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3. ULUSAL YENİLİK SİSTEMİ ÇERÇEVESİNDE TÜRKİYE VE

3.2. Türkiye’de Ulusal Yenilik Sistemi ile İlgili Kurumlar

A PCA realizada com indivíduos do grupo populacional de todas as condições ambientais testadas representou 58,4% da variação total dos dados originais (ver Apêndice B). A componente principal um (PC1) explicou 41,7%, enquanto a componente principal dois (PC2) 16,7%. As variáveis que mais contribuíram para a distinção dos grupos na PC1 foram MSt, MSf e MSc (valores de eigen-vector > 0,91), enquanto que para a PC2 foram R/F área, ARE e ÁreaR (valores de eigen- vector > 0,60). A partir dessa PCA, não foi possível detectar alterações no comportamento dos indivíduos quanto a capacidade de discriminação. Mas foi observado a distinção de quatro grupos de acordo com as condições ambientais testadas. Os grupos formados foram: plantas sob condição controlada (quadrante esquerdo inferior), sob temperatura alta (quadrante esquerdo superior), sob deficiência nutricional (quadrante direito superior) e sob deficiência de água (quadrante direito inferior). Já plantas sob regime de baixa temperatura e irradiância ficaram sobrepostas aos outros tratamentos.

Os índices de variação normalizados indicaram que a capacidade de discriminação das plantas do grupo populacional foi alterada de acordo com as condições ambientais testadas (Figura 9). Os resultados mostram que o crescimento das plantas apresentou maior variação em situação onde as condições ambientais eram controladas (tratamento controle). Nessa condição ambiental, o IVNNA de

parâmetros como Af, nf, MSf, MSc, MSt e VolR tiveram uma variação de

aproximadamente -0.2, enquanto que a R/F área, ARE e R/PA variou de forma positiva (IVNNA ≈ 0,15). Além disso, foi observado que a capacidade de

discriminação influenciou de forma negativa o crescimento das plantas em situação de baixa temperatura, como observado pelos valores de IVNNA dos parâmetros Af, nf, MSf, MSc, MSr, MSt, ÁreaR, VolR e CompR (≈ -0,2). A capacidade de discriminação promoveu o aumento de alguns parâmetros de crescimento sob condição de baixa irradiância, como observado pelo IVNNA de MSc, MSt, ÁreaR, VolR e CompR, que

aumentou aproximadamente 0,1.

Figura 9:Índices de variação normalizados relacionados à influência do tratamento

NAd em comparação a Ad (IVNNA) do grupo de baixo grau de parentesco (plantas clonais).

Legenda: Os IVNNAs foram calculados para os parâmetros área foliar total (AF),

número de folhas (NF), altura da planta (altura), massa seca de folhas (MSF), de caule (MSC), de raízes (MSR) e total (MST), área foliar específica (AFE), relação de área radicular por área foliar (R/F área), relação raiz/parte aérea (RPA), e área (AR), volume (VR) e comprimento (CR) total de raiz, diâmetro médio de raízes (DR), de plantas sob tratamento ambiental controle (Controle), de deficiência hídrica (DH), de deficiência nutricional (DN), de baixa irradiância (BI) e de temperaturas alta (TA) e baixa (TB).

De modo geral, os CVs dos parâmetros chaves de crescimento de plantas do grupo populacional, sob condição ambiental controle e regime de temperatura baixa, foram aumentados quando as plantas foram submetidas ao tratamento NAd em comparação a Ad (Figura 8), enquanto em situação de deficiência de água e de nutrientes, os CVs foram reduzidos pela discriminação radicular. Além disso, foi notado que em situação de baixa irradiância, o CV de área foliar total (Af) foi aumentado quando as plantas passaram a interagir pelas raízes (17% maior em comparação a Ad).

Deficiência de água

O crescimento das plantas de ambos os tratamento de discriminação foi reduzido pela deficiência de água (ver Apêndice I), com exceção da área foliar específica (AFE) que não foi alterada, e da R/PA e R/F área que aumentaram. O diâmetro médio de raízes (DiâmR) foi reduzido significativamente pela deficiência de água somente quando as plantas mantinham suas raízes isoladas pelo Ad.

