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Türkiye’de Kalkınma Bankacılığının Kısa Bir Tarihçesi

5. TÜRKİYE’DE KALKINMA BANKACILIĞI VE SANAYİ İLİŞKİSİ

5.1. Türkiye’de Kalkınma Bankacılığının Kısa Bir Tarihçesi

Em meados de 1986 o então presidente da CGAD, pastor José Pimentel de Carvalho, liderou uma comitiva que se encontrou com o presidente José Sarney em Brasília. A pauta principal do evento foi a participação de evangélicos na ANC (MP, n. 2, 1986). Na conversa, o pastor Pimentel disse ao presidente Sarney que as convenções estaduais das Assembleias de Deus já estavam se articulando para o lançamento de candidaturas às eleições daquele ano. O pastor Nemuel Kessler em matéria publicada no jornal Mensageiro da Paz disse o que se esperava dos candidatos evangélicos:

Cabe, portanto, aos candidatos evangélicos que esperam nossos votos, uma plataforma de ação definida que inclua, entre outros pontos, o combate ao aborto, a guerra contra a pornografia, a luta para impedir a legalização do jogo, a busca de melhor distribuição de renda, a vigilância constante para evitar a subversão da ordem e a restrição da liberdade religiosa (MP, n. 7, p. 2, 1986).

Outro assunto que parece ter sido levantado na reunião foi dinheiro. Para ser mais exato imagens e textos que figurariam nas notas do Cruzado. O Plano Cruzado foi a primeira medida econômica em grande escala após o governo dos militares. O objetivo do referido plano era a estabilização da economia e conter a inflação. Entre as medidas estava o congelamento de preços por um ano e a substituição do cruzeiro pelo cruzado. Entretanto, não foi apenas uma troca de moeda. Em 1977 símbolos africanos passaram a estampar as notas do Cruzeiro. O Banco Central dizia que esses símbolos (búzios) faziam referência ao comércio marítimo (i) legal de escravos para o Brasil. No Plano Cruzado estes símbolos foram tirados e deram lugar à expressão “Deus seja louvado”. Com respeito ao fato o jornal Mensageiro da Paz noticiou:

Dentro de alguns meses, conforme anúncio das autoridades econômicas, as cédulas e moedas do combalido e extinto cruzeiro serão substituídas pelas do cruzado. Os grotescos totens das religiões afro-brasileiras serão substituídos

por uma declaração de fé no Todo-poderoso: “Deus seja louvado” (MP, n. 7, p. 8, 1986).

A decisão da retirada dos símbolos africanos das notas e a inserção da expressão Deus

seja louvado foi uma influência direta dos pastores pentecostais? Tudo indica que sim, pois

conforme já destacamos essa foi uma das propostas apresentadas por eles num encontro com o então presidenciável Tancredo Neves. O próprio jornal Mensageiro da Paz confirma o fato ao dizer: “Essa decisão atende plenamente uma das reivindicações encaminhadas pela ADHONEP a Tancredo Neves em fevereiro de 1985” (MP, n.7, p. 8, 1986). Conforme já descrito anteriormente, a ADHONEP era presidida pelo diretor executivo da CPAD, Custódio Rangel Pires.

Antes das eleições de 1986 o jornal Mensageiro da Paz abriu espaço para alguns candidatos assembleianos falarem de suas propostas. Falaram Amizael Gomes da Silva, da AD de Rondônia e presidente da Assembleia Legislativa daquele estado; Benedita da Silva da AD do Rio de Janeiro e vereadora pelo PT; Salatiel Carvalho, presbítero da AD da cidade de Abreu Lima; Sotero Cunha da AD do Rio de Janeiro e João Evangelista Antunes, delegado da polícia civil e evangelista da AD de Porto Alegre. O jornal Mensageiro da Paz também ouviu candidatos ao cargo de deputado estadual por São Paulo, como o pastor presidente da AD do Ministério do Ipiranga Alfredo Reikdal e Carlos Apolinário da AD do Brás (MP, n. 9, 1986).

A canditada Benedita da Silva reforçou sua fala de compromisso com a justiça social e que caso fosse eleita, participaria das discussões relacionadas com a reforma agrária. O candidato Salatiel Carvalho, por sua vez reproduziu um discurso muito comum entre lideranças pentecostais desse período: a Igreja Católica iria controlar os rumos de decisões de temas da Constituição e em razão disso o catolicismo aumentaria sua influência sobre a nação brasileira. Sendo assim, Salatiel Carvalho disse que era preciso ter representantes no Congresso Constituinte para deter esse avanço católico (MP, n. 9, 1986). Discurso semelhante foi feito pelo candidato gaúcho João de Deus. Além da ameaça católica ele chamou a atenção para o

perigo comunista e para a entrada de parlamentares gays no Congressso.

