ARAŞTIRMA METODOLOJİSİ 3.1. Problem Cümlesi ve Araştırma Soruları
TANITICI BİLGİLER
3.7.10. Üniversite-Sanayi Ortak Araştırma Merkezi’ne Yönelik Görüşler Bu bölümde araştırmaya katılan Niğde Üniversitesi öğretim elemanlarının ve Niğde Bu bölümde araştırmaya katılan Niğde Üniversitesi öğretim elemanlarının ve Niğde
A Estrutura Base do Exército (EBE)66 “é constituída pelas unidades,
estabelecimentos e outros órgãos que têm como competência genérica formar, aprontar e manter forças operacionais”. Neste contexto, identificam-se os seguintes pontos fortes:
− Criação de uma Secção de Comunicações e Sistemas de Informação em todas as unidades tipo Regimento e unidades equivalentes. Esta solução constitui um factor positivo porque este órgão veio integrar as áreas das comunicações, dos sistemas de informação e da segurança cripto e ainda institucionalizar a área da “informática” 67.
− A transformação do Regimento de Transmissões (RTm) considera-se um dos factores mais relevantes, pois constitui uma mudança de paradigma fundamental para a operacionalização da estratégia de integração das comunicações com os sistemas de informação, vulgarmente associados à área da informática68 (ver figura 5). Com a extinção
do Centro de Informática do Exército (CIE) esta mudança era imprescindível, muito embora ainda se encontre em fase de consolidação. Esta transformação ocorreu em coordenação com a criação do futuro Centro de Dados da Defesa (CDD), cuja estrutura temporária iniciou a sua instalação no CIE e mais recentemente ocupou as suas infra-
65
Cf. EME, 2006c: Anexo G-FOPE. No caso da CTm/BrigInt, esta está sob o controlo do Comando Operacional através da Brigada de Intervenção.
66
Cf. n.º 1, Art. 27.º, DL n.º 61/2006, 21Mar (LOE) (MDN, 2006a).
67
Antes, cada unidade tentava resolver o seu problema de per si, e a capacidade instalada sofria mudanças com a saída do pessoal com alguma especialização particular e sem que muitas vezes pudesse ser substituído.
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estruturas depois da sua extinção. O despacho do Ministro da Defesa Nacional, N.º 246, de 28 de Novembro de 2006, cria “uma estrutura temporária que dará lugar ao Centro de Dados da Defesa (CDD)” e determina que “Até à criação da estrutura única deve ser garantido o desenvolvimento e manutenção do SI de Gestão do Exército” (MDN, 2006b). Esta determinação do Ministro da Defesa considera-se demasiado vaga, carecendo de ser melhor explicitada, através de um protocolo entre o Exército e o Ministério da Defesa Nacional, a fim de se esclarecer o âmbito e as condições da sua operacionalização, face às reais necessidades do Exército (EME, 2007e).
− Outro factor positivo, ao nível da EBE, é a integração da Escola Superior Politécnica do Exército (ESPE), na Academia Militar, conforme preconizado em directiva do General CEME69 e agora aprovado em decreto-lei70, relativo à adequação do ensino
superior público militar ao Processo de Bolonha, sendo, neste caso, extinta a ESPE e criado um departamento de ensino politécnico na Academia Militar, procurando-se maximizar e potenciar a formação superior politécnica (MDN, 2008).
3.2.3.2. Pontos fracos
A extinção dos comandos territoriais do continente71 e a transformação das Zonas
Militares dos Açores e da Madeira (ZMA e ZMM) levaram à extinção dos respectivos Centros de Telecomunicações Permanentes (CTP) e Centros de Informática (CI)72. Estes
órgãos garantiam o apoio de comunicações e informática, ao nível regional, em estreita ligação e coordenação técnica com a DST, o CIE e o RTm. A extinção destes órgãos regionais verificou-se antes que estivesse criada uma nova estrutura organizacional, para prestar o apoio à componente fixa do sistema de forças nacional (SFN). Esta situação está ainda em fase de consolidação, através da implementação dos Destacamentos de Comunicações e Sistemas de Informação do Regimento de Transmissões (DestCSI/RTm), o que constitui uma vulnerabilidade quanto ao apoio regional em CSI (ver figura 5).
