• Sonuç bulunamadı

2. BÖLÜM

3.2. Kıbrıs’ta Anayasal Çöküş ve Türkiye ile Yunanistan’ın Tutumu

3.2.3. Türkiye ile Yunanistan Arasındaki Diğer Sorunlar

Este trabalho apresentou algumas limitações que precisam ser apreciadas. De inicio, a idéia do projeto foi de realizar um estudo transversal e outro longitudinal, mas devido a dificuldades logísticas para realizar os testes cardiorrespiratórios, não foi possível fazer o estudo longitudinal, o acompanhamento desses estudantes durante 02 semestres. Caso fosse possível fazer a comparação dos estudantes com eles mesmos em outro momento, traria mais robustez aos resultados.

A amostra de voluntários que usou o actímetro e realizou o teste de esforço foi muito pequena. Seria importante que um número maior de voluntários tivesse participado da coleta dos dados objetivos. Porém, nosso laboratório contava com um número reduzido de aparelhos, além disso, caso houvesse mais voluntários seria necessário, mais dias ou semanas para realizar todos os testes cardiorrespiratórios.

A falta de análise do teste de função respiratória, devido a problemas na calibração do equipamento, também foi um fator limitante. Com essa análise

poderíamos obter mais resultados das variáveis da função respiratória e avaliar se essa função apresentaria relação com desempenho do teste cardiorrespiratório.

Para estudos futuros, sugerimos que seja feito avaliação do sono através da polissonografia, o que vai permitir resultados mais claros com relação à qualidade, eficiência e arquitetura do sono e a condição de padrão do CSV irregular dos estudantes e o desempenho cardiorrespiratório.

Outra sugestão é de realizar os testes cardiorrespiratórios em no mínimo dois horários em dias diferentes (manhã e tarde), para verificar o melhor desempenho e poder relacionar esses resultados com as demais variáveis características do padrão de CVS e os horários de aula. Que estes testes sejam mais específicos e controlados, como por exemplo realizar uma ergoespirometria, para garantir o máximo de fidedignidade das performances. Após o teste de esforço avaliar FC de recuperação após um minuto e a PA durante e pós-esforço. Utilizar também o Eletrocardiograma (ECG) para mensurar a atividade do sistema nervoso autônomo, uma ferramenta clínica para avaliar e identificar comprometimentos na saúde.

Sugerimos o aumento da variabilidade de estudantes, que poderiam ser de alunos de outros cursos da área da saúde, o que permitirá resultar em um estudo comparativo mais completo.

6. CONCLUSÕES

Neste estudo avaliamos o efeito de diferentes esquemas de aula sob o padrão do ciclo sono e vigília e a função cardiorrespiratória de estudantes de medicina. A partir dos resultados obtidos conclui-se que:

· Os estudantes apresentam um padrão irregular do CSV e essa irregularidade e fortemente influenciada pelos horários de aula, além da contribuição da demanda acadêmica, atividades sociais e fatores endógenos como o cronotipo e o atraso de fase natural na adolescência. Quanto mais cedo inicia a aula mais irregular é o padrão do CSV.

· Quanto mais cedo o horário de aulas pior a qualidade do sono e maior a frequência de estudantes com sonolência diurna excessiva.

· Os horários de aula e o padrão de CVS irregular não mostraram efeito sob o desempenho cardiorrespiratório dos estudantes de medicina, o desempenho no teste parece ser afetado por outros fatores, que podem ser relacionados ao padrão do CSV ou não.

REFERÊNCIAS

Acebo, C.; Carskadon, M. 2002. Influence of irregular sleep patterns on waking behavior. In: CARSKADON, M. (Ed.) Adolescent sleep patterns. Cambridge University Press, pp. 220-235.

American College of Sports Medicine. 2007. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Aschoff, J. 1965. Circadian rhythms in man. Science,148,1427-1432.

Almondes, K.T., Araujo, J.F. 2003. Padrão do ciclo sono-vigília e sua relação com a ansiedade em estudantes universitários. Estudos de Psicologia, 8, 37- 43.

Andrade, M. 1997. Padrões temporais das expressões da sonolência em adolescentes. Tese de doutorado. São Paulo: USP.

Andrade, M. M. M., Lúcia-Campos, A., Coelho, A., Vinha, D., Menna- Barreto, L. 2001. Temporal patterns of students performance. Trabalho apresentado no VI Latin American Symposium of Chronobiology, Natal, Rio Grande do Norte.

