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BÖLÜM 2 : GĐLAN’DA GEÇĐŞ DÖNEMLERĐ

2.1.3.7. Çocukta Đlkler

cúspides palatinas de contenção cêntrica superiores ocluem nas fossas distais dos dentes inferiores, em tripodismo (Figura 2.8).

Figura 2.8 – Oclusão “dente a dois dentes” Tipo II: Localização das cúspides de contenção cêntrica dos dentes superiores e inferiores

• Contato da ponta de cúspide a plano inclinado oposto: A ponta de

cúspide faz um contato individual numa vertente da cúspide do lado oposto (DAWSON, 1993).

• Contato superfície à superfície: É um contato individual entre duas

vertentes opostas (DAWSON, 1993).

• Contato entre cúspide numa relação topo a topo: Um contato individual

entre ponta de cúspide a ponta de cúspide do lado oposto (DAWSON, 1993).

Mc Horris (1979) afirma que boas oclusões devem apresentar a presença de contatos interoclusais em dentes posteriores, denominados closure stoppers (contatos de parada cêntrica) e equalizers que promovem o efeito de estabilização em suas posições (Figura 2.9).

• Closure stoppers: ocorrem entre as vertentes distais dos dentes superiores

posteriores e mesiais dos inferiores posteriores, tendo as funções de brecar o fechamento mandibular e equilibrar as forças aplicadas pelos equalizers.

• Equalizers: ocorrem nas vertentes mesiais dos dentes superiores

posteriores e nas distais dos inferiores posteriores.

O autor determina a existência de três tipos de contatos oclusais (Figura 2.10):

• Contato A: entre a cúspide guia do dente superior e a de suporte inferior. • Contato B: entre as cúspides de suporte dos dentes superiores e

• Contato C: entre a cúspide de suporte do dente superior e a guia do

inferior.

Para uma estabilidade buco-lingual adequada, existem certas combinações essenciais entre esses contatos, mas estas devem ocorrer simultaneamente. São elas: A + B (Estabilidade); C +B (Estabilidade); A + B+ C (Estabilidade); A + C (Movimentação dentária ou deflexão mandibular); B (Movimentação dentária ou deflexão mandibular).

Fonte: Fantini 2002.

Figura 2.9 – Closure Stoppers (Setas azuis) e Equalizers (Setas vermelhas)

Fonte: Fantini, 2002.

Figura 2.10 - Três tipos de contatos oclusais A,B,C

Ehrlich e Taicher (1981) estudaram os contatos oclusais em oclusão cêntrica em 29 pacientes de 18 a 20 anos de idade, sendo todos portadores de Classe I, de Angle, e com oclusão normal. Os pacientes foram moldados e os registros oclusais feitos em cera, com três tipos de identificação: perfuração, representando supra- contato; área translúcida, indicando contato; e uma pequena espessura de cera representando contato próximo, sendo os três tipos de identificação considerados como contatos. Os autores concluíram que o número médio de contatos por paciente foi de 79. Existiu uma alta incidência de contatos no primeiro molar inferior (20,9%) e um menor número de contatos no primeiro pré-molar (5,8%). A maioria destes contatos estavam em cúspides, somente alguns na fossa central e área de crista marginal. Contatos fortes foram encontrados na região dos segundos molares (33%). Afirmaram que, morfologicamente, boa oclusão não implica em máximo número de contatos, uma vez que um contato ideal oclusal não foi encontrado em nenhum dos 29 pacientes estudados.

Hochman e Ehrlich (1987), após analisarem os contatos oclusais em MIC, em modelos de estudo de 100 pacientes, numa faixa etária de 18 a 30 anos, com relação molar de Classe I que não receberam nenhum tratamento ortodôntico e com dentição completa, demonstraram:

• Que as cúspides de suporte dos dentes inferiores articulam com dois

dentes opostos,

• Que as cúspides de suporte dos dentes superiores articulam em várias

áreas dos dentes opostos.

• As cúspides linguais dos pré-molares superiores mostraram grande

Nenhum dos modelos de estudo examinados mostrou uma relação para cúspide-fossa ou cúspide crista-marginal. A maioria dos casos mostrou a combinação destas relações, incluindo cúspide a plano inclinado. A relação molar de Classe I, não indica a localização e a natureza dos contatos das cúspides de suporte em MIC.

