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2. TERMAL BARİYER KAPLAMALARA (TBK) GENEL BAKIŞ

2.4 Termal Bariyer Kaplamanın Görevi

Baseando–se na avaliação feita pelo time de supervisão da fábrica de Recife, buscou–se checar a percepção do nível tático da referida empresa quanto a adequação do Modelo Shingo por dimensão.

Foi analisada de forma compilada todos os questionários dos supervisores da fábrica de modo a tanto mensurar o resultado obtido por cada uma das 4 dimensões do modelo quanto classificar de acordo com a escala do Modelo Shingo.

O gráfico 4-23 apresenta os resultados obtidos em cada uma das 4 dimensões que compõe o Modelo Shingo na fábrica de Recife, sob a percepção dos membros da supervisão da unidade.

Gráfico 4–23 – Nível de adequação da fábrica de Recife ao Modelo Shingo sob a percepção da supervisão por dimensão

A análise do gráfico 4-23 demonstra que a avaliação feita pelos supervisores da fábrica de Recife classificou todas as 4 dimensões do Modelo Shingo no nível 5, considerado o padrão de excelência operacional.

Sob o ponto de vista da supervisão da fábrica, a dimensão 1 do modelo recebeu uma pontuação de 90,91% o que representa uma percepção de forte desenvolvimento das pessoas de acordo com as práticas de melhoria contínua pregadas pelo Modelo Shingo. Os elementos que promovem um relacionamento de longo prazo com os funcionários somados a cultura de formação de um ambiente de trabalho seguro e saudável indicam ser os elementos com mais pontuação dentro da percepção do time de nível tático da fábrica de Recife.

A dimensão 2 do Modelo Shingo foi avaliada na percepção da supervisão da fábrica de Recife com uma pontuação de 87,08%, o que representa a avaliação mais baixa entre as 4 dimensões do modelo sob a ótica deste nível hierárquico. Os principais pontos que indicam contribuição para o resultado da avaliação foi o entendimento favorável à gestão visual da fábrica e também a integração entre rotina e melhoria contínua dentro dos processos.

A dimensão 3 pontuou 90,15% o que indica uma grande percepção de alinhamento geral entre os elementos que compõe a estrutura organizacional da fábrica de Recife. Dentro desta ótica, a visão de um forte alinhamento com a estratégia da companhia por parte das áreas da fábrica se mostrou como sendo o ponto de maior relevância dentro dos requisitos desta dimensão. A dimensão 4 obteve a pontuação de 91,52% representando a dimensão com melhor avaliação sob a ótica do time de supervisores da fábrica de Recife. Este resultado reforça o entendimento como sendo satisfatório por parte da fábrica em termos de resultados. A percepção do alinhamento entre a postura assumida pelos funcionários das área em busca por uma performance diferenciada representou um ponto crucial na ótica dos supervisores das diversas áreas.

4.3.3 PERCEPÇÃO DA SUPERVISÃO QUANTO A ADEQUAÇÃO AO MODELO SHINGO PELA FÁBRICA DE RECIFE POR ÁREA E POR DIMENSÃO

A fim de estratificar de forma aprofundada a percepção da supervisão quanto a adequação do Modelo Shingo nas áreas, foi realizada uma análise do desempenho de cada uma das 4

dimensões do modelo dentro de cada uma das 7 áreas baseando–se nas informações oriundas dos questionários respondidos pelo time de supervisores da fábrica.

Com esta análise será permitida a avaliação da influência de cada dimensão dentro de cada área e como as práticas descritas no Modelo Shingo impactaram no resultado obtido em cada subdivisão do cenário.

As seções a seguir descreverão as observações feitas a partir da análise das dimensões dentro de cada área.

4.3.3.1 Percepção da supervisão quanto a adequação ao Modelo Shingo na Produção por dimensão

A avaliação feita pela área Produção quanto a adequação ao Modelo Shingo feita pela supervisão tem uma grande valor pois esta área tem a maior importância dentro da fábrica uma vez que é a responsável pela geração de todos os bens manufaturados da fábrica. A ótica da supervisão desta área quanto ao modelo precisa de fato estar alinhada com a realidade implantada na prática.

