SATIŞLAR
1.11 Türkiye’deki Bağımsız Müzik Oluşumları:
problema da mão-de-obra. Presidido por Francisco Portela. em 18 de março de 11188 reuniu-se o Congresso Agrícola de Campos. que aprovou moção ao governo imperial em que se pedia o fim da escravidão. porque é preciso que cesse já a perturbação geral e profunda do país.�1 Seguiu-se. em Campos. a libertação maciça de escr.,\Vos. providência logo imitada em São João da Barra. São Fidélis. Macaé. Petrópolis. Can[agalo e Nova Friburgo.
Na medida em que a Abolição surgia como inevitável. enfraquecia-se o apoio dos proprietários rurais ã Monarquia e. portanto. ampliavam-se as perspectivas de e1lpansão do �publicanismo. Na agitada Campos. Portela. Nilo Peçanha e Pedro Tavares Júnior lançaram. em S de abril de 18118. um manifesto à população. conclamando-a a organizar um clube republicano municipal. destinallo a lançar as bases locais do futuro partido. obra que se completou dois meses depois com a constituição das seções paroquiais."
Decretada a Abolição. a situação tomou-se francamente favorável à pro paganda anti monárquica. A frustração dos fazendeiros. crescente durante todo o tempo em que se discutia a questão dos escravos. mudou de quali dade após o 13 de maio. assumindo feição de desinteresse pela sorte de um sistema político que não garantira sua maior riqueza. não os indenizara. e parecia não se empenhar em oferecer-lhes reais alternativas ã crise econô mica em que viviam. Mais que isso. essa frostraçào significou em muitos ca sos a adesão ao republicanismo.
4.
O PARTlOO REPUBLICANO DA PRovlNCIA
00RIO DE JA
NEIRO
o
movimento republicano numinense. que até 11188 vegetara na maior parte da província. viu abrir-se à sua frente. após a Abolição. um terrenomuito mais fértil. O trabalho de agitação e propaganda. no qual se destacava Silva Jardim. que incansavelmente viajava pelo interior proferindo conferên cias. intensificou a uploração dos aspeclOs políticos dos desentendimenlOs ent� os proprietários rurais e a Coroa. A nova situação polltica se e1lpres sou no avanço da organização partidária: entre junho e novembro de 1888.
criaram-se quase
30
clubes em território fluminense."" De acordo com os princípios federalistas. esses clubes locais tinham plena autOllQmia política.Os refluos da Abolição se fizeram sentir também nas eleiçôc:s provin ciais realizadas logo em seguida. Os republicanos fizeram cinco deputados. dos quais apenas um, Francisco Porte la. tinha tradições republicanas. Os demais só proclamaram seu afastamento dos partidos monárquicos após o 1 3 de maio. no grande movimento de adesismo dos monarquista!>: .. Fonnam-se clubes republicanos em todos os pontos da provincia. eleitorados inteiros fa-
zem a sua profissão de fé republicana; comendadores, barôcs e viscondes despem em público os arminhos da sua nobiliarquia, começam então os pro nunciamentos de individualidades de valor político ( ... )"'" A partir daí. tor nou-se possível a transformação do movimento em partido e a unificação das forças de oposição li Monarquia na província.
O
Partido Republicano da Província do Rio de Janeiro foi fundado du ranle o Congresso Republicano Provincial realizado na cidade do Rio de Ja neiro em l 3 de novembro de 1888. Seu manifesto de lançamento" procurava justificar a adesão dos fazendeiros e a linha política a ser adotada na luta contra a Monarquia. A rigor. a maior preocupação dos republicanos numi nenses, no ato de fundação de seu partido. foi a consolidação do apoio dos e1l:-proprietários de escravos dissidentes do sistema mo.nárquico. Iniciava-seaí a aliança dos republicanos " históricos" , pioneiros do movimento na fase
propasandística. com os republicanos "do l3 de maio" . como eram conhe cidos os chefes politicos que haviam deixado as fileiras mOn.'lrquistas após a
Abolição.
