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2. KURAMSAL TEMELLER ve KAYNAK ARAŞTIRMASI

2.1. Yakıt Pillerinin Tanıtımı

2.1.2. Yakıt Pili Tipleri

Diante do contexto apresentado nos capítulos anteriores, torna-se fundamental ampliar os horizontes e investigar as referências externas que nos levaram a esses caminhos no campo das reflexões e do desenvolvimento de políticas públicas de cultura no País. Para tanto, abrimos este capítulo procurando compreender as propostas da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura para o campo das políticas culturais.

A UNESCO é uma agência da ONU (Organização das Nações Unidas), criada em 16 de novembro de 1945, que tem por principal objetivo diagnósticos e propostas no campo da ciência, educação, cultura e comunicação. Possui 195 Estados membros responsáveis inclusive pela manutenção dos recursos da agência que são somados a fundos captados pela realização de diversos projetos. A UNESCO atua junto às Comissões Nacionais de cada país membro, a organizações não governamentais e a organismos internacionais como o Banco Mundial.

A UNESCO afirma em seu site, que no Brasil “o momento é de reconhecimento dos direitos culturais como necessidade básica e direito dos cidadãos, o que conduz à busca de uma agenda integrada com as políticas sociais e de desenvolvimento”.

Criada em 1945 como uma agência da ONU, a UNESCO tem por objetivo desenvolver bases que deem condição para diálogos entre nações respeitando a diversidade e os valores culturais dos povos. Partindo de levantamentos de dados globais e com a cooperação dos países participantes (são 195 países membros), a entidade firma documentos com o intuito de atingir objetivos específicos definidos durante as convenções realizadas periodicamente. Desde sua fundação foram realizadas 36 conferências e inúmeras convenções, porém, para o foco da pesquisa, vale destacar dez convenções que tiveram a cultura como tema principal de debates. São elas: a “Convenção Universal sobre os Direitos Autorais” (realizada em 1952 e revista em 1971), a “Convenção para Proteção de Bens Culturais em Caso de Conflito Armado” (1954), a “Convenção para o Fomento das Relações Culturais Interamericanas” (1954), a “Convenção sobre as Medidas que Devem ser Adotadas para Proibir e Impedir a Importação, Exportação e Transferência de Propriedades Ilícitas de Bens Culturais” (1970), a “Convenção Universal Sobre Direito de Autor” (1971), a “Convenção para Proteção do Patrimônio Mundial Cultural e Natural” (1972), a “Convenção para Povos Indígenas e Tribais” (1989), a “Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Subaquático” (2001), a “Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial” (2003) e a “Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais” (2005). Além da constituição dos textos oriundos das convenções que são adotados como referências para criação de ações governamentais por parte dos países participantes, há que se destacar também outros dezenove documentos que norteiam (ou que objetivam nortear) as ações dos países membros no campo da cultura: o “Acordo para Facilitar a Circulação Internacional do Material Visual e Auditivo de Caráter Educativo, Científico e Cultural” (1948), o “Acordo Sobre Importação de Materiais Educacionais, Científicos e Culturais” (1950), a “Recomendação a Respeito da Construção de Museus” (1960), a “Declaração dos Princípios e da Cooperação Internacional” (1966), a “Recomendação a Respeito da Preservação da Propriedade Cultural Pública ou Privada” (1968), a “Declaração da Conferência Intergovernamental sobre Políticas Culturais na Ásia”

(1973), a “Declaração da Conferência Intergovernamental sobre Políticas Culturais na África” (1975), a “Recomendação para Participação e Contribuição das Pessoas na Vida Cultural” (1976), a “Recomendação para Proteção dos Bens Móveis Culturais” (1978), a “Recomendação para Normatização Internacional de Financiamento à Cultura” (1980), a “Recomendação para Salvaguarda e Preservação das Imagens Cinematográficas” (1980), a “Recomendação Relativa à Situação do Artista” (1980), a “Recomendação para Salvaguarda das Tradições Culturais e Folclóricas” (1989), a criação do “Código Internacional de Ética para Comercialização de Bens Culturais” (1999), o “Acordo Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (2000), a “Declaração Universal sobre Diversidade Cultural” (2001), a “Declaração sobre a Intenção de Destruição do Patrimônio Cultural” (2003), o “Relatório da ONU sobre Direitos Culturais” (2013), o “Relatório da Unesco – Investir na Diversidade Cultural e no Diálogo Intercultural e a Declaração de Hangzhou” (2013) que é fruto do “Congresso Internacional da Unesco intitulado “Cultura: chave para o desenvolvimento sustentável”.

