2. ÜLKE DENEYİMLERİ ÇERÇEVESİNDE ÜNİVERSİTELERİN
2.4. Ulusal Yenilik Sistemini Deneyimleyen Ülkeler ve Üniversiteleri
2.4.4. İngiltere
Na PCA realizada com indivíduos clonais de todas as condições ambientais testadas, a componente principal 1 (PC1) explicou 44,5% da variação total dos dados originais, enquanto que a componente principal dois (PC2) explicou 14,0% da variação total (Apêndice A). As variáveis que mais contribuíram para a distinção dos grupos na PC1 foram MSt, MSf e Af (valores de eigen-vector > 0,95), enquanto que na PC2 foram os parâmetros R/F área, nf e R/PA (valores de eigen-vector > 0,47). A partir dessa PCA, não foi possível identificar alterações no comportamento dos indivíduos quanto a capacidade de discriminação. Mas foi observado a formação de dois grupos de acordo com as condições ambientais testadas, um deles formado por plantas de Ad e NAd em condição ambiental controlada (lado direito do gráfico), enquanto que os indivíduos de todos os outros tratamentos formaram um só grupo (lado esquerdo do gráfico).
Apesar da PCA não fornecer resultados claros quanto ao efeito do ambiente na capacidade de discriminação, os índices de variação normalizados (IVNNA) indicam
que o comportamento das plantas do grupo clonal foi alterada pela interação das plantas, mas de acordo com as condições ambientais testadas (Figura 7). Os resultados indicaram que o crescimento sob o tratamento NAd apresentou maior variação de acordo com o regime de temperatura utilizado, sobretudo no tratamento de temperatura baixa. Nessa condição de temperatura, o IVNNA de parâmetros como Altura, MSc, MSr, R/F área, ÁreaR, VolR e CompR, tiveram uma variação de
aproximadamente -0.12, enquanto que a AFE apresentou uma variação de 0.13. Enquanto que sob o regime de temperatura alta foi notado que outros parâmetros de crescimento reduziram pelo tratamento NAd, como observado pelos valores de IVNNA de Af, MSc, MSr, AFE, ÁreaR, VolR e CompR, que apresentaram variação de
aproximadamente -0.12.
Figura 7:Índices de variação normalizados relacionados à influência do tratamento
NAd em comparação a Ad (IVNNA) do grupo de alto grau de parentesco (plantas clonais).
Legenda: Os IVNNAs foram calculados para os parâmetros área foliar total (AF),
número de folhas (NF), altura da planta (altura), massa seca de folhas (MSF), de caule (MSC), de raízes (MSR) e total (MST), área foliar específica (AFE), relação de área radicular por área foliar (R/F área), relação raiz/parte aérea (RPA), e área (AR), volume (VR), comprimento (CR) total de raiz e diâmetro médio de raízes (DR), de plantas sob tratamento ambiental controle (Controle), deficiência hídrica (DH), deficiência nutricional (DN), baixa irradiância (BI) e temperaturas alta (TA) e baixa (TB).
Além disso, foi observado que os CVs de parâmetros chaves do tratamento
enquanto que sob deficiência de água os CVs aumentaram (Figura 8). Por outro lado, nas outras condições ambientais testadas, não foi observado um claro padrão de aumento ou redução dos CVs quando as plantas deste grupo passaram a interagir pelo tratamento NAd.
Figura 8: Coeficientes de variação de parâmetros chaves de crescimento.
Legenda: Coeficientes de variação de plantas do grupo clonal sob os tratamentos de auto (A) e não-auto (B) discriminação, e do grupo de população sob os tratamentos de auto (C) e não-auto (D) discriminação em todas as condições ambientais testadas: controle (Cont), deficiência de água (DH), deficiência nutricional (DN), baixa irradiância (BI), e temperaturas alta (TA) e baixa (TB). A escolha dos parâmetros foi baseado nas PCAs (ver Apêndices B e C) conforme descrito no item 3.5.3.
Deficiência de água
Em comparação as tríades do tratamento controle, as plantas submetidas à deficiência de água reduziram o seu crescimento em ambos os tratamentos de
discriminação, com exceção do diâmetro médio de raízes (DiâmR) que não foi alterado, e da relação raiz/parte aérea (R/PA) que diante da menor disponibilidade deste recurso, aumentou nas plantas do tratamento NAd (aumento de 23% em comparação às plantas controle).
