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ġükran Pekmezci’nin Resimlerinde Adak Ağaçları ve Düğünler ġükran Pekmezci‟nin resimlerinde, çok renkli ve iyimser bir anlayıĢla resme

BULGULAR VE YORUM

3.2. ÇağdaĢ Türk Resminde ġamanist Etkiler

3.2.9. ġükran Pekmezci’nin Resimlerinde Adak Ağaçları ve Düğünler ġükran Pekmezci‟nin resimlerinde, çok renkli ve iyimser bir anlayıĢla resme

A lógica clássica de predicados de 1aordem surgiu da necessidade de uma maior expressibilidade a qual a lógica

proposicional clássica não era capaz de oferecer. Pois, esta não é suficientemente expressiva para representar perfeitamente em sua linguagem formal expressões do tipo “todos os seres vivos vão morrer” ou “não existem jacas lisas”. Para representar tais sentenças é desejável fazer-se uso de predicados, tais como: LISAS(x) e VAI_MORRER(x), e dos quantificadores para todo (∀) e existe (∃). Assim as sentenças seriam escritas em linguagem formal de 1aordem, respectivamente, por

∀x.(SER_VIVO(x) → VAI_MORRER(x) ¬∃x.(JACAS(x) ∧ LISAS(x)).

Há vários detalhes acerca da construção de sentenças em linguagem de predicados e seus diferentes significados, bem como, a interpretação do ∀ e o ∃ como sendo, respectivamente, uma conjunção e uma dis- junção de predicados ambas infinitas, no entanto, tais detalhes não serão tratados aqui. Preocupar-se-á apenas em mostrar a teoria formal dessa lógica2.

3.2.1 Linguagem de 1

a

Ordem

A linguagem de 1aordem deve ser capaz de considerar o valor de verdade de sentenças construídas a partir de

sentenças atômicas as quais ora são falsas ora são verdadeiras dependendo do valor do universo de domínio, por exemplo: “x é brasileiro” é uma asserção atômica que poder ser verdadeira ou falsa, pois ela é representada

CAPÍTULO 3. LÓGICAS MODAIS E TEMPORAIS 34 em linguagem de 1aordem a partir de um predicado aplicado a um argumento o qual pode assumir diferentes

valores.

Como nas linguagens de 1aordem o alfabeto (Σ) contém variáveis, símbolos de função, símbolos

de predicados e operadores lógicos, então, ele deve ser definido a partir de Σ-estruturas. A linguagem de 1a

ordem, a ser usada neste trabalho, tem seu alfabeto definido a seguir:

Σ = X ∪ ΣC∪ ΣF∪ ΣR∪ ΣL∪ ΣP

onde

1. X = {x, y, z, x1, x2, . . . , y1, y2, . . . , z1, z2, . . .} é um conjunto enumerável de símbolos de variáveis

2. ΣC = {a, b, c, a1, a2, . . . , b1, b2, . . . , c1, c2, . . .} é um conjunto enumerável de símbolos de con-

stantes

3. ΣF = {f, f1, f2, f3. . .} é um conjunto enumerável de símbolos de funções

4. ΣR= {P, P1, P2, P3. . .} é um conjunto enumerável de símbolos de relações ou predicados

5. ΣL= {¬, ∨, ∧, →, ↔, ∀, ∃} é o conjunto de símbolos lógicos

6. ΣP = {(, ), ., , } é um conjunto de símbolos de pontuação.

ΣL é o mesmo para qualquer linguagem de predicados de 1a ordem (a não ser que seja feita a

simplificação desta estrutura e se defina uns operadores derivados de outros), variando o que será chamado de Σd, onde Σd= ΣF ∪ ΣR. Seja aridade : Σd −→ N uma função que indica a aridade dos símbolos de função

e de predicado.

Para a definição da linguagem formal de predicados de 1a ordem (Ling(LP)) primeiramente se

constrói a linguagem dos termos de predicados (Ling(LT)) a qual é usada em Ling(LP) como parte do seu

alfabeto.

Definição 3.2.1 A linguagem dos termos de 1a ordem é a linguagem formal LT tal que LT = Σ, GT onde

Σ = X ∪ ΣC∪ ΣF∪ {(, ), , } e GT = {T1, T2, T3}: T1 − x, x ∈ X T2 − a, a ∈ ΣC T3 τ1, . . . , τn f (τ1, . . . , τn), f ∈ ΣF e aridade(f) = n.

E a linguagem de 1aordem é a linguagem formal LPtal que LP = Σ, G onde Σ = Ling(LT)∪Σ

R∪ΣL∪ΣP

e GP = {F

1, . . . , F8}. Sendo as regras F1, . . . , F8mostradas abaixo.

