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Türk Tarım Politikaları Gelişimi ve Uygulanan Tarım Politikaları

Durante a imersão, os corpos são influenciados pelos princípios físicos da água tais como pressão hidrostática, empuxo e temperatura, que afetam os mecanismos homeostáticos corporais que são dependentes ainda, do nível de imersão corporal, da

atividade desempenhada na água e da postura adotada durante a imersão (Becker, 2000).

A resposta das variáveis fisiológicas em cada grupo estudado (homens e mulheres) durante a imersão em água aquecida mostrou uma diminuição na PAS nas mulheres após a imersão, o que não foi evidenciado para os homens. Os outros parâmetros fisiológicos não sofreram modificação no presente estudo. Nesse sentido, Yun, Choi e Park (2004) estudram mergulhadoras profissionais, não mergulhadoras na mesma faixa etária (média de 55 anos) e não mergulhadoras em faixa etária mais jovem (média de 22 anos), quanto ao efeito da imersão (cabeça fora da água) na resposta cardiovascular quanto ao condicionamento físico e faixa etária. Os sujeitos foram colocados em uma piscina aquecida a 34.5oC, em repouso sobre bicicleta ergométrica por 20 minutos e, nos 20 minutos seguintes em atividade com os membros inferiores na bicicleta. Não foi evidenciada variação na pressão arterial (verificada por um aparelho oscilométrico automático colocado no braço esquerdo no nível do coração) e na freqüência cardíaca (verificada por onda eletrocardiográficas captadas por eletrodos colocados no pescoço e tórax ao nível da linha axilar) entre os 3 grupos quando estavam imersas em condição de repouso; apesar do aumento no rendimento cardíaco e no volume de ejeção do coração. Esses dados se assemelham aos achados do presente estudo tendo em vista a não variação significativa da FC e PAD no grupo das mulheres, no entanto, a PAS diminuiu significativamente em imersão nesse experimento. A diferença no tempo de imersão entre o estudo de Yun, Choi e Park (2004), imersão sem atividade por 20 minutos, e o presente estudo, que teve tempo de imersão 50 minutos pode ter contribuído para a diferença na resposta sugerindo que o tempo de imersão pode ser determinante da variação das respostas cardiovasculares, tendo em vista o tempo de ativação dos mecanismos responsáveis pelo controle dessas respostas.

Por outro lado, Yun, Choi e Park (2004) ressaltam que os valores da resposta cardiovascular obtidos em condição de imersão são bastante contraditórios, já que alguns mostram um aumento na PA (Koubenec et al 1978), outros uma diminuição

(Parati et al 1987), enquanto outros, não verificam variação significativa (Gabrielsen et al 1993). Com relação ao sexo masculino, o presente estudo não mostrou variação significativa para as variáveis fisiológicas (PAS, PAD, FC e FR) após imersão, semelhante aos achados de Miwa et al (1996) e Sramek et al (2000). No primeiro estudo, foi avaliada a atividade simpática nervosa muscular pela da técnica de microneurografia do nervo tibial (fossa poplítea), a freqüência cardíaca por eletrocardiograma bipolar e a pressão arterial por autoesfingnomanômetro em homens em diferentes faixas etária antes da imersão, em imersão ao nível da cicatriz umbilical e ao nível do acrômio, com os indivíduos permanecendo 5 minutos em cada condição. Foi verificada uma diminuição na FC e um aumento na PA após imersão ao nível do acrômio. O segundo estudo avaliou mudanças cardiovasculares e hormonais em homens após 1 hora de imersão em diferentes temperaturas (14, 20 e 32ºC). A FC e a PA apresentaram uma diminuição quando os indivíduos ficaram imersos em água a 32ºC. Miwa et al (1996) sugerem que um dos fatores que parece ter contribuído para o aumento da PA durante imersão foi o tempo de permanência em imersão (5 minutos), que pode não ser suficiente para ativar o mecanismo diurético, para compensação da pressão arterial como sugerido por Bookspan (2000). Nessa condição, o aumento da pressão arterial durante a imersão ativa o mecanismo de diminuição da PA pela ativação de baroceptores, que favorece a liberação do fator natriurético atrial que influencia a diurese, a vasodilatação e a sede, além de reduzir o volume plasmático por meio de desvio extracelular, favorecendo a diminuição da PA.

