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Utarit İzgi’nin mimarlığında teknolojinin yer

2.3. Modern Mimarlıkta Teknoloj

2.3.2. Utarit İzgi’nin mimarlığında teknolojinin yer

Nesse tópico teremos como referência as seguintes problemáticas: quais são as moti- vações para o trânsito religioso de homens e mulheres para a IEAD, MSBC? Há influências de classe, de gênero, geracionais e étnicas na escolha dos sujeitos?

Estabelecemos esse percurso, pois partimos da percepção que a movimentação reli- giosa não acontece ao acaso. Além de direção e sentido, entendemos que o trânsito religioso possui motivações que podem ser mapeadas. Nesse aspecto, analisamos os dados apontados pela pesquisa de campo, visando identificar quais os elementos que se configuram como combustão para o deslocamento dos sujeitos religiosos para a IEAD, MSBC. Apresentamos então a tabela 27 e o gráfico 3 que ilustram as respostas dos indivíduos de forma total. Dois índices são significativos, já que 15% das pessoas sinalizaram a opção “problemas de rela- cionamento afetivo com o/a esposo/a”, o que aponta a importância analítica da diferencia- ção de gênero, etnia e geracional para essas motivações; 67% dos sujeitos sinalizaram a op- ção “outros”, essa tendência foi abordada nas entrevistas e identificamos que muitas pessoas não entendem sua biografia religiosa como significante. Assim, algumas pertenças anterio- res são arquivadas e os sujeitos tendem a enfocar a atual experiência como a verdadeira conversão motivada e concebida pela ação divina, sem relacioná-la com demandas de sua vida cotidiana, por conseguinte ao ser questionado sobre quais motivos o levaram a IEAD, MSBC essas pessoas não estabelecem eventos concretos para a movimentação.

Tabela 27 – Motivações para o trânsito religioso (total) – mulheres e homens

Por que você mudou?

Motivações Porcentagem Total

Enfermidade pessoal 0,80% 01

Enfermidade do/ a esposo/a --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- ---

Enfermidade de outro ente querido 0,80% 01

Morte de um ente querido 1,70% 02

Desemprego pessoal 0,80% 01

Desemprego familiar 0,80% 01

Problemas de relacionamento afetivo com o/a esposo/a 15,00% 18 Problemas de relacionamento afetivo com outro ente querido 2,50% 03

Solidão 10,00% 12

Gráfico 3 – Motivações para o trânsito religioso – mulheres e homens

Quando analisamos as motivações para o trânsito religioso no perfil masculino (tabe- las 28 e 29), percebemos que os elementos apontados aproximam-se dos mesmos indicados na questão que aborda as motivações para a busca da religião, ou seja, os homens afirmam que transitam motivados por demandas pessoais (enfermidade pessoal, desemprego pessoal, superação da morte de um ente querido e solidão), ainda que 10% desses indivíduos tenham buscado a IEAD, MSBC por problemas de relacionamento afetivo com a esposa, esse fator é inferior ao percentual observado entre as mulheres.

Tabela 28 – Motivações para o trânsito religioso – homens

Enfermidade pessoal 01 2,00%

Enfermidade do/ a esposo/a --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- ---

Enfermidade de outro ente querido 01 2,00%

Morte de um ente querido 02 4,00%

Desemprego pessoal 01 2,00%

Desemprego familiar --- ---

Problemas de relacionamento afetivo com o/a esposo/a 05 10,00%

Problemas de relacionamento afetivo com outro ente querido --- ---

Solidão 07 14,00%

Tabela 29 – Motivações para o trânsito religioso – homens conforme estado civil

Motivações para o trânsito religioso – conforme estado civil

Casados Solteiros Amasiados Divorciados

Enfermidade pessoal 01 (2,40%) --- --- ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- --- ---

Enfermidade de outro ente querido 01 (2,40%) --- --- ---

Morte de um ente querido 01 (2,40%) 01 (10,00%) --- ---

Desemprego pessoal --- 01 (10,00%) --- ---

Desemprego familiar --- --- --- ---

Problemas de relacionamento afetivo com o/a esposo/a 04 (9,75%) --- --- 01 (100%)

Problemas de relacionamento afetivo com outro ente

querido --- --- --- ---

Solidão 06 (14,00%) --- 01 (50,00%) ---

Outros 28 (68,00%) 05 (80,00%) 01 (50,00%) ---

Quanto ao perfil feminino (tabelas 30 e 31), as mulheres associam as motivações pa- ra sua movimentação em direção a IEAD, MSBC, sobretudo a questões familiares, conside- rando que não houve indicações relacionadas a demandas pessoais (enfermidade pessoal, desemprego pessoal ou morte de um ente querido), no entanto questões relacionadas à estru- tura familiar foram significativamente mencionadas, principalmente a motivação por pro- blemas de relacionamento afetivo com o esposo. Significativo é o perfil da mulher que a- firma ter transitado motivada pelo desemprego familiar, pois é uma mulher negra, com en- sino fundamental incompleto, possui renda inferior a 01 salário mínimo, casada, mãe de 01 filho e não está empregada atualmente. Atributos comuns de muitos/as fiéis que procuram os grupos pentecostais já que esses espaços oferecem alternativas às questões relacionadas à vulnerabilidade social.

