• Sonuç bulunamadı

2.2. Kurul Kararlarının Yargısal Denetimi

2.2.2. Yayın İlkelerinin İhlaline İlişkin Kararlar

2.2.2.7. Suça Teşvik Edici Yayınlar

problema com o pai, então ela frequentava as aulas, mas não conseguia acompanhar porque a cabeça dela tava em outro lugar, e quando os professores marcavam provas ela pedia pra que eu estudasse com ela, porque quando eu explicava ela entendia o que tava escrito no livro, o que o professor tinha apresentado nas aulas. Mas até então eu não tinha me dado conta ainda, dessa coisa do docente, era uma amiga ajudando a outra amiga. Aí eu me formei e graças a Deus logo eu consegui um emprego, fui trabalhar como enfermeira em uma instituição particular, e desde a época do estágio uma coisa que me incomodava muito é com a morosidade do atendimento, do cuidado que num tava diretamente relacionado com que a gente aprendia na sala de aula e que eu assistia na prática. Daí quando eu fui vivenciar o enfermeiro que tá lá no hospital isso me decepcionou muito, e daí eu peguei e falei não... eu preciso atuar de forma mais ampla, eu não quero só treinar a minha equipe, eu quero que os profissionais saiam já com essa visão da importância do outro, da importância de ouvir, que eu trato não só com o remédio, com procedimento, mas eu trato também com o escutar, o estar perto, o oferecer apoio, e que eu preciso estudar pra ter embasamento teórico, pra eu aplicar isso na prática. Daí em seguida eu acabei arrumando um emprego num colégio técnico, na época ainda não precisava ter o curso de docência e daí eu fui acompanhar estágio, e daí eu consegui associar a minha necessidade de cuidar junto com a minha necessidade de ensinar a cuidar e daí eu me descobri professora, eu me descobri docente, a pessoa que gostava de segurar na mão do profissional e levar ele, e mostrar pra ele como deve ser feito, a importância desse trabalho

e com isso eu tô na docência desde 2003.

Ah! Só complementando a parte lá da trajetória docente, então o pai dessa minha amiga ficou doente, então eu ensinava ela e eu também por duas vezes participei por duas vezes do universidade solidária, que hoje em dia mudou de nome e a universidade solidária virou uma ONG e agora aqui na faculdade a gente tem basicamente o mesmo projeto, com características diferente, mas que é o projeto Rondom, então eu fui por duas vezes pra Amazônia pra mesma comunidade e lá a gente fazia o trabalho de educação, então a gente trabalhava a educação com a comunidade, educação em saúde, educação pras crianças, de coisas básicas como higiene, limpeza da casa, do lugar onde vivem com os agentes de saúde, então foi um trabalho aonde eu tive mais um saborzinho de ensinar, de ver a semente que você semeia naquele solo germinar, então foi muito gratificante, e acabei desenvolvendo a habilidade de falar em público, o que no começo da faculdade a gente tem um pouco de medo, de vergonha. Então, isso, fez total diferença na minha vida, tanto acadêmica como pessoal que acaba refletindo na minha vida profissional. Então, depois que eu voltei de lá eu falo em público com muito mais desenvoltura, com mais segurança, então foi um grande aprendizado prático, diferente de falar pra uma amiga, do que falar pra pessoas que você não conhece, então quando eu fui pra sala de aula isso fez muita diferença, de conhecer o meu aluno, de conhecer a realidade que ele vive, de adequar o meu conhecimento a necessidade que ele tem, a necessidade de onde ele vai aplicar aquele conhecimento, então fez toda a diferença.

ANEXO 1- OFÍCIO

São José dos Campos, _______de _____________de 2012. Ilmo (a). ______________________________________________

Vimos por meio deste, solicitar a V.S. permissão de realização de pesquisa pela aluna Paula Oliveira Dutra, do curso de Mestrado Interdisciplinar em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais da Universidade de Taubaté.

A pesquisa intitulada: “As Representações sociais do ser docente para o enfermeiro

professor”, será desenvolvida sob orientação do (a) Prof (a). Dr (a). Maria Angela Boccara de

Paula. O estudo será realizado com os enfermeiros docentes que ministram disciplinas da ciências da enfermagem na graduação. Sendo que período de coleta de dados será nos meses de novembro a dezembro de 2012.

Para tal, a coleta de dados da pesquisa fará o uso de dois tipos de instrumentos com intuito de atender aos objetivos propostos. Primeiramente, os professores que aceitarem participar, deverão assinar o termo de consentimento livre e esclarecido, em seguida deverá preencher o questionário sociodemográfico, de formação e trajetória docente. Na sequência será realizada a entrevista semiestruturada, direcionada por questões norteadoras. E com toda certeza, será resguardado o anonimato da Instituição e dos sujeitos participantes.

Aproveitamos para pedir-lhe o empréstimo de um local reservado para aplicação dos questionários, bem como para realização das entrevistas com os sujeitos participantes, de acordo com vossa disponibilidade de data e horário.

Ressaltamos que o projeto de pesquisa passou pelo Comitê de ética em pesquisa da Universidade de Taubaté e foi aprovado sob nº 363/12 (ANEXO 4).

Desde já agradecemos e colocamo-nos à disposição para maiores informações e esclarecimentos no Programa de Pós-graduação da Universidade de Taubaté, no endereço R. Visconde do Rio branco, 210, CEP 12.080-000, telefone 3625-4100 , e solicitamos a gentileza da devolução do termo de autorização da Instituição devidamente preenchido.

No aguardo de sua resposta, aproveitamos a oportunidade para renovar nossos protestos de estima e consideração.

Atenciosamente,

_________________________________________________ Coordenação do curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano