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3. TEMEL KAVRAMLAR

3.7. Parçacık Sürü Optimizasyonu

3.7.2. PSO Algoritması

f isiológicos que se expressam na f orma de f ort es bat iment os cardíacos, t remedeira, gargant a seca, et c.

Com relação à Fernanda, Ana Maria expõe seu

apaixonamento

da seguint e f orma: “Eu gost o del a, do seu j eit o, da f orma como f al a, essas coisas que são t ot al ment e normais, da f orma como el a me t rat a, el a é carinhosa, t rat a bem as pessoas, é uma pessoa corret a, divert ida” . As qualidades at ribuídas ao amado incit am

o

apaixonamento.

Assim diz Fernanda com relação à Ana Maria: “ O que eu gost o na minha namorada é porque el a é muit o carinhosa. Eu gost o da personal idade del a em t udo, da maneira de como el a se rel aciona comigo...”

Para Ana Maria, o

amor

é,

idealmente

, aquilo que deve “sempre começar com uma det erminação... amor é gost ar... t er af inidades. É o sent iment o que f az com que duas pessoas f iquem j unt as, que se desenvol va uma sit uação af et iva” . Em t ermos

musicais, a dupla de cant ores Claudinho e Bochecha expressam para Ana Maria uma música que revela o que é o amor: “ eu não exist o longe de você/ Minha solidão é meu pior cast igo/ Eu passo as horas para poder t e ver...” .

Como desvenda o seu depoiment o, o ent endiment o de Ana Maria sobre o

amor

parece ser aquele que est á cont ido no imaginário românt ico, quando diz que o

amor

é aquilo que j ust if ica a união das pessoas, ou sej a, “é o sent iment o que f az com que duas pessoas f iquem j unt as” . Da mesma f orma, a música que elege como algo que,

para ela, simboliza o amor é revest ida de represent ações nas quais esse sent iment o surge como f undament al à vida das pessoas, não havendo, inclusive, razão para exist irmos sem a sua presença nas nossas vidas. Uma observação de Myrna a esse respeit o t raduz essa assert iva: “ se a mulher t em t udo e não t em amor, passa a não t er nada” . (in RODRIGUES, 2002, p. 70).

Fernanda compart ilha do mesmo

ideal de amor

; isso porque ela acredit a que esse sent iment o acont ece de f orma espont ânea e apresent a um poder t ransf ormador que j ust if icaria at é a exist ência da humanidade, como se pode ver na sua f ala: “o amor acont ece de uma hora para out ra, eu não sei expl icar como acont ece. Mas, quando você est á amando, é um sent iment o que f az com que você se rel acione mel hor at é com out ras pessoas. Te deixa mais generosa, você começa não só a ol har a sua vida de um modo dif erent e, mas t ambém t odas as pessoas que est ão ao seu redor. Você procura deixá-l as f el izes e quer aj udar, para que t odo mundo sint a o que você

est á sent indo. É um sent iment o que se t al vez não exist isse a humanidade não est aria nem mais aqui para cont ar a hist ória.” A def inição de amor que desenvolve guarda

relação com o que é da ordem da imaginação. O amor, para Fernanda, aparece como uma imagem daquilo “ que não é, e não f oi e que não é dada pela percepção” , como diria Cast oriadis (1982) a propósit o da imaginação.

Tant o para Ana Maria quant o para Fernanda, uma pessoa ideal para se vivenciar o

amor

deve ser alguém que consiga cumprir algumas exigências, como:

“saber

compartilhar, ter respeito, ser fiel, saber doar e ceder, dar liberdade, ser sincera, ser

educada, ser gentil, ter senso de humor, alto astral”.

Tais exigências, que devem ser cumpridas dia após dia, se inserem naquelas que problemat izamos como sendo t ípicas do romant ismo e que nem sempre são possíveis de ser cumpridas t ot alment e. As rot inas cot idianas impõem preocupações prosaicas e, às vezes, mais urgent es, que podem se conf lit ar com as exigências post as por Ana Maria e Fernanda.