Andrade, M. M. M., Benedito-Silva, A. e Menna-Barreto, L. 1992. Correlations between morningness-everingness character, sleep habits and temperature rhythm. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 25, 835-839.

Andrade, M., Menna-Barreto, L. 2002. Sleep patterns of high school students living in São Paulo, Brazil. In: CARSKADON, M. (Ed.) Adolescent sleep patterns. Cambridge University Press, pp. 118-131.

Araújo, T., Matsudo, S., Matsudo, V., Andrade, D., Andrade, E., Oliveira, L. C. 2008. Reprodutibilidade do Questionário Internacional de Atividade Física

em Adolescentes e Adultos Brasileiros (IPAQ, versão 8). Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 8 (edição especial), 136.

Barone, M. T. U. 2005. Dormir pode evitar doenças. Encontrado em: 16 de abril de 2009. Disponível em: http://www.crono.icb.usp.br/.

Belensky, G., Penetar, D. M., Thorne, D., Popp, K., John, L., Thomas, M., Sing, H., Balkin, T., Wesensten, N., Redmond, D. 1994.The effects of sleep deprivation on performance during continuous combat operations. In: National Academy Press. Food Components to enhance performance, 1, 127-135.

Bond V., Balkissoon B., Franks B. D., Brownlow R., Caprarola M., Bartley D. et al. 1986. Effects of sleep deprivation on performance during submaximal and maximal exercise. Journal of Sports Medecine and Physical Fitness, 26, 169-174.

Borbély, A. A. 1982. A two process model of sleep regulation. Human Neurobiology,1, 195-204.

Borbély, A. A., Achermann, P. 1999. Sleep homeostasis and models of sleep regulation. Journal of Biological Rhythms, December, 14(6), 557-68.

Borg, G. A. V., Noble, B. J. 1974. Perceived exertion. In: Wilmore JH, ed. Exercise and sport sciences reviews. New York: Academic Press, 2, 131-53.

Brisswalter J., Bieuzen F., Giancomoni M., Tricot V., Falgairette G. 2007.

Morning-to-evening differences in oxygen uptake kinetics in short-duration cycling exercise. Chronobiology International, 24,495–506.

Brooks, A.; Lack, L. 2006 - A Brief Afternoon Nap Following Nocturnal Sleep Restriction: Which Nap Duration is Most Recuperative? SLEEP, 29 (6), 831- 840.

Brown, F. C., Buboltz, W. C., Soper, B. 2006. Development and Evaluation of the Sleep Treatment and Education Program for Students(STEPS). Journal of

American College Health, 54 (4), 231-237.

Campos, M. L. P., Martino, M. M. F. 2004. Aspectos cronobiológicos do ciclo vigília-sono e níveis de ansiedade dos enfermeiros nos diferentes turnos de trabalho. Revista da Escola de Enfermagem USP, 38, 415-421.

Cardosi, H. C., Bueno, F. C. de C., Mata, J. C., Alves, A. P. R., Jochims, I.,

Vaz Filho, I. H. R., Hanna, M. 2009. Avaliação da qualidade do sono em

estudantes de Medicina. Revista Brasileira de Educação Médica, 33 (3), 349 – 355.

Carskadon, M. A. 1979. Determinants of daytime sleepiness: adolescent development, extended and restricted nocturnal sleep. PhD Dissertation, Stanford University.

Carskadon, M.A. 1992. Social factors associated with the amount of school week sleep lag for seniors in an early starting suburban high school. Sleep Research, 21, 114.

Carskadon, M. 2002. Factors influencing sleep patterns of adolescents. In: Carskadon, M. (Ed.) Adolescent sleep patterns. Cambridge University Press, 4- 26.

Chen, M., Wang, E. K., Jang, Y. 2006. Adequate sleep among adolescents is positively associated with health status and health-related behaviors. BMC Public Health, 6, 59.

Chervin R. D. 2000. Sleepiness, fatigue, tiredness, and lack of energy in obstructive sleep apnea. Chest ,118, 372-379.

Conti, M. A., Frutuoso, M. F. P., Gambardella, A. M. D. 2005. Excesso de peso e insatisfação corporal em adolescentes. Revista de Nutrição, 18, (4), 491-497.