Mais de dois terços do manifesto foram dedicadOS li sustentação da tese segundoa qual os adesistas " do 13 de maio" sempre haviam sido republicanos. mas não teriam podido assumir publicamente posições anti monárquicas em virtude da sua condição de proprietários de escravos. Caberia ã Coroa toda a responsabilidade pelo enraizamento da escravidão na província, já que não tomara medidas eficazes que oferecessem allemativas de mão.de-obra aos proprietários rurais. Estabelecidos em tomo da escravidão laços de solida riedade compulsória entre os lavr.ldores e o regime. 11 " provincia numinense
só poderia pedir à República depois que a Monarquia. ao impulso de todas as províncias b"'Isilcir.ts. consentisse. embora violentada. em perder o único apoio f orle que lhe restava em nossa pátria - a chamada propriedade escra va. Assim. não por cOllsa da abolição da escravidão. mas depois dnsa abo liçutJ (grifos no original). constituiu-se em nossos dias. definitivamente, o
Par1ido Republicano da Província do Rio de Janeiro. composto em grande parte daqueles que. sabendo que a República é incompatível com a escravi diio de todo género. sentiam-se impossibilitados em se declararem republi·
canos antes da abo lição dessa escravidão que a Monarquia. e não eles. havia implantado ( ... ). Abolido esse privilégio, entendem dever serem abolidos to dos os outros; pois que não hã mais escravos, não querem os numinenses que. com esses escravos. hoje libertos. continuemos a ser apenas súditos
( ... ) ...
Dentro do espírito prevalecente no Partido Republicano nacional, defen sor da orientação ""evolucionista"' na luta contra a Monarquia. tomava-se imperioso ao partido provincial conquistar adeptos com tradição eleitoral e
controle de gropos de eleitores. Os republicanos da agitação e da propagan da. em sua maioria profissionais liberais. não desfrutavam das bem monta· das máquinas eleitorais manipuladas pelos monarquistas. detentores do p0-
der econômico e social. Assim, a ampliação da influência eleitoral do partido passava a depender da classe social mais conservadora da província. os pro prietários rurais. até a véspera pilares da Monarquia.
O Manifesto de novembro de 1888 é bastante sucinto na exposição das suas "idéias e disposições perante o atual momento político da pátria brasi leira ". Reivindica. como fonte de seus princlpios gerais, o Manifesto Repu· b licano de 1870 e o Manifesto Paulista de maio de 1873."" e as linhas de seu programa político decorrem da análise dos problemas estruturais e conjuntu rais vividos pela sociedade brasileira.
A mudança da forma de governo seria a alternativa à influência do "cen tro corruptor da Monarquia". ã "casta imperial privilegiada".
à
desordem administrativa. Por outro lado. procurava-se aprofundar o fosso entre os proprietários rurais prejudicados pela Abolição e a Coroa. no momento em que os administradores eram pressionados a conceder indenização e �ur- 50S para a superação dos fatores de crise da lavoura: mão-de-obra e crédi tos, especialmente. Os fazendeiros não deveriam esperar qualquer inidativa recompensadora da parte da Monarquia: "Somente da República esperamos melhorar materialmente. com o desenvolvimento da indústria, com o equilí brio das finanças. com a economia dos dinheiros públicos, com a eliminação do imposto, com o progresso da lavoura pelo melhoramento das condiçôcs morais e mentais do trabalhador. pelo do comércio. pelo da navegação, pelo arbitnunento nas questôcs internacionais: e melhorar moralmente, com a realização de todas as medidas do nosso vasto programa político, que tende a fortalecer o homem, a instruí-lo. a dignificar o cidadão e a engrandecer a nossa pátria perante a Amêrica e o mundo. "
É
interessante observar as especificidades contidas no Manifesto Repu blicano numinense:. A questão fundamental na proclamação de 1870 e no programa geral dos republicanos paulistas - o federalismo - não é sequer mencionada. Provavelmente. os autores do documento consideravam sufi ciente a citação dos manifestos de 1870 e 1873. mas de qualquer forma a di ferença de prioridades na análise política revela as desigualdades entre os in teresses provinciais. Os republicanos numinenses estavam empenhados em constituir uma força de expressão social. Para isso. atacaram os problemas fundamentais à classe que viabilizaria o partido: mão-de-obra e recuperação econômica. Jã os republicanos paulistas. representativos de uma expressiva parcela da área mais dinãmica da economia nacional. exigiam autonomiadeetro da fedenação para melhor admieistrar a riqueu. material produzida em seu território.
De acordo com a lei orgieica do panido também aprovada pelo Coe gresso Republicaeo Proviecial de 1888. o Panido Republicano da Proviecia do Rio de Jaeeiro compueha-se de "todos os indivlduos arrolados como re publicaeos eos diversos mueicípios . .. :n A direção partidária ficava estabele
cida em dois eíveis: proviecial e mueicipal. A direção proviecial. geral. seria tarefa de uma comissiío permaeeete. ietegrada por sete membros. quatro
dos quais. obrigados a residir ea proviecia. coestituíam a comissão coesulti va; os demais ietegravam a comissão executiva. composta de um presideete. um secretário e um tesoureiro. e deveriam estabelecer-se na cidade do Rio
de Jaeeiro. sede provisória do partido.