O gráfico 4-24 apresenta os resultados obtidos por cada uma das 4 dimensões do Modelo Shingo dentro da área produção sob o ponto de vista da supervisão.

Gráfico 4–24 – Nível de adequação da fábrica de Recife ao Modelo Shingo sob a percepção da supervisão por dimensão na área Produção

Fonte: Elaborado pelo autor

Uma avaliação geral do gráfico 4-24 permite observar que todas as 4 dimensões do Modelo Shingo obtiveram uma pontuação que as classifica dentro do nível 5 da escala de mensuração do modelo. Com isso, os supervisores de produção responsáveis por gerar os dados utilizados nesta avaliação observaram de forma positiva a implantação de todos os princípios pregados pelo modelo.

A dimensão 1 obteve uma pontuação de 91,67%, ou seja, essa dimensão foi classificada pela supervisão de produção como sendo um padrão de excelência operacional. A análise dos dados permite indagar que o cultivo de relacionamento de longo por parte da empresa representa um ponto fortemente implantado dentro da área Produção. O desenvolvimento de práticas que garantem um ambiente de trabalho seguro, saudável e ecologicamente correto também demonstrou–se ser um ponto observado favoravelmente dentro desta área pelos supervisores.

A dimensão 2 do modelo apresentou uma pontuação de 88,41% representando a avaliação mais baixa feita pelo time de supervisores de produção. Mas apesar de ser a dimensão com maior exigência e cujo nível de complexidade é mais alto, este resultado ainda demonstra que a supervisão de produção classifica esta dimensão dentro desta área como sendo um padrão de excelência operacional. O foco identificação e eliminação de desperdícios ao longo do processo produtivo foi classificado como um fator positivo dentro desta área assim como a utilização de dispositivos de gerenciamento visual para facilitar o controle dos processos.

A dimensão 3 obteve a maior nota dentro da avalição da supervisão. A pontuação alcançada foi de 93,52% o que indica uma avaliação bem positiva na ótica deste time quanto ao alinhamento entre está área e os demais elementos que compõe o negócio. Este resultado divergiu significativamente daquele observado pela gerência de fábrica. O alinhamento das práticas e rotinas da área Produção com a estratégia de empresa foi ponderada como um dos principais pontos positivos desta dimensão do ponto de vista da supervisão.

A dimensão 4 do Modelo Shingo obteve uma pontuação de 93,33% demonstrando uma consistência na entrega de resultados por parte da percepção dos supervisores de produção. O comportamento dos funcionários desta área orientado para a alta performance é o principal elemento que permite a entrega de resultados para a companhia.

4.3.3.2 Percepção da supervisão quanto a adequação ao Modelo Shingo na Manutenção por dimensão

A supervisão de manutenção avaliou o desempenho de cada uma das 4 dimensões do Modelo Shingo dentro de sua área. Esta percepção foi obtida através dos dados provenientes dos questionários auto–administrados usados na survey realizada.

A área Manutenção tem um forte vínculo como as área de Produção e Qualidade, com isso a percepção da liderança desta área é de suma importância pois pode impactar nos resultados entregues por estas outras duas áreas.

O gráfico 4-25 apresenta a pontuação obtida a partir da percepção da supervisão de manutenção da fábrica de Recife em cada uma das dimensões do Modelo Shingo na área Manutenção.

Gráfico 4–25 – Nível de adequação da fábrica de Recife ao Modelo Shingo sob a percepção da supervisão por dimensão na área Manutenção

Fonte: Elaborado pelo autor

Assim como a avaliação feita pela equipe de supervisão de produção para a área Produção, o time de supervisão de manutenção avaliou de forma bem positiva a implantação de todas as dimensões do Modelo Shingo dentro da área. As 4 dimensões do modelo obtiveram uma pontuação com classificação de nível 5 de acordo com a escala de mensuração usada pelo Modelo Shingo.