Ana Maria ent ende que o

amor

vivido nos relacionament os pode at é acabar, mas ele só acaba para que se t ransf orme em out ro t ipo de

amor

: o amor sempre começa com uma paixão muit o f ort e e com o t empo vai se t ransf ormando. Fernanda parece

compart ilhar da mesma crença no que diz respeit o ao possível

fim do amor

: “el e pode durar mais ou menos um t empo e se t ransf ormar em out ro t ipo de amor. Mas se você não cuida bem do amor el e acaba mais rápido” . O carát er imort al do amor, t ão bem

dif undido pela ordem românt ica, parece ainda t er seus adept os.

Maurício t em 33 anos e f az mest rado na área de Let ras. Em sua t raj et ória amorosa, est eve algumas vezes apaixonado: “não me arrependo das grandes paixões que vivi. E as pessoas sof rem e aprendem com os sof riment os” . Muit as dessas paixões,

como ele mesmo disse, f oram

platônicas

: “Eu j á al mej ei t ant as pessoas. É como diz aquel e poema ‘ at é uma passant e eu j á al mej ei’ ” . As imagens e

fantasias,

peculiares do romant ismo, podem demandar, em alguns casos, que

amemos quem não nos ama.

Alguns de seus relacionament os lhe causaram alguns

prejuízos

: “ Eu j á me il udi várias vezes, mas agora eu est ou desil udido da vida, desencant ado” . Revela que hoj e

não consegue def inir o que é o amor, pois “não est ou amando ninguém, por isso não sei o que é amar. Como é que eu posso dizer o que é amar sem saber o que é?”

Encont ra-se em uma f ase que, parece, não est á desej ando relacionar-se com ninguém: “ eu est ou desencant ado. Ninguém se int eressa por mim e eu não est ou preocupado com isso” . Expõe, em seu depoiment o, que as relações af et ivas hoj e são

acordos” , “ cont rat os” . Há um t om de melancolia e de descrença no amor. Para ele, o

amor

“ é uma coisa muit o compl exa. Amor é ment ira. É um est ar enganando o out ro, se subj ugando, l udibriando” . A f orma que Maurício vê e vivencia o amor é

ent relaçado pelo simbólico, na medida em que sua f ala expressa uma série de sent idos e signif icados. Ele expõe, em um out ro moment o, que a verdadeira af et ividade ele a vê represent ada em dois “vel hinhos” de mãos dadas passeando, cuj a cena lhe é muit o

signif icat iva.

Apesar de t udo, deixa subent endido nas ent relinhas que desej aria t er uma pessoa para viver um

amor

. Para ele, essa pessoa deve “ ser seduzida para pode seduzir” , ou sej a, “ a mel hor sedução de uma pessoa é aquel a que demora a aparecer.

El a é mais verdadeira... quant o mais encant ado mel hor, porque depois que se revel a não era mais nada daquil o que a gent e sonhava” . Um mist o de magia e realismo!

Est e ent revist ado, malgrado a vivência de f rust rações amorosas que o leva a se expressar com

amargura

quant o ao

amor

, salvaguarda no seu ínt imo a esperança de ainda encont rar a

pessoa verdadeira

para viver o

amor

.

Monique se orgulha de ser uma mulher casada.

Monique, 33 anos, é prof essora e consult ora da área de Turismo. Est á casada há t rês anos. Segundo ela, os mot ivos que a f izeram se apaixonar pelo seu at ual marido f oi o f at o de ele t er

iniciativa

e o

sentimento de proteção

: “ quando eu vi meu marido, não f oi isso que me at raiu nel e, mas para mant er a rel ação f oi isso aí. Eu quero um homem com at it ude de homem, eu quero me sent ir prot egida. A escolha amorosa

supõe que o

objeto amado

apresent e qualidades que sej am at rat ivas para aquele que ama, ao menos é assim que a condut a amorosa românt ica imprime suas marcas às ment es de alguns suj eit os.

O

amor

, para Monique, é conf ort o, conf iança, disponibilidade e t esão. Segundo ela, para que um relacionament o sej a perf eit o “ t em que t er criat ividade na rel ação” .

O cumpriment o dessa exigência é, pois, a condição básica para o bom f uncionament o de seu casament o.