Para esta pesquisa, que vem construindo uma leitura para o Brasil e para o mundo a partir das análises do campo da cultura em diálogo com a comunicação e com a educação, é relevante também, entre outros dados, a informação atualizada pela UNESCO, em 2014, de que temos no mundo cerca de 771 milhões de analfabetos (do total da população mundial que, segundo a ONU, é de 7,2 bilhões). Trata-se de um número expressivo, porém o quadro real deve ser ainda mais alarmante, pois, para esse levantamento, não são levados em conta os chamados “analfabetos funcionais” (condição de indivíduos que alfabetizados, apenas conseguem identificar letras, mas não conseguem interpretar textos).

A UNESCO é também responsável por disseminar e popularizar terminologias que dão base às ações públicas de cultura dos países participantes. Dentre eles, o que está em voga é o conceito de “diversidade cultural”, que sustenta os diálogos e o texto base da Convenção de 2005, ratificada pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo nº 485/2006, e que dá sustentação às ações de nosso Ministério da Cultura nos últimos anos.

Diversidade das Expressões Culturais, publicada em 2005 pela UNESCO, o conceito de “Diversidade Cultural” é assim definido:

"Diversidade cultural” refere-se à multiplicidade de formas pelas quais as culturas dos grupos e sociedades encontram sua expressão. Tais expressões são transmitidas entre e dentro dos grupos e sociedades. A diversidade cultural se manifesta não apenas nas variadas formas pelas quais se expressa, se enriquece e se transmite o patrimônio cultural da humanidade mediante a variedade das expressões culturais, mas também através dos diversos modos de criação, produção, difusão, distribuição e fruição das expressões culturais, quaisquer que sejam os meios e tecnologias empregados (CONVENÇÃO DA UNESCO, 2005).

Esse mesmo artigo 4º ainda define outros conceitos como “conteúdo cultural”, “expressões culturais”, “atividades, bens e serviços culturais”, “indústrias culturais”, “políticas e medidas culturais”, “proteção” e “interculturalidade”, conceitos estes que se fazem presentes não apenas nos textos oficiais das ações de políticas públicas voltados ao campo cultural no Brasil, mas também na fala de nossos governantes e gestores, como é o caso do atual ministro Juca Ferreira (ministro que assumiu a pasta em janeiro de 2015) que, em dada ocasião, no contexto de sua gestão anterior, afirmou que “optamos pela diversidade cultural brasileira” (FERREIRA, 2009).

É preciso ainda trazer à pauta questionamentos acerca dos valores e da origem ideológica e política das preocupações elencadas durantes os encontros dos países membros da UNESCO. Para tanto, vale ressaltar um dado histórico destacado por Luiz Fernando da Silva em comunicação apresentada no XV Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste, em 2012, em Teresina, no Piauí. Em artigo intitulado “Unesco, cultura e políticas culturais”, Silva destaca que:

O ato constitutivo da Unesco, elaborado em novembro de 1945, contou com um comitê de redação que incluía representantes da França, da Índia, do México, da Polônia, do Reino Unido e dos Estados Unidos da América, no qual não tinha assento a União Soviética. “Essa ausência favoreceu a tese liberal em sua versão estadunidense, ainda denominada de doutrina da liberdade de informação, quando foi introduzido e interpretado nos textos a cláusula: “Facilitar a livre circulação de ideias por meio de palavras e da imagem” (MATELLART, 2005, p.54). A concepção de “mundo livre ocidental” imbricava-se na progressiva internacionalização

e crescente interpenetração dos mercados consumidores, dos investimentos diretos de gigantescas empresas multinacionais em um campo geográfico altamente diversificado, das associações transnacionais de capitais e, inclusive, da formação de um mercado mundial de capitais dirigidos por organismos multilaterais, como Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional e outros. O reordenamento geopolítico internacional, tendo como centralidade a hegemonia estadunidense, é o espaço a partir do qual se constituiu a Instituição, dentro do Sistema da Organização das Nações Unidas. No transcorrer das décadas, especialmente a partir de 1970, países europeus e Japão passaram a exercer mais pressões e diferenciações nas formulações da Instituição. Especialmente em recorrência ao que ficou definido como “equidade de fluxos informacionais” e, mais recentemente, por dentro das formulações sobre o direito ao acesso à diversidade e expressões culturais por meio dos bens e serviços culturais (UNESCO, 2005). (SILVA, 2012, p.3-4).

Esse cenário, que reforça as bases da hegemonia cultural norte-americana, seria potencializado com a lógica da globalização14, mas é na cultura que se dá a maior

resistência à homogeneização. Reforçam-se as bases regionais ou a força de blocos econômicos, como o Mercosul e a União Européia.

