1.1.3 Hazırlık ve Donanım kontrolü
1.1.3.2 Yüz maskeler
1.1.3.3.4 Video Laringoskoplar: Macintosh ve Miller bleydleri ile laringoskopi,
3.2
Modelo auto-regressivo AR(1)
Os procedimentos usais do controle multivariado de processo s˜ao desenvolvidos sob a suposi¸c˜ao de que os vetores das vari´aveis s˜ao normalmente e identicamente distribu´ıdos com vetor de m´edia µ e uma matriz de covariˆancia Σ. De acordo com os intervalos de amostragem do processo o vetor de observa¸c˜oes Yt no tempo t pode ser representado
por:
Yt= µ + ǫt, t = 1, 2 . . .
onde ǫt ´e um vetor de erro aleat´orio com distribui¸c˜ao normal e independente com
vetor de m´edia zero e matriz de covariˆancia Σ. Para determinar se o processo est´a sob controle com rela¸c˜ao ao vetor de m´edias quando tem-se uma matriz de covariˆancia Σ conhecida usa-se, segundo Montgomery (23), o modelo semelhante ao de Shewart, LSC = X2
p,α, como gr´afico de controle com limite superior X 2 utilizando a seguinte estat´ıstica: X2 = (Yt− µ0) ′ Σ−1 (Yt− µ0)
onde µ0 ´e o valor alvo do vetor de m´edia.
No entanto em muitos processos de produ¸c˜ao a suposi¸c˜ao de independˆencia ´e vio- lada, que por sua vez afetam diretamente na determina¸c˜ao correta do limite de controle, e a consequˆencia ´e uma grande quantidade de alarmes falsos. O do processo que apre- senta autocorrela¸c˜ao provoca uma redu¸c˜ao no desempenho do gr´afico. Isto pode levar a um valor de NMAF menor que o esperado, quando o processo est´a sob controle. Para superar tal problem´atica ´e necess´ario primeiramente conhecer e modelar os pa- dr˜oes de s´eries temporais encontrados. Em muitos processos industriais os valores das caracter´ısticas de qualidade medidas, ao longo do tempo, se ajustam a um modelo co- nhecido AR(1).Com respeito aos gr´aficos de controle multivariados Kramer e Schmid (15) utilizaram modelo AR(1) para modifica¸c˜oes da EWMA multivariada na presen¸ca de autocorrela¸c˜ao. Para um processo autocorrelacionado o modelo AR(1) ´e dado por:
Yt= µ + φ(Yt−1− µ) + ǫt, t = 1, 2, . . . , Y0 = µ, ǫ ˜ N (0, σǫ)
onde µ ´e o valor m´edio da vari´avel no tempo, φ(−1 < φ < 1) ´e uma constante que indica o parˆametro da autocorrela¸c˜ao, ǫt´e erro independente e normalmente distribu´ıdo
Cap´ıtulo 4
MODELO DA SIMULA ¸C ˜AO
4.1
Gerando Amostras
Diante da problem´atica encontrada em monitorar processos multivariados que es- t˜ao sob efeito da autocorrela¸c˜ao em seus dados, foi proposto neste trabalho simular um modelo bivariado que pudesse representar situa¸c˜oes do cotidiano utilizando parˆametros inerentes a esse tipo de processo, e observar o desempenho do gr´afico T2
de Hotelling bivariado nesse cen´ario. A primeira suposi¸c˜ao foi considerar que uma das duas ca- racter´ısticas de qualidade estavam sob efeito de autocorrela¸c˜ao dentro de um mesmo subgrupo racional. Outra suposi¸c˜ao considerada no modelo que estas caracter´ısticas de qualidade possu´ıam uma correla¸c˜ao entre si. Para melhor exemplificar este modelo segue a estrutura para gerar as 10.000 amostras com 3 observa¸c˜oes cada (x1, x2, x3):
x1i = µx+ ǫx
1i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 (4.1)
x2i = µX + φ(x1i− µX) + ǫx
2i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 (4.2)
x3i = µX + φ(x3i− µX) + ǫx3i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 (4.3)
onde, µX ´e m´edia da caracter´ıstica de qualidade x e ǫx1i, ǫx2i e ǫx3i s˜ao os erros aleat´orios
independentes e normalmente distribu´ıdos de cada elemento da amostra. A express˜ao (4.1) representa o primeiro elemento retirado em uma amostra de tamanho trˆes (n = 3) em um instante i, x1i ´e o primeiro elemento da amostra retirado no instante i. O se-
gundo elemento retirado da amostra ´e a observa¸c˜ao x2i que possui uma autocorrela¸c˜ao
com a x1i determinada pelo coeficiente φ. E por ´ultimo o elemento x3i que possui auto-
correla¸c˜ao φ com x2i. O primeiro passo para criar essas amostras foi gerar um vetor X1
supondo normal N (0, 1) de tamanho i = 10.000, a partir do vetor X1 gera-se os 10.000
4.1 Gerando Amostras 23
elementos de X2 segundo a equa¸c˜ao 4.3, em seguida, gera-se os 10.000 elementos de X3
segundo a equa¸c˜ao 4.3. Importante mencionar que neste trabalho os valores adotados para simular autocorrela¸c˜ao ser˜ao positivos 0 ≤ φ ≤ 1. Ap´os este processo temos um vetor com 10.000 amostras tendo, cada um, 3 observa¸c˜oes (x1, x2, x3).