Ademais, Cureton (2000) menciona que durante a imersão a pressão hidrostática promove uma pressão negativa sobre a caixa torácica, um movimento do músculo diafragma para cima e um desvio de sangue para dentro do tórax a partir dos membros e do abdômen, reduzindo, portanto os volumes pulmonares, a capacidade vital e a capacidade pulmonar total. O volume pulmonar reduzido promove um aumento na resistência ao fluxo de ar. No entanto, apesar dessas alterações, a ventilação durante o repouso, o volume corrente e a freqüência respiratória permanecem inalterados apoiando nossos achados, cuja FC não apresentou variação quando os gêneros foram analisados separadamente.

6. 1. 3. Fase 3: Aplicação do Watsu

Foi verificada uma maior responsividade nas mulheres à técnica no que se refere aos parâmetros de PAS e PAD que se mostram aumentados após a técnica. A comparação entre os sexos mostrou que os escores de FC não variaram significativamente antes da aplicação da técnica, mas apresentaram variação significativa após o Watsu tendo em vista que homens e mulheres diminuíram seus valores. Todavia, essa diminuição foi mais significativa para o sexo masculino, o que promoveu a diferença entre os gêneros. De acordo com Stoyva e Carlson (1993), várias técnicas de relaxamento vêm sendo desenvolvidas ao longo dos tempos, e que o relaxamento pode ser utilizado como ferramenta para a diminuição dos sintomas relacionados ao estresse como a insônia, cefaléias, hipertensão arterial e ansiedade crônica. E ainda, que a combinação de diferentes técnicas de relaxamento no tratamento das desordens relacionadas ao estresse é importante, já que cada técnica ressalta diferentes aspectos do relaxamento (controle da respiração, mentalização, percepção da tensão muscular, dentre outros).

Todavia, estudos que investigam a resposta hemodinâmica após a aplicação de técnicas de relaxamento são escassos. Blanchard et al (1986) estudando pacientes hipertensos quanto a relação entre o relaxamento e a diminuição no uso de drogas anti- hipertensivas, verificou que aqueles submetidos ao relaxamento durante 8 semanas apresentaram melhora no quadro hipertensivo, com a diminuição do uso das drogas administradas antes da terapia. Esses evidências apóiam os achados de Stoyva e Carlson (1993) de normalização da PA em 6 indivíduos hipertensos, não medicados após 5 ou mais sessões de relaxamento. Os resultados mostrados contradizem os achados desse estudo quanto à elevação dos escores da PAS e PAD após a aplicação do Watsu, no entanto os estudos mencionados avaliaram a variação da PA em indivíduos hipertensos, que não constaram da população investigada nesse trabalho. Sugere-se que as técnicas de relaxamento podem modificar os valores hemodinâmicos de indivíduos hipertensos, sendo questionada, portanto a efetividade dessas terapias nos padrões de sujeitos normotensos.

Considerando o fato da técnica de relaxamento Watsu ser desenvolvida em condição de imersão, deve-se, contudo, considerar a influência de princípios físicos da água como mencionado anteriormente. Apesar das contradições apontadas por Yun, Choi e Park (2004), quanto ao aumento e diminuição da PA em imersão, Cureton (2000) diz que o deslocamento sanguíneo dos membros inferiores para o tórax aumenta a pressão venosa central, o volume diastólico final ventricular esquerdo, o volume ejetado, o débito cardíaco e as pressões arteriais sistólica e diastólica, além de diminuir a resistência vascular sistêmica em repouso e durante exercício submáximo, o que condiz com as variações de pressões obtidas nesse estudo após aplicação da técnica. No entanto, vale salientar as diferentes respostas quanto à variação das pressões arteriais para as mulheres nas condições de imersão e aplicação da técnica Watsu, com uma diminuição da PA na primeira condição e com uma elevação na PAS e PAD após a técnica. Esse fato pode ser justificado pelas diferentes posições adotadas nas duas condições, com a manutenção da postura vertical durante a imersão enquanto que durante a técnica Watsu, houve variação entre as posições vertical e supina, além da utilização de movimentos rotacionais, que podem influenciar o funcionamento do labirinto, e levar a ativação de mecanismos de controle desses parâmetros que influenciam a resposta hemodinâmica (Schmitz, 1993; O´Sullivan, 1993). Ademais, as diferenças hormonais entre os dois gêneros no que diz respeito às fases do ciclo ovariano, podem também ser apontadas como fator modulador do mecanismo de controle, já que o presente estudo mostrou uma variação na pressão apenas para o sexo feminino, validando em parte a Hipótese 1 do experimento, já que nem todos os parâmetros propostos na Hipótese diminuíram.

