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7. GEREKLİ TASARIM DAYANIMI VE DAYANIM AZALTMA KATSAYISI KATSAYISI

7.1. ACI 318M-11 [35] Yönetmeliğinin Kaynak Kabul Ettiği Çalışmalar

amigo, não era mau. Ele queria brincar com os animais.

EA – E então, no final ficaram todos amigos? Crianças – Sim…

EA – Foi bom assim? Crianças – Sim…

EA – No final houve uma festa. E nós podemos continuar em festa,

querem?

Crianças – Sim…

EA – Podemos continuar com uma audição musical activa.

Neste momento, a EA explicou o que é uma audição musical activa. Pretendia que as crianças acompanhassem activamente a música clássica, tocando nos instrumentos musicais improvisados (sacos e garrafas de plástico), mas como houve o esquecimento de recolher esses materiais de modo que cada criança tivesse uma garrafa ou um saco, a EA fez uma adaptação e em vez da utilização de materiais para emitir sons, seria o próprio corpo a fazê-lo. A EA pediu às crianças para emitirem um som forte e o escolhido foram as palmas fortes. Para o som piano foram escolhidas as palmas com dois dedos. Foi desta forma introduzida a palavra piano que em termos musicais significa som fraco, suave. Então, as crianças acompanharam Vivaldi com sons forte e piano consoante pedia a música a qual era dirigida por um maestro (um elemento da equipa), que com os seus movimentos auxiliava as crianças na emissão dos requeridos sons. A finalizar a animação a proposta foi a de todos dançarem ao som da canção da EA, a Festa da Fantasia, para o que se puseram logo todos de pé e participaram dançando, batendo palmas e tentando cantar.

Era chegada a hora do almoço. As educadoras levaram as crianças à casa de banho. Dirigi-me a um grupinho dos maiores e perguntei: que parte da história é que mais gostaram?

Criança 1 – Os pássaros.

Criança 2 – Eu gostei de ver as estações do ano. Criança 3 – De cantar e dançar de pé.

Criança 4 – Eu também gostei mais dos animais, de todos.

É bom ver uma história assim com fantoches?

Crianças – Sim… gosto dos fantoches, são fofinhos Criança 5 – Eles mexem.

história. Todos querem participar com as suas respostas, principalmente o grupo de 5 anos. Um apelo ao sentimento

A satisfação com que as crianças chegam à conclusão da história, envoltos pelo verdadeiro sentimento da amizade. Todos participaram, mas a euforia maior era das crianças de 5 anos.

Enquanto se encontravam na fila, algumas crianças iam tentando cantar a última parte da canção final, pois ficava no ouvido. O grupo teve que se dirigir para o refeitório

No dia seguinte, 8 de Abril, voltamos à escola a fim de nos inteirarmos dos acontecimentos do dia, se teriam ou não alguma ligação com a animação do dia anterior. Estava muita chuva e muito vento. A educadora fez um reconto da história. As crianças

respondiam a tudo, revelaram ter bem presente o conteúdo da história, bem como as personagens intervenientes. A figura do espantalho foi muito referida pelo grupo, bem como o valor da amizade. A empatia foi uma constante. Enquanto desenhavam iam falando dos animais e alguns referenciaram os que tinham em casa e os que preferiam. Os animais foram os preferidos, mas, o espantalho revelou ser uma figura muito forte pelo facto de aparecer em todos os desenhos. Conforme foi recolhendo os desenhos, a educadora foi colando numa cartolina grande para ser exposta e escreveu debaixo de cada desenho as impressões do seu autor acerca da história.

Continuava a chover muito. As outras salas estavam inundadas e os funcionários da escola procediam à sua limpeza, ficando todas as crianças na sala grande que servia de ginásio. A sala onde me encontrava em observação tinha escapado, mas a chuva teimava em entrar, facto que acabou por acontecer, tendo causado a interrupção da actividade iniciada, pois havia já uma quantidade considerável de água dentro da sala. As crianças tiveram que ir para o ginásio, onde já se encontravam outros grupos e tive que dar por terminada a minha observação.

Como se pode verificar, nem sempre conseguimos concretizar os planos traçados. Neste caso particular a intempérie foi causadora de alguns danos na escola, impedindo de se efectuar uma observação mais intensiva. Ainda assim, bem ao início da manhã, perante as questões da educadora, as crianças revelaram o conhecimento da situação. Foi feito o reconto da história com a sua participação e desenhos alusivos para serem expostos na própria sala.

No dia 9 de Abril, tínhamos já encontro marcado no Jardim-de-infância O

Baloiço, a fim de efectivarmos a observação de mais um dia de animação, desta vez com a história O Pirilampo. Esta é uma escola com duas salas com 15 crianças cada, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos.

Quadro n.º 25 – Grelha de registo de dados da observação no Jardim-de-infância

O Baloiço

Data: 09 de Abril de 2008

Contexto: sala do Jardim-de-infância (30 crianças) Tema: o decurso da animação com a história O Pirilampo

Hora Relato das Observações Inferências

10:00 A EA chegou à escola. O grupo de crianças reuniu-se numa sala enquanto na outra se preparava a animação. Em quinze minutos estava tudo pronto para o seu início. De seguida as crianças foram encaminhadas para a sala onde já havia um cenário tapado causando

Todas as crianças ficaram contentes com a perspectiva de haver uma surpresa na escola.

10:30

admiração. Alexandre, o mais falador do grupo dos 4 anos, perguntou logo: “Vamos ver uma surpresa?” A equipa respondeu afirmativamente, perguntando de seguida se as crianças gostavam de histórias. Resposta unânime afirmativa.

Continuando, o elemento da equipa fez uma introdução da história, apresentando a personagem principal: “vamos ver uma história de um insecto que é o pirilampo. É um insecto muito pequenino e muito especial, brilha no escuro, por isso vê-se muito bem à noite e dizemos que tem uma luz. O pirilampo da nossa história está com um problema. Vamos todos descobrir qual o seu problema e tentar ajudá-lo? Será que todos juntos poderemos ajudar o nosso amigo pirilampo?”

Estão todos muito atentos e surpreendidos com a entrada da primeira personagem que vem vestida de preto trazendo elementos da natureza, flores, plantas e começa a compor o cenário, agora a descoberto, ao som de uma música calma, relaxante, com sons da natureza à mistura. A música calma deu lugar à música estridente, sons fortes, muito barulho, poluição sonora, acompanhada por uma outra personagem, também vestida de negro, trazendo desta vez, um saco cheio de lixo despejando-o no cenário que já simbolizava a natureza. Acabou por ficar um cenário alusivo à natureza, mas todo sujo, cheio de lixo e será ali que se vai desenrolar a história, tendo como protagonistas o pirilampo, a cigarra, a abelha, o aranhiço e uma flor. Num momento da história em que a cigarra questiona sobre a reciclagem, há uma interrupção e vem à frente um dos elementos da equipa que faz uma pequena recapitulação, uma espécie de balanço com o intuito de averiguar o que tinha sido percebido até ali. Faz perguntas às crianças sobre o facto do pirilampo estar doente e o que provocou isso.

EA – Então, o que se passa com o pirilampo? Criança 1 – Ele tem tosse.