Monique deu o seu primeiro beij o em um primo, quando t inha 12 anos. Teve seu primeiro namorado aos 16 anos, num namoro que durou 2 meses. Ele depois namorou uma prima de Monique.

Com o seu segundo namorado f icou 7 anos: “ f oi um namoro excel ent e, com uma convivência boa e de muit a amizade, mas começamos a esquecer o erot ismo na rel ação” . O namoro acabou, e “ uma semana depois el e apareceu com uma menina. Eu passei uns dois dias muit o mal . Para mim, f oi uma surpresa muit o grande el e aparecer com out ra pessoa..., aquel e choro sol uçado... e eu t inha muit a vont ade de vomit ar. Eu passei uns dois dias vivendo aquel e sof riment o de não querer acredit ar, f ui at rás del e e el e insensível com o sof riment o... zero de possibil idade de se resgat ar al guma coisa. Sof ri, mas caí na real e comecei a ocupar meu t empo, comecei a conhecer gent e nova, a sair e isso me t irou a at enção. A perda do obj et o amoroso é uma das

condições, dent ro do quadro amoroso românt ico, com maior possibilidade de acarret ar dor e sof riment o, inclusive f ísicos.

Como Monique revelou, para esquecer seu ex-namorado, ela saiu para f est as e bares a f im de conhecer out ras pessoas, e f oi quando conheceu o seu at ual marido, em uma casa de show. Monique disse que nessa noit e “ t inha uma pessoa me ol hando e a minha amiga percebeu” . Trocaram t elef ones e namoraram um t empo, depois moraram

j unt os e, por f im, casaram. Ela revelou, ainda, t er muit o orgulho de t er casado of icialment e na Igrej a.

Nos t ermos românt icos, o casament o, principalment e o religioso, é uma inst it uição que vem consagrar a et ernidade dos laços amorosos: “ O que Deus uniu o homem não separa” . É ainda o sonho de muit os românt icos part iciparem dessa

cerimônia como “noivos e noivas” , como nesse depoiment o colhido por Rodrigues

(2002): “ Cláudia sonhava, dia e noit e, com a lua-de-mel; imaginava-se vest ida de noiva; e pensava, a t odo o minut o, no enxoval” . (in RODRIGUES, 2002, p. 52).

Patrícia: “t enho me decepcionado muit o e est ou procurando a pessoa cert a”

Pat rícia t em 24 anos, é empregada domést ica. Sobre o

amor,

diz t ê-lo vivido apenas simbolicament e: “eu acho que nunca ninguém me amou, porque eu j á ouvi da boca para f ora, eu quero ouvir do coração” . Est á à procura da pessoa certa, at é porque “quando chegar a hora.... você sabe quem é a pessoa cert a” . Pat rícia parece

ser alguém que compart ilha dos cont eúdos do romant ismo ocident al, dada a sua crença na exist ência de uma

pessoa certa

para ela, (como se exist isse sua

alma gêmea)

e a sua espera por essa pessoa.

O

amor,

para Pat rícia, é “um sent iment o l indo” , é o único element o que

j ust if ica a união das pessoas: “ se não t iver amor não t em casament o, não t em rel acionament o. Não exist e rel ação sem amor... não é sust ent ada só por sexo. Eu acho que é uma mist ura de t udo, companheirismo (...) mas o amor em primeiro l ugar” . O amor enalt ecido, mais uma vez, é represent ado nessa f ala como um

element o f undament al para se mant er um laço af et ivo.

Para que ela venha a viver um

grande amor

, algumas exigências são necessárias: f idelidade, respeit o, cuidado e, principalment e,

amor verdadeiro

. A

imaginação de indivíduos sociais (ou sej a, o colet ivo anônimo) criou a idéia de um t ipo de amor considerado

verdadeiro

, diant e do qual os out ros seriam

falsos.

Essa assert iva

cont ribui para agregar valor ideal ao amor, ist o é, maximizar o cont eúdo imaginário do amor:

se todos os relacionamentos que vivi não deram certo é porque não era amor

verdadeiro.

