4. TARTIŞMA
4.2. Araştırma grubunun çocuklarının beslenme özellikleri, beslenme durumu ve etki eden
Lançadas as bases sobre as quais repousam as idéias defendidas nesta pesquisa monográfica, confirma-se a relevância da abordagem desenvolvida acerca do rebaixamento moral pelos companheiros escolares, do qual são vítimas alunos de instituições de ensino público e privado. São dois os motivos para tal relevo. Em primeiro plano, elucidam-se os traumas e bloqueios emocionais decorrentes do fato da vida posto em análise, descrevendo-os no campo jurídico. A outra razão refere-se à demonstração de que a vítima de bullying escolar está habilitada a pleitear, junto ao estabelecimento de ensino ao qual está vinculada, a indenização pelos infortúnios sofridos.
Ampliam-se, dessarte, sobremaneira, as condições da vítima para ser efetivamente ser ressarcida pelo abalo íntimo. Torna, agora, mais viável demandar em face do educandário, não só pela correlação entre os efeitos do bullying e o instituto do dano moral, mas também ante a maior capacidade econômica das escolas em relação aos que poderiam ser apontados como causadores diretos do estrago.
Ademais, a inserção da escola no pólo passivo em lides dessa natureza mostra-se mais vantajosa, eis que, quase sempre, a identificação de todos aqueles que de alguma forma participam dessa dinâmica cruel exsurge deveras truncada, vez que o comportamento do bully é reproduzido pelos demais componentes do grupo-classe, restando diluída a autoria do evento lesivo.
Invocado o dever de guarda e vigilância sobre os estudantes, umbilicalmente ligado à prestação de serviços educacionais, seja qual for o nível de ensino, temos que cabe à escola arcar com os prejuízos imateriais experimentados pelo educando vitimado, mediante responsabilidade objetiva, quer seja público quer seja privado o colégio, teorização que encontra respaldo na legislação pátria, sob distintos fundamentos, conforme restou patenteado ao longo do presente estudo.
No tocante à responsabilidade indireta das entidades educacionais, já o dissemos, não se afasta o direito de regresso contra aquele que causou o dano e não contra seus representantes legais.
Por derradeiro, reiteramos o que já foi sobejamente argumentado: é papel da escola auxiliar os seus pupilos a conviverem de forma harmoniosa, propiciando um clima pacífico e solidário, valendo-se de todos os meios preventivos e repressivos idôneos para alcançar esse fim, em reforço à tese de que o bullying é, sim, ocorrência passível de ser repelida, não se enquadrando, pois, na escusa de força maior.
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