Czeisler, C. A., Khalsa, S. B. S. 2000. The humam circadian timing system and sleep-wake regulation. In: kryger MH, Roth T, Dement WC, eds, Principles and Practice of Sleep Medicine. 3r ed. Philadelphia: WB Saunders Company, 353-375.

Dahl, R. E., Carskadon, M. A. 1995. Sleep and its disorders in adolescence. In: Ferber R, Kryger MH (eds.). Principles and practice of sleep medicine in the child. Saunders Company: USA.

Dijk, D. J. & Czeisler, C. A. 1995. Contribution of the circadian pacemaker and the sleep homeostatic to sleep propensity, sleep structure, electroencephalographic slow waves and sleep spindle activity in humans. Journal of Neuroscience, 15, 3526–3538.

Drust B., Waterhouse J., Atkinson G., Edwards B., Reilly T. 2005. Circadian

rhythms in sports performance - an update. Chronobiology International, 22, 21–44.

Ellenbogen, J. M. 2005. Cognitive benefits of sleep and their loss due to sleep deprivation. Neurology, 64, 25-27.

Espie, C. A., Inglis, S. J., Tessier, S., Harvey, L. 2001. The clinical effectiveness of cognitive behavior therapy for chronic insomnia: implementation and evaluation of a sleep clinic in general medical practice. Behavior research and therapy, 39, 45-60.

Epstein, R., Chilag, N., Lavie, P. 1998. Starting times of school: effects on daytime functioning fifth-grade children in Israel. Sleep, 21(3), 250- 256.

Ferreira, L. L. 1987. Trabalho em turnos: temas para discussão. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 15 (58),27-32.

Gaspar, S., Moreno, C., Menna-Barreto, L. 1998. Os plantões médicos, o sono e a ritmicidade biológica. Revista da Associação Médica Brasileira, 44, 239-245.

Giannotti, F., Cortesi, F., Sebastiani, T., Vagnoni, C. 2005. Sleep habits in Italian children and adolescents. Sleep and Biological Rhythms, 3, 15-21.

Giannotti, F., Cortesi, F. 2002. Sleep patterns and daytime function in adolescence: an epidemiological survey of an Italian high scool student sample. In: CARSKADON, M. (Ed.) Adolescent sleep patterns. Cambridge University Press,1, 132-147.

Golombek, D. A., Aguilar–Roblero, R. N. 2003. Mecanismos de Temporização nos Vertebrados. In: MARQUES, N; MENNA-BARRETO, L. (orgs). Cronobiologia: Princípios e Aplicações, pp.163-190 São Paulo: EDUSP.

Guette M., Gondin J., Martin A. 2005. Time-of-day effect on the torque and

neuromuscular properties of dominant and non-dominant quadriceps femoris. Chronobiology International, 22, 541–558.

Guyton, A. C., Hall, J. E. 2000. Tratado de Fisiologia Médica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Halberg, J. F., Carandente, F., Cornelissen, G., Katinas, G. S. 1977. Glossary of chronobiology. Chronobiology 4, Suppl. 1.

Hill D. W., Smith J. C. 1991. Circadian rhythm in anaerobic power and

capacity. Canada Journal Sport Science, 16, 30–32.

Horne, J. A., Ostberg, O. A. 1976. Self-assessment questionnaire to determine morningness-eveningness in human circadian rhythms. International Journal of Chronobiology, 4, 97-110.

Horne, J. A., Anderson N. R., Wilkinson R. T. 1983. Effects of sleep on signal detection measures of vigilance: implications for sleep function. Sleep, 6, 347 - 358.

Lima, P. F., Medeiros, A. L. D., Araujo, J. F. 2002. Sleep-wake pattern of medical students: early versus late class starting time. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 35 (11), 1373- 1377.

Lusardi P., Zoppi A., Preti P. et al. 1999. Effects of insufficient sleep on blood pressure in hypertensive patients. American Journal of Hypertension,12 (1), 63– 68.

Krueger, G. P. 1989. Sustained work, fatigue, sleep loss and performance: a review of the issues. Work Stress, 3, 129-141.

Marques, M. D., Golombek, D., Moreno, C. 1997. Adaptação temporal. Em: MARQUES, N. E MENNA-BARRETO, L.S. (Orgs.) Cronobiologia: princípios e aplicações, 3, 45-84. São Paulo: Edusp.

