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Koruyucu ailelikten farkı

Belgede TÜRK HUKUKUNDA EVLAT EDİNME (sayfa 31-36)

2.5. Evlat Edinmenin Benzer Müesseselerle Karşılaştırılması

2.5.1. Koruyucu ailelikten farkı

Além dos problemas com dualidade na interpretação por parte da autoridade aduaneira no Brasil, para aceitação da fiança considerada idônea no processo de prestação de garantia em conjunto com o Termo de Responsabilidade, conforme demonstrado no ponto supra, 6.1, que versou sobre dificuldade com conhecimento sobre o modelo. Onde diversos entrevistados apontaram a limitação imposta pela alfândega em aplicar a sua própria legislação em matéria aduaneira, encontra-se o tema prestação de garantia envolvida agora com outra espécie de dificuldade operacional para o beneficiário do regime REPETRO. O entrevistado do coordenador do comitê de logística da ABESPETRO de forma espontânea relatou que existia ainda um novo problema com o modelo. Foi relatado que

através da DIANA e da COANA conseguiram mudar o REPETRO48 para aceitar a extinção do regime para aquelas ferramentas que ficam presas no poço e não podem ser mais recuperadas.

De fato se não houvesse uma mudança de entendimento por parte da Secretaria da Receita Federal do Brasil, todas as ferramentas usadas em poços de extração de petróleo, que se perdessem na atividade, teriam que ter seus tributos suspensos cobrados pela execução do termo de responsabilidade e cobrança da garantia prestada, uma vez que não haveria a extinção do regime por falta de reexportação das mesmas.

Apesar do ajuste intrínseco do modelo REPETRO, acontece o sinistro de perda faltando um dia para apresentação do bem à unidade da RFB para procedimentos de reexportação e conseqüente extinção do regime.

Geralmente, a praxe administrativa é de dar um mês para que a empresa comprove que a ferramenta ou outro bem tenha sofrido o sinistro, assim entendido quando for objeto de acidente, incêndio, naufrágio ou outro sinistro que o beneficiário não tenha dado causa. É determinante, para não incidir em nenhuma responsabilidade sobre o importador, que comprove o sinistro por intermédio de laudo técnico emitido por pessoa ou entidade credenciada pela Receita Federal do Brasil (RFB), bem como não tenha sido resultado de utilização em finalidade diferente daquela que tenha justificado a concessão do regime. Sendo que se entende por laudo técnico o emitido por órgão ou entidade oficial competente, no uso de suas atribuições, inclusive no caso de embarcações; ou engenheiro ou técnico responsável pela operação do bem sinistrado, com base no boletim diário, elaborado de acordo com as regras da IADC (International Association of Drilling Contractors), ou de outro documento adotado pelas partes contratantes para essa finalidade, no caso de equipamentos e ferramentas aprisionados na coluna de perfuração e produção de petróleo ou gás natural. Além disto, a empresa que presta serviço com uso do REPETRO deverá apresentar cópia do boletim diário ou de outro documento adotado pelas partes contratantes para essa finalidade e do comprovante de indenização da seguradora ou, se for o caso, do contratante do serviço.

Como o prazo é de 30 dias para atender a todas as exigências acima, muitas firmas prestadoras de serviços e associadas à ABSPETRO não conseguem apresentar em tempo. E a fiscalização, após esse prazo que já foi dado ao beneficiário do regime, começa um

trâmite de execução do termo de responsabilidade fiscal, que após algum tempo tem que ser defendido, incorrendo em gastos com defesa na esfera administrativa, incorrendo a empresa em custos desnecessários, pois o problema foi simplesmente o prazo estreito dado pela autoridade aduaneira para poder atender a sua própria legislação.

Além desta limitação com a garantia do regime REPETRO, foi apresentada pelo professor Paulo César Rocha, outra situação desfavorável ao modelo. Seria a complexidade excessiva de controles a serem exercidos para a prestação de garantia existente para o REPETRO.

