III. AraĢtırmanın Kapsamı ve Literatürü
2. Yahudi Takviminde ÇeĢitli Hesaplamalar
Segundo Yin [ 154] , o estudo de caso é particularmente adequ ado ao exam e explorat ório dos fenômenos ainda pouco estudados e que pr ecisam ser investigados em seu am biente de ocorrência. Diversos autores dest acam o estudo de caso, conform e proposto por Yin [ 154] , particularment e adequado quando se tem por objetivo aprender sobre o est ado da art e e ger ar novas teorias apoiadas na pr ática, ent ender a natureza e com plexidade do processo, enquanto est e acontece, e tr azer novos fatos e informações, evidenciados durante a execução de processo estudado [ 107] .
O estudo 1 foi desenvolvido em cinco unidades de em presas desenvolvedoras de softwar e [ 54, 122, 123] . O obj etivo dest e estudo em específico foi entender as diferenças e semelhanças entr e os modelos de negócio do DDS. Duas unidades est avam localizadas no Can adá, e tr ês no Brasil. Buscou- se um ent endim ento das diferenças e sem elhanças de quat ro m odelos de negócio, e em par ticular as diferenças entre o
offshore outsourcing e o internal offshoring. 3 .4 .1 Operacion alização da s Variáveis
O modelo de pesquisa proposto envolve o det alham ento da consolidação dos elem entos de pesquisa identificados a partir da revisão t eórica desen volvida no capítulo 2. O apêndice A apresent a o protocolo de estudo desenvolvido para suportar a ger ação, aplicação e análise dos r esultados do estudo 1. As t abelas a seguir apresent am os construtos teóricos utilizados na elaboração do instrum ento de colet a de dados dest e estudo, incluindo as variáveis que foram investigadas, as questões associadas aos
construtos e os principais autores que abordam cada const ruto. A Tabela 16 apresent a os construtos relacionados com a cat egoria “ pessoas” .
Tabe la 1 6 . Const rut os t e óricos re la ciona dos com a cat e goria “pe ssoa s” Con st r ut os
Te óricos Va riá ve is Que st õe s Aut or e s
Distância percebida
Per cepção sobr e o que ocor r e no proj eto, dispersão geográfica e tem por al
awaren ess,
coor denação
Com qu al freqü ência viagens são necessár ias ent r e os locais distribuídos? Quais m ecanism os gar ant em que t odos t rabalham em conj unto?
Existe algum a abor dagem for m al para notificar os colaborador es sobr e qu estões relativas à gestão do r elacionam ent o no am bient e dist ribuído? Com o isto funciona?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po? Wilson et al [ 152] Dam ian et al [ 37] Evarist o et al [ 56] Paasivara & Lassenius [ 110] Diferenças culturais Caract erísticas de cultura nas equipes de DDS ( nacional e organizacional) , lider an ça, cont exto
Quais são as difer enças daqu eles t rabalhando nas unidades distribuídas? Quais caract erísticas criam os pr incipais contrastes en tr e os colaborador es da em pr esa?
Quais diferen ças pr ecisam ser r esolvidas para garant ir um trabalho ef et ivo? Com o as questões e os conflitos são identificados e r esolvidos?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Dam ian & Zowghi [ 40] Her bsleb et al [ 64] Höfn er & Mani [ 67] Carm el [ 25] Hofst ede [ 68] Confiança Espírit o de equipe, form ação de equipes e gru pos, conflit o
Os colaboradores nas unidades dist ribuídas confiam nos colaborador es em out ros locais? Com o é a sua percepção em r elação à m atriz da em pr esa?