O Partido Comunista está legalizado em 40 municípios gaúchos; Dom Hélder Câmara faz uma jornada em todo o Brasil, em nome da CNBB; os seguidores do Reverendo Moom encontram-se mobilizados pela Constituinte. Os Gays já tem seus candidatos... E onde está a participação dos evangélicos? (MP, n. 9, p. 17, 1986).

O assembleiano Amizael Gomes já era bem conhecido em seu estado, tendo em vista que presidira a Assembleia Legislativa de Rondônia no período em que fora deputado estadual. Professor e escritor, Amizael já havia produzido material didático na área de história, que era usado em escolas de 1º e 2º graus do estado. Em sua fala no jornal Mensageiro da Paz chamou atenção para o perigo de setores radicais de outras religiões que poderiam prejudicar a igreja evangélica (MP, n. 9, 1986).

O candidato Sotero Cunha falou do imperativo político-evangélico de que irmão vota

em irmão. Já o candidato Carlos Apolinário, que já era um assembleiano com experiência

política repetiu o discurso relacionado com os perigos da legalização do aborto. O pastor Alfredo Reikdal, que pastoreava a AD Ministério do Ipiranga, conhecida por seu estilo tradicional e conservador disse que tinha projetos para tirar menores das ruas (MP, n. 9, 1986). Além desses, houve em todo o Brasil candidatos ligados às Assembleias de Deus, e no final do pleito 13 foram eleitos. Naquele ano a Igreja Universal do Reino de Deus25 elegeu um deputado.

O jornal Mensgeiro da Paz noticiou que “[...] Após a solenidade de posse foi realizado um culto na Assembleia de Deus W5 e havia faixas ‘exortando os novos contituintes a se portarem como legítimos representantes da cidadania celestial’” (MP, n. 4, p. 13, 1987).

Quando falamos numa geografia do voto pentecostal nas eleições de 1986 alguns dados chamam a atenção: 3 parlamentares do Norte; 3 parlamentares do Nordeste; 1 parlamentar do Cento-Oeste; 3 parlamentares do Sudeste e 3 parlamentares do Sul. Sete deles eram de partido do centro; 3 de partidos de esquerda e 3 de partidos da direita.

Uma curiosidade da lista abaixo: antes da Constituinte o deputado Antônio de Jesus foi líder sindical e diretor da FEBEM de Goiás. Foi também o primeiro deputado evangélico a ler a Bíblia numa sessão do Congresso Nacional. Ocupou cargo na Mesa Diretora como 1º vice-

25 A igreja Universal do Reino de Deus adota um modelo organizado durante os processos eleitorais. Antes das

eleições se realiza uma campanha para os jovens de 16 anos obterem seu título eleitoral e faz também uma espécie de recenseamento dos membros no qual figuram seus dados eleitorais. Tais dados são apresentados aos bispos regionais que por sua vez transmitem à coordenação politica nacional (no passado foi feita pelo bispo Rodrigues). Juntos deliberam quantos candidatos lançam em cada município ou estado baseados no tipo de eleição, quociente eleitoral dos partidos e número de eleitores recenseados pelas igrejas locais). E uma vez lançados os candidatos usam os cultos, concentrações para fazer publicidade dos mesmos (de acordo com a legislação eleitotal). Urnas eletrônicas disponibilizadas pela Justiça Eleitoral para treinar os fiéis para votarem. Existe um direcionamento do voto de maneira mais clara e aberta. A escolha dos candidatos é de exclusividade da liderança regional e nacional (às vezes pode até ser pessoas pouco conhecidas seja entre os membros, do grande público e da imprensa especializada em política. Perfil: pessoas despojadas de interesses pessoais, ter o desejo exclusivo de glorificar o bom nome de Jesus; possuir caráter e compromisso com o povo de Deus; preocupar-se com os desamparados, pobres e necessitados; sem vaidades interiores, egoísmos. Uma pesquisa realizada pelo ISER em 1994 apontava que os políticos indicados recebiam a porcentagem que pode chegar a 95% do total de fiéis da IURD. O próprio bispo Rodrigues disse : “Nossa força é que temos uma hierarquia, há uma hierarquia que é seguida a risca”. O pastor eleito não é dono de seu próprio mandato, pois os interesses institucionais precisam estar acima dos individuais (CAMPOS, L., 2005, p. 57).

presidente em 1988 e participou de uma viagem a Cuba a fim de conhecer a estrutura e funcionamento da Assembleia Nacional daquele país.