6. 2. Parâmetros Fisiológicos versus Fases do Ciclo Ovariano

6. 2. 1. Fase 1: Basal

Não foi verificada diferença nos parâmetros avaliados (PAS, PAD, FC e FR) entre as fases folicular e luteal. Moran, Leathard e Coley (2000) avaliaram o

funcionamento cardiovascular de 23 mulheres durante 5 semanas (ciclo menstrual) com ciclo ovariano regular através da PAS e PAD, pelo monitoramento manual, e FC pela palpação da artéria radial por 30 segundos, durante o período matutino. Não foi evidenciada variação da pressão arterial sistólica e diastólica associada às fases folicular e luteal, semelhante aos dados no presente estudo e àqueles de Minson et al. (2000) e Hirshoren et al (2002). No entanto quanto aos resultados referentes à freqüência cardíaca, Moran, Leathard e Coley (2000) verificaram um aumento na FC na fase luteal quando comparada a folicular, diferentemente dos achados do presente estudo que não aponta variação significativa na FC. Sugere-se que as diferentes metodologias, quanto ao número de sujeitos avaliados, o qual foi limitado no presente estudo, além da diferença nos horários das coletas, cujo horário do presente experimento ter sido no período vespertino, podem ter contribuído para essa variação nas respostas da FC entre os estudos.

Já Hirshoren et al (2002) ao comparar a FC, a PA e os níveis de catecolaminas e hormônios gonadais em mulheres que usavam contraceptivo oral e outras com ciclo ovuriano regular, observaram que apesar das mudanças no padrão hormonal ao longo do ciclo ovariano influenciaram os mecanismos homeostáticos neurohumorais que regulam o sistema cardiovascular (concentrações de epinefrina e norepinefrina), não foi verificada variação na PA e na FC quanto as fases do ciclo. Padrão similar foi obtido no presente estudo, sugerindo que as mudanças hormonais ao longo do ciclo ovariano podem ativar mecanismos homeostáticos de forma que os níveis de pressão arterial e freqüência cardíaca não sofram variações ao longo do ciclo, como mostrado no estudo de Minson et al (2000) ao estudar 8 mulheres em idade reprodutiva e ciclo ovariano regular. Os autores investigaram se as variações hormonais observadas ao longo do ciclo influenciam a sensibilidade baroreflexa cardiovagal e a sensibilidade baroreflexa simpática do controle da pressão arterial e freqüência cardíaca. A atividade simpática baroreflexa foi avaliada pela variação da PA após a administração de drogas vasodilatadoras, pelo registro microneurográfico da atividade nervosa simpática muscular do nervo peroneal, quanto que a sensibilidade baroreflexa cardiovagal que foi avaliada pelos intervalos de ondas eletrocardiográficas durante as mudanças na PA

após administração de drogas vasodilatadoras. Foi visto uma variação na sensibilidade baroreflexa simpática no registro microneurográfico ao longo do ciclo ovariano, sendo essa aumentada na fase luteal. Contudo, não foi evidenciada variação para da PA com relação às fases do ciclo. Os autores sugerem que as modificações nas concentrações de estrógenos entre as fases do ciclo promovem a liberação de óxido nítrico, que tendo ação vasodilatadora poderia aumentar a sensibilidade simpática baroreflexa atuando como um mecanismo compensador para a manutenção da PA. Já a atividade baroreflexa cardiovagal não foi influenciada pelas mudanças hormonais do ciclo ovariano; no entanto, a FC também não mostrou variação quanto às fases. As variações hormonais parecem influenciar apenas o controle do mecanismo simpático periférico, e não o mecanismo simpático central (coração) tornando não conclusiva a regulação da freqüência cardíaca ao longo do ciclo ovariano.

