2. LİTERATÜR ve BAZI ÖN BİLGİLER
2.7 Problem Çözme ile İlgili Yapılan Araştırmalardan Bazı Örnekler
3.1 Procedimentos Metodológicos
Com preendendo- se que o am bient e urbano out orga significados essenciais à vida hum ana, considerando ainda a necessidade de observar os suj eit os e as in stit uições na perspect iva do cont ext o social, pois, “Uma cobertura adequada dos acontecimentos sociais exige m uit os m ét odos e dados: um pluralism o m et odológico se origina com o um a necessidade metodológica” (BAUER e GASKELL, 2002, p.18).
Considerando o pluralism o m et odológico, será necessária t ant o a abordagem qualit ativa quant o a quantit ativa para a presente pesquisa observando o t rat am ent o est atístico dos dados que serão levant ados. Ressalva- se que as pesquisas quantit ativa e qualit ativa devem ser int erpret adas com o com plem ent ares e não ant agônicas; pois segundo Bauer e GasKell (2002, p.24) “não há quantificação sem qualificação” e “não há análise estatística sem interpretação”.
Ant e as abordagens que separam quantidade e da qualidade, a dialética assum e que a qualidade dos fat os e das relações sociais é sua propriedade inerent e e que quantidade e qualidade são inseparáveis e int erdependent es ( MI NAYO, 2007)
Com relação à investigação do clim a na present e pesquisa, orient ar - se- á pela propost a t eórico- m et odológica de Monteiro ( MONTEI RO, 1976) , considerando a abordagem do Sist em a Clim a Urbana ( SCU) , pois:
O SCU tem por objetivo compreender a organização climática peculiar da cidade, ou seja, as relações complexas entre a atmosfera e as diferenciações da estrutura urbana. Como um sistema aberto e complexo, o clima urbano tem na cidade um componente essencial na transformação que ocorre na atmosfera urbana. As maiores expressões da transformação da atmosfera pela urbanização são a ilha de calor e a poluição atmosférica
(MONTEI RO,1976, p. 96-7).
O subsist em a t erm odinâm ico ( Figura 6) influencia diret am ent e nos níveis de confort o t érm ico, podendo pot encializar a ação de det erm inadas doenças psicossociais em decorrência ao est resse, cansaço, irrit ação ent re out ras, e inclusive relacionar- se diret am ent e ao desem penho físico, por m eio de fadiga provocado pelo que o aum ent o da temperatura traz as pessoas (ALEIXO, ARAUJO e SANT’ANNA NETO, 2011).
O equilíbrio t érm ico do corpo hum ano é m antido por um sistem a orgânico cham ado de t erm orregulador, que at ravés de ações fisiológicas int erfere nas t rocas t érm icas com o am bient e.
Confort o e equilíbrio t érm ico do corpo hum ano est ão relacionados, na m edida em que a sensação de bem est ar t érm ico depende do grau de at uação do sist em a t erm orregulador para a m anutenção do equilíbrio t érm ico. I sso significa que, quant o m aior for o t rabalho desse sist em a para m anter a t em perat ura int erna do corpo, m aior será a sensação de desconfort o.
Figura 6. Relação ent re o clim a urbano e a ocorrência de doenças, separados pelos subsist em as de análise do clim a urbano propost o por Mont eiro (1976).
Fonte: ALEI XO (2012)
Port ant o, o confort o t érm ico depende de fat ores que int erferem no t rabalho do sistem a t erm orregulador com o: t axa de m et abolism o, isolam ent o t érm ico da vestim ent a, t em perat ura radiant e m édia, um idade relativa, t em perat ura e velocidade relativa do ar.
