• Sonuç bulunamadı

2.3. Hümik Asit

2.3.2. Sağlık Alanında Uygulamaları

2.3.2.3. Anti-Enflamatuvar Etkileri

assumindo aqui, o papel de sustentar a pesquisa enquanto fundamental para o desenvolvimento de novos conhecimentos. As contribuições dessa aproximação tornam-se mais concretas quando os instrumentos são aplicados, sobretudo, quando as etapas posteriores, como a análise dos dados e a conclusão, que são argumentativas, podem ser enriquecidas pelo conhecimento empírico.

A segunda fase de uma pesquisa científica, o planejamento, segundo Luna (2005), é de extrema necessidade, pois enfrentar a realidade sem critérios metodológicos bem delimitados pode significar, entre outras coisas, não chegar a lugar algum. Trata-se de uma fase que representa a própria metodologia de pesquisa, que, para o autor, não é um conjunto de regras que devem ser fielmente seguidas, mas uma lógica para tomadas de decisão.

É aqui onde se deve trabalhar sobre as regras sugeridas dentro de um contexto de análise, que começa com a relação teoria-problema, já que sua concretização se dá dentro de um referencial teórico e se desdobra em cada passo da pesquisa: surge a definição da população a ser investigada e a escolha das variáveis que vão possibilitar a operacionalização do trabalho.

Na fase de execução do planejamento, em uma pesquisa científica, não podemos encarar os resultados obtidos como o final de um ciclo, mas, sobretudo, como um incentivo às novas perguntas e inquietações, e o reinício do ciclo investigativo. Representa executar aquilo que foi planejado e encontra-se documentado no projeto de pesquisa, ou seja, obter os dados previstos.

Essa etapa compreende à realização da coleta de dados e seu armazenamento, que dependerão dos objetivos do pesquisador, assim como a tabulação, a análise e interpretação, e o relatório final, seguido da comunicação dos resultados. Este momento constitui-se único para a apresentação e ampliação dos diversos conceitos e procedimentos, os quais auxiliarão a organizar e extrair as informações mais importantes.

A aplicação dos instrumentos de coleta de dados está vinculada a seleção da amostragem, que por sua vez deve estar de acordo com a pergunta da pesquisa, e que, da mesma forma, encontrar-se interligada aos objetivos delimitados, numa dinâmica que nos permite perceber o ciclo da pesquisa. em movimento. Segundo André (2001), a seleção da amostra refere-se a um processo pelo qual se obtém uma amostra que dever ser realizada com técnicas adequadas para garantir a representatividade da população em estudo. Cabe ainda ressaltar que a amostragem pode abrir novas perspectivas de investigação como sugestões para pesquisas futuras.

Tratando da coleta de dados e organização dos registros, temos uma fase de grande importância, que constitui, em termos de conteúdo, a parte onde estão as descobertas que antes já passaram por critérios de seleção bem definidos, precisando agora de comentários à luz da teoria-base somados aos novos saberes que foram construídos no percurso da pesquisa.

No momento da análise de dados residem as possibilidades de ressaltar a argumentação própria, as indicações consideradas mais interessantes, procurando agregar sempre construção pessoal crítica e criativa que levem a qualidade científica evitando o mero exercício acadêmico ou a reprodução que nada conclui. Essa etapa se for trabalhada no âmbito da academia como um caminho explicativo e argumentativo a ser percorrido com maior frequência e bem conduzido, pode trazer os resultados desejados com a pesquisa e contribuir não apenas para a geração de novos conhecimentos, mas, também, para a implantação de uma cultura científica.

Pensando no âmbito escolar, ao utilizar a pesquisa como estratégia de ensino, o professor teria, nas fases de planejamento e execução, pelos alunos, um vasto campo de organização, proposição e desenvolvimento de ações que não apenas possibilitariam a aplicação daquilo que os alunos já sabem, mas, principalmente, poderiam levá-los a aprender o que ainda não dominam.

Os processos de levantamento e registro de dados e a elaboração e aplicação de instrumentos de investigação, poderiam proporcionar a oportunidade de introduzir em sala de aula, novas ferramentas tecnológicas como o computador, bem como o uso de aplicativos como as planilhas eletrônicas, a mobilização de conhecimentos estatísticos em um contexto significativo para os alunos, dentre muitas e ricas possibilidades.

Sobre esse aspecto é importante fazer referência à iniciação científica, que poderia ser situada no rol desses momentos enriquecedores e permitir educar pesquisando e pesquisar educando, em, por exemplo, Programas como o Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), destinados aos estudantes de graduação; o PIBIC Jr, que contempla alunos do Ensino Médio. Uma „educação e alfabetização científica‟, como defende Demo (2010), deve ser parte integrante da formação do aluno, e não apenas um momento isolado, destinado a poucos e à execução de projetos efêmeros.

É importante dedicar maior atenção ao processo de iniciação científica, considerando que, por seu intermédio, a concepção sobre a Matemática Escolar e sua associação com a Matemática científica, pode ser ampliada e tornar-se condição essencial para disseminação da ideia de que há muito sobre o que investigar, questionar ou refletir, haja vista que, de acordo com os modelos usuais, o saber docente é decomposto em componentes de forma que se separam, num extremo, o conhecimento disciplinar científico (Matemática) e, no outro, os conhecimentos pedagógicos, curriculares, experienciais, entre outros.

Para Moreira e Davi (2010, p. 35), essa “distinção entre a Matemática Científica e a Matemática Escolar é explicitamente admitida como fundamento dos estudos sobre a prática profissional, sobre os saberes profissionais e sobre o processo de formação do professor, que resulta uma outra percepção da complexidade da Matemática Escolar”. Para eles, dessa perspectiva, “uma reflexão profunda sobre o papel da Matemática Escolar no currículo da licenciatura pode contribuir para introduzir uma referência mais direta e intrínseca da prática escolar no processo de formação inicial do professor” (MOREIRA; DAVI, 2010, p. 36).

Benzer Belgeler