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Yarasaların Fiziksel Tanımlamaları ve Taksonomik Karakterleri

1.1. Genel Bilgiler

1.1.1. Yarasaların Fiziksel Tanımlamaları ve Taksonomik Karakterleri

A ficha de avaliação clínica foi composta pelos dados pessoais dos pacientes, história da doença atual, história pregressa, exame físico e testes específicos funcionais (TC6’). (APÊNDICE A)

3.5.1.6.1.2 Dosagem da proteína C reativa (PCR)

O exame foi realizado no turno da manhã e os pacientes estavam em jejum de seis horas. O material foi colhido e avaliado pelo laboratório de análise do HM.

A determinação quantitativa da concentração sérica de PCR foi realizada através da imunoturbidimetria e nefelometria, sendo considerada concentração sérica mínima o valor aproximado de 0,31mg/Dl (HAVERKATE et al., 1997).

A imunonefelometria hipersensível é o método de escolha para determinação da concentração sérica da proteína-C-reativa titulada. A interpretação do resultado necessita cuidadosa correlação com a história clínica e o exame físico do paciente, uma vez que

processos inflamatórios ou estados gripais elevam os níveis basais de PCR (KOENIG et al., 1999).

3.5.1.6.1.3 Escala de Identificação e Consequência de Fadiga

A Identity - Consequences Fatigue Scale traduzida e adaptada para o Brasil como Escala de Identificação e Consequência de Fadiga (EICF).

Para a avaliação da fadiga foi aplicada a EICF, desenvolvida por Paddison e cols (2006). A EICF é um instrumento autoaplicável, composto de 31 itens, representado em cinco subescalas que avaliam os domínios de fadiga (sensação de fadiga, sensação de vigor, impactos na concentração, os impactos na energia e os impactos nas atividades diárias), e fornece dois componentes sumarizados: Sintomas de fadiga e Impactos da fadiga (PADDISON et al., 2006). (ANEXO A)

Para mensurar os domínios sensação de fadiga, sensações de vigor, os impactos na energia e os impactos na concentração, os itens são pontuados como: nunca (escore = 0), quase nunca (escore = 1), algumas vezes (escore = 2), várias vezes (escore = 3), muitas vezes (escore = 4), sempre (pontuação = 5).

Para os domínios de impacto da fadiga nas atividades diárias, os itens são pontuados como: nunca (pontuação = 0), só ocasionalmente, às vezes porém menos que o habitual, quase tão frequente como de costume, como de costume (pontuação = 4), dois itens de impactos na energia (por exemplo, eu consegui muito pouco no dia a dia e não tive energia para fazer as coisas que normalmente faço), as pontuações são classificadas: 0 = concordo plenamente, 1 = concordo, 2 = neutro, 3 = discordo , 4 = discordo plenamente.

Cada subescala é composta por um escore. Para calcular os escores das subescalas, o investigador deve somar os valores obtidos nos itens individuais da EICF, dividir pelo número de itens da subescala, dividir novamente por cinco e multiplicar por 100, conforme apresentado na equação abaixo:

Sensação de fadiga = (Item1 + Item4 + Item6 + Item10 + Item12) / 5/5 * 100.

O componente sumarizado “sintomas de fadiga” é a média das subescalas de sensação de fadiga e sensação de vigor. O sumarizado “impactos da fadiga” é composto pela média das subescalas de impacto da concentração, impactos sobre a energia e os impactos nas atividades da vida diária (PADDISON et al., 2006).

Os questionários foram aplicados por um entrevistador devidamente treinado e, caso o paciente não compreendesse a questão, o entrevistador repetia a pergunta até que o paciente optasse por uma alternativa.

A fadiga foi avaliada através da versão validada e adaptada da língua portuguesa brasileira, traduzida como Escala de Identificação e Consequências da Fadiga. (APÊNDICE B)

3.5.1.6.1.4 Escala de Severidade de Fadiga

A escala de severidade de fadiga (ESF) foi proposta por Krupp e cols (1989). Trata-se de um questionário, com nove afirmações compostas por uma escala de Likert de sete pontos, onde o paciente escolhe um número de 1 (um) a 7(sete) que melhor descreva o grau de concordância com cada afirmação. O número 1 (um) significa que discorda completamente, o número 7 (sete), que concorda integralmente, sendo o número 4 (quatro) indicativo de que o paciente não concorda nem discorda da afirmativa.

