III. AraĢtırmanın Kapsamı ve Literatürü
3. Yahudi Takvimindeki Aylar
3.1. TiĢri
O estudo 2 foi desenvolvido em tr ês unidades de em pr esas desenvolvedoras de software. Nest e estudo pretendia- se a avaliar os atributos de capacidade identificados na fase exploratória da pesquisa. Duas unidades est avam localizadas no Brasil e um a na Í ndia. O objetivo era se aprofundar na resposta de um a das questões de pesquisa da fase exploratória, e par a isso buscou- se responder à seguinte quest ão: “ Quais são os atributos críticos, do ponto de vista de evolução da prática de DDS, no m odelo de
internal offshoring, e quais são as possíveis seqüências de evolução destes atributos?” . 3 .5 .1 Sele çã o da s Or ga nizações e Unidade de Análise
A unidade de an álise do estudo foi definida com o sendo unidades de organizações envolvidas em projetos de DDS em um contexto de internal offshoring. O que justificou a escolha das organizações, por conveniência, foi a presença global, a exist ência de program as de m elhoria de processo de software e a existência de desenvolvim ento de software no m odelo de internal offshoring.
Foram selecionadas três unidades ( S1, S2 e S3) e todas disponibilizaram acesso aos procedimentos deste estudo, tanto no acom panham ento do processo, quanto no que se refer e à docum ent ação. No Capítulo 5 apresent am - se os resultados encontrados em cada um a das unidades est udadas nest a et apa, culminando com a identificação e avaliação dos atributos de capacidade par a a pr ática de DDS e com o modelo de capacidade proposto.
3 .5 .2 Fon te dos Dados e Se leção dos Part icipant e s
A coleta de dados foi constituída de um questionário com questões prim ariam ent e fechadas. No tot al, 41 pessoas foram convidadas a r esponder ao questionário (24 das unidades no Brasil, sendo 14 em um a e 10 na outra e 17 da unidade da Í ndia). For am recebidas 13 respost as válidas de um a das unidades br asileiras ( um dos respondentes tinha apenas 2,7 anos de experiência na empr esa e foi então retirado da análise) . Além disso, foram recebidas todas as 11 respost as da outra unidade brasileira e 17 respost as da unidade na Í ndia.
O crit ério inicial para a definição dos entrevistados centrou- se na experiência dos m esm os na unidade. Neste sent ido, a população envolvida direta ou indiretam ent e constituía-se de colaboradores que atuavam no desenvolvim ento dos projetos nas unidades selecionadas. O instrumento de coleta de dados consistiu de um roteiro para
entrevista sem i- estrut urada ( Apêndice B) , com questões específicas par a cada um dos atributos de capacidade.
O questionário foi organizado por atributos e suas seqüências de evolução. Para cada atributo, o respondente foi convidado a ordená- las, j ustificando as razões par a tal evolução, e coment ando se a evolução deveria ser diferente no futuro. Como exem plo, ilustra- se com o o questionário foi planej ado a partir do atributo “ Gerência de Configuração ( GC) ” e suas possíveis seqüências de evolução:
- ( ) Não existe infra- estrut ura de GC - ( ) I nfra- estrutura de GC local
- ( ) I nfra- estrutura de GC global, m as sem integr ação - ( ) I nfra- estrutura de GC global e integrada
Os respondentes foram convidados a ordenar a seqüência de evolução de acordo com a sua experiência e a experiência da unidade.
3 .5 .3 Análise de Da dos
Para análise dos dados testou- se inicialmente tr ês métodos est atísticos, quais sej am: t est e binomial, test e de Kruskal- Wallis e o test e de Mann- Whitney, todos de acordo com Siegel [ 143] . O test e binomial tinha por objetivo verificar se um det erminado atributo pode ser considerado com o um atributo de capacidade, com par ando- se quantos respondentes r espondeu que o atributo evolui ou não. Posteriormente, o test e de Kruskal- Wallis permitiria identificar se existe uma diferença significativa entr e os
rankings de seqüências de evolução em cada at ributo. Se houvesse um a distribuição
significativa, o teste de Mann-Whitney seria utilizado par a com par ar pares de seqüências de evolução par a identificar possíveis seqüências par a cada at ributo. Devido ao tam anho da am ostr a ser pequeno, não foi possível utilizar est es m étodos. Dest a form a, a análise de dados foi realizada a par tir de est atíst ica descritiva, com a identificação de t endências de evolução a part ir da identificação de m édias, medianas e m odas.
3 .5 .4 Fases e Operaciona liza çã o do Estu do 2
A pesquisa desenvolvida nas tr ês organizações perm itiu desenvolver o estudo proposto plenam ente, um a vez que as organizações fornecer am as condições para a realização dest e estudo.
Para a organização E1, o contato ocorreu entre o pesquisador e o professor responsável pela gest ão dos projetos de pesquisa da empr esa com a Universidade. Após est e contato inicial, houve a aprovação do estu do por parte do Diretor de operações da em pr esa, e o procedimento foi o mesmo realizado na organização E1: foi realizada um a
reunião para apr esent ar o protocolo do estudo e obter a aprovação par a r ealizar o estudo. Com a aprovação obtida, a mesm a r eunião foi utilizada par a definir os respondentes das entrevistas.
Para a organização E2, o contato ocorreu entre o pesquisador e colaboradores internos da unidade de desenvolvim ento de software. Após este contato inicial, foi realizada um a r eunião para apresentar o protocolo do estudo e obt er a aprovação par a realizar o estudo. Com a aprovação obtida, outra r eunião foi realizada para definir os respondentes das entrevistas.
Na organização E3, o contato ocorreu a partir de um contato est abelecido entre o pesquisador e um dos diretores da unidade na Í ndia em um a conferência internacional. Após est e contato, o protocolo do estudo foi enviado por e- m ail para avaliação dos responsáveis. Com a aprovação da organização, foi possível fazer a colet a de dados.
O instrum ento de pesquisa ( questionário sem i- estruturado) foi desenvolvido a partir dos resultados da primeira etapa da pesquisa ( Apêndice B) . Foram r ealizados refinamentos sucessivos at é a ver são parcial do questionário. Foi então realizada a validação de face e conteúdo por parte de dois pesquisadores sênior ( doutores) , um no Brasil e outro nos Estados Unidos.
A atividade seguinte foi a realização do pré- teste. O questionário foi aplicado com um aluno de doutorado da Universit y of Victoria, com experiência ant erior em DDS no m odelo de internal offshoring. Com sua aplicação foi possível descobrir os inconvenientes, eliminar equívocos e am bigüidades e escolher a formulação m ais adequada das perguntas par a a finalidade da pesquisa. Depois de adequar o instrum ento à luz do resultado do pré- teste e valendo-se de sugestões decorrentes das modificações realizadas, iniciou- se a fase de aplicação do questionário.
O questionário foi enviado por e- m ail para todos os participantes, atr avés de interlocutores nas próprias empr esas. Em virtude de algum as dificuldades no processo de colet a dos dados, o processo dem orou mais t empo do que o previsto. Após a coleta, iniciou- se a análise dos dados, a par tir da aplicação de t écnicas de est atística descritiva. As fases do estudo foram sem elhantes às apresent adas no estudo 1 ( Figura 13) .