V. BÖLÜM: TARTIŞMA
5.2. BİOMOTORİK ÖZELLİKLER
5.2.4. Çabukluk Değerleri
Em 2015, a população residente no ACES era de 108.407 habitantes com uma densidade
populacional de 529,0 habitantes/km2. Em 2013, apresentava uma taxa bruta de natalidade
de 6,2‰ e um índice de envelhecimento de 128,3, com um índice de dependência de jovens de 19,1 e um índice de dependência de idosos de 24,5. No triénio 2011-2013, a esperança média de vida à nascença foi de 80,9 anos, em ambos os sexos.
A população residente sem nível de escolaridade completo era de 17% e a taxa de analfabetismo de 4%, em 2011. O número de inscritos desempregados no IEFP nos últimos 3 anos tem vindo a diminuir, sendo que em dezembro de 2014 apresentava o valor de 90,7/1000 habitantes. Em relação aos setores de atividade e emprego é o setor terciário
Plano Nacional de Saúde e Estratégias Locais de Saúde
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(ou de serviços) que se assume como aquele de maior relevo, tendo 50,3% do emprego alocado, seguindo-se o setor secundário com 48,5%, em 2011. Em dezembro de 2013, 78,3% dos alojamentos estavam servidos com água da rede pública.
Caracterização epidemiológica da população:
No triénio 2011-2013, as proporções de nascimentos pré-termo e de crianças com baixo peso à nascença foram de 7,8% e 8,6% respetivamente, apresentando este último uma tendência crescente. A taxa de mortalidade infantil foi de 4,7‰ nados vivos, tendo na mortalidade perinatal a sua maior expressão ”3,0‰ nados vivos), seguida da neonatal ”2,5 ‰ nados vivos).
Em 2013, a taxa bruta de mortalidade foi de 8,1‰, apresentando valores estáveis e inferior à da região norte e do continente. Em relação à mortalidade proporcional para todas as idades, no triénio 2010-2012, as três grandes causas de morte foram as doenças do aparelho circulatório (30,7%), os tumores malignos (26,6%) e as doenças do aparelho respiratório (11,4%), os mesmos da região norte e continente. Para este mesmo indicador e considerando a idade prematura (< 75 anos), os tumores malignos assumem uma maior expressão (38,6%) seguida das doenças do aparelho circulatório (19,1%). Considerando as causas específicas de morte em idade prematura, e após padronização neste mesmo triénio, as três principais foram o tumor maligno do aparelho digestivo e peritoneu, o tumor maligno do aparelho respiratório e as doenças cerebrovasculares (39,6, 24,4 e 18,0/100.000 habitantes), apresentando os dois primeiros superiores aos encontrados na região norte mas sem significância estatística.
Em relação à morbilidade, a proporção das principais doenças não transmissíveis nos inscritos no ACeS em dezembro de 2014, foi de 19,7% com alteração do metabolismo dos lípidos, 19,1% com hipertensão arterial, 9,1% com perturbações depressivas e 8,0% com diabetes. A obesidade está presente em 7,7% dos inscritos, sendo superior nas mulheres (9,1%) quando comparado com os homens (6,1%). Dentro das doenças neoplásicas, a neoplasia maligna da mama feminina afeta 0,6% das mulheres inscritas, a neoplasia maligna do cólon e reto em 0,5% dos inscritos e a neoplasia maligna da próstata em 0,3 % dos homens inscritos.
No que respeita às doenças transmissíveis, a taxa de notificação de tuberculose em 2013 foi de 22,8/100.000 habitantes, valor inferior ao da região norte e do continente. Quanto à infeção pelo VIH e a SIDA as taxas de incidência foram, em 2013, de 9,1 e de 5,5/100.000 habitantes respetivamente, com uma evolução crescente.
Referências:
Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Grande Porto I – Santo Tirso/Trofa. Diagnóstico de Situação de Saúde do ACES Grande Porto I – Santo Tirso/Trofa. 2ª ed. Santo Tirso: USP do ACES Grande Porto I – Santo Tirso/Trofa; 2014.
Administração Regional de Saúde do Norte. Perfil Local de Saúde 2015 – ACES Santo Tirso/Trofa. Porto: ARS Norte; 2015.