Esta confiança ou desconfiança exist ent e é com partilhada?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Hsieh [ 69] Battin et al [ 14] Carm el [ 25] Jarven paa et al [ 74]
A distância percebida entre os colaboradores nas unidades distribuídas é um sentimento subjetivo relacionado com a percepção de distância ou proximidade [ 56, 152] . Freqüentem ente, as equipes distribuídas que desenvolvem relações m aduras e de confiança podem não se sentir distantes entr e si [ 152] . Por outro lado, altos níveis de proximidade física não significam necessariam ente um sentim ento de proxi midade. A dist ância percebida est á relacionada com o paradoxo “ est ar longe e se sentir perto” e “ est ar perto e se sentir longe.” A percepção de proximidade se torna im portante por que est a sensação de dist ância pode aparecer principalm ente em equipes que est ão distribuídas e não sabem o que ocorre nos locais geograficam ente dist antes. Dest a form a, é necessário considerar que a dist ância física não é o único fator agravant e em equipes de DDS.
O conceito de diferenças culturais nos projetos distribuídos tem atr aído considerável interesse da com unidade de ES nos últimos anos [ 40, 64] . Hofstede [ 68] define cult ura como “ a program ação coletiva da m ente que acaba diferenciado um grupo ou cat egoria de pessoas de outro.” A cat egoria de pessoas, em alguns casos pode ser a
nacionalidade, em out ros casos pode ser a organização, ou o próprio indivíduo. Em equipes distribuídas, de acordo com Car mel & Tjia [ 22] , “ todo o adulto é integrante de diversas culturas.” Um a vez que os profissionais da ár ea de ES são relativam ent e novos ao tópico de diferenças culturais, a falta de um correto entendim ento dest e conceito pode influenciar negativam ent e o trabalho diário e levar a desafios tais como dificuldades de com unicação, coordenação e aquisição de confiança [ 25, 67] .
A aquisição de confiança nos projetos distribuídos t em sido definida a partir de um a perspect iva r acional e outra social [ 74] . A perspectiva r acional indica que o crescimento da confiança acaba diminuindo os custos de tr ansação ( tr ansaction costs) em um relacionam ento, visto que a necessidade de aquisição de confiança acaba diminuindo pela existência dela. Por outro lado, Jarvenpaa et al [ 74] define a perspectiva social como um valor moral, onde um grupo define obrigações morais frente a outros. Desafios relacionados com a falta de confiança envolvem a falta de senso de equipe, entre outros [ 14, 25, 69] .
A Tabela 17 apresent a os construt os relacionados com a cat egoria “ projetos” . Ta be la 1 7 . Con st r ut os t e óricos re la ciona dos com a cat e goria “pr oje t os”
Con st r ut os
Te óricos V ar iáve is Que st õe s Aut ore s
Colaboração
Fer ram entas de colaboração e de com unicação, gest ão do conh ecim en to, apr en dizado e treinam ento
Quais ferram ent as são usadas par a com unicação nos pr oj etos? Quais ferram ent as são usadas par a colabor ação no trabalho?
Estas fer ram entas são eficient es? Em caso negativo, quais são os desafios?
Descr eva as abor dagens para capacitação e desen volvim ent o de habilidades.
Descr eva abor dagens para com partilhar práticas de n egócio.
Quais desafios ainda exist em em r elação ao estabelecim ento de um ent endim ento com part ilhado?
Com o a est rat égia de Gestão de
Conh ecim en to ocor r e tanto na em pr esa com o nas unidades? Elas estão r elacionadas? Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Her bsleb [ 63] Her bsleb et al [ 64] Carm el & Agar wal [ 24] Ger ência de proj eto Alocação de atividades, planej am ento de proj eto, m onitoram ent o lideran ça, PMO, estim ativa, ger ência de risco
Com o os esfor ços r elacionados com u m a operação offshor e são ger enciados? Descr eva a estrutu ra e autoridade par a o processo de tom ada de decisão.
Com o os r ecursos são alocados e ger enciados?
Existem funções que são execut adas apenas em alguns locais?
Para os pr oj etos executados em diver sos locais, existe um patrocinador em cada local? Com o as diretrizes da em pr esa são
com unicadas? Com o os pr oblem as ou conflitos são resolvidos?