Assim, nunca se quest iona ou se culpa o amor românt ico por ser um ideal cont radit ório. E as pessoas passam a esperar e a buscar o verdadeiro amor ou a “ procurar, sempre e sempre, ent re milhões de criat uras, inclusive os esquimós, aquela que represent a a sua met ade” . (in RODRIGUES, 2002, p. 51).

Pat rícia inf orma ainda que seu apaixonado deve ser alguém: que gost e do mesmo j eit o musical , que admire o pôr-do-sol , que curt a esse t ipo de coisa, que diga que gost a de mim, que diga que eu est ou l inda mesmo sem ser, mas não pel a part e f ísica, mas pel o que sou int eriorment e. Eu acho que a pessoa não pode ser só pernão, bundão, t em que t er coração, sent iment o... e para uma pessoa agir assim como eu est ou f al ando el e t em t udo para se dar bem comigo.

Cont a Pat rícia que t eve seu primeiro namorado aos 12 anos. Ele era alt o, louro e de cabelos compridos. Est udava na mesma escola que ela, em uma sala de aula ao lado da dela. Assim, “ t odas as vezes que el e passava pel a j anel a el e sempre ol hava para mim, e eu sempre sent ava no mesmo cant o para que el e pudesse me ver sempre” .

Seu segundo “ apaixonament o” f oi por um rapaz de uma idade maior que a dela. Ele era casado com sua amiga: “ el e era casado ‘ f orçado’ porque a menina engravidou e el a morava na casa del e. E l á no int erior engravidou casava, mesmo sem gost ar. E eu sempre est ava na casa del es. E chegou a um pont o que eu era capaz de mat ar ou morrer por el e. Eu chorei quando el e se separou del a, mas el e casou em seguida com out ra pessoa e mudou de l ugar. E quando el e vinha eu f icava l ouca para vê-l o, para

chegar pert o, mas não podia, porque minha mãe não gost ava, e para mim f oi muit o dol oroso” . A expressão “ eu era capaz de morrer ou mat ar por ele” ref orça a idéia de

um

amor

sem medida e incondicional, igual àquele divulgado pelo ideário românt ico. Seu t erceiro apaixonament o f oi por um mot oqueiro de um globo da mort e de um circo, por quem se apaixonou

romanticamente

, a part ir de um único olhar, ou sej a, à primeira vist a (uma premissa romanesca). “ Eu me encant ei na primeira vez que vi e f oi por essa paixão que eu f ui para out ra cidade só para vê-l o, mas quando eu f ui vê- l o el e t inha vol t ado para sua mul her” .

Sua quart a paixão f oi um rapaz

comprometido

, com quem namorou

escondido

durant e 6 meses. Depois disso, assumiram publicament e o namoro, noivaram e cont inuaram j unt os por mais 6 meses. Na ocasião, ela t eve que viaj ar, f icando um ano e meio f ora. Quando volt ou, ele j á havia casado com out ra pessoa. Foi, ent ão, que Pat rícia pensou: “ não exist e príncipes em caval o branco” . Depois de um t empo ele se

separou e pediu para ret ornar à relação, cont udo, “ mesmo gost ando del e eu pedi para el e vol t ar para el a (esposa) por causa da f il ha del es. Foram t rês anos sem f icar com ninguém, esperando por el e, e quando el e veio j á era t arde. Isso j á f az 10 anos e eu est ou sempre vendo-o e cada vez minha perna t reme, eu f ico cont ando a semana só para ver el e, j amais eu t eria coragem de f al ar para el e que gost o del e” .

Pat rícia compart ilha da idéia de que o

amor

e seus ef eit os, mesmo sem haver correspondência amorosa, podem persist ir por um longo t empo. E é com base nessas vivências que o amor, por vezes, é classif icado como “ et erno” , ou sej a, est arei “ obrigado” a est ar apaixonado pelo rest o da vida. Pode o amor ser et erno? Segundo Myrna, esse sent iment o não é um f enômeno social, ent ret ant o, é assim que muit os

lidam com o amor: “ A maioria das pessoas acha que não. Acha que não exist em sent iment os et ernos. Perdão, exist em, sim. Há sent iment os que nascem com a pessoa, que a acompanharam at é a mort e” . (in RODRIGUES, 2002, p. 100).

