Yapılmasına Dair K anun Teklifi (10 Aralık 2016)
C) UYARI VE ÖNERİLER: ANAYASA DENGE VE DENETİM DÜZENEKLERİ YOLUYLA ÇÖZÜM
3. Yargı Organı
1
O que é EN?
O modelo atômico, o núcleo e sua estabilidade. Energia liberada (radiação nuclear)
em busca da estabilidade
Onde está presente a EN? (Como se detecta?) Questões atuais – levantamento e problematização. Perguntas.
2
Por que é emitida? Curva Z x N Radioatividade, decaimentos e transformações Como aproveitar? (Utilizações “locais”) Na medicina, na agricultura, na indústria, etc.
Descoberta por acaso? Os impactos sociais dessas
tecnologias.
3
De onde vem? E = mc2 Fissão e Fusão Energia de ligação Como aproveitar? (Utilização “concentrada”) Usinas e BombasUso bélico e política Bombas, corrida armamentista e poder Usinas e desenvolvimento
4
Quanto e com queinterage? Atividade, meia vida, etc.
Detectores
Faz bem? Faz mal? Efeitos biológicos e
ambientais Riscos e Benefícios
Questões atuais: aspectos políticos e econômicos Enriquecimento do U, Irã, países com bombas, etc. Debate e síntese: Usinas nucleares – vale a pena? Tabela 4.2: Proposta de matriz para organização da Física Nuclear
128
Para ilustrar uma das formas de articulação interna de nossa organização, exemplificamos um dos possíveis percursos, o 1B – 1A – 2A – 2B, no qual “percorremos” quatro “células” da Tabela 4.2 articulando esses assuntos.
O ponto de partida de nosso percurso constitui a primeira atividade da proposta, denominada: Onde há Energia Nuclear? (1B), na qual os alunos recebem uma série de palavras que fazem parte do “cotidiano” e do mundo em que vivemos, como: Urânio, aparelho de raios x, sol, cigarro, usina nuclear, bomba atômica, Nagasaki, câncer etc e devem classificá-las em três blocos: “Sim, Não e Depende”, utilizando o seguinte critério: Esse objeto tem energia nuclear disponível? Assim, a partir dessa atividade geram-se questões que demandam conceitos de modelo atômico, núcleo e instabilidade (1A). E ainda com esse objetivo, construímos a curva Z x N (2A), para explorar as aplicações da energia nuclear em diferentes setores da sociedade (2B). Desse modo, as atividades são realizadas por meio de diferentes “percursos” da Tabela 4.2.
Da mesma forma como observado anteriormente, essa proposta não se configura como um roteiro a ser seguido. A matriz tem a função principal de organizar os temas e enfoques, de forma articulada, permitindo explicitar os objetivos desejados em cada atividade.
4.2.3- Atividades desenvolvidas
Passamos a descrever, de forma sucinta, o que foi realizado na primeira etapa do curso. A Tabela 4.3 abaixo apresenta o programa dessa etapa.
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DIA 16/07/07 DIA 17/07/07 DIA 18/07/07
8h30 às 10h30
Atividades conjuntas “Usos pontuais e grandes Energia nuclear: liberações de energia”
Problematização:polêmica do uso da Energia Nuclear
“Usos e abusos”
10h45 às 12h45
Apresentação e problematização inicial Ativ. 1B: “Onde há energia
nuclear?”
(sistematização)
Ativ. 3B: "Quebra-cabeça"
de uma usina nuclear
(discussão)
Ativ. 5B: “Troca de
perguntas” sobre
problemas decorrentes do uso da Energia Nuclear
(Discussão) 14h00 às 16h00 Problematização: “emissão” de energia nuclear?” Ativ. 2B: Construção do gráfico N x Z (Discussão) Ativ. 4B: Cálculo da
energia liberada na fissão
(Energia de ligação)
Ativ. 6B: Energia nuclear
na sala de aula
(sistematização)
16h15 às
18h15 Atividades conjuntas Atividades conjuntas Energia Nuclear na sala de aula: Avaliação e propostas
Tabela 4.3: Programa da primeira etapa do curso Energia Nuclear: propostas para a sala de aula
No primeiro dia do curso realizamos uma apresentação, situamos a proposta do curso, justificamos a escolha do tema Energia Nuclear e discutimos sobre a possibilidade da FMC, em especial da Energia Nuclear, ser levada para a sala de aula do Ensino Médio. Distribuímos aos professores algumas manchetes e trechos de notícias de jornais e/ou revistas sobre o tema e discutimos a questão da importância de estarmos atualizados para compreendermos os debates em torno da questão. Enfocamos aspectos como: Onde há energia nuclear no mundo, no cotidiano e na mídia? Quais os temas ou
questões que aparecem? Quais os conhecimentos físicos básicos envolvidos? Em
seguida, realizamos uma rápida sistematização desse levantamento inicial.