A em pr esa ou as unidades segu em algum m odelo de gerên cia de proj eto?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Ger ência de Risco
Lam ersdorf et al [ 87]
Cusick & Prasad [ 35] Mocku s & Weiss [ 101]
Quais são os principais problem as exist ent es relacionados com a ger ên cia de risco? Existe algum processo padrão para ger enciar riscos?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Estim ativa de Pr oj et o
Com o o esfor ço, tam anho e cu sto dos proj etos são estim ados nas unidades? Com o ist o ocorr e na organização com o um todo? Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Met odologia de desenvolvim ent o
Processo de desen volvim ent o, ciclo de vida do proj eto
Com o as necessidades e os requisitos são definidos?
Existem abordagen s sim ilares na em pr esa com o um t odo?
Com o as políticas e os padrões difer em na em pr esa com o u m todo?
Existem padrões est abelecidos de dados e progr am ação?
Quais pr ocessos existem para garantir a qualidade nas práticas de TI ?
Existe algum a m etodologia de
desen volvim ent o de sist em as adotada pela em pr esa ou pelas unidades?
Os pr oj et os segu em algum ciclo de vida? Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Engenharia de Requisitos
Quais são os principais problem as qu e existem em r elação às at ividades de engenharia de r equisitos?
Existe u m processo padrão para especificar e docu m entar r equisit os na em pr esa? E nas unidades?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Ger ência de Configuração
Com o você con trola a configuração dos proj etos distr ibuídos?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Modelagem e pr oj eto de softwar e Com o é feita a m odelagem e pr oj eto de softwar e?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
I nfra- estrutura
Existe u m a infra- est rutur a com um para apoiar as unidades dist ribuídas?
Quais m udanças ocor r eram no am bient e? Com o qu estões de segurança são ger en ciados nest e am bient e?
O acesso aos dados ou o am bient e de desen volvim ent o acabam sen do um problem a para a em pr esa?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Sengupta et al [ 141] Kom i- Sir viö [ 83]
A colaboração entre as equipes distribuídas se refere a com o pessoas distribuídas podem tr abalhar de forma concorrente em um m esmo projeto [ 24] . Nest e caso, a sincronização da colaboração é um im portant e aspecto par a ser investigado [ 63] . A necessidade de colaboração acaba trazendo desafios tais com o o uso de ferram ent as de colaboração e comunicação.
A m etodologia de desenvolvim ento se refere ao tipo de m et odologia usada no am bient e do projeto ( XP, RUP, por exem plo) e suas car act erísticas [ 83, 141] . Um a organização pode t er um a m etodologia padr ão global, ou permitir diferentes metodologias em diferentes unidades distribuídas. Políticas e padrões nos proj etos
distribuídos se refere a todos os padrões utilizados em um a organização, t ais com o
padrões de desenvolvimento e a escolha e uso de det erm inados modelos de qualidade de software ( Capability Maturity Model I ntegr ation [ CMMI ] , por exem plo) [ 98] . Medições em
DDS é a habilidade de m edir deter minadas car acterísticas de um projeto, e inclui
diversas m étricas r elevantes ao processo de desenvolvimento, produtividade e custo [ 76, 134, 137, 146] .
Finalmente, gerência de projeto e liderança é definida com o a aplicação de conhecim ento, habilidades, ferram ent as e técnicas par a que as atividades de um projeto sej am execut adas de acordo com o que foram planej adas [ 116] . Em um cenário de DDS, a gerência de proj etos envolve t am bém a identificação de atividades que necessitam ser alocadas par a colaboradores distribuídos [ 35, 101] e em com o as atividades se relacionam entre si. I sto acaba ger ando um desafio para a gerência de proj etos nest e contexto [ 87] .
A Tabela 18 apresent a os construtos relacionados com a cat egoria “ organização”. Os níveis de dispersão das unidades e dos projetos distribuídos é a proximidade física entr e as integrantes das equipes de projeto nas diferentes localidades em que se encontram [ 56] . Wilson et al define o nível de dispersão como a dist ância física entre as pessoas distribuídas. Quanto m aior o nível de dispersão, m as difícil é monitorar o com portam ento dos diferentes grupos e suas interações [ 49, 110] .