Mônica: “ Tenho uma grande hist ória de amor na minha vida [ ...] e at é hoj e essa pessoa est á no meu coração” .

Mônica t em 43 anos e é socióloga. At ualment e, t em conhecido pessoas virt ualment e (uma prát ica muit o comum em nossos t empos, uma vez que a Int ernet t ornou-se um meio de acesso a alguns encont ros amorosos). Mas no moment o est á sozinha, porque “ não pint ou ninguém int eressant e” . Para ela, o amor ocorre sempre

de f orma muit o int ensa, prof unda; “ e eu est ou na busca desse sent iment o” .

Todos

que est ão sob a inj unção românt ica

sonham

em encont rar, um dia, uma pessoa que será classif icada como sendo a

pessoa certa

, aquela que não poderá ser subst it uída por nenhuma out ra. Isso é possível t endo em vist a a qualidade imaginária desse sent iment o, f orj ado por signif icações e represent ações que carecem de int erpret ação.

Segundo ela, apaixonou-se, pela primeira vez, por um primo, que não lhe correspondeu nesse sent iment o: “el e não queria nada comigo... e ol he que doeu essa paixão! El e dizia que prima era irmã” . A possibilidade da não-correspondência

amorosa é um event o comum na condut a amorosa românt ica, e a dor é inevit ável. Os românt icos aprenderam das

lições de amor

que o desint eresse do out ro por nós é um bom mot ivo para expressarmos o sof riment o:

Por que ele(a) não me ama? O que posso

fazer para que me ame?

“ Por que me af lij o e me enf ermo? Para que não t er por t i desprezo?”52

Aos 15 anos, Mônica t eve uma “paixão muit o f ort e” por um rapaz que

f reqüent ava a mesma igrej a que ela: “eu era apaixonada por el e. At é que um dia eu cheguei e f al ei para el e. Namorei com el e um ano” . A anunciação amorosa surge como

necessária para o conheciment o do amor, pelo menos para os

romanticamente

apaixonados,

e para isso ut iliza-se a

linguagem romântica

. É comum o uso das f rases – “ Eu t e amo!” , “ Eu sou apaixonado(a) por você!” , “ Sou louco(a) por você” !

Viaj ou para a cidade de São Paulo e apaixonou-se por um out ro j ovem, “que f isicament e el e parecia um príncipe, el e t inha o ol ho verde, a boca vermel ha, a pel e muit o branca e o cabel o muit o l oiro sol t o. Parecia aquel e desenho de cont o de f adas. E el e me t rat ava como uma princesa” (a descrição de Mônica guarda relação com o

que é descrit o pelo

sonho romântico

dos cont os de f adas). Compraram alianças e noivaram. Ela t eve que ret ornar à cidade do Nat al/ RN, mas cont inuaram o relacionament o, at ravés de cont at os por t elef one. Cont udo, “ no dia em que el e marcou de vir para gent e se casar, l igou t erminando. E eu t ive uma f ebre emocional muit o f ort e. Foi uma decepção amorosa” . A dor de amor, por vezes, acomet e de

sof riment os e reações f ísicas aqueles que part ilham das signif icações imaginárias românt icas.

Mônica, meses depois, volt ou a São Paulo e o reencont rou. Ele disse t er se arrependido; “el e chegou l á na casa da minha t ia chorando com um bot ão de rosa branca, se aj oel hou me pedindo para vol t ar, isso nunca acont eceu comigo e eu f iquei

f ascinada, eu vi que el e me amava” . Volt aram o relacionament o, depois da exibição

da cena românt ica (o perdão f az part e do j ogo românt ico!).

Mônica, ao longo de sua t raj et ória conheceu out ras pessoas, namorou e separou-se, out ras t ant as vezes. At é que, aos 30 anos, conheceu aquele que ela j ulga ser “ o grande amor da sua vida” , pois “at é hoj e essa pessoa est á no seu coração” .

Mônica apaixonou-se por seu chef e. Ele era casado e t inha f ilhos, de f orma que Mônica acredit a que f oi uma grande loucura de “ amor” ; “porque eu est ava col ocando

Benzer Belgeler