O passo seguinte foi gerar os valores da segunda caracter´ıstica de qualidade denomi- nada aqui por Y . ´E sabido que est´a caracter´ıstica ter´a uma correla¸c˜ao com X. Abaixo express˜ao matem´atica que mostra como foram gerados os dados das 10.000 amostras de Y com observa¸c˜oes 3 observa¸c˜oes cada (y1,y2,y3):
y1i = ρx1i+ ǫy
1i N (0, 1) i = 1, 2, . . . 10.000
y2i = ρx2i+ ǫy
2i N (0, 1) i = 1, 2, . . . 10.000
y3i = ρx2i+ ǫy3i N (0, 1) i = 1, 2, . . . 10.000
onde ρ representa o coeficiente de correla¸c˜ao entre a caracter´ıstica Y e X. ǫy1i, ǫy2i e
ǫy3i ´e o erro aleat´orio independente e normalmente distribu´ıdo dos trˆes elementos da
amostra. O primeiro elemento de cada amostra de Y possui uma correla¸c˜ao com o primeiro elemento de uma amostra de X e assim por diante at´e o terceiro e ´ultimo elemento de cada amostra, fazendo com que as observa¸c˜oes da vari´avel y sejam geradas com correla¸c˜ao com a caracter´ıstica de qualidade x. Como est˜ao sendo tratadas carac- ter´ısticas de qualidade de um determinado produto ´e normal que aspectos de qualidade deste possam ter rela¸c˜ao com outro aspecto do produto, ou seja, haja correla¸c˜ao. O vetor de amostra de Y ter´a tamb´em o mesmo tamanho de X com o valor de m = 10.000 amostras.
O processo de cria¸c˜ao anterior pode ser expandido para que seja simulado dados com amostras de diferentes tamanhos. Neste trabalho optou-se tamb´em por criar dados de um processo multivariado autocorrelacionado com amostras de tamanho 3, 4 e 5. Segue abaixo o modelo anal´ıtico de cria¸c˜ao dos dados autocorrelacionados para duas vari´aveis de qualidade com tamanhos de amostra 4 e 5.
4.1 Gerando Amostras 24
Para n = 4 da vari´avel X temos: x1i = µx+ ǫx 1i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 (4.4) x2i = µX + φ(x1i − µX) + ǫx 2i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 x3i = µX + φ(x2i − µX) + ǫx3i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 x4i = µX + φ(x3i − µX) + ǫx 4i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000
Para n = 4 da vari´avel Y temos: y1i = ρx1i+ ǫy 1i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y2i = ρx2i+ ǫy2i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y3i = ρx3i+ ǫy 3i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y4i = ρx4i+ ǫy 4i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000
Para n = 5 da vari´avel X temos:
x1i = µx+ ǫx1i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 x2i = µX + φ(x1i − µX) + ǫx 2i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 x3i = µX + φ(x2i − µX) + ǫx 3i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 x4i = µX + φ(x3i − µX) + ǫx4i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 x5i = µX + φ(x4i − µX) + ǫx 5i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000
Para n = 5 da vari´avel Y temos: y1i = ρx1i+ ǫy 1i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y2i = ρx2i+ ǫy 2i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y3i = ρx3i+ ǫy3i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y4i = ρx4i+ ǫy 4i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000 y5i = ρx5i+ ǫy 4i N (0, 1) i = 1, 2, . . . , 10.000
Estes modelos acima s˜ao respons´aveis por gerar dados autocorrelacionados para duas var´aveis que representam as duas caracter´ısticas de qualidade desta pesquisa. Estes modelos anal´ıticos para a cria¸c˜ao dos dados autocorrelacionados s˜ao criados em fun¸c˜ao dos valores de φ e ρ. Para a cria¸c˜ao de dados da caracter´ıstica de qualidade X ´e