O processo quanto ao seu controle deveria ter um termo de responsabilidade genérico e o SISCOMEX deveria fazer a cobrança deste termo já no despacho, e verificar se a empresa importadora tem garantia genérica como hoje é feito no módulo trânsito. A prestação de garantia para empresa a cada momento do despacho de importação gera controles em excessos tanto para o importador, quanto para própria RFB.

6.5.2 Pela exportação com saída ficta

O modelo REPETRO permite a exportação com saída ficta do território nacional dos bens REPETRÁVEIS, industrializados no país, inclusive com a utilização de mercadorias importadas sob a modalidade DRAWBACK, que será realizada pelo respectivo fabricante ou por empresa comercial exportadora de que trata o Decreto-lei nº 1.248, de 29 de novembro de 1972, à empresa sediada no exterior, em moeda de livre conversibilidade. 49 De acordo com a Petrobras S.A. hoje pela forma que a empresa se estruturou no exterior, inclusive com a criação da empresa PNBV na Holanda, é possível comercialmente realizar o pagamento dos contratos de construção e exportação das plataformas de petróleo e outros projetos desta envergadura financeira em reais, em moeda nacional.

Como o modelo do REPETRO só prevê o pagamento em moeda de livre conversibilidade, isso cria mais uma limitação às operações comerciais. O REPETRO (exportação com saída ficta) acaba impedindo uma operação comercial, segundo o declarado pela assessoria da presidência da empresa em Brasília. O BACEN aceitava tal operação como legal.

Entretanto, como o REPETRO não prevê a possibilidade de pagamento em moeda nacional por exportações promovidas ao exterior de forma ficta, por conseqüência, o SECEX

também não autoriza a emissão de registro de exportação (licença) para esse tipo de operação comercial.

Logo, enquanto não houver mudança na legislação do REPETRO esse tipo de operação estará impedida.

Outra voz que se opõe a essa limitação ao modelo REPETRO é a do professor e escritor Paulo César Rocha, que também faz coro contra essa determinação da RFB por meio de instrução normativa, que impede o pagamento da exportação com saída ficta em reais. Dentro do assunto exportação com saída ficta de bens admissíveis no REPETRO a RFB, após questionamento sobre os controles aduaneiros, relatou sobre os possíveis problemas para a fiscalização com as extinções do entreposto para construção de plataforma e para Plataforma Portuária Industrial.

A extinção desses dois regimes pode ser considerada difícil para a fiscalização na hora do desembaraço pelo processo de exportação.

A aduana não dispõe de especialistas e deveria utilizar peritos. Seriam necessários laudos para atestarem que os bens que estão sendo admitidos no REPETRO realmente foram obtidos a partir dos materiais que foram importados e industrializado no entreposto.

Além disto, a fiscalização deve ter plena utilização dos sistemas informatizados, porém como admitidos temporariamente no REPETRO, os agentes aduaneiros não parecem ter esse controle, porém deveriam poder utilizá-lo.

Os auditores deveriam conhecer a parte de contabilidade de custo, pois é uma exigência do concurso, e se preparar para atuar nesta área. Se acompanharem a fase de montagem da plataforma ou módulo teriam facilidade para apontar se determinados bens foram consumidos no processo ou não.

No caso de plantas para construção de plataformas de petróleo ou módulos poderiam pedir um laudo ao engenheiro certificante e outros que pudessem colaborar com a fiscalização, então isso não dificultaria o trabalho da fiscalização, assim como se furtar a realizar esses controles de processos industriais que ocorrem no entreposto.

Existe complexidade no controle, apesar da dificuldade que as aduanas têm de realizar essa tarefa e com isso garantir a qualidade da extinção do entreposto com a exportação com saída ficta e admissão ao REPETRO.

Belgede TÜRK HUKUKUNDA EVLAT EDİNME (sayfa 31-36)