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Ödemeler Dengesi İstatistikleri Derleme Metodolojileri Ödemeler dengesi istatistiklerinin derlenmesinde kullanılan başlıca

DIŞ BORÇLAR VE ÖDEMELER DENGESİ

2.3. Ödemeler Dengesi ve Dış Borç İstatistiklerini Derleme Metodolojileri Aynı kavramsal çerçeve, tanım ve sınıflandırmalar temelinde Aynı kavramsal çerçeve, tanım ve sınıflandırmalar temelinde

2.3.1. Ödemeler Dengesi İstatistikleri Derleme Metodolojileri Ödemeler dengesi istatistiklerinin derlenmesinde kullanılan başlıca

Foi projetada para a fase de emergência, e com incidência prioritária para o Ensino Primário (2001-2002), a necessidade de manuais escolares: 1ª classe: 577.749 alunos para 1.155.498 livros, sendo 2 livros por alunos; 2ª classe: 440.913 alunos para 1.322.735 livros, sendo 3 por alunos; 3ª classe: 319.282 alunos para 957.846 livros, sendo 3 por alunos; 4ª classe 182.447 alunos para 912.235 livros, sendo 5 por alunos; 5ª classe: 128.072 alunos para 640.360 livros, sendo 5 por alunos e 6ª classe: 81.864 alunos para 640.360 livros, sendo 5 por alunos. Em função disto, o total de livros previstos para o ensino primário é de 5.629.034 manuais escolares. Ainda no que concerne ao material escolar, estava previsto a distribuição, por empréstimo, de um manual por título (disciplina) por aluno e a distribuição de 3 cadernos, 6 lápis, 3 esferográficas e 3 borrachas por alunos e por trimestre no I nível (Ensino Primário).

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Quadro nº 7: Materiais de ensino/escolares previstos

Direito à educação: critério de disponibilidade

Proposta do Governo do angolano para o ensino primário de 2001-2015

- Previsão de materiais de ensino/escolares:

- Carteiras e Secretárias:

De 2001-2002: fase de emergência e com incidência prioritária para o Ensino Primário:

- Em função das 250 escolas a serem

construídas, está previsto no plano do governo angolano a aquisição de 30.000 carteiras duplas e 250 secretárias com cadeiras. Mas, tendo em conta a urgência e gravidade, algumas províncias do País exigem uma intervenção imediata em números de 171.897 carteiras, das quais: Huambo 80.000, Bié 31.000, Kuando- Kubango 13.371, Uíge 2.000, Malange 22.868 e Moxico 22.658 carteiras.

* Zona rural e Peri urbana De 2002-2006: Fase de aplicação dos fundamentos do novo sistema: Necessidade de 77.475 carteiras duplas; 1.937 quadros; 1.937 secretarias com cadeiras. (Zona rural e Peri urbana)

De 2006-2015: Fase de Consolidação e de Alargamento do Sistema: Necessidade de 225.883 carteiras; 2.757 quadros; 5.647 secretarias com cadeiras. (Zona rural e Peri urbana)

* Zona urbana De 2002-2006: Fase de aplicação dos

fundamentos do novo sistema: Necessidade de 51.650 carteiras duplas; 1.291 quadros; 1.291 secretarias. (Zona urbana)

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Direito à educação: critério de

disponibilidade Proposta do Governo do angolano para o ensino primário de 2001-2015

- Manuas Escolares De 2001-2002: fase de emergência e com incidência prioritária para o Ensino Primário: Necessidade de manuais escolares: 1ª classe: 577.749 alunos para 1.155.498 livros, sendo 2 livros por alunos; 2ª classe: 440.913 alunos para 1.322.735 livros, sendo 3 por alunos; 3ª classe: 319.282 alunos para 957.846 livros, sendo 3 por alunos; 4ª classe 182.447 alunos para 912.235 livros, sendo 5 por alunos; 5ª classe: 128.072 alunos para 640.360 livros, sendo 5 por alunos e 6ª classe: 81.864 alunos para 640.360 livros, sendo 5 por alunos. Nesta senda, o Governo prevê a distribuição por empréstimo de um manual por título (disciplina) por aluno e a distribuição de 3 cadernos, 6 lápis, 3 esferográficas e 3 borrachas por alunos e por trimestre no I nível (ensino primário).

- Bibliotecas

- Sala de informática e tecnologias de informação (internet).

Nenhuma informação.

Fonte: ANGOLA – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA, 2001, pp. 71-72; 119; 125-128.

Assim sendo, é interessante perceber que existe uma redução de manuais escolares a medida que se transita de uma classe para outra, ou seja, a projeção de manuais escolares para 1ª classe (577.749 alunos para 1.155.498 livros, sendo 2 livros por alunos) é superior em relação à 6ª classe (81.864 alunos para 640.360 livros, sendo 5 por alunos). Este fato pode revelar o índice de reprovação, desistência ou abandono escolar. Vale recordar que o artigo 28º, nº1, e) da Convenção sobre os Direitos da Criança exige os Estados Partes: Tomarem medidas para encorajar a frequência escolar regular e a reducação das taxas de abandono escolar.