A estrutura organizacional est á relacionada com a form a de organização de um a deter m inada organização e com o conceito de subordinação de entidades que colaboram e possuem objetivos em com um [ 15] . Em DDS, a forma com o um a organização vai operar é det erminada em part e pela sua estrutura organizacional que, por sua vez, est á relacionada com os tipos de stakeholders, a r elação entre a m atriz e a unidade, ou entre as diversas unidades [ 50] . Diferentes tipos de stakeholders existem em cada projeto, com diferentes per cepções dos mesmos [ 15, 36] .
Ta be la 1 8 . Con st rut os t e ór icos re la ciona d os com a ca t egor ia “org a niza çã o” Const r ut os
Te óricos V a riá ve is Que st õe s Aut ore s
Níveis de dispersão Núm ero de unidades, localização das unidades e dos st akeholder s
Você pode especificar quantas unidades a em pr esa possui, incluindo quantos colaborador es tr abalham em cada um a? Qual é a relação com er cial ent re as unidades e out ras em pr esas?
Há quanto t em po estas unidades existem ? Há quanto t em po você t em ger enciado estas unidades?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po? Ebert [ 49] Evarist o et al [ 56] Paasivara & Lassenius [ 110] Estr ut ura organizacional Tipo de st akeholder s e núm ero de unidades
Qual é a m issão e o negócio da em pr esa? Qual é a sua estrat égia para DDS? Você pode especificar quantas unidades a em pr esa possui, incluindo quantos colaborador es tr abalham em cada um a? Qual é a relação com er cial ent re as unidades e out ras em pr esas?
Há quanto t em po estas unidades existem ? Há quanto t em po você t em ger enciado estas unidades?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Dam ian [ 36] Ber enbach [ 15] Ebert & De Neve [ 50]
Natur eza dos proj et os
Modelo de negócio, caract erísticas dos proj etos
( desen volvim en to, t est e, suport e, m anut enção, m elhorias, et c.)
Quem são os principais int er essados ( st akeholder s) n est e trabalho distribuído? Qual o tipo de t rabalho executado pelas unidades distribuídas?
Com o você caract erizaria est e t rabalho? Grande/ pequ en o, com plexo/ sim ples, desenvolvim ent o/ m anut enção, longo/ curt o?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po? Aspray et al [ 7] Carm el & Tj ia [ 22] Evarist o et al [ 56] Políticas e padrões Qualidade de
soft war e, cert ificação
Com o as políticas globais e das unidades são definidas?
Com o a política das unidades se r elaciona com cert ificação e m odelos de qu alidade? Com o esta polít ica se relaciona com a política global da or ganização?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po? Meyer [ 98] Sengupta et al [ 141] Alocação de proj et os
Tom ada de decisão, negociação, alocação de recursos, m odelo de dist ribuição de proj etos
Com o os proj etos são alocados ent re as unidades distribuídas?
Com o um trabalho é iniciado?
Com o estas per cepções t êm evoluído ao longo do t em po?
Lam ersdorf et al [ 87]
Cusick & Prasad [ 35]
Carm el & Tj ia [ 22] A natureza dos projetos distribuídos é definida como um conjunto de car acterísticas que existem em certo projet o, que por sua vez define como um projeto deve ser ger enciado e desenvolvido [ 7, 22] . Por exem plo, se é um novo projet o de desenvolvim ento, seu suporte, test e, m elhorias e m anutenção podem afet ar a gest ão e o desenvolvim ento. Desafios relacionados com a natureza dos proj etos envolvem a identificação de atividades que poderiam ser execut adas a partir da car act erística de cada projeto e da form a como ele deve ser gerenciado [ 56] .
