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önlemlerin temelinde krizle birlikte yavaşlayan, hatta

Belgede İAÜ Busines Review (sayfa 78-80)

A medição da Produtividade é um tema de pesquisa que abrange muitas etapas. “Envolve desde o desenvolvimento de metas e medidas de desempenho relacionadas até a provisão de feedback” (DUMOND, 1994, p. 17). Os métodos existentes variam de acordo com a forma como o estabelecimento de critérios de avaliação é feito em cada organização. “Embora haja muito material escrito, há pouco consenso sobre as definições, os métodos de medição, ou mesmo o que deve ser medido”.

A produtividade pode ser considerada uma medida que avalia a eficiência e a racionalidade das atividades econômicas. Esta é encontrada pela razão entre o insumo (input) e a produção (output) (RATTNER, 1967),

Ora é vista como um índice utilizado para medir a relação entre o output gerado (bens produzidos ou serviços oferecidos) e o input utilizado (mão-de-obra, materiais, energia e outros recursos em geral). É a razão entre o output e o input. (STEVENSON, 2001).

O conceito de índice de Produtividade pode ser apresentado também como sendo “o quociente resultante da divisão das quantidades produzidas após realizada alguma tarefa pelos recursos utilizados na consecução desta tarefa”. Alerta para que esta sempre é calculada em relação a um determinado período de tempo (SANTOS, 1998).

Chega-se ao valor da Produtividade, pelo cálculo da razão entre saídas (resultado) e entradas (esforço) = total produzido / número de pessoas x tempo.

Figura 3 – Cálculo da Produtividade

Fonte: Adaptado de Correa e Correa (2008).

O conceito de Produtividade é freqüentemente relacionado à capacidade produtiva humana. Vale lembrar que este pode ser usado para expressar a capacidade produtiva de outros recursos, que não somente o humano.

De forma simplificada, temos que Produtividade é o resultado da eficiência do trabalho. Chegamos ao valor da produtividade calculando o quociente da produção por um dos fatores de produção – que se referem a capital, matéria-prima ou trabalho (FONTES, 1966).

A noção mais comum empregada no cálculo da produtividade é a do trabalho humano. É essa visão que estuda a relação da produção pelo tempo empregado na produção. Entende- se que aumentar a produtividade seja produzir mais em menos tempo, de forma a diminuir o tempo unitário da produção. Esse fenômeno apresenta como conseqüência a redução do custo unitário de produção e aumenta a capacidade produtiva.

Figura 4 – Cálculo da Produtividade Individual

Fonte: Fontes (1966, p. 30).

A partir desta simples equação, o aumento da Produtividade seria decorrente ou do aumento do numerador (aumento da quantidade de produtos) ou da diminuição do denominador (diminuição dos recursos/fatores envolvidos no processo de produzir). Mas completa, “a Produtividade é mais que uma relação, é uma mentalidade de fé no progresso humano” (FONTES, 1966).

Abaixo, uma síntese de papéis de medição de desempenho em um processo de gestão e reforçam a importância de uma forma de avaliação.

Figura 5 – Papéis de medição de desempenho.

É preciso medir a Produtividade para conhecê-la. A partir da medição é que será possível a análise e o entendimento para o tomador de decisão visando a melhorar da razão (PHUSAVAT, JAIWONG, SHUJIWANICH, KANCHANA, 2009).

Para o trio, os cinco objetivos de desempenho são: qualidade, velocidade, confiabilidade, flexibilidade e custo. E para todas as operações produtivas é preciso alguma forma de mensuração de desempenho que envolva estes cinco critérios como pré-requisito para melhoramento.

As conclusões extraídas do estudo de Dumond indicam a necessidade de um sistema de medição de Produtividade a partir de critérios claros e quantificáveis:

Indivíduos com um ingênuo sistema de medição de Produtividade tenderam a tomar decisões que resultaram em realizações ineficientes de atividades. [...] Enquanto que decisões tomadas a partir de um sistema de medição de Produtividade eficaz mostraram melhora nas relações (uma das suas medidas de desempenho pessoal) e também houve redução no tempo de processamento da ordem (Adaptado, DUMOND, 1994, p. 24).

O processo de medição da produtividade é importante para “determinar e averiguar o desempenho da empresa ou da economia, bem como para avaliar a exeqüibilidade dos planos e metas do desenvolvimento [...]” (RATTNER, 1967, p. 54).

As medidas de Produtividade são úteis para avaliação, controle, orçamento, motivar, promover, celebrar, aprender e melhorar, embora esta não seja um fim em si mesma (BEHN, 2003).

Afirma não haver nenhuma medida de desempenho única que seja adequada para todos estes oito objetivos listados. Por conseguinte, os gestores não devem procurar a medida de desempenho mágica – pois ela simplesmente não existe.

É preciso pensar sobre os objetivos de gestão na organização para que a medição da Produtividade possa contribuir com a estratégia da organização. Só então, os chefes podem

selecionar as medidas com as características necessárias e adequadas para ajudar a alcançar cada finalidade organizacional.

A medição visa à garantia da qualidade de informação e do progresso por altos executivos. Como resultado, a Produtividade e a medição de desempenho devem ser coerentes a um conjunto de estratégias específicas determinadas e selecionadas pela alta gestão de uma organização (PHUSAVAT, JAIWONG, SHUJIWANICH, KANCHANA, 2009).

Há mais de uma forma de medição de Produtividade que variam com os níveis de Produtividade (organizacional, de equipe e individual). Realçam ainda que a medição da Produtividade deva estar relacionada à estratégia da empresa: são colocadas três perguntas:

a) O que medir? (produto acabado, etapas da produção)

b) Quando medir? (freqüências, marcos temporais)

c) Onde medir? (relacionado às áreas e níveis hierárquicos)

Independente do estudo ou da forma de entender e avaliar a Produtividade de forma quantitativa, o cálculo desta sempre busca a razão entre produto e fator de produção.

Ao falar em cálculo de razão, remetemo-nos a números, a fatores quantificáveis. Fatores estes que podem variar de acordo com a estratégia da organização, mas sempre quantificáveis.

O escopo deste trabalho não contempla o aprofundamento no tema da importância das formas quantitativas de avaliação da Produtividade e seus métodos, pois a literatura em Administração já se encarrega disto. Para isso, sugerimos a consulta às referências utilizadas nesta sessão.

É saudável pontuar que a discussão acerca da produtividade não pode ficar circunscrita a noções matemáticas rígidas, de medição e comparação. Deve incluir aspectos sociais e enfatiza que é este quem realmente interessa (FONTES, 1966).

O pensamento tradicional vê a avaliação do desempenho como um processo que vai gerar uma base racional para tomada de decisões sobre as pessoas – como uma simples

ferramenta de medição do desempenho, capaz de determinar promoção, desenvolvimento e ajustes salariais (NURSE, 2005).

É preciso refletir que esse tipo de avaliação não é capaz de validar a capacidade do avaliador, já que podem ocorrer injustiças e equívocos: “Por trás da máscara da objetividade e da racionalidade, executivos engajam-se em manipulações numa forma intencional e sistemática” (LONGNECKER, 1996, p. 183 apud NURSE, 2005). Diz-se máscara, pois todo processo de avaliação da produtividade esconde um lado emocional e subjetivo. Além disso, toda avaliação apresenta também seu componente político e determinados graus são atribuídos sob influência política, uma vez que organizações podem ser vistas como arenas de negociação.

Belgede İAÜ Busines Review (sayfa 78-80)

Benzer Belgeler