Observa-se ainda que, de 2006-2015, Fase de Consolidação e de Alargamento do Sistema, não foi apresentada a projeção das necessidades de materiais para as escolas do Ensino Primário nas zonas urbanas, sobreuto por se tratar de zonas de maior fluxo de alunos. Entretanto, foi projeta a distribuição de manuias escolares, mas, não se prevê a construção de salas de informática nem um plano de compra ou arrecadação de livros para as bibliotecas como recursos fundamentais para a formação dos alunos. Aliás, o que está previsto apenas são espaços para livros e não consta a construção de salas de informáticas quer para zonas rurais como as urbanas. Esta falha pode acarretar várias consequências, como por exemplo, a

92 dificuldade no acesso à informação, quer por meios de livros como através das tecnologias de informação, limitando os conhecimentos dos educandos, assim como dos próprios docentes, prejudicando a qualidade de ensino.

2.2.1.3.1 Resultados Alcançados

2.2.1.3.1.2 Disponibilidade efetiva de material escolar

O relatório do Ministério da Educação de 2011 (pp. 24-29) apresenta que, com a reforma no Sistema Educativo, a partir de 2004, a sua implementação foi paulatina, ou seja, começou apenas com a 1ª, 7ª e 9ª classes. Sendo assim, numa primeira fase, a distribuição de manuais escolares do Ensino Primário foi apenas para a 1ª classe e depois nos anos subsequêntes, tendo em conta a transição de uma classe para outra. Deste modo, para serem utilizados no ano letivo de 2004, em 2003 foram produzidos 200.000 exemplares de manuais da 1ª classe (para 5 título nomeadamente: Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio e Educação Musical, Educação Manual e Plástica). Quanto ao ano letivo de 2005, em 2004 foram também produzidos 200.000 exemplares de manuais da 2ª classe (para 5 títulos nomeadamente: Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio e Educação Musical, Educação Manual e Plástica). Já em 2005 foram produzidos 150.000 exemplares de manuais da 3ª classe (para 5 títulos nomeadamente: Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio e Educação Musical, Educação Manual e Plástica) para o ano letivo de 2006.

Em relaçãoao ano letivo de 2007, foram produzidos 140.000 exemplares de manuais da 4ª classe (para 5 títulos nomeadamente: Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio e Educação Musical, Educação Manual e Plástica). E para 2008 foram produzidos 240.000 exemplares de manuais da 5ª classe (para 8 títulos nomeadamente: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Educação Musical, Educação Manual e Plástica, Educação Moral e Cívica, Geografia e História).

No ano letivo de 2009 foram produzidos também 240.000 exemplares de manuais da 6ª classe (para 8 títulos nomeadamente: Língua Portuguesa, Matemática, Ciênciasda Natureza, Educação Musical, Educação Manual e Plástica, Educação Moral e Cívica, Geografia e História). E para 2010 foram produzidos 4.750.200 exemplares de manuais, sendo 36 títulos do Ensino Primário (2.442.960 exemplares) e 34 títulos para o 1º Ciclo do Ensino Secundário (2.307.240 exemplares).

Olhando para estes números, podemos dizer que para o ano letivo de 2004 até o de 2010 foram produzidos 3.612.950 exemplares para o Ensino Primário. Entretanto, o relatório do

93 governo angolano, 10 Anos de Paz: Angola 2002-2012 (2012, p. 50), ilustra que até 2012 já foram distribuídos 37 milhões de manuias em todo país. Neste contexto, o referido relatório não clarifica se estes manuais são do Ensino Primário ou do Ensino Geral não universitário.

Apesar dos números apresentados, existe insuficiência no número de exemplares de materiais didáticos editados (Programas, Manuais, Guia do Professor e outros), assim como falta de materiais didáticos para o desenvolvimento das aulas e a inadequada utilização dos mesmos quando estes existem (ANGOLA – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2011, p. 59). Por outro lado, em Angola, os manuais escolares não chegam às escolas, ou seja, muitos deles são encontrados no mercado informal a serem comercializados a preços exorbitantes, quando os manuais são gratuítos para o Ensino Primário, tal como aponta o artigo 7º, nº 1 da Lei de Base do Sistema Educaivo: 1. Entende-se por gratuitidade a isenção de qualquer pagamento pelainscrição, assistência às aulas e o material escolar.

Por este fato, o relatório do UNICEF-Angola (2010, p. 8), aponta que estão na base da deficiente qualidade de ensino nas escolas públicas em Angola, além das crianças encontrarem superlotação crónica nas salas de aulas e professores com formação limitada, a falta de materiais de ensino também tem dificultado o acesso e o próprio aproveitamento das crianças. Por isso, o relatório das Organizações de Direitos Humanos da sociedade civil em Angola de 2012, apontou várias lacunas na efetivação do direito à educação básica. De acordo com o ponto 124 do referido relatório, embora a Lei de Base do Sistema Educativo determine a educação primária como gratuita, a sua implementação não é eficaz. A falta de salas de aula, o índice de corrupção, a distribuição de livros didáticos não gratuitos e as taxas de exame estão entre as principais restrições que prejudicam o acesso à educação em Angola.