2.1. İletişim Kavramı ve Tanımı
2.1.2. İletişimin Sınıflandırılması
2.1.3.2.2. Örgütlerde İnformal İletişim Kanalları
A Formal Geral da Proposição fornece um esquema para a indicação, em seus próprios
sinais, das posições relativas das proposições em um sistema de linguagem. Não há
circularidade nessa indicação por cada uma se dar recursivamente a partir das demais
posições no sistema - de onde as posições em um sistema e o sistema de posições se
determinarem mutuamente. Apesar de tal determinação mútua dos sinais proposicionais,
é possível considerar ainda uma origem para esse sistema de referências, da qual
decorre a topologia do sistema como um todo: a forma lógica dos objetos representados.
Sintomaticamente, o correspondente à forma dos objetos em uma série de sinais é dado
pela posição indicada pelo número zero111.
Que seja esse o caso é algo que se pode ver a partir da Forma Geral da Proposição e da
Forma Geral da Operação; na primeira delas, [p,,N()], temos que p corresponde ao conjunto dos sinais proposicionais elementares, e na segunda, que a aplicação de um
número 0 de operações lógicas sobre p resulta em p, conforme [,N()]0'(p) p. No entanto, deve-se observar que a variável barrada p não representa uma proposição,
111 Como observa Hylton (Hylton, 2008, The Theory of Descriptions, p.191 e 192), acerca de Russell, os objetos aos quais uma proposição se refere são partes constituintes da proposição. E de maneira similar, aqui os objetos representados devem ser tomados como parte do sistema de linguagem, ou ainda, como a origem desse sistema de referências - de maneira similar a como zero é dito ser a origem do plano cartesiano.
mas um conjunto de sinais proposicionais elementares sem atribuição de valores
verdade: apenas obtemos uma proposição após a aplicação de uma operação lógica
sobre p, e no caso da ideografia, do operador N. De fato, dada uma lista de sinais
proposicionais (p,q,r), para obter uma proposição a partir deles é preciso determinar
ainda se as suas condições de verdade serão relacionadas por meio de uma conjunção,
ou de uma disjunção, ou por condicionais, etc.112 Sinais barrados, como , devem ser tomados como variáveis livres (ao passo que sinais não barrados, como , por
esquemas), e apenas se torna uma proposição ao aplicarmos uma operação sobre ela, como N, obtendo N(), por exemplo.
Com isso é possível tornar clara a relação entre tautologias e equações aritméticas.
Tautologias são dadas por seqüências de operações que se anulam completamente e,
portanto, equivalem à aplicação de 0 operações lógicas sobre um conjunto de sinais
proposicionais. O resultado de uma tautologia é uma proposição sem sentido, que não
delimita nenhuma possibilidade de ligação de objetos em oposição às demais, deixando
com isso em aberto todas as suas possíveis ligações e assim refletindo a estrutura do
espaço lógico representado. O caso se justifica pela seguinte passagem:
4.466 A uma determinada ligação lógica de sinais corresponde uma determinada ligação lógica de seus significados; toda e qualquer ligação só corresponde aos sinais desligados. Isso quer dizer que as proposições verdadeiras para toda situação não podem ser, de modo algum, ligações de sinais, pois, do contrário, a elas só poderiam corresponder ligações determinadas de objetos. (E a nenhuma ligação lógica corresponde nenhuma ligação dos objetos). Tautologia e contradição são os casos-limite da ligação de sinais, ou seja, sua dissolução.
112 Tomar a lista de sinais (p, q, r) como a afirmação da verdade dessas proposições já é aplicar a elas o produto lógico, de maneira que não pode ser uma proposição, mas meramente uma lista de sinais proposicionais não projetados simbolicamente.
O correspondente desse caso na ideografia é o conjunto de sinais proposicionais p,
dada por [,N()]0'(p) p. Por esse se tratar de um mero conjunto de sinais proposicionais, de uma variável livre, e não de sinais proposicionais projetados
simbolicamente, ela igualmente deixa em aberto as possíveis ligações entre os nomes
envolvidos - em correspondência clara às possíveis ligações entre objetos deixadas em
aberto por uma tautologia. É o que explica Wittgenstein tratar tautologias como um
“método zero”:
4.461 Tautologia e contradição não são, porém, contrassensos; pertencem ao simbolismo, a aloga e te a ei a, a ve dade, o o o pe te e ao si olis o da a it ti a. 6.121 As proposições da lógica demonstram as propriedades lógicas das proposições, ao ligá-las em proposições que não dizem nada. Esse método poderia também chamar-se um método-zero.
Na seção 1.3, tautologias como p~~ p foram apresentadas em correspondência com regras dos sinais como p ~~ p, as quais teriam por correspondentes aritméticos equações como y=2x, conforme mencionado na Introdução. Essa apresentação apenas
nos permite associar a equações tautologias envolvendo bicondicionais, ou seja,
tautologias que expressam regras de substituição; mas não tautologias como p~ p ou
q q p
p( ))
( . Essas últimas, no entanto, têm por correspondentes aritméticos
equações como x+y=0, por exemplo, e na verdade, como qualquer equação pode ser
reescrita como uma identidade a zero, temos que tautologias em geral têm por
correspondentes identidades desse tipo, de onde o “método zero”, mencionado em
T6.121. Com isso, o correspondente no sistema de sinais às tautologias que estruturam o
sistema simbólico são equações, as quais sempre podem ser reescritas na forma de
tem por correspondente, no sistema simbólico, o próprio espaço de possibilidades
representado, as possíveis ligações entre objetos que servem como referência ‘absoluta’ a um sistema símbolos). Assim - e exatamente por ser possível expressar tautologias e
contradições por meio de sistemas de equações - é possível tomar a matemática como
um método lógico.
Dessa interpretação tem-se por fim que na ideografia do Tractatus mesmo proposições
elementares resultam da aplicação de operações, visto, em caso contrário, elas
resultariam na posição 0 de uma série – em uma simples enumeração de sinais proposicionais, como p, e não em uma proposição. Esse seria mais um ponto em favor
da consideração de que, ainda que numerais não participem de proposições
elementares, tendo em vista a sua independência mútua, elas ainda assim têm um número atribuído, dado por sua posição em uma série de proposições. Tal argumento é
parte do que será utilizado no item a seguir, contra interpretações logicistas do