Outro elemento sugestivo relaciona-se às mulheres que transitaram motivadas pela solidão e pelos problemas afetivos com o esposo. Ainda que o ambiente religioso não con- siga dar conta de boa parte dos problemas familiares, como indicado por Maria das Dores Campos Machado (1996 e 2005), a conversão ao grupo pentecostal muda a subjetividade feminina: promove a autoestima, a autonomização, a autoridade moral e amplia as possibili- dades extra domésticas e as redes de sociabilidade com uma maior participação na esfera

pública; pois, embora não tenham o ordenamento eclesiástico, podem pregar ou desenvolver práticas de capelania em presídios, praças públicas e hospitais42 . Essa percepção pode ser exemplificada por um evento que presenciamos na Reunião Geral de Obreiros da IEAD MSBC, realizada em julho/2011 e organizada, conduzida e apresentada liturgicamente ex- clusivamente por homens. Embora aberto a qualquer membro da instituição, apresentava a presença majoritariamente masculina, fato compreensível considerando que às mulheres não é permitido a participação na hierarquia eclesial. Esse espaço apresenta características litúr- gicas diferentes das reuniões semanais, o que pode ser explicado pela presença da cúpula organizacional, grande número de líderes regionais, pastores e presbíteros, assim a partici- pação individual é limitada e restringida, mesmo quando legitimada pela motivação sagrada. Logo, ações comuns nos cultos pentecostais, como a manifestação profética, não são execu- tadas livremente, os sujeitos (inclusive os homens) participam de forma significativamente reservada e cerimonial. No entanto, na reunião convencional de obreiros da IEAD MSBC, realizada no dia 10 de julho de 2011, coube a uma mulher, mesmo sem o reconhecimento formal da hierarquia institucional, abrir os espaços e profetizar, sendo imediatamente segui- da por figuras masculinas, que somente após essa participação ousaram manifestar-se diante das lideranças eclesiais.

42 É preciso compreender também as práticas desenvolvidas pelas fiéis e, nesse aspecto, Maria das Dores Cam-

pos Machado (1996: 153 – 188), considerando as expressões do cristianismo em sua vertente carismática e pen- tecostal, desenvolve uma análise sobre como esses grupos cristãos contemporâneos compreendem a prática da sexualidade, reprodução, métodos contraceptivos e a influência dessa interpretação sobre o comportamento dos/as fiéis. Para tanto, discute aspectos epistemológicos da questão, trata das distintas aproximações ao conceito cristão de sexualidade em uma perspectiva social e histórica e, em seguida, correlaciona os dados da sua pesqui- sa de campo com o referencial teórico objetivando identificar a relação entre as expressões cúlticas corporais e a sexualidade; a articulação entre corpo e espírito; como os sujeitos carismáticos e pentecostais vivem sua sensua- lidade; os limites da nova valorização da corporeidade dos fiéis e as diferenças de gênero manifestadas na vivên- cia da sexualidade.

Tabela 30 – Motivações para o trânsito religioso – mulheres

Motivações para o trânsito religioso

Enfermidade pessoal --- ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- ---

Enfermidade de outro ente querido --- ---

Morte de um ente querido --- ---

Desemprego pessoal --- ---

Desemprego familiar 01 1,50%

Problemas de relacionamento afetivo com o/a esposo/a 13 19,50%

Problemas de relacionamento afetivo com outro ente querido 03 4,50%

Solidão 05 7,50%

Outros 45 67,00%

Tabela 31 – Motivações para o trânsito religioso – mulheres conforme estado civil

Motivações para o trânsito religioso – conforme

estado civil Casadas Solteiras Divorciadas

Enfermidade pessoal --- --- ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- ---

Enfermidade de outro ente querido --- --- ---

Morte de um ente querido --- --- ---

Desemprego pessoal --- --- ---

Desemprego familiar 01 (2,00%) --- ---

Problemas de relacionamento afetivo com o/a esposo/a 12 (23,00%) --- 01 (50,00%)

Problemas de relacionamento afetivo com outro ente querido 02 (4,00%) 01 (7,00%) ---

