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Üçüncü Kişilerin Eksik Kalan Katılma Alacağından Sınırlı

E) KATILMA ALACAĞI

4. Üçüncü Kişilerin Eksik Kalan Katılma Alacağından Sınırlı

Apresentadas as discussões a respeito da Subclasse 2.1.2- Teorias de aprendizagem e TIC na coaprendizagem e conscientização ecológica, bem como refletindo-se sobre todo o processo de análise desenvolvido ao longo das Subseções 7.1.1 a 7.1.6, respectivamente segundo os níveis de similaridade 1 a 4, 8 e 6, conforme ilustrados na figura 17,contempla-se que a AQM realizada se ancorou numa proposta de integração metodológica entre pressupostos da ATD (MORAES, 2003; MORAES; GALIAZZI, 2016) e da AQM (MORAES; VALENTE, 2008; PRADO, 2003; RIBEIRO et al., 2017; 2018).

O respectivo desenvolvimento do processo de AQM transcorreu através da realização de inúmeras séries de complexos movimentos de idas e vindas, sendo que estes objetivaram estabelecer todo o processo de análise de dados e a (re)construção e escrita dos metatextos associados, à medida que foi sendo maturada a discussão argumentativa, apresentada nas Subseções 7.1.1 a 7.1.6.

Desta maneira, tais inúmeros movimentos de idas e vindas são historicamente iniciados e conduzidos, partindo-se de certas Subclasses, e suas respectivas categorias, pertencentes aos subcampos de conhecimento: Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias, sendo estas analisadas e interpretadas à luz dos objetivos da Tese e de seu referencial teórico.

À medida que, progressivamente, citados movimentos de idas e vindas transcorrem, então os conhecimentos, que pertencem aos três campos de conhecimento Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias, passam a ser ciclicamente acessados, inter-relacionados e ressignificados entre si, o que normalmente decorre, partindo-se das subáreas de contorno, em direção aos núcleos duros dos supracitados campos de conhecimento, conforme ilustra a figura 30 (RIBEIRO et al., 2017; SOUSA, 2015).

Resultante e gradativamente, catalisa-se um processo de emergência da transdisciplinaridade (MORAES, 2010; MORAES; VALENTE, 2008; RIBEIRO et al., 2017), pois ciclicamente conhecimentos pertencentes a diferentes áreas de conhecimento, cada vez mais passam a ser ressignificados e inter-relacionados entre si, o que está diretamente associado ao uso da metodologia da ATD, a qual passa a ser multidimensionalmente tecida entre e através de informações contidas em algumas das Subclasses de categorias da Árvore de Similaridade Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias e suas respectivas categorias, nas narrativas, e no referencial Teórico da corrente Tese.

Com base nas reflexões e (re)construção da escrita de metatextos interpretativos, produzidos no transcurso desse processo, torna-se possível visualizar e interpretar imageticamente o mapeamento cognitivo de movimentos multidimensionais e complexos (LEVY, 2004; OKADA, 2006; 2008; SOUSA, 2015), junto aos campos de conhecimento Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias, o que pode novamente ser sintetizado e sistematizado, conforme ilustrado na figura 30, que se sucede (RIBEIRO et al., 2017; SOUSA, 2015).

Figura 30 – Mapeamento Cognitivo da emergência da transdisciplinaridade, através da integração dos campos de conhecimento Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias.

Fonte: Adaptado de Sousa (2015).

Na seção Resultados e Discussão, foi construída a concepção de que os subcampos de contorno, relacionados aos campos de conhecimento Aprendizagem, Educação Ambiental e

Tecnologias, definidos na figura 5 da Seção 5, encampariam os três eixos temáticos, respectivamente associados: mapas conceituais e construção do conhecimento MCCC=AP, educação ambiental e conscientização ecológica EACE=EA e Saberes Pedagógicos e Tecnológicos (Saberes Docentes) SAPT=SP e ST, os quais foram definidos na Seção 7, conforme seu Quadro 3, para se proceder ao processo de categorização, através da integração dos pressupostos da ATD (MORAES; GALIAZZI, 2016) e da AQM (RIBEIRO et al., 2017; VALENTE, 2015).

