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4. MİKROŞERİT ANTEN TASARIMI VE SİMÜLASYONU

4.1. Tek Yama Anten Tasarımı ve Analizi

4.1.2. Tek yama anten simülasyon ve analizi

1. Concepção de Formação Continuada: Educador de Apoio da escola A

Penso que a formação continuada é uma oportunidade de construirmos, coletivamente, uma identidade da prática docente

dentro de um projeto da escola. Onde possamos discutir e

refletirmos sobre elementos importantes da prática pedagógica. E na troca, entre os colegas, ampliarmos e socializarmos conhecimentos e experiências.

Educador de Apoio da Escola B

A formação continuada é de fundamental importância para o desenvolvimento da prática pedagógica do professor e dos profissionais da área de educação. A formação possibilita ao profissional uma maior reflexão sobre o desenvolvimento das

suas atividades docentes.

Interessante a percepção desses sujeitos quanto a importância da formação continuada, vinculada a prática no lócus da escola. Trazem como elementos constitutivos as categorias: construção coletiva, identidade do profissional docente, projeto de escola,

reflexão. Sobre o processo de reflexão e de relação com o outro a partir de uma postura

Nas palavras de Freire, podemos discutir sobre os modelos que estão postos na agenda das políticas nacionais da educação brasileira, tentando modelar um perfil de gestor escolar, professor e de estudante a partir de referenciais padronizados sobre expectativas de aprendizagem em alguns componentes curriculares. Como Freire afirma: são “equívocos”, uma vez que não fazem uma reflexão dentro da situação concreta (local e cultural de cada comunidade escolar), ou seja, da ação própria da existência humana que se constitui na relação com os outros e consigo mesmo, mediados pelo contexto histórico vivenciado pelos sujeitos. Mesmo com a cultura do emprego de modelos prontos e padronizados, os sujeitos inventam e resistem diante das tentativas de modelagem. Vislumbram a partir dos Projetos Político-Pedagógicos, alternativas para enfrentarem os desafios propostos.

A Educadora de Apoio da Escola B, apresentou a proposta de Aula-Atividade distribuída por dias da semana que os professores não podem ter aulas, mas apenas momentos determinados para a formação e/ou encontros realizados na regional GRE MATA NORTE ou escolas pólos.

Quadro 12-Distribuição das aulas atividades por componente curricular AULA ATIVIDADE 2015

SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA

BIOLOGIA QUIMICA GEOGRAFIA PORTUGUÊS DISCIPLINAS

PEDAGÓGICAS

FÍSICA HISTÓRIA INGLÊS

MATEMÁTICA ARTES

EDUCAÇÃO FÍSICA

Fonte: Elaborado pela Educadora de Apoio da Escola B.

Foi levantado pelas duas Educadoras de Apoio que as formações ocorridas em 2014 foram ofertadas para os professores das áreas de Matemática e Língua Portuguesa. Essas

A educação autêntica, repitamos, não se faz de “A” para “B”, mas de “A” com “B”, mediatizados pelo mundo. Mundo que impressiona e desafia a uns e a outros, originando visões ou pontos de vista sobre ele. Visões impregnadas de anseios, de dúvidas, de esperanças ou desesperanças que implicitam temas significativos, à base dos quais se constituirá o conteúdo programático da educação. Um dos equívocos de uma concepção ingênua do humanismo, está em que, na ânsia de corporificar um modelo ideal de “bom homem”, se esquece da situação concreta, existencial, presente, dos homens mesmos.

formações ocorreram ora na regional Mata Norte, ora em escolas pólo devido às distâncias geográficas entre os municípios e a regional. As temáticas das formações são voltadas para a prática pedagógica do ensino de Matemática e Língua Portuguesa e os conteúdos que devem ser priorizados nessas disciplinas.

Educadora de Apoio da Escola B:

Percebe-se na fala das Educadoras de Apoio, uma preocupação com o papel que esses sujeitos assumem como formadores em serviço, para atuarem dentro da aula-atividade dos professores e a dificuldades que eles sentem para reunir grupos de estudos e reflexão sobre as propostas de formação cobradas pela rede estadual.

Reflexão dos Educadores de Apoio - Educador de Apoio da Escola B:

Percebe-se uma cobrança nesses sujeitos, por parte das gestões e GRE, diante das novas atribuições e demandas de preenchimentos de formulários e levantamentos de dados com vistas a complementar os processos de monitoramento da nova gestão educacional. Sobre a freqüência e sistematização das formações continuadas de professores, os educadores apontam que:

Educador de Apoio da Escola A:

As temáticas são organizadas pelos formadores da regional. Com base nos parâmetros curriculares estaduais e da matriz curricular do Estado. Os formadores apresentam a formação pronta para os professores. A construção só passa a ser coletiva quando existe a continuidade das formações. O que nem sempre ocorre devido a problemas como: falta de auxilio deslocamento para os professores, falta de carro disponível na regional para o deslocamento dos formadores, falta de material didático e pedagógico adequados, falta de organização da equipe pedagógica da UDE (Unidade de Ensino) “dentro da regional”, falta de técnicos da UDE que possuam a habilitação adequada para atuar na formação dos professores.

A regional tem investido nas formações dos Educadores de Apoio para que estes possam ser multiplicadores e formadores dentro das suas unidades escolares. No entanto, os espaços de formação não estão sendo efetivados devido a dificuldades de diversas ordens. A dinâmica escolar e as diversas demandas solicitadas ao Educador de apoio o impedem de organizar e coordenar atividades formativas para os professores. A garantia de espaços de estudo e discussão sobre a prática pedagógica acabam sendo suplantados por questões de disciplina dos alunos, preenchimento dos diários, atualização das informações e dados do Siepe, demandas e documentos solicitados pela própria regional, dentre outros.

Educador de Apoio da Escola B:

Na visão das Educadoras de Apoio:

As formações costumam acontecer com temáticas previamente selecionadas pelos técnicos da Unidade de Desenvolvimento de ensino (UDE) e estão voltadas para os conteúdos específicos das duas áreas prioritárias. São utilizados os Parâmetros para a Educação Básica do Estado de Pernambuco, Parâmetros curriculares de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental e Médio do Estado de Pernambuco e os Parâmetros de Matemática.

Para compreensão acerca da formação continuada ofertada pela rede estadual de PE, a educadora de Apoio da Escola B, tece os seguintes comentários:

A formação é mais sistemática para os professores que ministram as disciplinas de Matemática e de Língua Portuguesa. Geralmente, usamos os indicadores do Saepe para serem trabalhados com os professores, atentando para os níveis que concentram estudantes e, possivelmente, podermos alterar esses níveis. Também são realizadas formações com propostas de estudos dirigidos, onde a partir de textos norteadores, os professores de cada área discutem formas de resoluções para questões que caem nas avaliações externas.

Todos os anos a regional tenta manter um período para as formações. Contudo, as adversidades de diversas naturezas impedem a manutenção das datas. As formações para os professores de Português e Matemática ocorrem entre 1, 2 ou no máximo 3 vezes ao ano (quando ocorre). As formações para os professores das outras áreas e disciplinas não ocorrem com a mesma regularidade e não são priorizados.

Percebe-se na fala dessa Educadora de Apoio, uma consciência crítica em torno das formações continuadas que estão sendo empregadas na rede estadual de Pernambuco, demonstrando indignação e resistência ao modelo atual proposto.

Para fazermos uma relação com essa fala, trazemos o conceito de resistência apresentado por André (2011, p. 74):

Benzer Belgeler