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PLANO LOCAL DE SAÚDE - ACES GRANDE PORTO I - SANTO TIRSO /
TROFA NO ANO DE 2011-2016
No Plano Local de Saúde do ACES, os problemas de saúde prioritários definidos foram em primeiro a diabetes seguida de doenças cerebrovasculares e tuberculose
pulmonar.
Foram definidos como objetivos de saúde:
Diminuir a Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP) da diabetes, para pelo menos
23/100.000 habitantes, na população residente do ACES Grande Porto I, entre
Novembro de 2011 e Dezembro de 2016.
Diminuir a TMP por doença cerebrovascular, para pelo menos 55/100.000 habitantes,
na população residente do ACES Grande Porto I, entre Novembro de 2011 e Dezembro de 2016.
Diminuir a TMP por tuberculose pulmonar, para pelo menos 3/100.000 habitantes, na
população residente do ACES Grande Porto I, entre Novembro de 2011 e Dezembro de 2016.
Da última avaliação intercalar efetuada, tendo por base os últimos dados de mortalidade disponíveis (triénio 2009-2012), podemos verificar que o objetivo da redução da tuberculose já foi atingido e espera-se que em 2016 também o das doenças cerebrovasculares seja atingido. Em relação à diabetes, é expectável uma redução da mortalidade comparativamente ao triénio 2001-2003.
Taxa de mortalidade padronizada, no ACES Santo Tirso/Trofa, valores observados e estimados de 2001-2003 a 2014–16 e meta proposta no PLS
*valores estimados pelo método da regressão exponencial
As estratégias definidas no PLS foram: Identificar portadores de fatores de risco de vir a desenvolver diabetes na população do ACES; Aumentar o consumo diário de frutas e legumes; Aumentar a prática regulares de exercício físico na população do ACES; Reduzir o número de pessoas com obesidade e excesso de peso; Aumentar o acesso às consultas de vigilância da população do ACES; Prevenir a iniciação do consumo de tabaco nos jovens e apoiar e promover a cessação tabágica; Aumentar os rastreios aos conviventes dos doentes bacilíferos; Aumentar a qualidade da estratégia DOT implementada no ACES; Implementar programas de intervenção comunitária destinados à população em geral
Indicador 01-03 04-06 07-09 10-12 11-13 12-14 13-15 14-16 META
Diabetes 33,7 31 32,4 28,7 28,4 27,8 27,2 26,7 23
Cerebrovasculares 119,5 102,5 87,9 63 62,7 58,5 54,6 51 55
Tuberculose 1,9 3 2,7 2,2 2,5 2,5 2,5 2,5 3
Plano Nacional de Saúde e Estratégias Locais de Saúde
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visando a prevenção primária da diabetes; Melhorar o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial.
Foram também definidas como objetivos operacionais:
Calcular o risco de vir a desenvolver diabetes através da grelha de avaliação do
Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, a pelo menos 15% da população inscrita nas USF/UCSP do ACES Grande Porto I, por ano, até 2016.
Aumentar a taxa de utilização global de consultas no ACES Grande Porto I para pelo
menos 75% até 2016.
Rastrear 100% dos coabitantes e contactos próximos de cada caso índice, até 2016.
Rastrear 100% dos coabitantes e contactos próximos de cada caso índice com
resultado anterior negativo, três meses do 1º rastreio, até 2016.
Garantir a realização do tratamento completo, a 100% dos casos de Tuberculose
Pulmonar diagnosticados, até 2016.
Aumentar a percentagem de hipertensos controlados em pelo menos 20%, no ACES
Grande PortoI, até 2016.
As atividades desenvolvidas para a execução do PLS, foram de comunicação interna e externa através da divulgação do documento aos órgãos de gestão e funcionais do ACES e às autarquias e parceiros sociais da comunidade.