A dimensão 1 obteve uma pontuação de 94,44% sendo classificada como padrão de excelência operacional segundo o modelo. Este resultado demonstra uma visão por parte da supervisão de manutenção de que os recursos humanos da referida área se encontra no mais alto nível de desenvolvimento para as necessidades do negócio. O envolvimento das pessoas que trabalham na área Manutenção nas atividades, rotinas e melhorias e também o nível de

maturidade em assumir mais responsabilidades indicam ser pontos fortes na ótica da supervisão de manutenção para esta dimensão.

A pontuação obtida pela dimensão 2 do Modelo Shingo dentro da área Manutenção foi de 89,37%, figurando como a mais baixa dentre as 4 dimensões porém ainda classificada como padrão de excelência operacional segundo a percepção da equipe de supervisão de manutenção da fábrica de Recife. A prática da observação direta no local onde realmente ocorrem os fenômenos nos quais a manutenção atua se mostrou positivamente avaliada pelo time de supervisores de manutenção. Outro elemento com consistência de implantação para a supervisão foi a integração da melhoria contínua dos processos nas atividades de rotina dos profissionais desta área.

A dimensão 3 foi avaliada pelos supervisores de manutenção da fábrica de Recife com uma pontuação de 95,37% o que demonstra que a equipe de supervisão desta área entende que as práticas de alinhamento pregadas pelo Modelo Shingo estão implementadas com excelência. A liderança da área observa que todos os elementos que apresentam particularidades da área de manutenção são ponderados adequadamente pelos funcionários da área no momento de buscar um vinculo coerente com a estratégia e que os sistemas utilizados e desenvolvidos pela área também garante o alinhamento da área com os demais componentes da fábrica de Recife e do negócio como um todo.

A dimensão 4 do Modelo Shingo obteve a melhor pontuação sob o ponto de vista da supervisão de manutenção quanto a aplicação da mesma na área Manutenção. A nota atribuída para esta dimensão foi de 95,56%, o que representa uma classificação de nível 5, ou seja, resultado considerado compatível com um padrão de excelência operacional. Sob a percepção do time de supervisão de manutenção todos os princípios de orientação e de suporte definidos pelo modelo foram implementado de forma equilibrada pela equipe da área.

4.3.3.3 Percepção da supervisão quanto a adequação ao Modelo Shingo na Qualidade por dimensão

A área Qualidade da fábrica de Recife foi avaliada com o objetivo de verificar o nível de implantação de cada uma das 4 dimensões do Modelo Shingo. Todas as informações utilizadas

para esta verificação são provenientes das respostas obtidas do questionário preenchido pelo supervisor da qualidade que gerencia a referida área.

O gráfico 4-26 apresenta os resultados obtidos por cada uma das 4 dimensões do Modelo Shingo dentro da área Qualidade sob o ponto de vista da supervisão.

Gráfico 4–26 – Nível de adequação da fábrica de Recife ao Modelo Shingo sob a percepção da supervisão por dimensão na área Qualidade

Fonte: Elaborado pelo autor

Uma avaliação geral do gráfico 4-26 permite observar que das 4 dimensões do Modelo Shingo, apenas 1 figurou no nível de excelência operacional. As demais dimensões pontuaram o suficiente para atingir o nível 4 de escala de classificação do modelo.

Uma observação pertinente no que diz respeito a avaliação feita a área Qualidade é a pequena divergência encontrada entre o resultado geral da avaliação desta área feita pelo próprio supervisor da área e pelo gerente da fábrica. A diferença foi de aproximadamente 6 pontos percentuais representando a menor entre as avaliações por área entre gerente e supervisão. Este

fato permite mencionar que há uma certa compatibilidade no entendimento do Modelo Shingo entre esse dois gestores.

A dimensão 1 do Modelo Shingo obteve uma pontuação de 83,33% de acordo com a percepção do supervisor de qualidade da fábrica de Recife. Esta foi a dimensão que recebeu a maior nota dentre as 4 e foi classificada como padrão de excelência operacional. O entendimento que a área Qualidade oferece um ambiente seguro, saudável e com responsabilidade ambiental foi fortemente percebido para a supervisão da área.