Quanto à situação das Zonas Militares, há a referir que estes comandos regionais não foram extintos e passaram para a dependência do Comando Operacional, no entanto, o Centro de Telecomunicações Permanente (CTP) e o Centro de Informática (CI) foram extintos e substituídos por um Destacamento de Comunicações e Sistemas de Informação do Regimento de Transmissões. Por outro lado, foi criada uma Secção de Comunicações e
69
Cf. Directiva N.º 90/CEME/07, 27Mar (EME, 2007b).
70
Cf. DL n.º 37/2008, 5Mar (MDN, 2008).
71
GML, RMN e RMS.
72
Sistemas de Informação na respectiva Unidade de Apoio. Assim, os Comandos da Zona Militar dos Açores e da Madeira ficaram com dois órgãos de apoio em CSI, sem haver um responsável único para essa área. Perante esta situação o Comando da ZMM a fim de “garantir a funcionalidade do sistema integrado existente entre as comunicações da ZMM e Cmd Op da Madeira”, por seu despacho, determinou que “A Secção CSI/CCS/Un Apoio e o Destacamento RTm/ZMM ficam sob a autoridade de “controlo” do Oficial de Comunicações do Comando Operacional da Madeira”. Assim, o Comando da ZMM optou por atribuir ao Adjunto da ROIS/CmdZMM (Capitão de Transmissões), ser “o responsável perante o Comandante da ZMM e o Comandante Operacional da Madeira pela operacionalidade das CSI quer as do SICOM, quer as do SITEP, quer as tácticas do Exército” (Leitão, 2008)73. Nestas circunstâncias, considera-se adequado que o Adjunto da
ROIS (Capitão de Transmissões) passe a assumir a responsabilidade pelos órgãos de CSI do comando da respectiva Zona Militar, em acumulação, tal como acontece nas unidades tipo regimento. Relativamente ao DestCSI do RTm, esta problemática carece ser analisada de uma forma global, no entanto, parece razoável que os DestCSI nas Zonas Militares sejam orgânicos dos respectivos comandos, já que existe unidade de comando regional, sem prejuízo de ficarem na dependência técnica do RTm, tal como acontecia com os CTP.
3.3. Síntese conclusiva
O actual modelo de organização das comunicações e sistemas de informação pode assim caracterizar-se segundo os pontos fortes e pontos fracos seguintes.
Pontos fortes mais relevantes:
− A DCSI constituir-se como um órgão integrador das comunicações com os sistemas de informação e exercendo a autoridade técnica no seu âmbito;
− A indicação de um núcleo CERT na estrutura da DCSI;
− A criação de uma secção de CSI (G6) no Estado-Maior das Brigadas; − A criação de uma secção de CSI em todas a unidades tipo Regimento;
− A transformação do RTm para integração das comunicações com os sistemas de informação;
Pontos fracos mais relevantes:
− A DCSI na dependência do COp face às suas atribuições de apoio logístico; − Falta de uma Repartição de Segurança de Informação na DivCSInfo, do EME;
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− Não explicitados os sistemas de informação geográfica (SIGeo) nas competências da DivCSInfo e da DCSI;
− O Centro Operacional de Guerra Electrónica (COGE) ser activado “quando necessário à custa de elementos da EBE e FOPE”, embora integrado na estrutura do COp;
− CTmApoio, CTm/BrigInt e CGE sob controlo do Comando Operacional;
− Desadequação dos órgãos de apoio em CSI nas Zonas Militares (ZMA e ZMM). Assim, considera-se confirmada a hipótese 2 (H2), podendo extrair-se a seguinte conclusão parcelar: “A actual organização das comunicações e sistemas de informação apresenta aspectos positivos, constituindo virtudes do modelo adoptado, no entanto, como em qualquer processo de mudança, existem imperfeições e vulnerabilidades que carecem de solução, de forma a tornar o apoio global das CSI mais efectivo”.