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ACES GRANDE PORTO II - GONDOMAR
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ACES GRANDE PORTO III - MAIA / VALONGO
PERFIL DE SAÚDE - ACES MAIA / VALONGO NO ANO DE 2015
3O Aces Grande Porto III - Maia/Valongo, abrange os concelhos da Maia e Valongo com uma população residente de 229 164 hab., em 2013 de acordo com dados do INE (Carta Administrativa Oficial Portuguesa (CAOP 2013). A população do ACES aumentou entre os 2 últimos censos cerca de 11,2 % (RN- 0,1%; Continente- 1,8%). O Índice de envelhecimento em 2013 (92,6%) foi inferior ao da RN (125,0%) e do Continente (138,9%). O índice de longevidade por município (INE) apresentou, em 2014, o valor de 42,5 para o concelho da Maia e de 41,7 para o concelho de Valongo.
A esperança de vida à nascença tem vindo a aumentar, apresentando no triénio 2011-2013 o valor de 81,6 anos, que é superior ao da Região Norte (81,0 anos) e do Continente (80,8 anos).
A taxa bruta de natalidade tem vindo a diminuir desde 2002, sendo em 2013 de 8,4/1.000 hab., no entanto mantém valores superiores à RN (7,37 1.000 hab,) e ao Continente (7,9/ 1.000 hab). Em 2014, as taxas brutas de natalidade foram de 8,6/1.000 hab e de 8,2/1.000 hab para o concelho da Maia e para o concelho de Valongo respetivamente.
A taxa de mortalidade infantil tem vindo a diminuir, apresentando no triénio 2011-2013, o valor de 2,0/1.000 n.v., que é inferior ao da RN e do Continente no mesmo período. O valor da taxa bruta de mortalidade em 2013 (6,6/1.000 hab.) mantem-se inferior à da RN (9,0/1.000 hab) e do Continente (10,2/1.000 hab). Em 2014, as taxas brutas de mortalidade foram de 6/1.000 hab e de 7/1.000 hab para o concelho da Maia e para o concelho de Valongo respetivamente.
No triénio 2010-2012, verificou-se em termos de taxa de mortalidade padronizada pela idade e por grandes grupos de causas de doenças em indivíduos com idade inferior a 75 anos, o seguinte: a primeira causa de morte são os tumores malignos (100,2/100.000 hab.), sendo o tumor maligno do aparelho digestivo e peritoneu o mais prevalente (35,4/100.000 hab.), seguido do tumor maligno do aparelho respiratório (24,8/100.000 hab.). A segunda causa de morte são as doenças do aparelho circulatório (38,0/100.000 hab.), seguida da causa classificada como sintomas, sinais e achados anormais não classificados (31,4/100.000 hab.).
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Plano Nacional de Saúde e Estratégias Locais de Saúde
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Em termos socioeconómicos verificou-se, segundo o Censos de 2011, que 72.9% da população residente está empregada no setor terciário, valor superior à RN (61,6%) e Continente (70,2%); Apenas 0,5% estão empregados no setor primário.
A taxa de desempregados inscritos no IEFP por 1000 habitantes com mais de 15 anos, em Dezembro de 2013, era de 108,5. Este valor foi superior ao obtido para o Continente e para a RN, respetivamente de 76,9 e 93,2.
A taxa de analfabetismo em 2011 foi de 2,6%, o que corresponde a valores inferiores aos da RN (5,0%) e do Continente (5,2%).
Nos utentes inscritos no ACES, em termos demorbilidade, e de acordo com o diagnóstico
ativo classificado por ICPC-2 salientam-se as patologias com maior prevalência, em Dezembro de 2015: Hipertensão 18,8% dos inscritos (codificada em K86 ou K87);
Alteração do metabolismo dos lipídeos 18,4% (T93); Perturbações Depressivas 14,2%
dos inscritos (P76); Obesidade nos adultos 8,0%(T82) e Diabetes Mellitus 7,2% (T89 e T90) Em relação aos determinantes de saúde salientam-se os seguintes: abuso tabaco
13,5% (P17) e abuso álcool 1,3% (P15).
A evolução da taxa de incidência de Tuberculose (31,2/100.000 hab.) em 2013, mostra valores superiores aos da RN (25,0/100.000 hab.) e aos do Continente (22,2/ 100.000 hab.). Durante o ano de 2015 a incidência de notificação de doenças transmissíveis (SINAVE) no ACES, foi de 142 casos. A Tuberculose respiratória foi a doença mais notificada, com 48 casos, seguida da doença dos legionários e das outras salmoneloses, ambas com 12 casos notificados.