Retornando-se aos estágios correspondentes aos momentos de elaboração do referencial teórico, correspondente às seções 2, 3, 4 e 5, metodologicamente, a concepção mais específica de subcampo de contorno ainda não era percebida e nem detalhada, conforme a figura 5, apresentada na seção 5 da Tese: Inter-relacionamento e contribuição dos principais autores junto ao núcleo duro do Referencial Teórico da Tese.

Visualizando-se novamente a figura 30, é possível interpretar e compreender que, na mesma, podem ser estabelecidas diversas pontes e diversos movimentos de idas e vindas, ancorados no emprego metodológico simultâneo da ATD e da AQM. Desta maneira, se pode perceber que, desse processo analítico, é permitido se emergirem relações complexas e multidimensionais, em que as narrativas dos cursistas podem ser associadas às categorias, as quais por sua vez estão relacionadas aos eixos temáticos, e, estes últimos, associados aos subcampos de contorno, pertencentes aos subcampos de conhecimento definidos nas sessões iniciais da Tese.

O respectivo processo de maturação da análise e discussão de resultados da corrente pesquisa foi fruto de intensos ciclos de idas e vindas, em que houve o desencadeamento de mecanismos multidimensionais e complexos que, sob a égide dos princípios da transdisciplinaridade (MORAES, 2010; MORAES; VALENTE, 2008; MORIN, 2012, NICOLESCU, 2014), também resultaram na transversalização do processo de inter-relação e associação entre: categorias, narrativas e referencial teórico da Tese. Essa transversalização encontra-se também representada na figura 30, através dos movimentos de idas e vindas e intercruzados, representados por setas horizontais e verticais.

Também, a partir da observação da figura 30, observa-se que o processo de AQM pode ser iniciado, a partir dos subcampos de contorno, e caminhar na direção dos núcleos duros de cada subcampo de conhecimento, os quais representam o referencial teórico da presente da Tese (SOUSA, 2015). Em movimentos cíclicos posteriores, que devam se suceder a esse passo inicial, caracterizados por intensos ciclos de idas e vindas, efetuados segundo direções perpendiculares entre si, suscita a emergência da transdisciplinaridade, o que é observado na figura 30, através do fluxo do conjunto de setas, que sempre se deslocam em sentido contrário, o que subjetivamente potencializa a emergência e inter-relação de e entre novos significados, que resultam da integração

metodológica entre os pressupostos da ATD e a AQM, em direção aos subcampos de contorno, em busca de transversalizar os núcleos duros, de cada subcampo de conhecimento (Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias).

Uma concepção da abordagem sistemática dos estágios da integração procedimental e metodológica entre a ATD e a AQM encontra-se representada pela figura 31 a seguir:

Figura 31 – Três estágios procedimentais cíclicos, envolvendo a integração metodológica dos processos de categorização, uso do software CHIC e desenvolvimento da AQM.

Fonte: Adaptado de Sousa (2015).

Na figura 31, em seu setor esquerdo, é possível se visualizar o primeiro estágio da integração metodológica entre a ATD e AQM, por meio de uma representação esquemática imagética, das duas primeiras fases metodológicas da ATD, que são: unitarização e categorização (MORAES; GALIAZZI, 2016), representadas na respectiva figura pelo hexágono. Este, contém um quadro, composto pela caracterização dos três eixos temáticos, adotados na presente Tese, denominados ‘Mapeamento Conceitual e Construção do Conhecimento(MCCC=AP), Educação Ambiental e Conscientização Ecológica (EACE=EA) e Saberes Pedagógicos e Tecnológicos (Saberes Docentes) (SAPT=SP e ST)’, os quais servem de referência para se organizar as categorias

junto aos mesmos, e constituem uma das etapas metodológicas, vinculada ao desenvolvimento da AQM (RIBEIRO et. al., 2017; SOUSA, 2015).