Markus, R. P., Mortani, J. M., Júnior, B., Ferreira, Z. S. 2003. Ritmos Biológicos: entendendo as horas, os dias e as estações do ano. Revista Einstein, 1, 143-148.

Martins, P. J. F., Mello M. T., Tufik S. 2002. Exercício e Sono. Revista Brasileira de Medicina e Esporte, 7, 28-36.

Martynhak, B. J., Louzada, F. M., Pedrazzoli, M. ; Araujo, J. F. 2010. Does the chronotype classification need to be updated? Preliminary findings. Chronobiology International, 27, 1329-1334.

Menna-Barreto, L. 1997. O tempo na biologia. Em: Marques, N. e Menna- Barreto, L.S. (Orgs.): princípios e aplicações, 1, 17-21.São Paulo: Edusp.

Medeiros, A. L., Mendes, D. B. F., Lima, P. F., Araujo, J. F. 2001. The relationships between sleep/wake cycle and academic performance in medical students. Biological Rhythms Research, 32, 263-270.

Monk, T., H., Buysse, D. J., Rose, L. R., Hall, J. A., Kupfer, D. J. 2000.The sleep of healthy people – a diary study. Chronobiology International, 17 (1), 49- 60.

Montelpare W. J., Plyley M. J., Shephard R.J. 1992. Evaluating the influence of sleep deprivation upon circadian rhythms of exercise metabolism. Canada Journal of Sport Science, 17, 94-97.

Moore, R. Y. 1999. Circadian timing. In: Zigmond, M.J., Bloom, F.E., Landis, S.C.; Roberts, J.L.; Squire, L.R. (Eds.) Fundamental Neuroscience. 45. Academic Press, San Diego.

Moore, P. J., Adler, N. E., Williams, D. R., Jackson, J, S. 2002. Socioeconomic status and health: the role of sleep. Psychosomatic Medicine, 64, 337 - 334.

Moore, R. Y. 1992. The organization of the human circadian system. Progress in Brain Research. Elsevier Science Publishers, 93,101-117.

Moore-Ede, M. C., Sulzman, F. M., Fuller, C. A. 1982. Characteristics of circadian clocks. In: The clock that time us. Cap 2.Harvard University Press, Cambridge.

National Center for Health Statistics. 2005.QuickStats: Percentege of adults Who reported na average of < 6h of sleep per 24-hour period, by sex and age group – United States, 1985 and 2004. Morbidity Mortality Weekly Report, 2005.

Neder, J. A., Nery L. E. Fisiologia Clínica do exercício Teoria e prática. Artes Médicas LTDA 2003. 1ª edição São Paulo.

Nicolas A., Gauthier A., Bessot N., Moussay S., Davenne D. (2005). Time-

of-day effects on myoelectric and mechanical properties of muscle during maximal and prolonged isokinetic exercise. Chronobiology International, 22,997–1011.

Nunes, R. de A. M., Pontes, G. F. R., Dantas, P. M. S., Fernandes Filho, J.

2005. Tabela Referencial de Condicionamento Cardiorrespiratório. Fitness & Performance Journal, 4 (1), 27-33.

Papp, K. K., Miller, C. M., Strohl, K. P. 2006. Graduate medical training, learning, relationships, and sleep loss. Sleep medicine Reviews, 10, 339–345.

Pearson S. J., Onambele G. N. L. 2005. Acute changes in knee-extensors

torque, fiber pennation, and tendon characteristics. Chronobiology International, 22, 1013–1027.

Pereira, C. A. C; Taeko, S., Silvia, C. R. 2007. Novos valores de referência para espirometria forçada em brasileiros adultos de raça branca. Jornal Brasileiro Pneumologia, 33,(4), 397- 406.

Purves, D., Augustine, G. J., Fitzpatrick, D., Katz, L. C., LaMantia, A. S., McNamara, J. O., Williams, S. M. 2005. Neurociências. Tradução: Carla Dalmaz. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed.

Reinberg, A. E Smolensky, M. (Eds). 1983. Biological Rhythms and Medicine. Cellular, Metabolic, Physiopathologic, and Pharmacologic Aspects. 2, pp. 23- 46. New York: Spring Verlag.

Rodrigues, R. N. D.,Viegas, C. A. A.; Silva, A. A. A.; Tavares, P. 2002.

