BÖLÜM 3: VERGİLMEDE HUKUKİ GÜVENLİK İLKESİNE İLİŞKİN
3.1. Ekonomik ve Siyasi İstikrarsızlıklar Bağlamında Yargı Kararlarının
3.2.2. Yargı Kararlarında Vergilemede Geriye Yürümezlik İlkesinin Analizi
Muitos programas de prevenção da violência baseados na escola são planejados para melhorar as habilidades de resolução de problemas interpessoais entre crianças e adolescentes por meio do treino em processamento cognitivo para crianças, tais como identificar o problema interpessoal e produzir soluções não-agressivas (Pellegrini & Urbain, 1985; citado por Grossman, 1997). Apesar da crescente popularidade dos currículos escolares sobre habilidades sociais ou resolução de conflito e prevenção da violência, há pouca evidência observável de que esses programas têm o efeito desejado de reduzir o comportamento agressivo entre crianças, tanto a curto como a longo prazo.
O currículo de intervenção universal Second Step – A Violence Prevention Curriculum, Grades 1-3, second edition (Seattle, Wash: Committee for Children; 1992; citado por Grossman et al., 1997) – foi delineado para prevenir o comportamento agressivo ao aumentar o comportamento pró-social e é amplamente usado entre crianças em idade de escola elementar2. O comportamento pró-social reflete a competência nas interações e amizades com os pares e nas habilidades de resolução de conflito interpessoal.
Objetivo
Determinar se um currículo de prevenção da violência comumente usado, Second Step, leva a uma redução no comportamento agressivo e a um aumento no comportamento pró-social entre alunos de escola elementar. Os principais resultados de interesse foram a mudança da linha de base nas taxas de comportamento agressivo, neutro e pró-social medidas por observação direta. Procurou-se também determinar se os efeitos da intervenção persistiriam após o término da intervenção.
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Método
Delineamento
O estudo foi conduzido em 12 escolas de Ensino Fundamental, sendo seis pares de escolas pareados com 790 alunos de 2ª e 3ª séries no total. As escolas foram randomicamente designadas para grupos de intervenção ou controle. Aproximadamente duas salas de segunda série e duas salas de terceira série foram recrutadas para cada uma das 12 escolas em um total de 49 salas de aula do estudo.
Participantes
Todas as crianças, em cada uma das salas de aula selecionadas, participaram do currículo e foram elegíveis para participar na avaliação. Doze participantes inscritos de cada sala de aula participante foram randomicamente selecionados para a observação comportamental intensa como parte da avaliação dos resultados.
Características da intervenção
O programa era composto por trinta lições, cada uma durando cerca de 35 minutos. As lições eram ensinadas uma ou duas vezes por semana. Para cada lição havia uma fotografia apresentando um cenário social que funcionava como base para a discussão, role-plays e atividades conceituais. As lições foram organizadas em três unidades: (1) treinamento de empatia, no qual os alunos identificavam seus próprios sentimentos e os dos outros; (2) controle do impulso, no qual foram apresentadas aos alunos uma estratégia de resolução de problema e habilidades comportamentais para efetuar soluções; e (3) manejo da raiva, no qual eram apresentadas aos alunos uma estratégia de enfrentamento e habilidades comportamentais para situações de tensão. Procedimentos utilizados durante as lições foram: role-play, incluindo o modelo da habilidade desempenhado pelo professor, prática da habilidade pelo aluno, feedback e reforço para o uso apropriado da habilidade.
As lições do programa são ensinadas por professores em salas de aula regulares ou por conselheiros treinados no uso do currículo. As lições são estruturadas em torno de cartões com fotos preto e branco representando crianças em várias situações sócio-
emocionais. No verso do cartão, há conceitos-chave, objetivos e uma sugestão de roteiro para a lição. Os professores lêem a história da lição acompanhando as fotografias e orientam um grupo de discussão.
Treino do professor
O treinamento do Second Step consistiu em um workshop de um dia para o professor e meio dia de workshop para outros funcionários da escola.
Implementação
Duas vezes durante o período de intervenção, dois investigadores monitoraram e avaliaram a qualidade da implementação usando um escore.
Medidas utilizadas
Os dados foram coletados em três períodos: (1) antes do início da intervenção; (2) duas semanas após o término da intervenção; e (3) seis meses seguintes à intervenção. Três fontes de dados foram usadas para avaliar o efeito do currículo sobre o comportamento da criança: avaliações do professor, avaliações dos pais, e observações diretas dos alunos por observadores “cegos” e treinados em três contextos (a sala de aula, o playground e a cantina).
Resultados e Discussão
As escolas controle e as de intervenção foram similares na linha de base nos níveis de competência social e comportamento agressivo relatados tanto pelos professores quanto pelos pais. Os relatos dos pais e dos professores indicaram reduzida mudança entre os períodos de linha de base e pós-intervenção tanto nas escolas controle quanto nas escolas de intervenção.
Os resultados das observações proporcionaram alguma evidência encorajadora de um modesto efeito positivo. O comportamento fisicamente agressivo observado diminuiu significativamente e o comportamento neutro/pró-social aumentou
significativamente mais entre as crianças que receberam o currículo, comparadas com as crianças no grupo controle. Embora esses resultados reflitam principalmente as diferenças observadas no playground e na cantina, onde os encontros sociais são mais freqüentes, as observações na sala de aula mostraram tendências similares.
Notou-se também que os níveis de agressão entre os alunos nas escolas controle aumentaram ao longo do curso do ano escolar. Portanto, a mudança de escores refletiu não somente os declínios de baixo a moderado das taxas de comportamento agressivo no grupo intervenção, mas também a prevenção de um aumento substancial no comportamento agressivo entre as estações do outono e a primavera. Outros investigadores, empregando as observações comportamentais em uma avaliação do currículo, notaram mudanças de comportamento similares entre os alunos nas escolas dos grupos controle, o que pode refletir uma evolução normal dos padrões de comportamento ao longo do curso do ano escolar (Reid & Eddy, no prelo; citado por Grossman et al., 1997).
Conclui-se que esse currículo de prevenção da violência possibilitou uma modesta redução nos níveis de comportamento agressivo e um aumento no comportamento neutro/pró-social nos alunos de segunda e terceira séries. Alguns desses efeitos parecem persistir nos seis meses seguintes à exposição. No entanto, o impacto dessa intervenção sobre o comportamento fora da escola é desconhecido. Embora esses resultados sejam encorajadores, tal intervenção pode necessitar ser acompanhada por outras intervenções no início da infância e na adolescência para reduzir ainda mais o comportamento agressivo (Rivara & Farrington, 1995; citado por Grossman et al., 1997).