De acordo com Vogt e Miller ( apud ARAÚJO, 2001, p.41) “o conforto térmico é um a sensação com plexa que sofre influência de fat or es de ordem física, fisiológica e psicológica [ ...] ; do pont o de vist a puram ent e térm ico, as condições am bient ais confort áveis são aquelas que perm it em ao ser hum ano m ant er const ant e a t em perat ura do corpo sem adicionar, de form a percept ível, seus m ecanism os t erm orreguladores”
A obt enção de confort o térm ico se processa quando o organism o, sem recorrer a nenhum m ecanism o de t erm orregulação, perde para o am biente calor produzido com pat ível com sua atividade ( t rabalho e vestim ent a) .
O índice de confort o, port ant o, é um parâm et ro que represent a o efeit o com binado das principais variáveis int ervenient es. At ravés dele é possível avaliar a situação de confort o t érm ico de um am bient e, bem com o obt er subsídios para m elhor adequá-lo às necessidades hum anas.
Os prim eiros esforços organizados para o est abelecim ent o de índices de conforto t érm ico foram realizados nos Est ados Unidos da Am érica no período de 1913 a 1923. Desde
ent ão e at é hoj e esse assunt o vem sendo est udado em diferent es part es do m undo e vários m ét odos para avaliação de confort o t érm ico t êm sido propost os.
Várias m et odologias foram desenvolvidas para conj ugar as variáveis clim áticas ( t em peraturas, um idade, radiação e ventilação) que influenciam diret am ent e no balanço t érm ico do hom em com a noção de confort o. Vários índices de confort o ( biofísicos, fisiológicos e subj etivos) foram produzidos para fins de aplicação - cerca de t rês dezenas. Cont udo, para as condições t ropicais, dest aca- se o de “Temperatura Efetiva” de Houghton e Yaglou; a “Carta Bioclimática” de Olgyay e o “Índice de Conforto Equatorial” de C. G. Webb. ( FROTA E SCHI FFER ( 2007)
A m aioria dos índices, contudo, t êm lim it ações em sua aplicação prática. As dificuldades de aplicabilidade surgem do fat o desses experim ent os t erem sido realizados em condições clim áticas m uit o variáveis. Com o consequência, cada índice é válido e útil para um a m argem lim it ada de condicionant es que não podem ser em pregadas universalm ent e.
Dent re os índices est abelecidos, o de Minessard ( 1937) e o de Thom ( 1959) , consideram as sensações de confort o e as condições de t em perat ura, um idade e velocidade do ar, e t em sido usado nos est udos relacionados ao confort o, desconfort o e agravos à saúde. Com o grande part e do dia, as pessoas perm anecem em am bient es fechados, o est abelecim ent o de índices apropriados para est a condição são m ais num erosos, ent ret ant o, esses índices t em dem onst rado im precisão nas análises de am bientes abert os. ( ALEI XO, 2012)
No caso dest a pesquisa aborda- se o est udo do confort o t érm ico, que envolve a t em perat ura, a um idade e o m ovim ento do ar, afet ando perm anentem ent e as pessoas. Porém , para o est udo do clim a int raurbano e do confort o t érm ico relacionado às condições de saúde da população urbana de São Luís, t ornou- se im prescindível um a adaptação dos m ét odos utilizados em clim at ologia urbana.
O rot eiro m et odológico ( Figura 7) da pesquisa foi organizado em duas partes cent rais. A prim eira consist e em caract erizar e analisar os parâm et ros e variáveis clim áticas em suas condições nat urais e sua articulação com o am bient e urbano e seus reflexos para a sociedade. A segunda faz abordagem dos quadros de enferm idades e doenças que est ão associadas ás condições clim áticas, abordando em especial, a art iculação com as condições de confort o t érm ico produzidas pela relação clim a- cidade capazes de serem avaliados com o fat ores de risco a saúde da população urbana.
Para obt enção das inform ações necessárias na realização do present e estudo propõem - se os seguintes passos:
CLIMA Elem ent os Clim át icos 1998- 2012 SAÚDE
SÃO LUIS
Diagnóst ico Bioclim át ico Urbano I ndicadores Urbanos I ndicadores Sanit ários I ndicadores Sociais I ndicadores Socioespaciais
AVALIAÇÃO DOS FATORES