Eliel Rodrigues (PMDB-PA) - Subcomissão dos Direitos e Garantias Individuais, da

Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Suplente, 1987; Subcomissão da Família, do Menor e do Idoso, da Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Titular, 1987.

José Fernandes (PDT-AM) - Subcomissão dos Direitos e Garantias Individuais: Titular,

1987; Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Titular, 1987; Subcomissão de Orçamento e Fiscalização Financeira: Suplente, 1987; Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças: Suplente, 1987; Comissão de Sistematização: Suplente, 1987-1988.

José Viana (PMDB-RO) - Subcomissão dos Direitos e Garantias Individuais: Titular,

1987; Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Titular, 1987; Subcomissão dos Municípios e Regiões: Suplente, 1987; Comissão da Organização do Estado: Suplente, 1987.

Milton Barbosa (PMDB-BA) - Subcomissão da Nacionalidade, da Soberania e das

Relações Internacionais, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Titular; Subcomissão da União, Distrito Federal e Territórios, da Comissão: Suplente.

Salatiel Carvalho (PFL-PE) - Subcomissão dos Municípios e Regiões, da Comissão da

Organização do Estado: Suplente, 1987; Subcomissão dos Negros, Populações Indígenas, Pessoas Deficientes e Minorias, da Comissão da Ordem Social: Titular, 1987.

Antônio Conceição da Costa (PMDB-MA) - Subcomissão da Ciência e Tecnologia e da

Comunicação, da Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Titular, 1987; Subcomissão do Sistema Financeiro, da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças: Suplente, 1987.

Antônio de Jesus Dias (PMDB-GO) - Mesa Diretora: Presidente, 1988; Secretário,

1988; Subcomissão da Educação, Cultura e Esportes: Titular, 1987; Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Titular, 1987; Subcomissão dos Direitos e Garantias Individuais, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Suplente, 1987.

Manoel Moreira (PMDB-SP) - Subcomissão do Poder Executivo, da Comissão da

Organização dos Poderes e Sistema de Governo: Suplente, 1987; Comissão de Sistematização: Titular, 1987-1988.

Sotero Cunha (PDC-RJ) - Subcomissão da Família, do Menor e do Idoso, da Comissão

da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Titular, 1987; Comissão de Sistematização: Suplente, 1987-1988.

Benedita da Silva (PT-RJ) - Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do

Homem e da Mulher: Suplente, 1987; Subcomissão dos Negros, População Indígena, Deficientes e Minorias: Titular; Comissão da Ordem Social: Titular; Mesa da Assembleia Constituinte: Suplente.

João de Deus Antunes (PDT- RS) - Subcomissão da Família, do Menor e do Idoso, da

Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Titular, 1987; Subcomissão dos Direitos Políticos, dos Direitos Coletivos e Garantias, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Suplente, 1987.

Orlando Pacheco (PFL-SC) - Subcomissão dos Direitos Políticos, dos Direitos

Coletivos e Garantias, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Primeiro-Vice-Presidente, 1987; Subcomissão da Família, do Menor e do Idoso, da Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Suplente, 1987.

Matheus Iensen (PMDB-PR) - Subcomissão da Família, do Menor e do Idoso, da

Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, da Ciência e Tecnologia e da Comunicação: Titular, 1987; Subcomissão da Nacionalidade, da Soberania e das Relações Internacionais, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher: Suplente, 1987. (Fonte: http://www2.camara.leg.br/atividade).

Um mês após a promulgação da Constituição expressivas lideranças das ADs se reuniram nas dependências da CPAD no Rio de Janeiro; esse encontro teve um caráter emergencial. A reunião foi conduzida pelo presidente da CGADB pastor José Wellington Bezerra da Costa e estiverem presentes nomes como Silas Malafaia, Túlio Barros, Samuel Câmara, Josué Sylvestre e outros destacados pastores-presidentes das ADs no Brasil. No mês de agosto daquele ano, o Jornal do Brasil e o Correio Braziliense publicaram matérias relacionadas com corrupção no Congresso Constituinte.

