1. J S Bach 5 Çello Süitinin dört el yazması, lavta transkripsiyonu ve belirlenen edisyonları arasındaki farlılıklar nelerdir?
3.1. Araştırmanın Model
PESQUISADORA Entrada da escola, Acessos, Circulações, Alunos, professores, funcionários
Local percebido Existente Sala de aula, Biblioteca, Laboratório de informática, Alunos, professores, funcionários
Local percebido Existente
SESQUI Pátio coberto, Ginásio, Lanchonete,
Alunos, professores, funcionários
Local percebido Existente
Campo de futebol, Wc´s, Vestiários, Muro Alunos, professores, funcionários
Local percebido Existente
Quadra de vôlei Professores Local não percebido Existente Sala de artes Professores e
Funcionários
Local não percebido Existente Sala de ciências Funcionários Local não percebido Existente QUADRO 6.2: Percepção de alguns ambientes na escola Sesqui
Também na escola Médici, a lanchonete/refeitório tornou-se um caso interessante (Quadro 6.3). Embora exista um local edificado que já funcionou com esse nome e foi identificado pelos respondentes, ele foi desativado há algum tempo, e atualmente esse papel é assumido por um ambulante (chamado localmente de “fiteiro”), que adentra a escola e oferece alimentos e bebidas. Ou seja, existe um local-lanchonete que não funciona, e uma atividade- lanchonete que acontece sem área definida, e parece que as pessoas não estabelecem grandes diferenças entre elas, pois responderam afirmativamente a existência, mas em momento algum se referiram ao fiteiro nos questionários, situação que só foi detectada posteriormente pela pesquisadora em visita à escola.
Nesse sentido, e paradoxalmente, muitos dos espaços valorizados pelos estudantes, e percebidos por eles como positivos e facilitadores de práticas sociais e ambientais, tais como, as circulações da escola, não são adequados para práticas dessa natureza. Interpretando tal resposta, acredita-se que sua indicação deve-se ao seu papel de promover a socialização,
provavelmente em decorrência da função aglutinadora de fluxos que promovem ao unir setores/alas da edificação.
ESCOLA AMBIENTE USUÁRIO PERCEPÇÃO
DO USUÁRIO COMENTÁRIO DA PESQUISADORA Entrada da escola, Acessos, Circulações, Muro Alunos, professores, funcionários
Local percebido Existente
Sala de aula, Biblioteca, Ginásio, Wc´s Alunos, professores, funcionários
Local percebido Existente
Laboratório de
informática
Funcionários Local não percebido Existente MÉDICI Pátio coberto Alunos,
professores, funcionários
Local percebido Não existente
Lanchonete Alunos,
funcionários
Local percebido Desativado;
um ambulante atua como “lanchonete”, entrando freqüentemente na escola Campo de futebol Professores, funcionários
Local percebido Ambiente informal; não existe demarcação.
Quadras de
vôlei
Alunos, professores, funcionários
Local percebido Ambiente informal: não existem piso nem demarcação do campo Vestiários Professor Local não percebido Existente
Sala de artes Professores e Funcionários
Local não percebido Existente Sala de ciências Professor Local não percebido Existente QUADRO 6.3: Percepção de alguns ambientes na escola Médici
Um fator subjetivo e muito importante na avaliação das escolas, que surgiu a partir das conversas informais e também esteve presente nos grupos focais, foi a auto-estima do grupo e sua auto-percepção como um grupo socialmente valorizado. Assim, de modo geral estudar na Sesqui aparenta ser uma escolha (em função da imagem que a escola tem perante a comunidade) de modo que seus estudantes (e também os professores) se sentem “selecionados”, quase membros de um tipo de “elite intelectual”; por outro lado, estudar na Médici geralmente é associado a uma maior comodidade, devida à proximidade da residência e ao deslocar-se em menor tempo e com menos custo. Além disso, (ou, talvez, devido a isso), os alunos, professores e funcionários da Sesqui mostraram-se mais motivados a assumir responsabilidades diárias do que os da Médici. Os primeiros costumam participar de jogos internos, campeonatos esportivos, competições e mostras de ciências municipais e estaduais, e mostram-se mais críticos com relação ao ambiente escolar; enquanto os segundos não teceram
comentários a respeito de atividades externas e mostraram-se pouco crítico com relação à escola.
Os ambientes de pior avaliados pelos alunos variaram em função de cada escola. Para os da escola Médici são: sala de ciências, sala de artes e vestiários, alguns dos quais não existem como espaços construídos, não podem ser usados por falta de manutenção, ou são inacessíveis, sendo que as salas referidas acima existem, mas não são utilizadas como tal, estão fechadas e os vestiários também, já que não há prática de esportes de forma adequada, nas visitas as aulas de educação física foram percebidas jovens sentados, alguns poucos participando de uma recreação e até uma jovem mãe com seu filho, a maioria com roupas inadequadas e/ou descalços, ou seja, sem uniforme. Para os da escola Sesqui os locais pior avaliados são vestiários, campo de futebol e wc´s. Os vestiários não são utilizados e os alunos utilizam os wc´s para qualquer coisa, o que os tornam ainda mais inadequados pois não tem chuveiros, em contrapartida eles tem uniformes, o que ajuda na auto-estima e na identidade com a escola. O ambiente avaliado positivamente por ambas as escolas foi o ginásio.
Os alunos das duas escolas optaram pelos mesmos itens positivos, “materiais dos pisos”, “iluminação” e “sombreamento”, embora, nos dois casos não exista arborização. Quanto à avaliação negativa na Sesqui destacou-se a “acessibilidade”, (que não existia) e na Médici chamaram a atenção as questões de “segurança pessoal” (sutilmente) e a “falta de equipamentos” (Quadro 6.4).
Quanto às atividades sociais e ambientais mais praticadas, a “educação na cidadania”, “inclusão social” e “ética social” foram identificadas como atividades bem definidas e amplamente difundidas socialmente, embora tenham sido pouco percebidas pelos alunos. Também não foram percebidas atividades como o “cuidado” com o meio ambiente escolar. (Quadro 6.5). Na observação da escola Médici foi notado justamente o inverso, vestígios comportamentais como pixações, mobiliário quebrado, falta de equipamentos e/ou interesse pela escola, por partes dos usuários de um modo geral. Já na escola Sesqui ocorreu com menos intensidade, apesar de em ambas os alunos se excluírem da responsabilidade quanto à manutenção de quaisquer espaços.
Os locais mais indicados como adequados às práticas sócio-ambientais em ambas as escolas são amplos, iluminados, têm alta freqüência e neles acontece acentuado convívio social, apesar de nenhuma das atividades sócio-ambientais terem sido observadas pela pesquisadora no walk-through.
Ressalte-se, ainda, que embora no Plano Político Pedagógico das escolas estejam incluídas atividades de educação ambiental, nem todos os respondentes percebem essa prática.
ITEM ALUNOS DA ESCOLA
SESQUI
(respostas predominantes)
ALUNOS DA ESCOLA