EK 13: 975 NUMARALI ġERʻĠYYE SĠCĠLĠ ORJĠNAL METĠN FOTOKOPĠ
1. TEREKELERĠN GENEL SERVET MĠKTARLARI
1.1. Terekelerin Servet Kaynakları
1.1.2. Terekelerde Hayvancılık
Pode ser definida como ausência congênita ou a retirada, parcial ou total, de um ou mais membros.
As principais causas da amputação são: anomalias congênitas ((amielias (ausência de um membro ou parte dele), desmielias (alteração da forma do membro) e focomielias (inserção de um membro ou parte dele em locais não convencionais - como excesso de partes)), causas traumáticas, tumores, violência e doença (processos infecciosos, danos vasculares ou linfáticos) (CAVICCHIA, 2005; GORGATTI; TEIXEIRA, 2008).
O membro resultante da amputação é chamado de coto, e este pode ter diferentes tamanhos e com funções mantidas de acordo com o nível da amputação. Dependendo do tamanho do coto no membro inferior, este terá uma melhor ou pior aceitação e adaptação de uma prótese, preservação de determinados movimentos e manutenção de equilíbrio (CAVICCHIA, 2005). A amputação é classificada de acordo com o nível em que ela ocorre.
O esporte e a atividade física colaboram bastante na reabilitação dos indivíduos com amputação por gerar benefícios físicos relacionados a melhores condições de controle da prótese, por diminuir a atrofia muscular e aprimorar a propriocepção da região do coto (GORGATTI; TEIXEIRA, 2008). Percebe-se também o aumento da capacidade de domínio da locomoção por melhorar o alinhamento do corpo no deslocamento, assim como inibição das contraturas musculares e desenvolvimento da aptidão física geral (AUSTEX et al., 2010).
Os amputados podem realizar qualquer atividade com o uso de próteses desde que esta esteja bem adaptada. Nas atividades vigorosas as próteses devem ser adequadas para esta prática suportando sobrecargas e impactos (MATTOS, 1994).
Nas diferentes atividades esportivas existentes, as próteses podem ou não ser utilizadas. A opção do seu uso ou não está diretamente relacionada à adequação à modalidade. Em alguns casos, como na maioria das modalidades coletivas, podem causar desequilíbrio ou serem perigosos, sendo assim inadequados e proibidos. No TCR seu uso também não é adequado por impedir e limitar movimentações, além de aumentar o peso corporal do atleta alterando a velocidade de deslocamento.
A principal repercussão da amputação para a prática da atividade física é a limitação no sistema de alavancas pelos quais os membros são responsáveis pela sua estrutura segundo padrões biomecânicos (GARCIA et al., 2002).
Diferentes atividades são recomendadas para este grupo de pessoas que podem se beneficiar da prática de qualquer modalidade, e que em muitos casos, os resultados esportivos são bem próximos aos indivíduos sem deficiência (GORGATTI; TEIXEIRA, 2008).
Segundo Gorgatti e Teixeira (2008), a escolha da atividade deve enfatizar as que não traumatizem o membro residual (coto), o fortaleçam (para evitar maiores atrofias e perdas de função) e que permitam movimentação com elevado grau de autonomia.
As alterações relacionadas ao coto e à ausência do membro são outros critérios que devem ser cuidadosamente avaliados pelos profissionais envolvidos com a prática da atividade física, atentando-se à presença de edema (inchaço), deformidades (devido ao encurtamento muscular) e membro fantasma (sensação da presença do membro amputado). O coto deve ser constantemente avaliado antes e após a prática esportiva para manutenção da saúde, promovendo segurança na prática e qualidade na performance.
Os amputados praticantes de atividade física devem ser também orientados quanto à postura do corpo quando realizam atividades com próteses para manutenção do equilíbrio sem que sobrecarregue as demais estruturas.
De acordo com Mattos (1994, p.92):
Sugere-se o desenvolvimento de atividades que promovam o equilíbrio, a postura e a agilidade. As atividades desenvolvidas sem utilização da prótese também são recomendadas, uma vez que podem promover e desenvolver um maior conhecimento corporal e até descobrir novas amplitudes e limitações dos movimentos.
Amputados de membros inferiores costumam ter vantagens no tênis em cadeira de rodas porque normalmente têm todos os músculos abdominais para o equilíbrio, força e desempenho no jogo (USTA WHEELCHAIR TENNIS GRASSROOTS, 2009).
O Quadro 2 registra as principais características da amputação e suas recomendações frente à prática de atividade física.
Quadro 2: Características advindas da amputação e suas implicações para o planejamento das estratégias de ensino do TCR
Características Descrição segundo a literatura Cuidados/Recomendações Cuidados com
o Coto
A escolha da atividade deve enfatizar as que não traumatizem o membro remanescente (coto) (GORGATTI; TEIXEIRA, 2008).
O coto deve ser examinado antes e após a prática esportiva de forma a identificar possíveis ferimentos decorrentes da
adaptação à prótese para manutenção da saúde, promovendo segurança na prática e qualidade na performance. Compensação do Equilíbrio
Os amputados devem ser orientados quanto à manutenção da postura corporal durante a realização das atividades físicas a fim de evitar desvios posturais e não sobrecarregar as demais estruturas.
Sugere-se o desenvolvimento de
atividades que promovam o equilíbrio, a postura e a agilidade, gerando conhecimento e equilíbrio corporal (MATTOS, 1994). Atrofia muscular
O coto pode apresentar atrofia muscular em decorrência da ausência de estimulação e falta de sobrecarga motora.
A atividade física e esportiva deve fortalecer o coto a fim de evitar maiores atrofias e perdas de função (GORGATTI; TEIXEIRA, 2008)
Trabalho de força com faixas elásticas costumam ter resultado bastante positivo.
Encurtamento muscular
A falta de estimulação da região remanescente do membro acometido pela amputação gera encurtamento muscular
As atividades de alongamento e estimulação neuromotora são indicadas como etapas do treinamento para a estimulação do coto e manutenção da estrutura muscular.
Adequação da prótese
Os amputados podem realizar qualquer atividade com o uso de próteses desde que esta esteja bem adaptada (MATTOS, 1994), já algumas atividades são realizadas sem o uso delas.
Apenas liberar para a prática das atividades físicas quando já houver adaptação completa à prótese e esta não esteja gerando ferimentos no coto do praticante.
Fonte: elaborado pela pesquisadora.
As características presentes na maioria das pessoas com amputação apresentadas no Quadro 2 exigem que ocorram adaptações pertinentes frente ao processo de ensino de diferentes modalidades esportivas a fim de permitir uma prática que traga os benefícios intrínsecos da ativade física além de aquisições específicas às particularidades das pessoas com amputação.
A amputação pode ainda apresentar algumas outras características que podem apresentar distintas consequências que influenciam na prática do TCR, para tal uma avaliação dos participantes juntamente com membros de uma equipe de saúde são bastante importante para que a atividade possa atingir todos seus objetivos.