O número total de pontos poderá variar de 9 a 63, sendo estabelecido que valores iguais ou maiores do que 28 são indicativos da presença de fadiga. Quanto maior a pontuação, mais severa será a fadiga (KRUPP et al., 1989). Neste estudo foi utilizada a versão em Português do ESF (VALDERRAMAS; FERES; MELO, 2012) (ANEXO B).

3.5.1.6.1.5 Questionário de qualidade de vida

Para avaliar a qualidade de vida dos pacientes, foi aplicado o Medical Outcomes Study 36-Short-Form Health Survey (SF-36), validado no Brasil por Ciconelli et al. (1999).

Trata-se de um instrumento genérico, autoaplicável, composto de 36 itens e oito domínios que relatam o estado de saúde. Cinco áreas (função física, rotina física, dor corporal, função social e rotina emocional) definem QV como a ausência de limitação ou disfunção. Para aquelas, 100 pontos identificam o indivíduo sem problemas de saúde. As três áreas restantes (saúde geral, vitalidade e saúde mental) são bipolares e medem o estado positivo ou negativo em relação à vida. Para aquelas, um escore de 50 indica ausência de disfunção, entre 50 a 100, um estado positivo de saúde (RODRIGUES, 2003) (ANEXO C).

3.5.1.6.1.6 Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS)

Os estados de depressão e ansiedade foram avaliados através da versão em português do Questionário Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), validado por Botega et al (1995).

Essa escala é composta por 14 itens, dos quais sete são voltados para a avaliação da ansiedade (HADS-A) e sete para a depressão (HADS-D). Cada item pode ser pontuado de zero a três, sendo 21 pontos a pontuação máxima em cada subescala. Foram adotados os pontos de cortes apontados por Zigmond e Snaith (1983) recomendados para ambas as subescalas:

• HAD-ansiedade: sem ansiedade de 0 a 8, com ansiedade ≥ 9 • HAD-depressão: sem depressão de 0 a 8, com depressão ≥ 9 • Distúrbios graves recebem mais de 15 pontos.

Esta escala foi selecionada por ter sido desenvolvida especificamente para avaliar os estados de ansiedade e depressão em pacientes clinicamente doentes, excluindo assim os itens que estão relacionados com sintomas somáticos (ZIGMOND; SNAITH,1983) (ANEXO D).

3.5.1.6.1.7 Espirometria

A função pulmonar foi mensurada através do espirômetro Respiradayne II Plus®, no período matinal. O teste seguiu as normas das Diretrizes para Testes de Função Pulmonar, descritas pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT, 2002). Para realização do teste, o indivíduo permaneceu sentado, cabeça em posição neutra, sem flexão no pescoço, utilizando um clipe nasal para evitar o vazamento de ar. As medições incluíram volume expiratório final (VEF1), a capacidade vital forçada (CVF), índice de Tiffeneau (VEF1 / CVF), e os resultados foram comparados com os valores normais anteriormente publicados (PEREIRA, SATO, RODRIGUES, 2007). O teste de espirometria foi realizado de maneira a obter-se três manobras aceitáveis, sendo duas delas reprodutíveis. Os resultados obtidos foram expressos em valores absolutos e em percentual do previsto.

3.5.1.6.1.8 Teste da caminhada de seis minutos

O teste foi realizado conforme padronização (ATS, 2002). Resumidamente, os pacientes foram orientados a caminhar o mais rapidamente possível, num corredor de 30m e superfície plana e sem tráfego, demarcado por cones sinalizadores. Eles foram instruídos a reduzir a velocidade ou interromper o teste até recuperação caso apresentem dispneia ou outro desconforto limitante. Frases de incentivo padronizadas foram repetidas a cada minuto, a fim de que os pacientes deambulem o mais rápido possível durante o teste. O desempenho foi

avaliado pela distância percorrida. Foram mensurados antes e após o teste a pressão arterial (PA), frequência respiratória (FR), frequência cardíaca (FC), saturação de oxigênio (SatO2), escala modificada de Borg para a dispneia e membros inferiores. Apenas a FC e a SatO2 foram monitoradas no terceiro minuto (antes e após cada teste), que foi conduzido por um investigador treinado. (ATS, 2002). (APÊNDICE C)

Benzer Belgeler