Quanto aos efeitos da discriminação, foi observado que as plantas do tratamento controle foram influenciadas pela NAd em comparação a Ad, como

indicado pela redução significativa de todos os parâmetros de biomassa seca, Af, nf, VolR e DiâmR. Já em plantas sob deficiência de água foi observado que a NAd reduziu a AFE (21% de decréscimo em comparação a Ad), assim como os valores de assimetria foliar, que diminuíram em média 25% em comparação a Ad, em todas as porções das folhas (Apêndice I).

Por outro lado, em comparação ao tratamento controle, foi observado que a deficiência de água aumentou a assimetria em plantas do tratamento Ad, com acréscimo de em média 29% em todas as porções da folha. Enquanto que para plantas do tratamento NAd a limitação deste recurso reduziu a assimetria na porção A da folha (redução de 23% em comparação ao controle ).

Deficiência nutricional

Em comparação ao tratamento controle, a deficiência nutricional reduziu o crescimento das plantas de ambos os tratamentos de discriminação (ver Apêndice J), com exceção da R/PA que aumentou tanto pra Ad quanto pra NAd (90% e 78% maior em comparação ao ambiente controlado, respectivamente para cada tratamento de discriminação). Porém, apesar de ser observado uma redução significativa de MSr, os parâmetros relacionados com o desenvolvimento de raiz (CompR, ÁreaR e VolR) não foram alterados pela baixa disponibilidade de nutrientes em Ad e NAd.

Sob deficiência nutricional, o crescimento das plantas não foi influenciado significativamente pelo tratamento NAd em comparação ao Ad. Além disso, a assimetria foliar não foi alterada pela interação das plantas bem como pela deficiência nutricional (Apêndice J).

Baixa irradiância

Independentemente dos tratamentos de discriminação, plantas submetidas a baixa irradiância tiveram o seu crescimento significativamente reduzido quando comparadas as plantas do ambiente controlado (ver Apêndice K), enquanto que os valores de R/F área e ARE aumentaram na mesma condição de iluminação. E, particularmente em plantas do tratamento NAd alguns parâmetros de crescimento não foram influenciados pela condição de baixa irradiância, como os valores de

A discriminação de raízes não alterou o crescimento das plantas sob condição de baixa irradiância. Com exceção dos resultados de AFE, que reduziram 16% em plantas de NAdem relação as plantas de Ad, os outros parâmetros de crescimento

não foram influenciados pela capacidade de discriminação. Por outro lado, a assimetria aumentou quando as plantas interagiram (NAd) sob baixa irradiância, como indicado na porção C da folha, que aumentou 34% em comparação as plantas de Ad (Apêndice K).

Temperatura alta

O regime de temperatura alta alterou significativamente o desenvolvimento das plantas de ambos os tratamentos de discriminação, conforme pode ser observado pela redução dos parâmetros Af, nf e AFE, e acréscimo de R/F área. Além disso, comparado ao tratamento controle, foi observado que somente plantas de Ad tiveram os valores de MSf, MSc reduzidos quando foram submetidas à temperatura alta, enquanto que os valores de CompR, ÁreaR, VolR e diâmR foram aumentados no mesmo regime de temperatura. (Apêndice L).

Diante da alta temperatura, foi observado que a interação das raízes influenciou significativamente o número de folhas, e a área e volume radicular. Em comparação a Ad, o nf e a ÁreaR de plantas sob NAd foi reduzido (em média 26%), bem como o VolR (decréscimo de 37%). A assimetria foliar não foi influenciada pela capacidade de discriminação e pelo regime de temperatura alta.

Temperatura baixa

A condição ambiental de temperatura baixa influenciou significativamente o desenvolvimento das plantas tanto em Ad como NAd. Foi observado que todos os parâmetros de crescimento foram reduzidos pela temperatura baixa, com exceção dos valores de R/PA e de assimetria foliar, que não foram alterados, e de R/F área e

ARE que aumentaram (ver Apêndice M). Por outro lado, particularmente em plantas de Ad, foi notado que o CompR, a ÁreaR, o VolR e o DiâmR foram aumentados pelo regime de baixa temperatura quando comparados ao tratamento controle.

Além disso, foi observado que em condição de baixa temperatura, o desenvolvimento das plantas bem como a assimetria foliar não foram alterados significativamente (p > 0,05) pela auto/não-auto discriminação.

5. Discussão

5.1. O grau de parentesco entre os indivíduos influencia a auto/não-auto

Benzer Belgeler