A iestâocia política mâxima do partido era o Coegresso Republicaeo Proviecial. rormado por um dclegado de cada mueicfpio. Coevocado aeualmeete. tieha como atribuiçôc:s a elaboração da lieha política geral e a
eleição. de dois em dois aeos. da comissão permaeeete. No coegresso de fuedação. elegeu-se a seguiete comissão permaeeete: Silva Jardim. Alberto Torres e Aetôeio Furquim Werneck de Almeida. respectivameete presidee te. secretário e tesoureiro da comissão uecutiva; e aieda Franci.\Co Portela.
Viramo Pessoa (represeetando o eorte flumieeese). Tcõfilo de Almeida e Saetos Werneck (pelo sul da proviecial. ietegraetes da comissão coesulti va.-
A fuedação do panido coetribuiu decisivameete para a upaesão do re publicaeismo flumieeese. o que despertou reaçôc:s violeetas do govemo proviocial. eJterddo na época pelos liberais e apoiado por setores do Panido CoeservadO(". porque se tratava da "preservação da ordem pública ... • A fissura eo bloco monarquista abrira aos republicanos boas perspectiva! de crescimeeto eleitoral.
Nas eleições gerais de agosto de 1889. o Partido Republicano apreseetou caedidatos em tod05 os distritos.· Mesmo eão fazeedo um só deputado. ob teve cerca de 20% dos votos válidos." o que represeetou um graede avaeço eleitoral. sietomâtico das alteraçõcs produ.tidas ea vida politica da provleeia após 188!I.
NOTAS
It Raul Fd ... II<le�. " 0 E�lado do Rio nu Ccnlcn;\ria do 8ra"I"·. O e",,,lo. 71711922. 2. C .. io PrMdo J�nior. I/j,,"irlQ �r,,,,,;m,�o do H,o,ll, p. 162.
l. Vdr SaIomon Tumo . •. " �.fci<:ullu'" nu E.nuo do Ria dd lIlM;ro··. p. 21. Vfr lanlMm
Slan"" SIn... c;,.Q","�" r dr<"uJi��", tN cqfi ... , ... ko d<J P",,,i,,.. •
•. Vdr Wilwn C....,. R"iu. J .. r,_r�"Ofiiu ... "rNIJ rm Sã" P"..Iu. p. 26. $. Ver Emilia Viau, da COMa. Ih u�::al" li nolfHIito. fi. 101-107.
6. Vdr Wil_ C.nt;>. op. dI .• p. 27·28.
7. Ibrbma Lima Sobrinho. dm 1'""�fQ dr AI"""" T"" rt I SINJ ,'/,10 r tHt"Qmr�"'I. p. 101·2111.
t .... um bom n:�um .. da cri.., d" CIof"i<:ultu'" flumi ... n ... c .uu �""rcu .. i .. ,. <OI:>re •• finança. c>lld"",. em li ... "" loê<:uIo X I X.
11 Ver Emitia Vian, da C_a. "". e� .. p. '39.
') Pu. o c .. """ d. c<>m!lO>iç'" _ial c d. idcoIoe;ia "'" partid<.>s monlÍrqui<:.".. ver l...e Mu· nkl de C.,,·aiho. Á "''''''''''f'I'' ÚI! ,,,",,rt.,,,, rlilr ".tlillr" ,,,,,,,,,,,,1. Vdr lamMm IlmiI' Maloo. Trmpu S"'I"",m,,,.
111. lose Mu,ilo de C "I'. di .• 1'. 172.
I I. Ver lIobc,1 COftrIoil. O • ..I"""" d,·". oh. ... ,,,,.,,,,,,.,, �o BrII.iJ. /1JO./1lM.
12. Ruben COIIrw.I. oI'. c� .. "n;ali .. de n .... uçio do movimdn.o llbullcioru ... na. provi ... o..laq ... m-..,. como 'ai_o de pu"" ...ttc Oi c""..,,,,adooo. numi ... "..,o. a cmaodpaç.io doo ."'''','''' "" Cc"";. e<m ... "",Ja cm rnatÇ" dc I!RU. c • OIdcslio """ f.�c""';ro, "",I'''u li IC"" .bolicilm''' •. p; em 18Ir7.
13. 'IcrO Fl"",inrnsr. 1 1 . IJJjJI8118.