Si la conformación del gran espacio mundial se hace a través de espacios culturales, América Latina puede ser uno de esos espacios. Un espacio cultural incluye el componente simbólico, lo que llamamos la o las culturas, los espacios científico-tecnológicos y educacionales y los intercambios entre los distintos membros os componentes de ese espacio (GARRETÓN M., 2008, p.47)15

No contexto do Mercosul, sete são os momentos mais significativos no campo das discussões culturais: o Primeiro Encontro de Secretários de Cultura e Autoridades Culturais do Mercosul (1992), a publicação do Protocolo de Integração Cultural do Mercosul (1996) e a publicação da Carta Cultural Ibero-americana, publicada em 2006 após a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais promovida pela UNESCO, a criação da Comissão da Diversidade Cultural no Mercosul Cultural (2012), a

14 Globalização pode ser definida como sendo um processo de integração entre países (e também entre

pessoas) de cunho econômico, social e político. Milton Santos e Hobsbawn são alguns dos autores que discutem o tema.

15 Se a confirmação do grande espaço mundial se faz através de espaços culturais, a América Latina pode ser

um desses espaços. Um espaço cultural inclui o componente simbólico, o que chamamos a ou as culturas, os espaços científico-tecnológicos e educacionais e os intercâmbios entre os diversos membros ou componentes desse espaço (GARRETÓN M., 2008, p.47, tradução da autora).

Declaração de Brasília que compreende um acordo entre Brasil e Argentina (2012), a Declaração do Suriname (2013) e o Consenso de Montevideo sobre População e Desenvolvimento (2013).

O Mercosul foi criado em 1991, pelo documento conhecido como Tratado de Assunção. Nele, não há menção à cultura e às relações culturais entre os países que o constituíram (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai)16. Porém, data do ano seguinte (1992) o primeiro

evento entre os países do bloco que tinha por objetivo discutir as questões culturais (Primeiro Encontro de Secretários de Cultura e Autoridades Culturais do Mercosul). Já em 1995, o grupo de países constituintes do Mercosul criou a Reunião Especializada Sobre Cultura, a partir da resolução nº 34/92. A primeira reunião, realizada em 15 de março de 1995, em Buenos Aires, decidiu, entre outras coisas, pela promoção de cooperação e intercâmbio, além de ações práticas elencadas em seus 20 artigos que visam a integração entre países participantes do bloco. Dentre as medidas acordadas, destacam-se a promoção de eventos em coprodução entre países do Mercosul, o intercâmbio entre agentes culturais dos países, o incentivo a produções audiovisuais (inclusive televisivas), o apoio à pesquisas na área da cultura, o apoio à preservação de bens e documentos culturais, a sugestão de implantação de um sistema único de informação cultural (Sistema de Informação Cultural da América Latina e do Caribe - SICLAC), a proteção comum à propriedade intelectual e a facilitação para circulação de promotores e bens culturais pelos países do bloco. Como afirma Manuel Antonio Garretón M., em artigo intitulado “El espacio cultural latino- americano revisitado” e publicado na coletânea “Transversalidades da cultura” (EDUFBA, 2008): “la dimensión cultural constituye un eje fundamental en la conformación de un bloque latino-americano que se integra al mundo globalizado” (GARRETÓN M., 2008, p.46).17

Já em 2006, os países ibero-americanos assinaram um documento de cooperação cultural

16 Em 2006 a Venezuela passou a integrar o bloco do Mercosul. Já a Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e

Peru são considerados países associados. O México e a Nova Zelândia são considerados países observadores.

17 A dimensão cultural constitui um eixo fundamental na configuração de um boco latino-americano que se

intitulado “Carta Cultural Ibero-Americana”, por meio da qual se comprometem a realizar ações de cooperação cultural entre países ibero-americanos.

Em 2012, se constituiu a Comissão da Diversidade Cultural do Mercosul, durante encontro realizado no Brasil. Segundo o Ministério da Cultura do Brasil, o encontro teve por objetivo “discutir a promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável por meio da diversidade cultural” (BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA, 2012)

A propósito das discussões conceituais no campo da cultura, o próprio conceito de “diversidade cultural” traz, em sua raiz, uma ampla possibilidade de interpretações. O conceito de cultura já mostra, em sua interpretação, a complexidade de algo absolutamente abstrato, e que pode ser entendido pelo viés da antropologia, da sociologia, dos estudos das artes ou da filosofia e, a cada olhar, abraçar ou não um número maior de significações.

Falamos anteriormente sobre a ampliação do entendimento do conceito de cultura pelo Ministério da Cultura durante a gestão de Gilberto Gil que passou a enxergar cultura como algo além das Belas Artes (ver p.37). Isso está intimamente ligado ao contexto das discussões contemporâneas propostas pela UNESCO e reproduzidas por esses organismos, blocos e organizações internacionais.

