3. EVLAT EDİNMENİN ESAS YÖNÜNDEN KOŞULLARI
3.2. Küçüklerin Evlat Edinilmesinin Küçük Açısından Şartları
3.2.6. Evlat edinilecek küçüğün ana ve babasının rızası
3.2.6.4. Rızanın aranmadığı haller
Após as sugestões relatadas pelas entidades e pessoas entrevistadas, nesta parte o pesquisador propõe inicialmente uma reformulação para atender às necessidades da empresas que atuam direta ou indiretamente com a atividade petrolífera.
O primeiro ponto é a criação de uma área de controle aduaneiro exclusivo para atividade de E&P.
A segunda proposição é a criação de um regime especial voltado para a logística da indústria de E&P, para dar apoio a serviços de manutenção, reparo e estocagem.
Nas duas hipóteses existe a preocupação de manter a simetria entre o mercado nacional e estrangeiro nesta área econômica.
8.1.1 Criação de uma Zona de Processamento Petrolífero – ZPP
Para adaptar o modelo REPETRO às necessidades do mercado petrolífero e da indústria nacional fornecedores e empresas prestadoras de serviços sugere-se uma adoção de modelo para permissão da importação e exportação de bens ativos aplicáveis à fase de pesquisa e lavra de petróleo e gás segundo as áreas de concessões, e de acordo com as determinações da ANP. O regime seria dado à área e não especificamente ao bem a ser admitido na atividade econômica.
Como a ANP tem o mapeamento dos projetos, contratos e bens utilizáveis nas áreas de pesquisa e produção, bastaria a Receita Federal do Brasil, em conjunto com aquela entidade, após a concessão do direito de pesquisa e lavra, realizar habilitação ao modelo ZPP.
O sistema aduaneiro ou o modelo de operação seria o mesmo existente hoje para entreposto para feira58, que se torna uma forma inspiradora para esse novo regime especial. A entrada e saída de bens destinados à pesquisa e lavra de petróleo e gás seriam alocados na área previamente determinada pela ANP e habilitada pela RFB no ZPP.
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O regime de entreposto para feira poderá ser operado recinto de uso privativo, alfandegado em caráter temporário para a exposição de mercadorias importadas em feira, congresso, mostra ou evento semelhante, concedido ao correspondente promotor do evento (§ 1º,art 6º da Instrução Normativa nº 241/02).
Esse modelo também segue levemente os traços no regime especial Zona de Processamento de Exportação59, recém-aprovada por lei, sob ponto de vista de espaço alfandegado, sendo considerada como uma área alfandegada, sujeita controle aduaneiro. O controle poderia se dar através de sistemas informatizados da mesma maneira que ocorre com a figura do entreposto industrial previsto nas instruções normativas nº s 241/02, 513/05 e 757/07.
Os prazos seriam exatamente os concebidos pela ANP para exploração da área.
Ao realizar a habilitação do novo regime o beneficiário apresentaria sistema informatizado de controle, aos moldes do atual regime REPETRO.
Além disto, já com a aprovação do projeto, tanto de pesquisa, quanta de produção, seria dada, de forma prévia, pela superintendência da RFB a concessão para o ingresso dos bens em futura importação.
A segurança do sistema passa pelo controle da ANP e depois da própria RFB, onde a agência é informada previamente do conteúdo local e conteúdo estrangeiro a ser utilizado no processo. Além disto, seria prestado uma garantia única para o projeto, renovável dentro de um prazo de dois anos.
Os despachos de importação seriam homologatórios, resultados dos atos de concessão previamente deferidos pela própria superintendência da RFB.
A habilitação seria de responsabilidade do superintendente da região fiscal, onde tem domicílio a empresa com concessão ou autorização para atividade econômica em estudo. As demais empresas, que iriam também auxiliar em serviços geológicos, afretamento entre outros, passariam por idêntico processo, levariam os seus contratos e cópias das concessões ou autorizações da ANP para a empresa exploradora contratante de seus ativos ou serviços a RFB. Os contratos poderiam ser de arrendamento operacional, aluguel, serviços ou mesmo empréstimos.
Os ativos, desde que listados devidamente à ANP, seriam passíveis de ingressarem no modelo suspensivo.
Com relação a insumos que sejam consumíveis no processo seria reconhecida isenção de todos os tributos federais incidentes na importação, inclusive aqueles adquiridos no mercado interno. Entretanto, somente ingressariam os autorizados previamente pela SRF,
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As ZPE caracterizam-se como áreas de livre comércio com o exterior, destinadas à instalação de empresas voltadas para a produção de bens a serem comercializados no exterior, sendo consideradas zonas primárias para efeito de controle aduaneiro – art 1º da Lei nº 11.508, de 20 de julho de 2007.
no âmbito do modelo ZPP, onde as quantidades e volumes ingressos no regime poderiam ser atestados por engenheiros certificantes, pela ANP ou pelo órgão especializado no assunto, a fim de auxiliar a autoridade aduaneira, na análise de razoabilidade deste consumo ou necessidade.
A extinção do regime poderia da mesma forma ser similar do REPETRO: reexportação, destruição, mudança de regime, transferência de beneficiário, admissão em nova área de ZPP e nacionalização no caso dos ativos estrangeiros admitidos na área.
As empresas que operassem com esse regime teriam que ingressar no modelo da Linha Azul, IN SRF nº 476/03 para ter o benefício de despacho em até 12 horas nas unidades aduaneiras.
