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3. DENEYSEL BULGULAR

3.2. RBBR’nin Adsorpsiyonu Üzerine pH ve Temas Süresinin Etkisi

Esta pesquisa fundamenta-se no estudo clássico de Rokeach (1981) e para isto estabelece-se as seguintes tipologias de crenças (1981, pp. 5-9):

CRENÇAS PRIMITIVAS – CONSENSO: 100% (TIPO A): As crenças mais centrais são aquelas aprendidas pelo encontro direto com o objeto da crença (isto é, elas não são derivadas de outras crenças) e que são, além do mais, reforçadas por um consenso social unânime entre todas as referências de pessoas e grupos. As crenças do Tipo A são psicologicamente incontrovertíveis, porque elas são, raramente, quando nunca, sujeitas a controvérsias e, consequentemente, tem para si mesmo: Eu acredito e todos os outros que puderem conhecê-la acreditariam nela também. As crenças primitivas podem ser consideradas como representadas dentro do núcleo mais íntimo do sistema de crenças. As crenças primitivas de uma pessoa representam suas verdades absolutas sobre a realidade física, social e a natureza do eu; elas representam um subsistema dentro do sistema total no qual a pessoa tem os mais fortes comprometimentos.

CRENÇAS PRIMITIVAS – CONSENSO: ZERO (TIPO B): Nem todas as crenças devem sua primitividade à universalização do consenso social. Um segundo tipo de crença incontrovertível que envolve diretamente a existência e a auto-identidade é também aprendida pelo encontro direto com o objeto de crença, porém a sua manutenção não parece depender do fato de ser compartilhada com outros: não há referência de pessoas ou grupos do eu que poderiam discutir tal crença. Através da experiência desfavorável em que o apoio de autoridade externa é abandonado completamente, algumas crenças primitivas podem ser formadas. As crenças que não são compartilhadas com outros são impenetráveis pela persuasão ou argumento dos outros. Mesmo que tais crenças possam, algumas vezes, tornar-se objeto de controvérsia, elas são psicologicamente incontrovertíveis.

CRENÇAS DE AUTORIDADE (TIPO C): Crença que força a pessoa a pensar numa concepção seletiva de autoridade positiva e negativa; este momento marca o início do desenvolvimento de partes não-primitivas no sistema de crenças da pessoa sempre em

expansão. Ao interagir com os outros, o repertório expandível de crenças primitivas da pessoa é continuamente colocado em jogo e ela então descobre, num dado momento, que uma certa crença que antigamente acreditava que era compartilhada com outros, não é mais compartilhada. As crenças não-primitivas são concebidas como desenvolvidas fora das crenças do Tipo A e como estando num relacionamento funcional com as mesmas. As mais importantes dessas crenças primitivas parecem ser aquelas relativas à autoridade positiva e negativa – o que os sociólogos chamam de pessoas de referência ou grupos de referência. Tais crenças dizem respeito não somente ao que as autoridades podem saber, mas ao que elas devem saber. Crenças de autoridade são caracteristicamente controvertíveis porque o crente aprendeu que algumas pessoas e grupos de sua referência compartilham a sua crença, enquanto que os outros não a compartilham.

CRENÇAS DERIVADAS (TIPO D): Acreditar na credibilidade de uma autoridade específica implica na aceitação de outras crenças vistas como provenientes de tal autoridade. Tais crenças são definidas como crenças derivadas e são controvertíveis pelas mesmas razões que as do Tipo C o são. As crenças ideológicas, originadas das instituições religiosas ou políticas e derivadas de segunda mão, do processo de identificação com a autoridade mais do que pelo encontro direto com o objeto da crença, são tidas como crenças do Tipo D. Tais crenças derivadas são menos dinamicamente importantes do que as crenças a respeito da autoridade e, consequentemente, uma mudança de crença que diga respeito à autoridade, ou uma comunicação direta de uma autoridade deve levar a muitas outras mudanças nas crenças derivadas desta autoridade. Estas crenças derivadas formam o que geralmente se refere a uma ideologia institucionalizada e, junto com as identificações de pessoas ou grupos de referência sobre as quais tais ideologias estão baseadas, fornece uma com um sentido de identidade de grupo.

CRENÇAS INCONSEQUENTES (TIPO E): Muitas crenças do sistema de crenças parecem representar questões de gosto mais ou menos arbitrárias, e nós, doravante, chamaremos tais crenças de crenças inconsequentes. Como as crenças do Tipo A e B, elas são incontrovertíveis, pois se originam da experiência direta com o objetivo de crença e sua manutenção não requer, necessariamente, um consenso social. As questões de gosto são, todavia, consideradas inconseqüentes por terem pouca ou nenhuma ligação com outras

crenças. Muitas crenças inconseqüentes ou triviais (Tipo E) podem ser intensamente mantidas e fortemente preservadas. Tais crenças são, contudo, inconseqüentes por terem relativamente poucas ligações entre si e, se mudadas, trazem relativamente poucas conseqüências para outras crenças (1981, pp. 5-9).

Outrossim, pode-se observar que um sistema total de crenças de uma pessoa abrange crenças inconseqüentes, crenças derivadas, crenças pré-ideológicas sobre a autoridade específica e crenças primitivas pré-ideológicas, compartilhadas socialmente ou não sobre a natureza do mundo físico, da sociedade e do eu. Sendo assim, todas estas crenças são tidas como formadas e desenvolvidas bem cedo, ainda na infância. Pois, indubitavelmente, essas crenças são inicialmente aprendidas no contexto familiar mediante de suas interações (ROKEACH, 1981).

O conjunto do sistema total de crenças numa dimensão socioambiental pode ser analisado como uma organização de crenças que varia em profundidade, formado como um resultado de vida na natureza e na sociedade, planejado para ajudar a pessoa a manter, tanto quanto possível, um sentido de identidade do contexto e do grupo estável e contínuo no tempo – uma identidade que é simultaneamente parte de uma situação contextual socioambiental estável - mesmo mediante da volatilidade de transformações do mundo contemporâneo.

A transformação formativa no espaço acadêmico deve ser entendida a partir das concepções prévias dos graduandos em administração sobre os seus respectivos contextos socioculturais e, inclusive, sobre o próprio contexto acadêmico.

Sendo assim, torna-se um imperativo considerar que conhecer o pensamento, através da apreensão das crenças do graduando em administração, torna-se um fator de favorecimento para se compreender o que se passa na sociedade e no curso referente à sustentabilidade. E, para tanto, se faz necessário neste instante instaurarmos uma distinção entre o que estamos considerando como conhecimento e como crenças.

Benzer Belgeler