Solidão 03 (6,00%) 02 (14,00%) ---

Tabela 32 – Motivações para o trânsito religioso – comparação entre mulheres e homens

Motivações para o trânsito religioso – comparação entre mulheres e homens

Mulheres Homens

Enfermidade pessoal --- --- 01 2,00%

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- --- ---

Enfermidade de outro ente querido --- --- 01 2,00%

Morte de um ente querido --- --- 02 4,00%

Desemprego pessoal --- --- 01 2,00%

Desemprego familiar 01 1,50% --- ---

Problemas de relacionamento

afetivo com o/a esposo/a 13 19,00% 05 10,00%

Problemas de relacionamento

afetivo com outro ente querido 03 4,50% --- ---

Solidão 05 7,00% 07 14,00%

Outros 45 67,00% 34 66,00%

Quando comparamos as motivações de homens e mulheres, percebemos claramente quão díspares são as justificativas apontadas por esses indivíduos. Na parte superior da tabe- la (tabela 32) que trata de fatores ligados principalmente a demandas pessoais, identificamos a diferenciação entre homens e mulheres. Mas, quanto a questões relacionadas à estrutura familiar, sobretudo em relação a problemas de relacionamento afetivo com o cônjuge, o percentual apontado pelas mulheres é o dobro em relação aos homens. Por outro lado, o espaço da IEAD, MSBC atrai mais homens com problemas de solidão do que mulheres, dentre outras explicações para tal fato, vale lembrar que a composição do grupo apresenta 70% de mulheres, logo é reconhecido como local de sociabilidade que proporciona alterna- tivas à busca de um/a parceiro/a.

Ao diferenciar as motivações para o trânsito religioso conforme a etnia (tabelas 33 e 34), identificamos que entre as mulheres que se reconhecem como negras a motivação por problemas de relacionamento com o esposo é 30%, entre as mulheres brancas 9% e entre pardas é igual a 25% (tabela 34). Considerando que na IEAD, MSBC o contingente de mu- lheres que se reconhecem como negras é menor em comparação às outras etnias, esse índice torna-se ainda mais significativo, pois sugere que as mulheres negras estão mais expostas a questões relacionadas à violência de gênero. Soma-se a isso o fato de que apenas entre mu-

lheres negras houve a indicação da motivação por desemprego familiar, o que pode indicar também maior exposição à vulnerabilidade social.

No perfil masculino (tabela 33), as motivações são próximas às verificadas no cená- rio geral, com destaque para o item problemas de relacionamento com a esposa que entre homens negros apresenta média superior aos outros conjuntos.

Tabela 33 – Motivações para o trânsito religioso – homens conforme etnia

Motivações para o trânsito religioso – conforme etnia

Brancos Negros Pardos Outros

Enfermidade pessoal --- --- 01 (5,00%) ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- --- ---

Enfermidade de outro ente querido --- --- 01 (5,00%) ---

Morte de um ente querido --- 02 (22,00%) --- ---

Desemprego pessoal 01 (4,00%) --- --- ---

Desemprego familiar --- --- --- ---

Problemas de relacionamento afetivo com o/a esposo/a 02 (9,00%) 01 (11,00%) 02 (10,00%) ---

Problemas de relacionamento afetivo com outro ente

querido --- --- --- ---

Solidão 04 (18,00%) 01 (11,00%) 02 (10,00%) ---

Outros 15 (68,00%) 05 (55,00%) 13 (70,00%) 01 (100%)

Tabela 34 – Motivações para o trânsito religioso – mulheres conforme etnia

Motivações para o trânsito religioso – conforme etnia

Brancas Negras Pardas Outras

Enfermidade pessoal --- --- --- ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- --- ---

Enfermidade de outro ente querido --- --- --- ---

Morte de um ente querido --- --- --- ---

Desemprego pessoal --- --- --- ---

Desemprego familiar --- 01 (10,00%) --- ---

Problemas de relacionamento afetivo com o/a

esposo/a 03 (9,00%) 03 (30,00%) 07 (25,00%) --- Problemas de relacionamento afetivo com outro

ente querido 02 (5,00%) --- 01 (5,00%) ---

Solidão 02 (5,00%) --- 03 (10,00%) ---

Quanto ao perfil sócio econômico, identificamos que as maiores variações e mais significativas estão concentradas na motivação relacionada a problemas de relacionamento com o/a esposo/a (tabela 35). Nesse aspecto, essa motivação é mais elevada entre aquelas mulheres que se declaram sem renda e, paradoxalmente, entre aquelas que afirmam ter ren- da entre 04 e 10 salários. Isso pode estar vinculado tanto a problemas oriundos do fato da mulher ser dependente financeiramente do marido, logo com mais dificuldade de emanci- par-se e, no outro polo, uma renda elevada pode ser um complicador para determinadas mu- lheres em estruturas patriarcais nas quais o homem não admite salários inferiores ao da companheira. Para as mulheres que declaram não possuir renda, a solidão também é uma motivação significativa para a movimentação religiosa para a IEAD, MSBC.