8.1.2 Criação Depósito Especial e Industrial de Exportação – DEIE
Cria-se-ia um depósito para armazenar insumos utilizáveis no reparo, manutenção, beneficiamento, montagem, recondicionamento entre outros destinados a qualquer ativo admitido no ZPP. Seria uma espécie de área-logística para assegurar a continuidade das operações a serem desenvolvidas na ZPP com certeza de qualidade pelo uso de tecnologias específicas desenvolvidas no exterior ou no Brasil pelo beneficiário deste regime DEIE. A importação será sem cobertura cambial com suspensão tributária e à medida que ocorra e a utilização de insumos estrangeiros aos ativos destinados à pesquisa e lavra petrolífera será reconhecida à isenção ou suspensão fiscal.
Quanto a itens fornecidos pela indústria nacional a sua alienação ao beneficiário da DEIE seria considerada uma exportação para todos os fins fiscais e cambiais.
Este sistema seria derivado dos modelos depósitos especial, atual IN SRF nº 386/04, Trade Company, de acordo com o Decreto-lei nº 1.248/72 e admissão temporária para aperfeiçoamento ativo, IN SRF nº 285/03.
A empresa beneficiária do regime poderá estocar, comprar e prestar serviços de manutenção, reparo, beneficiamento, montagem, renovação, recondicionamento, acondicionamento ou reacondionamento, desde que para atender exclusivamente a bens destinados a ZPP ou a exportação de bens e serviços ao mercado externo. Esse modelo deveria também incorporar o regime de entrepostos para industrialização, IN SRF nº 241/02 e IN SRF nº 513/05, permitindo a compra no mercado nacional de insumos no
mercado interno sem pagamento de tributos, pois essas vendas seriam equiparadas à exportação.
8.1.3 Mantendo o Modelo Atual
Considerando-se que esse estudo representa uma nova visão para ser dispensada pelo Estado a atividade petrolífera, representando a utilização de dois novos modelos aduaneiros (ZPP – DEIE), que eliminariam a tributação pela importação ou pela aquisição no mercado interno de bens destinados aplicação na fase pré-operacional de prospecção de petróleo e gás, certamente poderá encontrar resistência para sua criação. A maior conseqüência no curto prazo seria não permitir a tributação o que ocasionaria a redução da arrecadação, tanto para União, quanto para o estados da federação. Na luta pelos escassos recursos financeiros surgem relações de cumplicidade setorial, tendo como objetivo comum a obtenção de um montante - o maior possível - de recursos para a sua respectiva área política. Na atual conjuntura brasileira, caracterizada pela necessidade de um ajuste fiscal, essas disputas entre as várias pastas e policy networks (rede de políticas) pelos recursos, assim como entre essas pastas, a equipe econômica e a presidência tornam-se particularmente acirradas, deixando transparecer uma certa incapacidade de ação e, logo, comprometendo a governabilidade do sistema político (Frey, 2000). E de se imaginar, que qualquer tentativa, para avançar sobre a redução fiscal, principalmente sobre o tributo estadual ICMS, através de uma reformulação legislativa encontre forte resistências dos governos estudais, pelo que demonstra neste estudo.60 Desta, forma o autor em seguida apresenta, como alternativa, alterações ao atual modelo REPETRO existente, dentro do poder existente com possibilidade imediata ser utilizado pelo Secretario da Receita Federal do Brasil ou mesmo do próprio Presidente da República.
a. Adaptação a conceitos fiscais consistentes
No caso de manutenção do sistema de listas para os ativos admissíveis ao REPETRO, poder-se-iam utilizar as regras do imposto de renda, segundo o seu regulamento61, quanto a conceito de ativos e de insumos.
60 Vide item 6.3, tributação da fase pré-operacional. 61 Decreto n º 3000, de 26 de março de 1999.
Os ativos que se fossem importados de forma temporária e aplicável na área de pesquisa e lavra de petróleo seriam todos admissíveis ao REPETRO.
Os demais bens que sejam complementares, aqueles principais, e fossem considerados com não-ativáveis estariam fora do modelo, pois seriam consumívies passando pelo crivo de importação em regime comum.
Já os itens que sejam ativáveis e agreguem vida útil aos bens importados no REPETRO, teriam os benefícios da suspensão tributária por ocasião da importação.
Para atender aos interesses da indústria nacional qualquer bem utilizável para reparo ou conserto do bem estrangeiro admitido no REPETRO seria alienado com isenção dos tributos federais, desde que se agregue vida útil ao bem estrangeiro admitido ou bem nacional exportado fictamente ou não.
b. Utilização de lista negativa
Caso a RFB queira manter o controle do REPETRO, ainda por lista, que essa seja de natureza negativa, como já foi feito no passado para admissão temporária para bens do petróleo, conforme a IN SRF nº 136/87. Além disto, não entrariam no modelo os insumos de consumo constante, tais como pequenas peças de pequeno valor, itens como óleo e graxas, enfim, itens que pela sua natureza sejam claramente incompatíveis com o regime de admissão temporária.
c. Habilitação e concessão – uniformidade
As habilitações do REPETRO e as concessões poderiam ser efetivadas mesmo antes da chegada da carga ao país, e bastaria centralizar essas operações em um único órgão por região fiscal da RFB. Qualquer dúvida sobre a operação bastaria centralizar os esforços de fiscalização junto à ANP ou órgão técnico para atestar o funcionamento do processo petrolífero pretendido. Além disto, cada empresa teria uma única prestação de garantia para todos os processo.