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BÖLÜM 3: TÜKETİCİLERİN SATIN ALMA NİYETİ

3.2. Tüketici Davranışları

Assim que os alunos do primeiro colegial entraram na sala e ocuparam os devidos lugares, iniciou-se uma apresentação com muitas imagens dos encontros anteriores descrevendo como foi o desenvolvimento do projeto e das atividades durante as oficinas.

Figura 229: Apresentação inicial feita pelo professor e os projetos dos alunos dispostos em uma mesa na sala de apresentação.

O final dessa apresentação ocorreu com a descrição de cada um dos projetos finais que os alunos estavam desenvolvendo e assim os grupos foram sendo chamados a partir dos slides projetados. Para todos os grupos que foram sendo chamados, era feita uma breve apresentação enaltecendo as qualidades e as características do grupo com a finalização de cada uma delas, o grupo foi agraciado por uma salva de palmas dos alunos ouvintes, seguido por alguns comentários feitos pelo professor complementando as explicações.

Os projetos foram apresentados na seguinte ordem: - filme mostrando as atividades realizadas;

- grupo 1 (trajeto do trem)

- grupo 2 (máquina de registrar movimento oscilatório) - grupo 3 (moinho de vento)

- grupo 4 (roda gigante) - grupo 5 (usina elétrica)

Durante todos os encontros foram registrados os áudios e foram realizadas filmagens com o intuito de auxiliar na descrição das mesmas e observação de fatores importantes para a presente dissertação. O responsável pelas filmagens foi o aluno João M. (3ª série) que além de registrar situações importantíssimas foi o responsável pela edição de um filme de curta duração onde os alunos poderiam ter uma ideia de como foi o desenvolvimento das atividades.

Figura 230: Partes do filme de curta duração apresentado aos alunos mostrando alguns dos momentos dos encontros realizados.

As apresentações que ocorreram na sequência permitiram que os alunos pudessem relatar o processo de desenvolvimento de seus projetos e mostrar o funcionamento dos mesmos para os alunos que estavam assistindo a apresentação. Para possibilitar que todos os alunos visualizassem as produções com detalhes, foi montado um sistema com a máquina fotográfica em que as imagens focalizadas pela máquina fossem projetadas no telão em tempo real.

Figura 231: No telão pode-se perceber que ao mesmo tempo em que o professor conversa com a sala, sua imagem aparece no telão.

O primeiro grupo a se apresentar foi o grupo 1, que expôs o projeto que simulava o percurso de um trem. Diferentemente do ocorrido no oitavo encontro, a correia funcionou como deveria, pois o grupo realizou algumas alterações em seu projeto. O grupo inseriu um carretel no centro da maquete e além da correia em velcro, eles enrolaram linha em cada um dos carretéis ligando-os ao carretel central que funcionava como mecanismo impulsor. A cada volta que o impulsor dava ele enrolava as linhas fazendo com que todos os outros carretéis girem no mesmo sentido do impulsor e com o fator de transmissão 1 girando a correia e assim movimentando o trem.

Figura 232: Os alunos explicando o processo de construção, o sistema de linhas e carretéis movimentando o sistema e o projeto final com o trem em E.V.A..

O próximo grupo a se apresentar foi o grupo 2 que construiu um mecanismo para registrar o movimento oscilatório de um pendulo. O conteúdo matemático utilizado nesse projeto é abordado apenas no segundo colegial, assim foi necessário fazer uma breve explicação do que o grupo iria mostrar.

Figura 233: Uma breve explicação sobre os gráficos de funções trigonométricas preparando os alunos para a apresentação realizada pelo grupo 2.

Esse grupo teve sérios problemas na produção de seu mecanismo pelo fato da evasão de um de seus integrantes, que levou consigo o projeto construído poucos dias antes da apresentação. Tiveram assim que reconstruir o modelo e dessa forma alguns detalhes não puderam ser refeitos em tempo hábil para a apresentação. No mecanismo apresentado, a base foi feita com o material MDF. Preso a esta base se encontravam os suportes que sustentavam as duas bobinas de papel e que com a manivela existente em uma delas era possível fazer com que o papel passasse de uma bobina para outra. A

parte deficitária de seu mecanismo era exatamente o pêndulo, pois os alunos apenas amarraram uma caneta que pingava tinta acima do sistema e como seu movimento não era pendular o gráfico não ficaria como se esperava.

Ao final de sua explicação comentei o fato de não ter dado certo, mas valorizei o projeto e sugeri alterações que pudessem ser feitas para o sucesso do mesmo.

Figura 234: Alunos explicam o funcionamento do mecanismo, fotos mostrando detalhes do projeto e comentários adicionais feitos pelo professor.

Seguindo a ordem definida pelos slides, foi chamado o grupo 3 para realizar sua apresentação. Até o último encontro, esse grupo estava com problemas para a produção das engrenagens e cogitavam até a mudança de tema de projeto.

Para a elaboração do projeto os alunos se reuniram previamente na sala utilizada durante os encontros a transformaram no local onde foi desenvolvido todo o raciocínio para viabilizar o projeto.

A figura a seguir mostra o cronograma de produção que o grupo adotou com esboços das engrenagens e medidas.

Figura 235: Cronograma elaborado pelos alunos na lousa da sala dos encontros da oficina para a elaboração do moinho de vento.

Eles apresentaram um moinho de vento construído em madeira com um acabamento muito bem feito com eixos que continham as engrenagens construídas em ferro e foram soldadas. A diferença do projeto esboçado para a produção apresentada foi o fator de transmissão, pois como todas as engrenagens tinham o mesmo tamanho, o fator de transmissão era 1.

Na sequência foram chamados os elementos do grupo 4 que apresentou as suas construções da roda gigante e do ventilador, que já foram descritas no encontro anterior e surpreendentemente trouxeram uma outra versão da roda gigante movida a manivela solucionando a inquietação que eles tiveram em relação a primeira versão da roda gigante que era a falta de mecanismos de polias engrenagens que pudessem ser vistas e estudadas. A nova roda gigante foi construída com madeira, as cadeiras foram feitas com caixas de leite e as engrenagens não foram produzidas por eles, mas obtidas a partir do reaproveitamento de peças de outros mecanismos. A engrenagem menor (impulsora) tem 24 dentes e a engrenagem maior (seguidora) tem 44 dentes tendo então um fator de transmissão baixo (0,54).

Finalizando as apresentações, foi convidado o grupo 5 que expôs o seu projeto da usina elétrica. Eles explicaram o funcionamento do projeto utilizando uma apresentação de slides no projetor e mostrando os cálculos que fizeram para torná-lo funcional.

Para obter o fator de transmissão do impulsor eles desmontaram o mecanismo da manivela e descobriram que existia um fator de transmissão alto pois a transmissão era 78/12=6,5. Feito isso calcularam o fator de transmissão entre a polia impulsionada pela manivela e o dínamo em chegaram em um valor próximo a 20.

Figura 238: PowerPoint apresentado pelo grupo para explicar o alto fator de transmissão existente na manivela impulsora.

A seguir mostraram seu projeto em funcionamento e ao girar a manivela e transmitir o movimento para o dínamo as lâmpadas eram acesas.

Figura 239: Alunos explicam o funcionamento do mecanismo da usina elétrica.

Figura 241: Detalhes do mecanismo: correia que transmite o movimento da manivela para o dínamo, na figura inferior a esquerda a lâmpada esta apagada e na figura da direita a lâmpada esta acesa, ou seja, o sistema está em movimento.

Benzer Belgeler