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1. BÖLÜM: İSLAM HUKUKUNDA VE OSMANLI DEVLETİ’NDE MİLLET

1.3. Osmanlı Devleti’nde Azınlık Milletler

1.3.3. Yahudiler

Muitos são os agentes interessados na realização de iniciativas que visem ao desenvolvimento tecnológico e, por conseqüência, econômico. As instituições que compõem o Sistema Nacional de Inovação, inclusive aquelas em nível local, são as primeiras potenciais participantes destas iniciativas. Além disso, empresários e o setor financeiro também podem se interessar pelo empreendimento em função das oportunidades de negócio que possam ser geradas.

Pode-se identificar o envolvimento no planejamento e realização do empreendimento Parque Tecnológico de quatro grupos de interesse bem definidos em razão de diferentes motivações:

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- Universidades e institutos de pesquisa: procuram oportunidades de negócios afins para gerar habilidades, treinamento e oportunidades de emprego para estudantes, ou oportunidades para aumentar os esforços na transferência de tecnologia/propriedade intelectual (ROSENBLUM, 2004). Tais entidades encontram nos parques tecnológicos uma possibilidade de aumentar suas receitas por meio de uma maior aproximação com as empresas, quando os tradicionais financiadores de pesquisa o fazem de maneira insuficiente:

os constrangimentos financeiros vividos pelo meio acadêmico têm levado os pesquisadores a um estreitamento nos contatos com a indústria, alterando, muitas vezes, tópicos de pesquisa desenvolvidos por suas instituições para aqueles mais relacionados com os interesses e necessidades industriais (VEDOVELLO, 2000,p.284).

A possibilidade da atualização/ expansão das agendas de pesquisa, gerada pelas demandas técnico-científicas das empresas, é outra motivação para as universidades se aproximarem do setor produtivo.

- Governo, autoridades e agências de desenvolvimento: vêem o parque como um instrumento de desenvolvimento econômico (ROSENBLUM, 2004).

a maior motivação para autoridades locais, regionais ou nacionais apoiarem a criação de Parques tecnológicos é o desenvolvimento econômico baseado na competitividade das empresas inovativas (DURÃO, MALTEZ, VARELA, 2000, p. 2).

- (a) Empresários e os chamados (b) acadêmico-empresários: os (a) empresários buscam desenvolver um cluster de negócios de interesses similares (ROSENBLUM, 2004). São motivados devido ao

provável aumento da capacidade de suas atividades inovadoras, por meio da transferência de conhecimento científico e tecnológico e recursos humanos altamente especializados, que são gerados pela universidade, o que melhoria seu desempenho competitivo (VEDOVELLO, 2000, p.276-277).

Uma nova carreira vem sendo encorajada a partir da proximidade entre a academia e o setor empresarial, estimulando os pesquisadores a explorarem os resultados de suas pesquisas e levando-os a tornarem-se os chamados (b) acadêmico-empresários.

Esses pesquisadores têm estado, geralmente, envolvidos com as chamadas pequenas empresas de base tecnológica em áreas muito específicas, tais como microeletrônica e biotecnologia. Na perspectiva dos empresários, seus interesses (vantagens) em trabalhar com acadêmicos e instituições de caráter mais científico encontram-se em utilizar a expertise e os recursos científicos para melhorar suas atividades produtivas (produtos, processos, técnicas de gestão) a fim de elevar sua posição de mercado através da melhoria de sua competitividade. A expectativa de obter melhores resultados econômicos e lucros mais consistentes tem estimulado a interação e o trabalho conjunto entre acadêmicos e empresários (VEDOVELLO, 2000, p.285).

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- Agentes financeiros e venture capitalists: além dos agentes financeiros tradicionais, uma outra fonte de financiamento vem sendo estimulada a realizar investimentos nas empresas nascentes: o chamado venture capital, traduzido para o português como capital de risco, mas que hoje começa a ser tratado como capital empreendedor.

Os mercados de Venture Capital reúnem investidores interessados em assumir altos riscos em face de expectativas de alto retorno e empresários dispostos a dividir a participação em empreendimentos de grande potencial de crescimento, perante um cenário de ativos insuficientes para garantia de empréstimos que apóiem o referido potencial de crescimento. Essa característica de ação pró-ativa dos investidores é fundamental para a compreensão da natureza do mercado de capital de risco (...): o Venture Capital não se limita a permitir o acesso ao capital, mas provê, simultaneamente, o apoio e suporte especializado à gestão, bem como contatos e relações de mercado (CAPITAL DE RISCO, 2006).

A OCDE (1987)6 apud Vedovello (2000, p.284) classifica os participantes em operadores ou promotores, em razão das diferentes motivações e expectativas em relação ao empreendimento parque tecnológico:

operadores são todas as organizações que estão empreendendo uma atividade que objetive a produção de um bem ou serviço, material ou intelectual. Promotores, por outro lado, podem ser entendidos como as organizações que estão empreendendo funções que facilitam o trabalho dos operadores, ou os encoraja a desenvolver suas tarefas. Promotores, então, estão envolvidos com o desenvolvimento da infra-estrutura do local escolhido para abrigar o empreendimento, seja através do planejamento urbano e/ou da construção de edifícios, bem como com a inserção e/ou realocação de universidades e institutos de pesquisa.

Promotores, portanto, são as organizações que realizam a gestão do empreendimento Parque Tecnológico.

Santos (2005) propõem um modelo de parque onde, além dos atores que facilitariam o processo de interação entre a academia e o setor produtivo vistos acima, aparecem também as condições do mercado nacional e internacional capazes de influenciarem na estruturação e operacionalização do empreendimento.

O modelo estruturado por Zouain (2003), por ser um modelo mais amplo - parque metropolitano disseminado pela cidade, agrega também os “clusters”7 de negócios tecnológicos disseminados pela cidade.

A Figura 3 mostra os possíveis atores participantes neste ambiente e também indica, por linha tracejada, condições que indiretamente possuem relação com o empreendimento.

6 OCDE. Science parks and technology complexes in relation to regional development. OCDE Publications Office, 1987. 7 “Cluster - pólo produtivo consolidado pela interação entre empresas de determinado setor econômico que apresentam

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Figura 3 - Atores participantes dos Parques Tecnológicos