A alocação de projetos nas unidades distribuídas se refere à alocação de projetos em unidades produtivas ( unidades) ou empresas ext ernas [ 87] . De acordo com
Cusick & Prasad [ 35] , “ nem todos os proj et os são candidates par a um m odelo de desenvolvim ento offshore” e car act erísticas dest es projetos devem ser freqüentem ent e exam inadas de form a a apoiar decisões r elacionadas à alocação dest es proj etos nas em pr esas [ 22] . Desafios relacionados à alocação de projetos incluem a falta de m odelos de apoio a est as decisões [ 87, 125] , que envolve, entr e outros fatores, a h abilidade de avaliar informações específicas dos proj etos, tais com o requisitos, riscos de falha, propriedade intelectual, restrições de privacidade de dados, entr e outros [ 87, 125] . 3 .4 .2 Sele çã o da s Or ga nizações e Unidade de Análise
A unidade de an álise do estudo foi definida com o sendo unidades de organizações envolvidas em proj etos de DDS. Foram escolhidas organizações dos setores de desenvolvimento de softwar e e m anufatura e suporte de comput adores. O que justificou a escolha das organizações, por conveniência, foi a atuação global, a existência de program as de m elhoria de processo de softwar e e a exist ência de desenvolvim ento de software em pelo menos um dos m odelos de negócio do tipo offshore ( offshore
outsourcing ou internal offshoring) .
Foram selecionadas cinco organizações ( C1, C2, C3, C4 e C5) e todas disponibilizaram acesso irrestrito aos procedim entos dest e estudo, tanto no acom panham ento do processo, quanto no que se refer e à docum ent ação. No Capítulo 4 apr esent am - se det alhadam ente os resultados encontrados em cada uma das organizações estudadas nest a et apa.
3 .4 .3 Fon te dos Dados e Se leção dos Part icipant e s
A coleta de dados foi constituída por fontes prim árias e secundárias. As fontes prim árias foram constituídas de entr evist as. Foram realizadas 20 entrevist as semi- estruturadas individuais em profundidade. Partiu- se de um roteiro básico com questões form uladas aos entr evist ados e adequadas conforme seu desenvolvim ento. Adicionalmente, foram utilizadas fontes secundárias, t ais como a consulta e a colet a de documentos das organizações, t ais com o a m issão, os referenciais estr atégicos, os processos de negócios, a descrição de processos de desenvolvimento de software, além de acesso ilimit ado a home- page de todas as organizações, entre outros. A Tabela 19 ilust ra o tem po gasto com a coleta de dados em cada em pr esa.
Ta bela 1 9 . Colet a de dad os na s cin co em pr esa s Em pre sa Te m po ga st o com e nt revist a Núm e r o de e nt r evist a s Re visã o de docum e nt os I diom a
C1 4.5 hs 4 70 m inutos Portu guês
C2 5 hs 5 60 m inutos Portu guês
C3 4 hs 4 50 m inutos I nglês
C4 2.5 hs 3 55 m inutos I nglês
C5 4 hs 4 60 m inutos Portu guês
Logo no início do estudo, realizou- se um a imer são em cada organização estudada, envolvendo uma visita guiada, durant e um turno, percorrendo todos os setores de cada um a. Cada organização dedicou um responsável par a acom panhar o estudo e atu ar como facilitador do processo, além de dar suporte nas entr evist as. Todas as entrevistas foram gr avadas e tr anscritas. As respost as foram relacionadas com a função e à área de atu ação do respondente.
O crit ério inicial para a definição dos entr evist ados centrou - se na unidade de análise e nos obj et ivos do estudo. Nest e sentido, a população envolvida direta ou indiretam ente constituía- se de colaboradores em tr ês níveis de decisão: estrat égico, tático e oper acional. No nível estr at égico, buscou- se a visão de diretores, gerent es seniores, e profissionais com conhecimento suficiente para r esponder questões sobre a estr at égia da empresa em DDS e a interação entre as unidades ( caso houvesse m ais de