A dimensão 2 do Modelo Shingo obteve uma pontuação bem próxima do nível 5 da escala de mensuração do modelo. O valor conquistado foi de 79,71% representando uma adequação significativa da área com os princípios pregados pela dimensão 2 do modelo. A padronização do processo através do uso de procedimentos operacionais padrão para as atividades realizadas pela área agregadas à capacitação dos funcionários nestes documentos e ao cumprimento das rotinas foi um ponto considerado positivo na percepção do supervisor.

A dimensão 3 do Modelo Shingo obteve uma pontuação de 77,78% o que a classificou como nível 4 dentro da escala classificatória do modelo. O alinhamento estratégico entre os funcionários, rotinas, melhorias e práticas foi apontado pelo supervisor de qualidade em sua avaliação como sendo um elemento estruturado de forma diferenciada na área sob sua responsabilidade.

A dimensão 4 implantada na área Qualidade obteve uma pontuação de 76,67% segundo a percepção da supervisão de qualidade. Este resultado foi o mais baixo dentre as 4 dimensões de acordo com a avaliação feita, porém a mesma ainda foi qualificada como nível 4 na escala de mensuração do Modelo Shingo. A clara definição dos indicadores de desempenho da área e os resultados obtidos pelos mesmos foram os pontos mais fortes identificados pelo supervisor durante sua avaliação.

4.3.3.4 Percepção da supervisão quanto a adequação ao Modelo Shingo no Financeiro por dimensão

A área Financeiro, assim como a Qualidade, também foi avaliada pelo seu supervisor com o objetivo de avaliar a percepção do mesmo quanto ao nível de implantação dos princípios

estabelecidos pelo Modelo Shingo na área. As respostas das perguntas de primeiro tipo (perguntas fechadas) do questionário foi a fonte de informação utilizada para a avaliação da ótica da supervisão financeiro.

Por ser uma área de apoio com atividades de rotinas basicamente administrativas pouco vinculadas com o setor operacional fabril, a ótica do gestor deste setor permitirá avaliar a percepção de uma liderança de uma área de apoio quanto ao Modelo Shingo.

O gráfico 4-27 apresenta os resultados obtidos por cada uma das 4 dimensões do Modelo Shingo dentro da área Financeiro sob o ponto de vista da supervisão.

Gráfico 4–27 – Nível de adequação da fábrica de Recife ao Modelo Shingo sob a percepção da supervisão por dimensão na área Financeiro

Fonte: Elaborado pelo autor

Uma avaliação geral do gráfico permite salientar que na visão da supervisão da área Financeiro, todas as dimensões do Modelo Shingo atingiram o nível de excelência operacional segundo a escala de mensuração do modelo. Esta avaliação diverge significativamente da percepção da gerência e da avaliação feita pelo pesquisador.

A dimensão 1 do Modelo Shingo avaliada pelo supervisor financeiro na área sob gestão do mesmo demonstrou um resultado de 97,22% sendo uma das notas mais altas já atribuídas por um supervisor em uma avaliação de área. Esta nota permite mencionar que a supervisão desta área acredita fortemente que os funcionários atuantes estão num padrão de desenvolvimento elevado, cumprido quase a totalidade de todas as expectativas. Com base na análise dos dados pode–se mencionar que a avaliação indica que a área possui um forte gerenciamento do desenvolvimento das seus funcionários, que também garante um envolvimento de todos nos principais aspectos e atribuições da área e também oferece um padrão de segurança elevado para os funcionários.

A dimensão 2 do modelo aplicada ao Financeiro na percepção do supervisor obteve uma pontuação de 95,65% sendo também classificada como uma dimensão de excelência operacional dentro do referido setor. A fidedignidade e a confiança nos dados manipulados e gerados representou um fator classificado como positivo dentro desta área. A padronização das atividades que garante uma estabilidade nos processos da área também recebeu destaque na avaliação do gestor. O foco na melhoria contínua demonstrou–se como um elemento robusto na rotina dos funcionários do financeiro segundo o supervisor.