Tabela 35 – Motivações para o trânsito religioso – mulheres conforme renda

Motivações para o trânsito religioso – conforme renda

Sem renda Menos de

01 salário 1 a 3 salários 4 a 10 salários

Acima de 10 salários

Enfermidade pessoal --- --- --- --- ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- --- --- ---

Enfermidade de outro ente

querido --- --- --- --- ---

Morte de um ente querido --- --- --- --- ---

Desemprego pessoal --- --- --- --- ---

Desemprego familiar --- 01 (100%) --- --- ---

Problemas de relacionamento

afetivo com o/a esposo/a 06 (24,00%) --- 04 (12,00%) 03 (42,00%) --- Problemas de relacionamento

afetivo com outro ente queri- do

01 (4,00%) --- 02 (6,00%) --- ---

Solidão 03 (12,00%) --- 02 (6,00%) --- ---

Outros 15 (60,00%) --- 25 (75,00%) 04 (57,00%) 01 (100%)

No perfil masculino (tabela 36) essa equação sofre algumas variações, considerando que a solidão é a principal motivação para homens que indicam renda de 4 a 10 salários. Já a questão vinculada a problemas de relacionamento com a esposa, é a motivação mais indi- cada pelos homens sem renda, o que é plenamente factível, já que a IEAD, MSBC possui assistência social com atuação significativa visando socorrer fiéis em situação financeira desfavorável. Como afirmado anteriormente, o espaço pentecostal possibilita o desenvolvi- mento de redes de sociabilidade, que para homens sem renda e com problemas de relacio-

namento conjugal é extremamente atraente, daí essa ser a motivação principal para pessoas com essas características.

Tabela 36 – Motivações para o trânsito religioso – homens conforme renda

Motivações para o trânsito religioso – conforme renda

Sem renda 1 a 3 salários 4 a 10 salários Acima de 10

salários

Enfermidade pessoal --- --- 01 (5,00%) ---

Enfermidade do/ a esposo/a --- --- --- ---

Enfermidade do/ a filho/a --- --- --- ---

Enfermidade de outro ente querido --- --- 01 (5,00%) ---

Morte de um ente querido 01 (16,50%) --- 01 (5,00%) ---

Desemprego pessoal --- 01 (4,00%) --- ---

Desemprego familiar --- --- --- ---

Problemas de relacionamento afetivo

com o/a esposo/a 01 (16,50%) 02 (8,00%) 02 (10,00%) --- Problemas de relacionamento afetivo

com outro ente querido --- --- --- ---

Solidão --- 04 (17,00%) 03 (15,00%) ---

Outros 04 (67,00%) 16 (69,00%) 12 (60,00%) 02 (100%)

Quando consideramos os aspectos geracionais, as motivações para o trânsito religio- so na IEAD, MSBC não apresentam variações consideráveis em relação aos outros aspectos. No entanto, devemos pontuar que no grupo feminino (conforme tabela 37) a motivação re- lacionada aos problemas de relacionamento afetivo com o esposo está mais consolidada nas faixas etárias que compreendem pessoas de 30 a 40 anos e dos 50 aos 60 anos (41% e 42%, respectivamente), ainda que na faixa dos 40 aos 50 anos essa motivação também é expressi- va, já que 26% das mulheres informaram essa opção. Quanto à opção “solidão”, percebemos que conforme aumenta a faixa etária, cresce também o número de mulheres que declara ter transitado por esse motivo, atingindo o ápice (25%) no conjunto de mulheres acima de 60 anos. Esse dado reforça a percepção dos espaços pentecostais como locais de sociabilidade, principalmente se considerarmos que o perfil dessa pessoa aponta ser uma mulher casada, do lar, cinco filhos, sem renda e com ensino fundamental incompleto, declara possuir cargo na IEAD, MSBC, sente-se envolvida com o grupo e, durante a semana, além da casa de fa- miliares frequenta apenas o grupo religioso, o que não impede o contato com outras expres- sões religiosas, já que informa assistir e ouvir regularmente as programações do missionário RR Soares, líder da igreja Internacional da Graça de Deus, caracterizando o trânsito virtual.

Tabela 37 – Motivações para o trânsito religioso – mulheres conforme idade

Motivações para o trânsito religioso – conforme idade

Menos de

20 De 20 a 30 De 30 a 40 De 40 a 50 De 50 a 60 Acima de 60