Propusemos, na seqüência, a Atividade 1B: Onde há Energia Nuclear? Essa atividade26 foi desenvolvida para alunos do EM, visando um primeiro contato com o tema
130
Energia Nuclear, considerando o que eles já sabem sobre o assunto. Seu intuito é identificar “onde a energia nuclear está presente em nosso mundo”, ou seja, onde está disponível para uso (ou “desuso”) humano.
Para realizar essa primeira atividade, os professores, organizados em grupos, receberam uma série de palavras: equipamentos, aparelhos, processos, conceitos, nomes, procedimentos, fenômenos etc e deveriam classificá-las, em três blocos: sim, não ou talvez/depende/não sei, utilizando o seguinte critério: Esse objeto “tem” energia
nuclear disponível?
Em seguida discutimos os critérios que cada grupo utilizou em sua classificação, identificando o que havia em comum, ou não, em cada caso. E realizamos uma breve apresentação, sobre o tema Energia Nuclear, na qual tratamos basicamente de colocar uma nova questão: "De onde vem" a energia nuclear? Propusemos, então, uma outra atividade, que visava discutir por que alguns materiais emitem energia nuclear enquanto outros, não. Para isso desenvolvemos a Atividade 2B27
,
que visava a construção dográfico Z x N para alguns elementos. Em seguida, discutimos a questão da instabilidade dos núcleos e a radioatividade natural.
No segundo dia, retomamos os dados da Atividade 1B para observar as características das palavras que foram classificadas como "tendo energia nuclear". Primeiramente, separamos os elementos químicos: Carbono-14, Plutônio, Cobalto-60, Césio-137, Urânio-238, Urânio-235, Rádio, tório e Bismuto, pois já tinham sido objeto de discussão na atividade anterior. Em seguida, classificamos as aplicações nucleares em dois grupos: situações que envolvem usos pontuais, localizados ou em “pequenas doses” de radiação, como a Radioterapia, Radiofármacos, Gamagrafia, Traçadores Radioativos e
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Datação. E, em outro grupo, situações que envolvem grandes liberações de energia, como o reator nuclear, Bomba de Hidrogênio e Bomba Atômica.
Problematizamos com os professores a questão: O que diferenciava as emissões
de radiação provindas dos elementos naturais das grandes liberações de energia?
Utilizamos essa questão como uma forma de introduzir a reação em cadeia e a fissão. Para discutir como seria possível utilizar essa energia nuclear para produzir, por exemplo, energia elétrica, realizamos a Atividade 3B28: "Quebra-cabeça" de uma usina
nuclear. Nessa atividade, os professores, em dupla, montaram “a sua” usina nuclear, a partir dos constituintes da usina que lhes foram fornecidos, recortados sob forma de elementos independentes. Deveriam organizá-los de maneira que a usina cumprisse sua finalidade de transformar energia nuclear em energia elétrica. A idéia dessa atividade é analisar as propostas, avaliar a adequação das diferentes “montagens” e discutir como seria o funcionamento (ou não) do reator em cada caso, os possíveis problemas e as correspondentes soluções.
Desenvolvemos, em seguida, a Atividade 4B29, na qual os professores calcularam
a energia liberada, em uma reação de fissão do Urânio. A idéia principal dessa atividade não era o cálculo em si, mas a comparação da ordem de grandeza com outras fontes de energia, por exemplo, o carvão. Inserimos a equação E=mc², no cálculo a energia de ligação do núcleo de um átomo, discutindo conceitualmente essa questão.
No terceiro dia apresentamos algumas das aplicações da Energia Nuclear e discutimos “O porquê da polêmica?”. Colocamos a questão: Se a energia nuclear pode
ser aproveitada e aplicada de muitas formas trazendo benefícios na geração de energia elétrica nas usinas, além de benefícios em vários setores sociais, como na medicina, indústria, agricultura, meio ambiente... Onde está o problema? Por que seu uso é
28 Essa atividade encontra-se no anexo: Atividade 3B: "Quebra-cabeça" de uma usina nuclear. 29 Essa atividade encontra-se no anexo: Atividade 4B: Calculando a energia liberada na fissão.