A dimensão 3 obteve um resultado de 91,67% na avaliação feita pelo supervisor da área o que a classifica como nível 5 da escala de mensuração do Modelo Shingo. Apesar das atividades de alinhamento ser a principal atribuição do Financeiro, esta pontuação foi a mais baixa atribuída pelo gestor da área dentre as 4 dimensões. O foco no longo prazo através da consistência das atividades de planejamento juntamente com o alinhamento das rotina da com a estratégia do negócio foram enxergadas pelo supervisor financeiro como os elementos em destaque da área sob sua gestão.

A dimensão 4 do Modelo Shingo pontuou na avaliação do gestor da área com 96,67%, sendo também classificada como uma dimensão de nível 5 na escala de mensuração do modelo. Pôde–se observar que na ótica do supervisor financeiro tanto a identificação das relações de causa e efeito dos fenômenos associados à área Financeiro quanto o alinhamento entre os comportamentos assumidos pelos profissionais desta área e a performance dos mesmos foram fortemente salientados.

4.3.3.5 Percepção da supervisão quanto a adequação ao Modelo Shingo no RH/EHS por dimensão

A área RH/EHS assim como as demais áreas de apoio baseadas em atividades de escritório possui apenas um supervisor e a avaliação da ótica da supervisão desta área se baseou no ponto de vista do mesmo quanto a aplicação dos princípios do Modelo Shingo.

O gráfico 4-28 apresenta os resultados obtidos por cada uma das 4 dimensões do Modelo Shingo dentro da área RH/EHS sob o ponto de vista da supervisão.

Gráfico 4–28 – Nível de adequação da fábrica de Recife ao Modelo Shingo sob a percepção da supervisão por dimensão na área RH/EHS

Fonte: Elaborado pelo autor

A análise do gráfico 4-28 permite observar que segundo a percepção do supervisor da área RH/EHS, todas as 4 dimensões do Modelo Shingo apresentam um desempenho classificados como padrão de excelência operacional segundo a escala de mensuração do referido modelo.

A dimensão 1 segundo a avaliação do supervisor do RH/EHS pontuou 91,67% o que classificou esta dimensão no nível 5 da escala classificatória. Este resultado representa o mais alto atribuído por este avaliador e está de certa forma alinhado com os papéis e responsabilidades da área. Os pontos que foram destacados durante a avaliação foi o desenvolvimento de um ambiente seguro, saudável e adequado para o desenvolvimento de todas as atividades da área e o desenvolvimento de um relacionamento de longo prazo com o com os funcionários. O fomento dessas atribuições em toda a fábrica é de responsabilidade desta área.

A dimensão 2 do Modelo Shingo aplicado à área RH/EHS apresentou uma pontuação de 82,61% segundo o ponto de vista do supervisor que gerencia a mesma. Essa pontuação também atribui a esta área o nível 5 dentro da escala de mensuração do modelo. Esta nota estabelece uma visão de excelência operacional na gestão dos processos desenvolvidos dentro da área e reforça que a supervisão observa o uso robusto das ferramentas de melhoria contínua na área. A análise dos dados indica que os elementos que, segundo a supervisão, se destacam em termos de implementação são a estabilidade com que os processos da área são conduzidos, a confiabilidade dados gerados e utilizados pelo RH/EHS e nível de segurança desenvolvido na área.

A dimensão 3 do Modelo Shingo implantado no RH/EHS obteve uma pontuação de 83,33% segundo a ótica do supervisor da área. Assim como as dimensões 1 e 2, está nota classifica a dimensão 3 no nível 5 da escala de classificação. Com base nos dados oriundos dos questionários respondidos pelo supervisor, o princípio que prega a observação das particularidades da área baseada no contexto no qual ela se insere recebeu uma posição de destaque dentre todos os conceitos pregados por esta dimensão.

Segundo a percepção do supervisor de RH/EHS, dimensão 4 obteve uma pontuação de 86,67%, ou seja, uma classificação de nível 5 segundo o Modelo Shingo. Isso demonstra que a supervisão da área acredita que os princípios que regem a otimização da entrega de resultados estão implementados com excelência na área. A percepção de que o sistema de medição da área realmente está alinhado com as necessidades da empresa, ou seja, a implantação do elemento “Meça o que importa” do Modelo Shingo foi mencionado destaque da área na visão do nível

Benzer Belgeler