F1

τ1, . . . , τn

R(τ1, . . . , τn)

CAPÍTULO 3. LÓGICAS MODAIS E TEMPORAIS 35 F2 ϕ ¬ϕ F3 ϕ, φ (ϕ ∨ φ) F4 ϕ, φ (ϕ ∧ φ) F5 ϕ, φ (ϕ → φ) F6 ϕ, φ (ϕ ↔ φ) F7 ϕ (∃x.ϕ), x ∈ X F8 ϕ (∀x.ϕ), x ∈ X

Observação 3.2.1 1. O conjunto LP é o conjunto de fórmulas bem-formadas (fbf) de LP. Ou seja, LP =

Ling(LP). As fbf de qualquer que seja a linguagem apresentada neste trabalho, serão denotadas por

{ϕ, φ, ψ, ϕ1, ϕ2, ϕ3. . . , φ1,

φ2, φ3, . . . , ψ1, ψ2, ψ3, . . .}.

2. Nas regras gramaticais ϕ e φ são meta-variáveis e por isso podem ser substituídas por qualquer fórmula de LP.

3. As fórmulas obtidas pela regra F1são as chamadas fórmulas atômicas e o conjuntos de fórmulas atômi-

cas de LPserá denotado por LP 0.

4. Os conectivos são ordenados da mais baixa precedência para a mais alta como segue: ↔, →, ∧, ∨, ¬. E os parênteses podem ser eliminados seguindo a regra de que ¬ tem a mais alta precedência e ↔ a mais baixa.

3.2.2 Semântica da Lógica de 1

a

Ordem

Definida a linguagem, é necessário definir interpretações para as fórmulas de LP. Seja V uma função que

mapeia uma fbf de LP nos valores verdadeiro (denotado por 1) e falso (denotado por 0). Logo V : LP → B, onde B = {0, 1}. Daí, segue a definição:

Definição 3.2.2 Uma interpretação I para o domínio, ou universo de discurso, I é uma função de tal forma que

∀f ∈ ΣF, I(f ) : Daridade(f ) → D

∀P ∈ ΣR, I(P ) ⊆ Daridade(P )

∀a ∈ ΣC, I(a) ∈ D

.

Daí, para determinar o valor verdade de qualquer fbf de LP dada uma interpretação I e atribuições

CAPÍTULO 3. LÓGICAS MODAIS E TEMPORAIS 36 interpreta-se as fórmulas. Em outra palavras, cada ρ determina uma função de valoração Iρ : Ling(LT) → I

e uma Vρ: Ling(LP) → {0, 1} as quais são definidas recursivamente como segue:

Iρ(x) = ρ(x) para cada x ∈ X

Iρ(a) = I(a) para cada a ∈ ΣC

Iρ(f (τ1, . . . τn)) = I(f )(Iρ(τ1), . . . , Iρ(τn)))

Iρ(P (τ1, . . . , τn)) = I(P )(Iρ(τ1), . . . , Iρ(τn)) para cada P ∈ ΣRcom aridade(P ) = n

e τ1, . . . , τn∈ Ling(LT) Vρ(¬ϕ) = ⎧ ⎨ ⎩ 1 , se Vρ(ϕ) = 0 0 , caso contrário Vρ(ϕ ∨ φ) = ⎧ ⎨ ⎩ 1 , se Vρ(ϕ) = 1 ou Vρ(φ) = 1 0 , caso contrário Vρ(ϕ ∧ φ) = ⎧ ⎨ ⎩ 1 , se Vρ(ϕ) = 1 e Vρ(φ) = 1 0 , caso contrário Vρ(ϕ → φ) = ⎧ ⎨ ⎩ 0 , se Vρ(ϕ) = 1 e Vρ(φ) = 0 1 , caso contrário Vρ(ϕ ↔ φ) = ⎧ ⎨ ⎩ 1 , se Vρ(ϕ) = Vρ(φ) 0 , caso contrário Vρ(∀x.φ) = ⎧ ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩

1 , se para toda atribuição ρ′: X → I tal que ρ(y) = ρ(y)

∀y.(y = x), Vρ′(φ) = 1 0 , caso contrário Vρ(∃x.φ) = ⎧ ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩

1 , se para alguma atribuição ρ′

: X → I tal que ρ′

(y) = ρ(y) ∀y.(y = x), Vρ′(φ) = 1

0 , caso contrário

Definição 3.2.3 Seja I uma interpretação e ρ uma atribuição para as variáveis. Uma fórmula ϕ é verdadeira para uma ρ em um I, denotado por I |=ρ ϕ, se Vρ(ϕ) = 1. Neste caso (I, ρ) é dito um modelo de ϕ – uma

fórmula é dita satisfazível se existe algum modelo. E ϕ é falsa para uma ρ em uma I, denotado por I ρ ϕ,

se Vρ(ϕ) = 0. Uma fórmula pode ainda ser verdadeira em uma I, denotado por I |= ϕ, se para qualquer ρ

temos que I |=ρ ϕ – ou uma contradição, se ela é falsa em uma I, denotado por I  ϕ, se para qualquer