Esses achados condizem, em parte, com o presente experimento cujos parâmetros de PAS, PAD, FC e FR não variaram entre as fases: folicular e luteal do ciclo ovariano, sugerindo que a variação hormonal característica do ciclo ovulatório parece não influenciar os parâmetros fisiológicos entre as fases do ciclo na situação testada.

6. 2. 2. Fase 2: Imersão em Água

Estudos que investigam parâmetros fisiológicos na condição de imersão não avaliaram a relação entre o padrão de resposta apresentado e as fases do ciclo ovariano (Miwa et al, 1996; Becker, 2000; Cureton, 2000; Bookspan, 2000; Srámek et al, 2000Yun; Choi e Park, 2004). Logo, os dados obtidos nesse estudo mostram uma maior responsividade das mulheres quanto a PAS e FC na fase luteal do ciclo, com diminuição dos escores após imersão. Sugere-se que a influência do perfil hormonal no controle do mecanismo simpático periférico citado por Minson et al (2000), é um possível elemento desse mecanismo de regulação. Adicionalmente, durante a imersão em água esse

mecanismo pode ser também influenciado pela pressão hidrostática e pela temperatura da água, que ativariam mecanismos compensatórios adicionais pelo organismo para diminuição dos valores de PAS e FC, visando à manutenção da homeostasia.

6. 2. 3. Fase 3: Aplicação do Watsu

Quanto à resposta ao Watsu nas fases do ciclo ovariano, observou-se que as mulheres foram mais responsivas à técnica na fase luteal, tendo em vista a elevação da PAD e diminuição da FR. Como verificado nos estudos em imersão, a relação entre a resposta fisiológica em resposta às técnicas de relaxamento entre as fases do ciclo não é diferenciada. Contudo, o aumento na sensibilidade baroreflexa simpática durante a fase luteal evidenciada por Minson et al (2000), pode ser um dos mecanismos responsáveis por tornar as mulheres, nessa fase do ciclo, mais susceptíveis a variações na pressão arterial quando submetidas a condições de relaxamento, validando em parte a Hipótese 2 do presente estudo, já que foi observado um aumento da PAD e uma diminuição da FR.

6. 3. Associação entre os Parâmetros Fisiológicos e a Percepção do Estresse, o Estado de Humor e Traço-Estado de Ansiedade

Foi evidenciado que as mulheres apresentaram os maiores escores no QEPL. Com a relação ao POMS, as mulheres apresentam os níveis mais elevados de tensão, confusão e depressão quando comparadas aos homens. Contudo, apesar dos escores da avaliação da ansiedade pelo Inventário IDATE terem mostrado níveis moderados e altos em ambos os gêneros, as mulheres apresentaram um alto grau de ansiedade traço, sendo geralmente mais propensas a experimentar estados de ansiedade do que os homens, que mostraram um grau menor de A-traço. No entanto, apesar das mulheres

apresentarem maiores escores de A-traço que os homens, o grupo das mulheres apresentou menor variabilidade e valores mais baixos de A-estado, sugerindo que as voluntárias estavam calmas no momento da aplicação da do teste.

Barros & Nahas (2001) avaliando a prevalência de comportamentos de risco, percepção de estresse e auto-avaliação do nível de saúde entre os sexos, também mostraram as mulheres como o sexo com maior percepção de estresse, através da escala de Likert. Semelhantemente, Lipp e Tanganelli (2002) avaliando a incidência e a sintomatologia do estresse e qualidade de vida de homens e mulheres exercendo o cargo de juiz pelo Inventário de Sintomas de Estresse validado por Lipp e Guevara, mostraram as mulheres como apresentando os maiores indicadores de estresse, evidência que corrobora com os resultados deste estudo. O fato das mulheres apresentarem maiores escores no questionário de estresse percebido não indica, contudo, que as mulheres são submetidas mais freqüentemente a situações estressantes. Elas parecem ser mais responsivas aos estímulos estressores. Essa afirmação apóia os achados de Heim, Ehler e Hellhammer (2000) e Powell et al (2000) de uma melhor habilidade na resolução de uma situação ameaçadora imediata entre os homens. Portanto, parece existir uma diferença nos padrões de percepção de estresse entre homens e mulheres, que parece apoiar os relatos de dores musculoesqueléticas crônicas, exaustão, tensão e depressão relacionadas ao estresse em mulheres (Powell et al, 2002). Esses achados são semelhantes àqueles do presente estudo, com as mulheres apresentando maiores escores nos quesitos tensão, confusão e depressão do questionário de humor, quando comparadas aos homens.