Daytime sleepiness and academic performance in medical students. Arquivos Neuropsiquiátricos, 60 (1), 6 – 11.

Rosenthal, L., Day, R., Gerhardstein, R., Meixner, R.; Roth, T., Guido, P., Fortier, J. 2001. Sleepiness/alertness among healthy evening and morning type individuals. Sleep Medicine, 2, 243-248.

Saarenpää-Heikkila, O. A., Rintahaka, P. J., Laupalla, P. J., Koivikko, M.

2000. Subjective daytime sleepiness and related predictors in finish schoolchildren. Sleep and hypnosis, 2,4.

Sedliak M., Finni T., Cheng S., Kraemer W. J., Ha¨kkinen K. 2007. Effect of time-of-day-specific strength training on serum hormone concentrations and isometric strength in men. Chronobiology International, 24, 1159–1177.

Souissi N., Sesbou¨e´ B., Gauthier A., Larue J., Davenne D. 2003. Effects of one night’s sleep deprivation on anaerobic performance the following day. European Journal of Applied Physiology, 89, 359–366.

Souissi N, Gauthier A, Sesbou¨e´ B, Larue J, Davenne D. 2004. Circadian

rhythms in two types of anaerobic cycle leg exercise: Force-velocity and 30-s Wingate tests. International Journal of Sports Medecine 25, 14–19.

Souissi N., Bessot N., Chamari K., Gauthier A., Sesbou¨e´ B., Davenne D.

2007a. Effect of time of day on aerobic contribution to the 30-s Wingate test performance. Chronobiology International, 24,739–748.

Souissi N., Souissi H., Sahli S., Tabka T., Dogui M., Ati J., Davenne D.

2007b. Effect of Ramadan on the diurnal variation in short- term high power output. Chronobiology International, 24, 991–1005.

Spiegel, K., Tasali, E., Penev P. e Van Cauter E. 2004. Sleep curtailiment in healthly young men is associated with decrease leptin levels, elevated ghrelin levels and increased hunger and appetite. Annals of Internal Medicine, 141, 846-850.

Sousa, I. C. de. 2003. Efeito de um programa de reeducação dos hábitos de sono sobre o ciclo vigília-sono de estudantes adolescentes. Dissertação apresentada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Taillard, J., Philip, P., Bioulac, B. 1999. Morningness/eveningness and needfor sleep. Journal of Sleep Research, 8, 291-295.

Thomas, M., Sing, H., Belenky, G., Thorne, D., Balkin, T., Penetar, D. et al.

1988. Positron emission tomography measurements of human regional cerebral glucose utilization following 48 hours of sleep deprivation. Socity for

Neuroscience, Abstracts 14, 48. [Presented at 18th Annual Meeting of the Society for Neuroscience; 1988 november 13-18; Toronto, Canada].

Van der Lely, A.J., Tschop, M., Heimem, M. Ghigo, E. 2004. Biological, physiological, pathophysiological, and pharmacological aspects of ghrelin. Endocrine Reviews, 25, 426-457.

Vieira, S., Hossne, W. S. 2002. Metodologia científica para a área de saúde. Cap. 6. Rio de Janeiro: Editora Campus.

Vondra K., Brodan V., Bass A., Kuhn E., Teisinger J., Andel M. et al. 1981. Effects of sleep deprivation on the activity of selected metabolic enzymes in skeletal muscle. European Journal of Applied Physiology, 6, 47 - 41.

Wever, R.A. 1979. Heteronomous rhythms. In: Schaefer, K.E (Ed.) The Circadian System of Man. Cap. 3: 128-191.

Waterhouse, J., Minors, D., Waterhouse, M. 1990. Your body clock. Oxford: University Press.

Webb, W. B., Agnew, J. J. 1970. Sleep state characteristcs of long and short sleepers. Science. 168: 146- 147. Apud MENNA-BARRETO, L. 1994. Cronobiologia do ciclo vigília-sono humano no primeiro ano de vida. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 43, suplemento 1.

Wolfson A. R., Carskadon, M. A., Acebo, C., Seifer, R., Fallone, G., Labyak, S. E., Martin, J. L. 2002. Evidence for the validity of a sleep habits survey for adolescents. Sleep, 26 (2), 213-216.

Zaia, V. M. 2003. Padrão de sono em pacientes submetidos à cirurgia cardiovascular. Dissertação de mestrado não – publicada, Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Benzer Belgeler