• Sonuç bulunamadı

1.7. Sağlık Hizmetlerinde Personel Motivasyonu ve Önemi

2.3.2. Süreç Kuramları

Com base no instrumento IRDI, o presente trabalho iniciou uma pesquisa que buscou elaborar indicadores de sucesso para a inclusão escolar. Fazendo uma espécie de analogia à utilização do instrumento descrito, a intenção de verificar o sucesso baseia-se na ausência e na presença dos indicadores, sendo que a presença dos indicadores sugeriria o sucesso do processo inclusivo e a ausência indicaria o fracasso do processo inclusivo.

A elaboração de indicadores vem tentar objetivar aspectos que possam ser transmissíveis, saindo da exclusiva testemunha do observador ou pesquisador. Neste mesmo caminho, Freud, em Análise terminável e interminável (1937), tentou estabelecer um indicador para o final da análise.

Nas investigações a respeito das limitações e obstáculos que se interpõem no caminho de uma análise, Freud tentou estabelecer uma sinalização metodológica que indicasse o sucesso da análise e fixasse um limite para o tempo do processo analítico. A partir dos diversos obstáculos e processos defensivos, tornou-se possível avançar em suas investigações e afirmar que o que poderia indicar o sucesso do processo analítico seriam os desdobramentos sequenciais na fala do analisando, e não se ele apenas correspondia, negativa ou assertivamente, às interpretações do analista. Essa foi uma saída importante introduzida por Freud para que o analista não ficasse preso apenas como testemunha do analisando, podendo utilizar outras medidas possíveis que lhe servissem como referenciais para seu trabalho.

Atualmente, muito se fala em indicadores de qualidade de vida, indicadores de qualidade em educação e, como bem afirmam Kupfer e Voltolini (2005), “o uso de indicadores clínicos nas pesquisas da área da saúde já está consagrado (Kupfer & Voltolini, 2005, p. 359)”. Existem, atualmente, indicadores que surgem, em geral, para tentar complementar e preencher uma possível falta. Falta esta que não é da ordem do preenchimento. A busca pelos indicadores de sucesso para a inclusão não pretende corresponder a isso, na tentativa de preenchimento da falta. Longe de se tornar uma tábua de indicadores que sirvam à mestria — espécie de check-list —, os indicadores de sucesso da inclusão escolar têm como princípio observar e colher os elementos discursivos que apontem para o sucesso dos processos inclusivos

fornecendo coerência e inteligibilidade aos fenômenos e questões com as quais os protagonistas da educação inclusiva se defrontam em seu cotidiano educacional. Ou seja, os indicadores visam contribuir para a reflexão e o encaminhamento da prática inclusiva que vem sendo realizada.

Apesar de encontrar-se no discurso do mestre ao buscar avaliar a inclusão escolar, não se pretende que os indicadores sejam seguidos e cumpridos. A intenção é a de que eles possam contribuir para cada um dos casos. Uma avaliação que parte do discurso do mestre, mas que oferece a possibilidade de não respondê-lo a partir do discurso do universitário, e sim, utilizá-lo como mais uma possibilidade de reflexão sobre cada caso em particular.

Contudo, vale acentuar que, como todo protocolo, os indicadores que buscaremos enunciar nesta pesquisa, se pautam principalmente pela “impossibilidade de estabelecer uma correlação absoluta entre uma especulação e uma expressão empírica da mesma sob a forma de algo observável.” (Campana et al., 2012, p. 3)”.

O que apresentamos aqui serve de base para a compreensão do que será introduzido mais adiante na discussão entre os dados obtidos e a teoria lacaniana dos quatros discursos, método utilizado para a análise dos discursos colhidos para a pesquisa e que instrumentaliza a discussão interdisciplinar.

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A educação infantil diante da educação inclusiva 

 

Sabe-se que, atualmente, o ensino brasileiro é dividido em três níveis da educação básica: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, com diferentes graus em cada uma das divisões.

A educação infantil é considerada a primeira etapa da educação básica. Oferece atendimento para crianças de zero a cinco anos no qual se encontra, muitas vezes, a divisão do atendimento em creches para crianças de zero a três anos e nas chamadas pré-escolas para crianças de quatro a cinco anos. Os pais não são obrigados a matricular as crianças de zero a cinco anos, mas é dever do Estado garantir a possibilidade de que frequentem uma instituição educacional. Pela legislação brasileira, os municípios são os responsáveis pela oferta da educação infantil pública e gratuita.

O Ensino Fundamental, por sua vez, é classificado como o primeiro nível educacional, dado seu caráter obrigatório para crianças de seis a catorze anos. Isso significa que toda criança e adolescente entre seis e catorze anos devem estar na escola, sendo obrigação do Estado oferecer o ensino fundamental de forma gratuita e universal. A obrigatoriedade do Ensino Fundamental também implica reconhecê-lo como a formação mínima que deve ser garantida a todos os brasileiros, de qualquer idade. Em sua conclusão, o estudante deve dominar a leitura, a escrita e o cálculo. Outro objetivo desta etapa é desenvolver a capacidade de compreender o ambiente natural e social, o sistema político, a tecnologia, as artes e os valores básicos da sociedade e da família.

O Ensino Médio, também oferecido gratuitamente, deixa de ter o caráter obrigatório. Uma de suas funções é propiciar a formação ética, o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico e a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos.

Conhecendo minimamente os níveis de ensino, pode-se presumir que existam características e diferenças marcantes entre etapas da educação. Enquanto a primeira tem o foco no lúdico, preconizando o “desenvolvimento integral da criança até seus anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social” (Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9394, de 1996, artigo 29º), ou seja, carateriza, portanto, que não apenas os aspectos diretamente ligados à aprendizagem devem estar

Benzer Belgeler