De acordo com o jornal, parte dos parlamentares evangélicos estaria envolvida em esquemas de enriquecimento ilícito durante os trabalhos da ANC. No mesmo dia em que os jornais chegaram às bancas com as acusações, o deputado assembleiano Salatiel Carvalho subiu a tribuna da Câmara e fez um discurso negando as acusações. Na referida matéria, o Jornal do

teria como chefe Gidel Dantas, pastor da Igreja de Cristo no Ceará e deputado. Para o jornal, os deputados evangélicos estariam se aproveitando da ANC para conseguirem vantagens financeiras.

Uma das acusações era de que deputados ligados à bancada haviam comprado com o dinheiro de corrupção seis opalas Diplomata Especial Modelo 88. Além disso, a AD na Bahia também teria recebido 100 milhões de cruzados. O deputado Salatiel Carvalho se defendeu e disse que o dinheriro teria sido usado para um projeto de alfabetização promovido pela AD no estado da Bahia. O pastor Josué Silvestre pediu a palavra e disse que as acusações estavam relacionadas com a proximidade das eleições municipais no mês de novembro, que na ocasião teria expressivo número de candidaturas evangélicas: “sabem que o povo evangélico está aprendendo a votar nos seus irmãos. Então eles viram que essa era a hora de obstacular a eleição desses irmãos em todo o interior do Brasil” (MP, n. 10, p. 13, 1988).

O pastor Túlio Barros que presidia a AD de São Cristóvão pediu a palavra ao presidente José Wellington Bezerra da Costa. De acordo com o pastor Túlio “havia forças em atual mobilização contra o povo de Deus e, esse era o motivo principal de ataques e denúncias aos parlamentares evangélicos” (MP, n.10, p. 13, 1988). Para ele essas forças malignas estariam por trás das matérias do jornal, para deter o avanço dos evangélicos no espaço público brasileiro, de modo que “isso incomoda o inferno, incomoda os inimigos da nação” (MP, n.10, p. 13, 1988). Ao contrário do primeiro período, no segundo começa a haver uma demonização da esfera pública. Nesse sentido, a presença evangélica nesse espaço garantia a vitória contra poderes diabólicos no espaço público. Desde então esse é um pensamento recorrente para legitimar a inserção de parlamentares evangélicos na política.

No primeiro período, 1930 a 1945, o espaço público não foi demonizado, mas sim visto como esvaziado de dimensões redentoras ou libertadoras. Por isso, podia-se desdenhá-lo, critícá-lo e recusar-se a fazer parte dele. Por isso a não participação é também uma posição política, no sentido de que se recusa a entrar no jogo político. Já nesse segundo período pesquisado, 1978 a 1988, o Estado precisa ser des-diabologizado para garantir a manuntenção de modelos tradicionais de família, por exemplo. Sendo assim, há uma mudança significativa não apenas no discurso sobre participação política, mas também na forma como se pensa o papel do Estado. Seria essa concepção de Estado uma postura idolátrica? Caso a resposta para essa pergunta seja sim, reiteramos nossa afirmação de que há maiores dimensões proféticas e de crítica social no primeiro período do que no segundo que ora analisamos.

Ainda com respeito à reunião na CPAD o pastor Gildei Dantas também pediu a palavra para dar explicações sobre a matéria veiculada no Jornal do Brasil. Para o parlamentar aquilo

era fruto de inveja, tendo em vista que a terceira maior bancada do Congresso era a evangélica.O deputado João de Deus foi acusado pelo Jornal do Brasil de ter recebido nos esquemas de corrupção rádios, postos de gasolina e 50 milhões de cruzados, mas negou as acusações e disse que a principal detentora de rádios em seu estado era a Igreja Católica (MP, n. 10, 1988). Após os esclarecimentos dos parlamentares acusados o pastor José Wellington Bezerra da Costa reiterou o apoio aos deputados pentecostais.

Em outubro daquele mesmo ano, havia sido realizado no Congresso Nacional um culto evangélico em ação de graças pela promulgação da Constituição; o organizador foi o deputado Salatiel de Carvalho. Além de pastores, estiveram presentes o deputado Ulysses Guimarães e o presidente do Senado, Humberto Lucena. O referido culto aconteceu no Salão Branco do Senado e teve como pregador o pastor Geziel Nunes Gomes, que baseou sua mensagem no prêmbulo da própria Constituição: “Sob a proteção de Deus”. Entrevistado o pastor Ronaldo Fonseca disse que “pela primeira vez na história do Brasil, a solenidade de promulgação de uma constituição inicia com um culto a Deus comandado pelos evangélicos” (MP, n.12, p. 5, 1988).

5.3 PRESENÇA PÚBLICA PENTECOSTAL OU VISIBILIDADE PÚBLICA