Na parte central da figura 31, é possível se observar a representação esquemática imagética da segunda etapa, que envolve a integração entre a ATD e AQM, em que as categorias, organizadas, segundo seus eixos temáticos, são submetidas ao estágio de processamento computacional, através do uso operacional do software CHIC, obtendo-se em seguida, em uma de suas saídas de dados, a Árvore de Similaridade denominada Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias, na qual é possível se visualizar e estabelecer, diferentes formas de inter-relações, do tipo hierárquicas e relacionais, entre suas (sub)Classes de categorias e as categorias, elencadas na pesquisa.

Finalmente, no setor direito da figura 31, contempla-se a representação esquemática imagética da terceira etapa da integração metodológica, que ocorre entre a ATD e AQM, em que está representado a terceira fase metodológica da ATD: a (re)construção da escrita dos metatextos, que corresponde à emergência do novo e inesperado, o que se constitui na quarta fase metodológica da ATD (MORAES; GALIAZZI, 2016), através das interpretações tecidas pelo pesquisador, ao inter-relacionar, de forma hierárquica e relacional, segundo os pressupostos metodológicos da AQM: (sub)Classes de categorias e categorias e narrativas dos indivíduos, com base nos objetivos traçados e à luz do referencial teórico adotado (VALENTE; ALMEIDA, 2015; RIBEIRO et. al., 2017; SOUSA, 2015).

Também é possível contemplar, ao longo de toda a figura 31, movimentos que inter- relacionam e transversalizam os três estágios da mencionada integração metodológica, entre o uso da ATD e a AQM, os quais correspondem à formação de um complexo e multidimensional ciclo espiral interpretativo, caracterizado por movimentos de indas e vindas, que o pesquisador estabelece ao longo de todo o processo de análise e interpretação de dados, em que ora caminha-se do referencial teórico para as narrativas, ora caminha-se das narrativas para o referencial teórico e para as (sub)Classes de categorias e categorias elencadas, culminando-se em resignificações e novas compreensões sobre os dados pesquisados.

A progressiva maturação desse complexo e multidimensional ciclo espiral interpretativo dos resultados da pesquisa, à luz da ATD e AQM, segundo discutido a partir da visualização e interpretação da figura 31, suscita o surgimento da emergência da transdisciplinaridade, o que análoga e comparativamente pode ser interpretado, refletindo-se sobre o arrazoando apresentado quanto à interpretação da figura 30, onde se discutiu o mapeamento cognitivo da emergência da transdisciplinaridade, através da integração dos campos de conhecimento Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias

Apresentadas e discutidas as diversas propostas textuais de elaboração da presente AQM, à luz dos princípios da Complexidade e Transdisciplinaridade (MORAES, 2015; MORAES, VALENTE, 2008; MORIN, 2004; RIBEIRO et al., 2017), gradativa e ciclicamente, a construção e emergência de tal longo processo de análise, interpretação e compreensão, permitiu a inter- relação e ressignificação das informações relacionadas aos níveis de similaridade 1 a 4, 6 e 8, considerados os mais significativos e representativos da Árvore de Similaridade- Aprendizagem, Educação Ambiental e Tecnologias (PRADO, 2003; RIBEIRO et al. 2017; VALENTE, 2015).

A próxima seção destina-se a analisar o conteúdo dos mapas conceituais, referentes ao estudo colaborativo do artigo Sustentabilidade e Construção de uma Visão Ecológica (RIBEIRO et al., 2013), que foram elaborados por cursistas e formadores, durante o desenvolvimento dos fóruns temáticos de discussão TelEduc 3, 5 e 7, e postados em sua ferramenta portfólio.

7.2 Análise dos mapas conceituais produzidos e postados por cursistas durante a realização