Com relação a capacidade de discriminação das plantas em situação de baixa disponibilidade de água, o crescimento como um todo não foi influenciado significativamente pela interação das plantas (ver Apêndice D). Enquanto que no tratamento controle, ou seja, quando não havia restrição de recursos, foi observado uma redução da MSR (14%) e de VolR (21%) quando as plantas foram submetidas ao tratamento NAd em comparação ao Ad.
Comparados ao tratamento controle, a assimetria foliar foi alterada quando as plantas foram submetidas à deficiência de água, como indicado pela porção mediana das folhas (porção B) que reduziu em aproximadamente 29% tanto em Ad quanto emNAd. Por outro lado, quanto a capacidade de discriminação, a assimetria não foi alterada tanto em plantas do tratamento controle, quanto sob deficiência de água (ver Apêndice D).
Deficiência Nutricional
Independentemente do tratamento de discriminação, as plantas clonais tiveram todos os seus parâmetros de crescimento reduzidos pela deficiência nutricional em comparação as plantas do tratamento controle (ver Apêndice E), com exceção da
R/PA que não foi alterado, e da área radicular específica (ARE) que aumentou, mas somente em plantas sob Ad. Em situação de deficiência nutricional, as plantas não apresentaram alterações quanto a sua capacidade de discriminação. No entanto, em condições onde a disponibilidade de nutrientes foi abundante (tratamento controle), as plantas sob NAd tiveram os valores de MSf, MSr, MSt, e VolR reduzidos quando comparados ao tratamento Ad. A assimetria foliar do grupo clonal não foi alterada quando as plantas foram submetidas à deficiência nutricional e aos tratamentos de discriminação.
Baixa Irradiância
Assim como para o tratamento de deficiência nutricional, as plantas clonais sob baixa irradiância tiveram os seus parâmetros de crescimento reduzidos em comparação as plantas do tratamento controle (ver Apêndice F). Essa resposta foi
observada em os ambos tratamentos de discriminação, com exceção da área foliar específica (AFE), que não foi alterada nas tríades de Ad. Sob baixa irradiância, as plantas não apresentaram alterações de crescimento quanto a capacidade de discriminação, com exceção da assimetria, que diminuiu como indicado pela porção apical das folhas (porção C) em tríades de NAd, em comparação a Ad.
Comparado ao tratamento controle, a assimetria foliar de plantas de Ad foi aumentada pela baixa irradiância (27% maior), conforme observado na porção B das folhas (ver Apêndice F).
Temperatura Alta
Plantas do grupo clonal reduziram o crescimento em condições de temperatura elevada, independentemente do tratamento de discriminação, com exceção dos valores de Af e R/PA que não foram alterados em ambos os tratamentos de discriminação, e do aumento da área radicular específica (ARE) no tratamento de Ad (ver Apêndice G). Foi observado que sob alta temperatura, a AFE foi significativamente reduzida pela NAd quando comparadas a Ad. Em relação ao tratamento controle, a assimetria foliar foi maior em temperatura alta em plantas sob
NAd (aumento de 18%), como indicado pela porção B das folhas. Temperatura Baixa
Em comparação ao tratamento controle, plantas de Ad e NAd tiveram o crescimento significativamente reduzido pela baixa temperatura, com exceção dos valores de AFE, R/PA, ARE e DiâmR que não foram alterados (ver Apêndice H). Também foi observado que plantas sob o tratamento Ad tiveram um aumento de 75% na R/F área quando as plantas foram submetidas a temperatura baixa em comparação ao tratamento controle. A capacidade de discriminação reduziu a altura das plantas em condições de baixa temperatura, com redução de 21% de plantas
NAd em comparação ao Ad.
Comparado à condição ambiental controlada, a temperatura baixa reduziu a assimetria foliar sob o tratamento NAd, conforme observado na porção A da folha (redução de 39% em relação ao controle). E particularmente sob baixa temperatura, as plantas de NAd apresentaram assimetria foliar reduzida nessa mesma porção foliar (A), quando comparados ao Ad, enquanto que nas outras porções a assimetria