" . Iddm. jIHN"UI88.
1$. klcm. Il/2/II189. I�. Idem. jJjJllI89.
17. Quinlint;> 80<:.,';"... n:>lu .. 1 de /108uai onu rw.Ii<:1do na cidadd do Ria de Janeiro. foi fundo· dur do ""niJo Rtpubl;�""" em 1870 � rcdal .... de JC'u "","lfc",o. 1k�IK""""''''' (orno um dO!
pri",�, li<k.co da fa ... prop;candillica. Proclamada a RtpUbli<:a. ,ria dc""mpcnhar
lcl funçõeo nos /IOoc ... fede",1 c n .... 'nm..,. (0lI>O "" oeri Id •• nic. Sil .. Jardim. n/Olu..:l ok
C� dd CirnJ. hoje Si!> ... Jardim. dcdicOLl-R �I""'nt • • "...,...anda rcpublic ... ci
dade do llio d. Janeiro. ddfcndendo P<l«m uma oric,,".;ão " rcvolucionâria" ... IU1. �""lra I
Monarquia. OfIO'la � d>I"'I�Iia. . ·uolucioniSl."' <lclincooda pelo ManifcslO dd 1870. Mom:u doi,
anos do::po1. de proclamada a Repliblica. em julho de 1891. ao cair na Cntlera du vulcão Vesol· vio. em Nâpolc •.
18. Emnia V;ouó d.a Co»la. Da Mo��rquiu il R�publiu .. mom�n"" Jni.óvos. p. li'. Ver Iam bém Simon Schwanzman. "Represo:nu.,io e conpl""io p<>I;Ika li<) 8".,il".
19. Vu Emília Vio,,; da Cosia, "1'. cil .. p. 312. Pano uma di.ctl ... o mai. detalhada da r."ruen_ laçio p<>Iítica li<) Império. ver L.úcia Maria Gomes Klein e Olavo 8rasil do:: Uma Jr" .. "'t01\'5 políticos li<) Império", p. {)2·68.
10. O M.nife'to Republicano f", publicad<l nOjomal1l R�púM�a. d� cidade do Rio de Janeiro. em li 12/1870. e eslá "'produzidl> em Reynaldo Carneiro "".soa (""'.1. 11 id;;a upul>/iNl"a II<J IVasil a'''''';s dos d,,,,um�m,,,. p. J9..62. Pan uma anãliso: do:: la) conleúdo. �r Q.,""SC C. A. I!oeh"" . Da />IM",,,"i" d R'p"bli�" .. �iSlJriu da Partid" R�p"b/jcan" da B'asi!. e.ped.lmenle cap.8.
21. Georac C . .... 8oeh",r. op. cil.. lraça o maio eotnpkto p.a/lOlõlma da up.anoio do ,""vi· mento "'publicano nO 8ra$[1 ent", 1870 e 1889 de que di.po""",. p..,.,. uma anál"'e das diferen· ças enl.., OS republicano< pauli.las e OS 'ienalários (\ri Manife,'o 'd<e 1870. :so:<Iiados em .... maioria ... ddade "" Rio de J� ... iro. ver Jo,,;; Muril<> de ("arvall>o. "1'. dI .. e.pecialmenle cap. 8. P"", uma ver"o conlemj>Or:inea. ver Fcli,belo F..,i..,. /Ii",,,i,, con>1i,uri,mu/ du R.publicu d". EI,ados Unido, do IVasil.
n. I'tlIõI O .01""" do ,""vimenlo republicano .m s.;u Paulo. ver Sandra L.úcia Lopu Uma. O
,�.,. paulisra • " R'''''/JIk" .. Célio Debe •. O I',,,,W,, H.p�l>/k"�,, d. S6" 1'",,10 nu ",opa'
ganda ( 1872./lJ!I;9/: Juso! �nio CasalechL O Partido R�pul>/kana P"uU .. ". e Maria Emilia Mar_ 'lu •• nn. O PRI' . (ufaund.ims d. ('<Ir;.
23. GoefiC C. A. 8oeh ... op. dI. p. 67.
24. l'tlra uma relal" d., lu", C"lre Silva Janl,m e Quinlino Bocaluva pela dire<;�o do Partido 11,, publicano nacional. ver (;ou,,,, C. .... 8oehrer. "1'. dI .. p. 19l-2 1 1 . e Eduardo Sil�a '0".1. M WH". poJítka$ J. Quinrino 8o<tJi"'·u.