A história do conceito de cultura indica uma transformação continuada ao longo da própria constituição do termo (WILLIAMS, 2010; EAGLETON, 2000; CUCHE, 1999). Conceito de caráter escorregadio, esteve pouco acomodado nas definições sociológicas e antropológicas que se desenvolveram em torno de conceitos que se cristalizaram, como economia, sociedade e política. Especialmente em torno do conceito de “modo de vida”, as ciências sociais, em especial a sociologia e a antropologia, em suas distintas escolas teóricas, buscaram uma ampliação ou mesmo substituição da perspectiva reduzida ao caráter iluminista, baseado nas artes, literatura, filosofia e educação. Certamente que, ao longo de sua história, as mutações ocorridas e fixadas no corpo do conceito mantiveram grande mal estar e tensão permanente, ao menos até a década de 1950, que se evidenciou em torno da cultura entendida como “modo de vida e existência” ou cultura como expressões espirituais envolvendo as produções artísticas. Na década de 1960, evidenciava a formulação de direito e liberdades políticas; na década de 1980 passou a concentrar o enfoque na diversidade cultural como direito e articulada às políticas culturais estatais; na última década, em meio ao contexto de

massificação cultural mundializada e às formulações que se gestavam na Organização Mundial do Comércio, passou a enfocar também o direito ao acesso às expressões da diversidade cultural, entendidas como “bens e serviços”. As referências conceituais sobre cultura modulam-se portanto em meio a essas filigranas. [...] A Unesco desde sua constituição operou com o referido conceito nas duas dimensões apontadas acima. Mas antes de tudo, logo de início, limitou-se conceitualmente à definição até então hegemônica, referente à obra e produção artística, e dentro dessa visão a preocupação com o patrimônio histórico e cultural da humanidade. As formulações e ações da Organização, como se apresentam em seus documentos, constituem um universalismo que se sustenta na premissa do direito universal à diferença e o respeito à diversidade cultural (SILVA, 2012, p.5-6).

A força da UNESCO está para além de seu papel no campo da reflexão e preservação cultural. Entidade forte, tem, entre seus estados membros, grandes potências políticas e econômicas como os principais países da Europa e os Estados Unidos da América.

A articulação da instituição com Organizações Não Governamentais (ONGs), ministérios da cultura e redes empresariais, inclusive meios de comunicação, possibilita exercer internacionalmente influência acentuada em “mentes e corações”, trazendo como pauta a discussão da cultura da paz orientada pela tolerância (SILVA, 2012, p.6).

Datam da primeira década do século XXI os primeiros apontamentos, nas discussões da UNESCO, sobre a necessidade de um alargamento do conceito de cultura e os primeiros debates sobre políticas públicas voltadas ao setor cultural. Isso vem ao encontro do contexto apresentado durante a Conferência Geral da Unesco, realizada em Paris em 2005, evento que deu base para a criação da Convenção sobre Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Os países que assinaram a Convenção se dispuseram a criar em seus territórios, as condições necessárias para o incentivo à produção cultural, respeitando a diversidade de expressões, fruto de raízes culturais múltiplas. No artigo 7 dessa Convenção, intitulado “Medidas para a promoção das expressões culturais” destaca- se o seguinte texto:

Artigo 7 – MEDIDAS PARA A PROMOÇÃO DAS EXPRESSÕES CULTURAIS

1. As partes procurarão criar em seu território um ambiente que encoraje indivíduos e grupos sociais a:

e a elas ter acesso, conferindo a devida atenção às circunstâncias e necessidades especiais da mulher, assim como dos diversos grupos sociais, incluindo as pessoas pertencentes às minorias e povos indígenas; (b) ter acesso às diversas expressões culturais provenientes do seu território e dos demais países do mundo;

2. As Partes buscarão também reconhecer a importante contribuição dos artistas, de todos aqueles envolvidos no processo criativo, das comunidades culturais e das organizações que os apoiam em seu trabalho, bem como o papel central que desempenham ao nutrir a diversidade das expressões culturais (CONVENÇÃO DA UNESCO, 2005. Art. 7). Se procurarmos fazer uma análise histórica das ações e dos projetos do Ministério da Cultura no Brasil, tendo como ponto central da análise o antes e o depois da publicação da Convenção sobre Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, em 2005, veremos que é a partir dessa reunião que entram nas pautas do Ministério preocupações com viabilização de projetos de produtores negros, valorização da mão de obra feminina no campo da cultura e as ações voltadas à preservação da cultura tradicional, principalmente da cultura de povos indígenas. Ao detectarmos isso, é possível afirmar e destacar então a grande importância que a Convenção da Unesco tem para as tomadas de decisão no contexto nacional do Brasil.

Benzer Belgeler