Ademais, Carrilo et al (2001) utilizando um estressor psicológico, falar em público, relacionou a resposta hemodinâmica dos voluntários, bem como o papel dos estados de ansiedade e humor (hostilidade, agressividade, tensão, depressão, vigor, fadiga) nessas respostas. Apenas no sexo feminino, as condições de ansiedade e humor foram positivamente correlacionadas com o aumento nos batimentos cardíacos em todas as fases do estudo (pré-teste, teste e pós-teste), ou seja, o traço de ansiedade e o estado de humor negativo influenciaram a resposta cardiovascular. Da mesma forma,

Grossman et al (2001) estudando a disfunção autonômica em pacientes ansiosos de ambos os sexos, verificaram uma diferença na regulação autonômica cardíaca em indivíduos com ansiedade quando comparados com sujeitos saudáveis. Ademais, 50% dos indivíduos ansiosos apresentaram uma maior susceptibilidade para morte por alteração cardiovascular. Logo, os resultados alcançados no estudo sugerem que a maior variação nos parâmetros fisiológicos em mulheres (PAS, PAD E FC) nas condições de imersão e aplicação da Técnica Watsu parece estar associada a maior percepção do estresse, indicados pelos maiores índices de ansiedade, e pelos estados negativos de humor, ou seja, essas condições pode tornar o indivíduo mais susceptível à variações dos parâmetros fisiológicos quando submetidos à técnica.

7. CONCLUSÕES

• Os níveis dos parâmetros fisiológicos (PAD, PAS, FC e FR) de homens e mulheres foram influenciados pela técnica Watsu, tendo as mulheres apresentado maiores valores de pressão arterial sistólica e diastólica, não validando a predição sugerida no experimento. Sugere-se que a elevação nos parâmetros investigados esteja associada aos princípios físicos da água, bem como à variação de movimentos e posturas característicos do Watsu. Concluímos, portanto, que o gênero influenciou o tipo de resposta fisiológica verificada após aplicação da técnica, com as mulheres apresentando variação mais acentuada na PAS e PAD, enquanto os homens apresentaram maiores variações na FC.

• A comparação das variáveis investigadas entre as fases do ciclo ovariano associada à aplicação da técnica Watsu, mostrou que as mulheres apresentaram aumento nos valores da pressão arterial diastólica e diminuição nos escores da freqüência respiratória na fase luteal. Esses resultados validam em parte a predição sugerida neste estudo. Parece que além da influência da variação hormonal sob as variáveis investigadas, os movimentos e posturas adotados durante a execução da técnica podem ter influenciado na variação desses parâmetros. Dessa forma, as variações hormonais ocorridas durante as fases do ciclo reprodutivo influenciaram a resposta fisiológica investigada após aplicação da técnica Watsu.

• As mulheres apresentaram maiores escores na percepção do estresse, mostraram-se mais ansiosas e com características mais negativas de humor (tensão, confusão e depressão). Esse perfil está associado a variações mais acentuadas na resposta à aplicação da técnica, quanto aos valores de PAS e PAD. Os homens apresentaram uma maior variação na FC após a técnica. O padrão de ansiedade, o estado de humor e o nível de estresse percebido parecem influenciar na resposta à técnica, não validando a predição proposta, já que o gênero masculino apresentou variação significativa nos escores da FC. Assim, os padrões de ansiedade e humor influenciaram as respostas fisiológicas investigadas, e o gênero parece também estar associado ao perfil observado.