25. HiI<liberto R. C Júnior. O "pul>/icanirmo jluno/Mnu: /&1·1f19/. p. ,3.
26. Ver CIodomiro Vaoconcek>$. lIis,.w" da f�",do J" Ri" d, l,m.im. p. 181.
27. Yer Bia,rtifia do Or. }m; Tomilr d" P,,,ciúm:ula. redigi<.lil por iniciativa da ··C"",', ... u
Central encar",,,,d.a de promov.r a. Ioumtn",cn� • S ... E .. e.lincia por ocasliio <lo lermin:oç;ôu do $eU período pre.idencial". p. 14.
28. Franci� Ponda. piauien", de nUdm.nIO. fui um doo primeiros republica""" dc innu�"· eia na provincia. Em Im fundou em ("amP''' " Jornal 11 R'p,il>lic". ma. em 1878. com . as·
c.n� do. liberai. aO p<><lcr. relurnou :Os r.lcint< monarqui,u.. e .leieu .... ..s.PU'.<lo provincial. Membro 110 (""" ... Iho Mu";cipal de CampO> em 1880. lenlOU SO:m hi'o renovar ° manda'o d.
depu tado em 18I!1 ma, roi ",eleilo em 1ft84 e UI86. SlI;IS rrlaçÔu com ... ",publica""" foram ao menos alo! 188I!. Y", (;oorl" (". A. Iluchrer. op. ci, .. p. M-70
29. Ver Hildiberto 11. C. de Alhuljuc.�ue Júnior. op. dI" p. 41
10. Ver EvariOlo do:: M ... II cumpanhu utwliâo�isro (/!J'l9-16IPf/. p. ,9' . • L. .. na � da
Gama L.ima. R.",/di" ��fI'" � uho/iâ",.ismo. p. 84-8' e 105.
)1. Hildiberto R. C. d. Albuquerque Junior. Op. di .. 1'.)1.
n. Idem ib" p. 91).91.
n. Idem ib .. p. 84.8.5. V.r lambêm Gtorll" C. A. Uueh,cr. op. di .. p. 70. l<l. Felisbelo t·reir •. OI'. cit .. o. 262.
H. O manire>!". bem como � li,lo ..s. ... u' 14 .i&n,,,:iriu •. ""omp"n�a de ... ocupaçÔC:." locai. de ",.idô""ia. pOdem ser ... conlr»do. em Imp"fUu Bu"um,msMu, 21111/1881!. V.r IlIII\tw;m Renato L.ui, do COUIO Neto e L.emos. 11 implan'�rd" du ordrm "pub/i .. "nu no E.·'ado d" Rio d. JOMi", � 1&9·/!J91. p. 84
)6. Amboo pOdem Nr consultado. rm Rtymoldo C"",,,iro ""$_. op. dI.
)7. O doeulMnlO roi publicado em form. de opúocuIo ""m indicoç6eo lipOpifOUI. Hi um
uemplar no InSlilu(O Hill6rico O GeOVUIW 8n"'loiro.
J.& Ver Qeorso C. A. 800:hm". op. C;I .. p. S4.
n. O fI"",iIo�,.,�. 21/1/11189.
<10. � C. A. 800:hm". op. m .• p. 71 fomecc • lista dos cano;t;dolOl rcpubliuftot em ,odof
OI di.Ir;I", numiMnoe. � inlercnanle ... que elll elciçlo ..." i_ ... di�", e,,1n: dois lide ... 'lias ""pCKu oe farilm oenlir no cvohoçlo ullcrior di poIilõcl RumiMnoe.
F"'Misco Ponol. e \I enllio jovem Nilo I'(:çlnha. ambol de Campot. pichavam . v.,. de CIn
dida!o do ranido Republicano pclo b.· dim"o eleitoral. A q�.11o utev. por oer ... lOIvida
median,. a inl<rvençlo de Quinl'no BocliúVl. q�. no condiçio de prnicknle do conKI/IIl Ur_
cu';vo <lo PartÕdo Republil:_ ... ÍOIIaI. pr"JIÔI • dul>liftcilo ele � em ravor'" nndidl·
lura de UbaldillO do Am.wlll Fonloura. Ao fi ... N ilo e Pond. oe enfremanm. cabe, • • vi, ... ria ao prirnriro I dos.pc;'o di lradiçlo poli"". do oqundo . ... I cade ira ... CimIn foi .:onqui ...
""'" por um candidato <lo Partido Ubc ... • 1 . Ver Geortc C. A. Ik>o<h", •. op. dI.. p. 71.