ρ I r hoϕ; ou ainda pode ser dita contingente numa I, se existem atribuições ρ e ρ′ tal que I |=ρ ϕ e

I ρ′ ϕ. Por fim, ϕ é dita uma fórmula universalmente válida quando ela é verdadeira para qualquer I e

para qualquer ρ, denotado por |= ϕ – o conjunto das fórmulas universalemente válidas de LP é definido por

F U V = {ϕ ∈ LP/ |= ϕ} –; e é dita insatisfazível, quando não existe um modelo para a mesma, isto é, para

CAPÍTULO 3. LÓGICAS MODAIS E TEMPORAIS 37 Da mesma forma que há a definição de modelo de uma fórmula, define-se o modelo de um conjunto de fórmulas Γ de LP como sendo uma interpretação I e uma atribuição ρ a qual todas as fórmulas ϕ ∈ Γ são

verdadeiras, ou seja, Vρ(ϕ) = 1. Dada as definições anteriores, pode-se definir o conceito de consequência

semântica e lógica de 1aordem:

Definição 3.2.4 Seja a linguagem de 1aordem LPe ϕ ∈ LP. ϕ é uma consequência semântica de Γ, denotado

por Γ |= ϕ se todo modelo de Γ é um modelo de ϕ. Então, a lógica de 1a ordem, denotada por LogP é

definida através de uma estrutura munida de sua linguagem de 1aordem e a consequência semântica definida

anteriormente:

LogP = LP, |=

3.2.3 Teoria Formal da Lógica Clássica de Predicados de 1

a

Ordem

A teoria formal de predicados apresentada aqui é constituída por uma linguagem de 1aordem simplificada

LP

→,∀,¬= Σ − {∧, ∨, ↔, ∃}, G→P,∀, onde G→P,∀= {F1, F2, F5, F8}; um conjunto de Axiomas (∆):

A1 ϕ → (φ → ϕ)

A2 (ϕ → (φ → ψ)) → ((ϕ → φ) → (ϕ → ψ))

A3 (¬ϕ → ¬φ) → ((¬ϕ → φ) → ϕ)

A4 ∀x.(ϕ → φ) → (ϕ → ∀x.φ), onde x não ocorre livre em ϕ

A5 ∀x.ϕ → ϕ[t/x], onde t é livre para x em ϕ e ϕ[t/x] significa a substituição de todas as ocorrências livres

de x pelo termo t em ϕ; e Regras de Inferência:

Modus Ponens (MP):

ϕ, ϕ → φ φ Generalização Universal (Gen):

ϕ ∀x.ϕ Observação 3.2.2 1. Dada uma fórmula ϕ ∈ Ling(LP

→,∀,¬), diz-se uma consequência sintática na teoria

formal TP = LP

→,∀,¬{A1, . . . , A5}, {MP, Gen}, de um conjunto Γ ⊆ LP, denotado por Γ ⊢ ϕ, se

existir uma prova de ϕ a partir de Γ. Ou seja, uma sequência ϕ1, . . . , ϕn ∈ L tal que ϕn = ϕ e para

cada ϕi, 1 ≤ i ≤ n ou é um axioma ou é uma premissa (no caso, alguma fórmula de Γ) ou é uma

consequência direta de ϕjanteriores usando uma das regras de inferência3.

3Tais definições de consequência sintática e de prova se repete para todas as teorias formais, mudando apenas a linguagem, o conjunto

CAPÍTULO 3. LÓGICAS MODAIS E TEMPORAIS 38 2. Um teorema de uma teoria formal T = L, Ax, ℜ (onde Ax é um conjunto de axiomas e ℜ é um

conjunto de regras de inferência) é um elemento ϕ ∈ Ling(L) tal que existe uma prova de ϕ em T . 3. A lógica apresentada pela teoria formal de 1aordem TP, denotado por T (TP) é definida como sendo o

conjunto de todos os teoremas da teoria formal TP:

T (TP) = {ϕ ∈ LP→,∀ / ⊢ ϕ}.

4. Teoremas envolvendo quantificador existencial, conjunção, disjunção e bi-implicação podem ser prova- dos usando as respectivas equivalências:

4.a ∃x.ϕ ≡ ¬∀x.¬ϕ 4.b ϕ ∧ φ ≡ ¬(ϕ → ¬φ) 4.c ϕ ∨ φ ≡ ¬ϕ → φ

4.d ϕ ↔ φ ≡ (ϕ → φ) ∧ (φ → ϕ)