Abrão (1991), após análise oclusal de 15 pacientes portadores de maloclusão Classe I e Classe II de Angle, submetidos a tratamento ortodôntico pela técnica de Edgewise, com idade média de 14 anos, concluiu que os dentes que apresentaram maior número de contatos oclusais foram os primeiros molares superiores (41,12%) e inferiores (47,75%). O tipo de relação oclusal que apresentou maior freqüência foi o de cúspide a uma crista marginal (37%). A relação cúspide-fossa demonstrou a incidência de 17% (3% do contato tipo tripodismo, 8% em bipodismo e 6% em monopodismo). A média dos contatos oclusais nos dentes posteriores foi de 7,13.

Mamani (1991), num estudo sobre a distribuição de contatos oclusais na posição de máxima intercuspidação, concluiu que os tipos de contatos oclusais em condições normais exibiram grande variação quanto ao tipo de localização, sendo os primeiros molares superiores (40,9%) e inferiores (42,8%) os dentes que apresentaram o maior número de contatos oclusais.

Os contatos oclusais que representam o esquema oclusal “dente a dente” (tripodismo, bipodismo e monopodismo), concentraram-se em sua maioria nos primeiros molares, reforçando a idéia de que estes dentes são os mais importantes do sistema mastigatório. As cúspides de contenção cêntrica dos dentes inferiores demonstraram serem mais estáveis que as cúspides de contenção cêntrica dos dentes superiores, os quais tiveram menor participação nos contatos oclusais em MIC e uma maior variabilidade na localização.

O primeiro pré-molar inferior foi o que apresentou menor número de contatos oclusais (11,9%).

Santos Jr. (1995) definiu as relações dos contatos oclusais na posição de máxima intercuspidação em uma oclusão normal.

• Oclusão Cúspide/Fossa-Cúspide/Crista (Figura 2.11)

As cúspides vestibulares inferiores ocluirão como segue:

a) O primeiro pré-molar inferior contatará a crista entre o canino superior e o primeiro pré-molar.

b) O segundo pré-molar inferior contatará a crista entre o primeiro pré- molar superior e o segundo pré-molar.

c) A cúspide mesiovestibular do primeiro molar inferior contatará a crista entre o segundo pré-molar superior e o primeiro molar superior.

d) A cúspide distovestibular do primeiro molar inferior contatará a fossa central do primeiro molar superior.

e) A cúspide distal do primeiro molar inferior contatará a fossa distal do primeiro molar superior.

f) A cúspide mesiovestibular do segundo molar inferior contatará a crista entre o primeiro e segundo molares superiores.

g) A cúspide distovestibular do segundo molar inferior contatará a fossa do segundo molar superior.

As cúspides palatinas superiores ocluirão como segue:

a) A cúspide mesiopalatina do primeiro molar superior contata a fossa central do primeiro molar inferior.

b) A cúspide mesiopalatina do segundo molar superior se contata na fossa central do segundo molar superior

• Oclusão Cúspide-Fossa (Figura 2.12)

O relacionamento cúspide-fossa compreende as cúspides vestibulares inferiores com uma das fossas dos dentes superiores e as cúspides palatinas superiores com uma das fossas dos dentes inferiores.

As cúspides vestibulares inferiores contatarão da seguinte forma:

a) O primeiro pré-molar inferior contata a fossa mesial do primeiro pré- molar superior.

b) O segundo pré-molar inferior contata a fossa mesial do segundo pré- molar superior.

c) A cúspide mesiovestibular do primeiro molar inferior contata a fossa mesial do primeiro molar superior.

d) A cúspide distovestibular do primeiro molar inferior contata a fossa central do primeiro molar superior.

e) A cúspide distal do primeiro molar inferior contata a fossa distal do primeiro molar superior.

f) A cúspide mesiovestibular do segundo molar inferior contata a fossa mesial do segundo molar superior.

g) A cúspide distovestibular do segundo molar contata a fossa central do segundo molar superior.

As cúspides palatinas superiores seguirão um padrão de contato correspondente nas fossas.

Okeson (2000), ao examinar as relações oclusais dos dentes posteriores em MIC, concluiu que a posição do primeiro molar é muito importante na determinação dos tipos de contatos oclusais.

Classe I: As seguintes características identificam a relação molar mais