2. FEMA 356 YAKLAŞIMI
2.2 Değerlendirme Yöntemleri
2.2.4 Sismik Risk
Com base nos trabalhos de Patton, Stanford e Barratt (1995), atribuímos uma pontuação às respostas obtidas pelos participantes e calculamos uma escala para mensurar a impulsividade dos participantes do experimento. Para maiores detalhes vide apêndice. O escore de impulsividade de Barratt foi utilizado como um modelo de mensuração de impulsividade apresentado pelos participantes. Dessa forma, conseguimos capturar o grau de inconsciência versus consciência que é apresentado pelos agentes diante do processo de tomada de decisão.
Dado os resultados obtidos pelo escore de impulsividade, separamos os participantes em dois grupos, separados pela mediana, sendo um composto pelos que apresentaram maior valor na escala e outro composto pelos indivíduos que apresentaram os menores valores.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Calculamos o valor médio do escore de impulsividade em ambos os grupos para na sequência compararmos os resultados médios encontrados entre os grupos. Em termos de hipótese temos:
H0: Média do escore de impulsividade dos indivíduos mais impulsivos = Média do escore de impulsividade dos indivíduos menos impulsivos.
Ha: Média do escore de impulsividade dos indivíduos mais impulsivos ≠ Média do escore de impulsividade dos indivíduos menos impulsivos.
O escore médio de impulsividade ficou em 71,88 pontos para o grupo dos escores mais altos contra o valor encontrado de 60,44 pontos para o grupo dos escores menores. Os resultados são estatisticamente diferentes (p=0,000). Na figura 2.3 está representada a diferença de escore de impulsividade apresentado pelos dois grupos.
Figura 2.3 – Escore de Impulsividade
Denominamos o grupo dos que possuem o escore de impulsividade menor como o grupo reflexivo, por conter pessoas que tendem a usar mais intensamente a consciência para realizar suas escolhas.
O segundo grupo ficou denominado como impulsivos, e contempla os participantes que tendem a ser mais espontâneos em suas decisões, realizando escolhas de forma mais inconsciente e espontânea.
Pela hipótese da racionalidade ilimitada, os indivíduos que tomam suas decisões utilizando sua capacidade reflexiva devem apresentar menos escolhas viesadas pela ilusão contabilidade mental. Alternativamente, esperamos que a utilização da capacidade reflexiva não fosse fator forte o bastante para evitar a ocorrência do efeito cognitivo. Para capturar esta idéia, testamos duas hipóteses para verificar se realizar escolhas de forma mais ou menos consciente é capaz de exercer algum tipo de influência na ocorrência da ilusão contabilidade mental.
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 (+) Impulsivo (-) Impulsivo
Com o intuito de investigar o impacto da impulsividade na ocorrência do efeito contabilidade mental, separamos os participantes em dois grupos, apartados pela mediana, sendo um composto pelos que apresentaram os maiores escores de impulsividade e outro somente por aqueles que apresentaram os menores escores. Em seguida calculamos o valor médio dos escores de contabilidade mental para cada grupo e comparamos estatisticamente os resultados. Em termos de hipótese temos: H0: O escore médio de contabilidade mental dos que apresentaram maior escore de
impulsividade = escore médio de contabilidade mental dos que apresentaram menor escore de impulsividade.
Ha: O escore médio de contabilidade mental dos que apresentaram maior escore de impulsividade ≠ escore médio de contabilidade mental dos que apresentaram menor escore de impulsividade.
Quanto ao escore médio de contabilidade mental apresentado no experimento em função do escore de impulsividade, temos que os menos impulsivos apresentaram um escore médio de 3,83 contra um escore médio igual a 3,63 apresentado pelo grupo composto dos participantes mais impulsivos.
A diferença entre os valores não foi grande o suficiente para que fosse possível rejeitar a hipótese de que as duas médias sejam estatisticamente iguais entre si (p=0,450). Mesmo quando separamos os grupos por diversos quartis os resultados não significativos mantiveram-se.
Submetemos os resultados obtidos pelo índice de contabilidade mental a uma análise de correlação com as informações referentes à escala de impulsividade dos participantes. Como comparamos variáveis quantitativas e qualitativas utilizaremos duas formas de mensurar o coeficiente de correlação.
H0: A correlação entre o escore de contabilidade mental e o escore de impulsividade = 0.
Ha: A correlação entre o escore de contabilidade mental e o escore de impulsividade ≠ 0.
Encontramos coeficientes de correlação negativos entre a escala de impulsividade e o índice de contabilidade mental, porém não conseguimos rejeitar que estes sejam diferentes de zero.
Conforme o esperado, não encontramos evidências de que o fato dos entrevistados serem mais ou menos impulsivos afete a ocorrência do viés cognitivo contabilidade mental. Separamos os participantes em grupos por idade: os que possuem idades mais elevadas dos mais novos, calculamos o valor médio do escore de impulsividade para os dois grupos e comparamos os valores encontrados. Fizemos também a divisão dos grupos utilizando o critério gênero.
H0: Média do escore de impulsividade dos indivíduos do grupo 1 = Média do escore de impulsividade dos indivíduos do grupo 2
Ha: Média do escore de impulsividade dos indivíduos do grupo 1 ≠ Média do escore de impulsividade dos indivíduos do grupo 2
Onde: grupo 1 = mais velhos ou homens . grupo 2 = mais novos ou mulheres
Pelos resultados, não encontramos indícios de que os participantes mais velhos são mais propensos a tomarem decisões impulsivas do que os participantes mais novos (p=0,610). Por isso não podemos afirmar que com o passar do tempo os indivíduos utilizam mais sua capacidade reflexiva diante das situações que demandam decisões.
Também não encontramos indícios de que os participantes do sexo masculino sejam mais ou menos impulsivos do que as mulheres (p=0,740).