analisar como se deu o desenvolvimento dele após as atividades sobre o uso dos operadores argumentativos.

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2ª Versão

Na minha opinião, de acordo com a propaganda, relacionando a Malfada e as propagandas vistas, elas nem sempre são boas, como por exemplo (“MC DONALD’S” “COMPRE, COMA, USE”) com certeza ela está pedindo pra você comprar o produto deles.

Ou seja, nem sempre é bom, eles fazem com que você tenha o interesse de comprar o produto. Quer dizer

ele ponham um outro produto para chamar a atenção das pessoas, ou seja, muitas das vezes a propaganda é enganosa, que nem sempre é o que você imagina.

Mais por outro lado há também a propaganda que fazem o bem. Por exemplo: propaganda de trânsito,

meio ambiente, sobre a água.

Ao ler o texto reelaborado por A10, percebemos uma evidente desorganização quanto ao uso de algumas expressões apresentadas durante as aulas que auxiliariam no encadeamento dos argumentos dos estudantes, os operadores. É perceptível que o aluno se atrapalhou e encadeou, por vários momentos, as expressões de forma exagerada e desconecta, o que é possível observar no primeiro parágrafo escrito.

Apesar disso, a estratégia da argumentação permanece, basicamente, a mesma da sua primeira versão: a explicitação de que “nem sempre são boas”, no caso, as propagandas. Em seu segundo parágrafo, o estudante reescreve o que foi dito na primeira versão, elaborando suas ideias para que se apresentem de forma mais explicativa e organizada, procurando compilar as mesmas ideias em um parágrafo só. Nesta tentativa, ele busca realizar suas explicações usando duas vezes “ou seja”, isso causa uma repetição desnecessária, mas, apesar disso, melhor estruturada.

O que podemos considerar como ponto importante desta segunda versão do texto do aluno, no que concerne a apresentação e organização dos seus argumentos, está em seu último parágrafo. A10 retira os usos inadequados do “mas” (escrito “mais”), que ele mesmo observou e refletiu sobre em seu primeiro texto, e reescreve o operador “mas” somente no momento em que acreditou estar coerente, nesse caso, com sucesso. Além disso, o aluno ainda acrescentou operador organizacional “por outro lado”, que o auxiliou a contrapor a ideia que havia sido apresentada até então. Dessa forma, entendemos que o aluno, neste momento, passou a ter consciência acerca da coerência dos usos dos operadores argumentativos que ele toma posse para escrever seu texto, no caso os que atribuem sentindo de oposição de ideias.

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Podemos atentar ao comportamento argumentativo de “por exemplo”, utilizado por A10. Assim, veremos que a relação estabelecida por ele, nesse caso, é de exemplificação. Tendo em vista que é natural do movimento argumentativo, muitas vezes, recorrer à exemplificação, a opção pelo emprego do operador “por exemplo”, feito pelo produtor do texto em questão, tem como objetivo fazer explicitações de ideias que o ele deseja ressaltar, que foram apresentadas em sala de aula.

Na mesma direção, A10 faz uso de operadores como “ou seja” e “isto é”. Esses recursos são formas de tentar convencer o leitor sobre o que está sendo dito. É, então, por meio operadores desse tipo, que são introduzidas explicações, ratificações ou exemplificações, os quais têm por função uma melhor organização do texto, esclarecer o ponto de vista, além de servir de suporte à argumentação.

Segue, então, a tabela representativa da quantidade dos operadores na primeira e segunda versão de A10.

Tabela 7 – A10 Aluno 10 Etapas Operadores Argumentativos Quantidade de Palavras PRODUÇÃO INICIAL 8 99 REESCRITA 10 120

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