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1. KOOPERATİFÇİLİK

1.5. Kooperatif Çeşitleri…

1.5.1 Çalışma Alanlarına Göre Kooperatifler

A Constituição Federal prevê dois tipos de competências em matéria ambiental: a legislativa e a administrativa, ou de implementação.

Conforme disposição do art. 59 da Constituição Federal, apenas as emendas à Constituição e às leis complementares e ordinárias poderão versar sobre matéria penal, ou seja, quando se tratar de criar normas incriminadoras, cominar sanções penais ou agravar a situação do réu, exige-se sempre lei formal (reserva absoluta de lei), emanada do poder competente e elaborada conforme processo legislativo previsto na Constituição.

No que tange à competência legislativa, o art. 24 da Constituição Federal defere à União, aos Estados e ao Distrito Federal competência concorrente para legislar sobre diversas matérias, dispondo nos incisos I, VI e VII, respectivamente, sobre: o direito urbanístico; florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio

ambiente e controle da poluição; proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico.

A Constituição nesse artigo deixou de tratar da competência legislativa do Município, levando a equivocadas interpretações de que o Município não possui competência legislativa. Sucede que no art. 30, inciso IX, a Constituição atribuiu competência subsidiária aos Municípios, podendo legislar supletivamente à União e aos Estados para "promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual”.

Na legislação concorrente, compete à União os aspectos de interesse nacional, aos Estados os regionais e aos Municípios apenas os de interesse exclusivamente local.

De igual modo, a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente mantém a mesma atribuição de competência entre a União, Estados e Municípios57.

Já a competência administrativa ou de implementação está prevista no art. 23, de forma comum à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios legislarem sobre proteção dos documentos, das obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, dos monumentos, das paisagens naturais notáveis e dos sítios arqueológicos; proteção do meio ambiente e combate à poluição em qualquer de suas formas; bem como a preservação das florestas, da fauna e da flora, conforme os incisos III, VI e VII.

Na organização administrativa federal destaca-se dentre os muitos organismos existentes afetos à fiscalização e regulamentação do meio ambiente, integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA): o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), órgão consultivo cuja finalidade é assessorar, estudar e propor diretrizes de políticas ambientais, bem como deliberar sobre normas e padrões de controle ambiental58.

Dentre outras funções, o Conama, estabelece normas e critérios para o licenciamento de atividades poluidoras, bem como fixa critérios e padrões de qualidade ambiental59.

Outro organismo essencial é o Ministério do Meio Ambiente, que tem como entidades vinculadas a ANA, o IBAMA e o JBRJ.

A ANA60 (Agência Nacional de Águas) tem como função regular o uso da água dos rios e lagos de domínio da União, assegurando a quantidade e a qualidade para usos múltiplos; implementar o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, que visa ao planejamento racional da água com a participação dos governos municipais e estaduais, além da sociedade civil.

58 Lei 6.938 de 31 de agosto de 1981, art. 6º, inc. II. 59 Lei 6.938 de 31 de agosto de 1981, art. 8º. 60 www.ana.gov.br.

O IBAMA61 (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) possui a função de executar políticas governamentais e diretrizes federais do meio ambiente.

O JBRJ62 - Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, exerce atividade voltada para conscientização da educação ambiental e preservação das espécies nativas brasileiras.

Na esfera estadual, no Estado de São Paulo, a CETESB63 Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – é o órgão governamental a que foi atribuída a competência para fiscalizar, monitorar e licenciar atividades geradoras de poluição, responsável pela aplicação de sanções administrativas, com a preocupação fundamental de preservar e recuperar a qualidade das águas, do ar e do solo64.

61 O Ibama é fruto da fusão dos antigos IBDF, Sema, Sudepe. www.ibama.gov.br. 62 www.jbrj.gov.br.

63 www.cetesb.sp.gov.br. Criada em 24 de julho de 1968, pelo Decreto Estadual nº 50.079. A Lei Estadual nº 118 de 29 de julho de 1973 autorizou a constituição de uma sociedade por ações, sob denominação de CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Básico e de Controle da Poluição das Águas. Atual denominação determinada em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 17 de dezembro de 1976. Edificada nessas bases, a CETESB tornou-se um dos 16 centros de referência da Organização das Nações Unidas - ONU, para questões ambientais, atuando em estreita colaboração com os 184 países que integram esse organismo internacional. Tornou-se, também, uma das cinco instituições mundiais da Organização Mundial de Saúde - OMS, para questões de abastecimento de água e saneamento, além de órgão de referência e consultoria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, para questões ligadas a resíduos perigosos na América Latina. Possui um telefone que funciona como Disque Meio Ambiente 0800.113.560. 64 Lei estadual nº 997 e Decreto nº 8.468 que a regulamenta.

Os órgãos públicos que atuam na defesa ambiental têm sua parcela de participação tanto na fiscalização como no controle do meio ambiente, denunciando às autoridades competentes em caso de verificação de irregularidades graves ao meio ambiente, bem como de colaboração essencial na formação da prova na fase do inquérito policial.

Dentre os órgãos públicos de âmbito municipal, estadual e federal em São Paulo citam-se o CCZ – Centro de Controle de Zoonoses; o CDA- Centro de Defesa Agropecuária; a CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental; CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo; CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo; DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica; DEPAVE – Departamento de Parques e Áreas Verdes do Município de São Paulo; DEPRN – Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais; Disque-Denúncia da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo; DUSM – Departamento de Uso do Solo Metropolitano; GEISICMA – Grupo Especial de Investigações Sobre Infrações contra o Meio Ambiente – DECAP; IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis; LIMPURB – Departamento de Limpeza Urbana da Prefeitura do Município de São Paulo; Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo; Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital; Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital; PSIU – Coordenadoria do Programa de Silêncio Urbano da Prefeitura do Município do Estado de São Paulo; RESOLO - Departamento de Regularização do Solo; Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.