8. DENEYSEL ÇALIŞMALARDAN ELDE EDĐLEN SONUÇLAR VE
8.2 Piroliz Sonuçları
8.3.4 Piroliz katranlarının sütun kromatografisi sonuçları
Exportações em Portugal ultrapassam os 40% em 2013
O ano passado Portugal viu as exportações ultrapassarem os 40% do PIB. Para este índice muito contribuiu a grande aposta que se tem feito os produtos portugueses. Segundo Miguel Fasquilho, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo em Portugal (AICEP), o crescimento das exportações, “que continua ainda aquém das potencialidades do país”, tem contribuído para a descida do défice português.
Segundo os dados da Prodata, o défice externo tem vindo, nos últimos três anos, a diminuir. Em 2010, Portugal chegou ao valor máximo de 11,2%, mas em 2013 fechou o ano com 4,9. Para o próximo ano, o Governo português pretende obter um défice abaixo dos 3%, feito que não acontece há pelo menos 20 anos.
Miguel Fasquilho, na estratégia que apresentou, e que terminará no final de 2016, pretende chegar ao produtor português, encontrando as oportunidades adequadas a cada um. Para tal criou o “Roadshow Portugal Global”, uma espécie de convenção que passará pelas diferentes regiões de norte a sul. A ideia é “levar a cada região as oportunidades certas de exportação”, afirma Fasquilho.
Para além de ir tentar ensinar os empresários portugueses a exportar e para onde exportar, a AICEP vai criar 12 novas delegações, na Finlândia, Noruega, Gana,
88 Cazaquistão, Equador, Senegal, Nigéria, Coreia do Sul, a Guiné Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, alargando, assim, as possibilidades de exportação dos produtores nacionais.
Este conjunto de países representam um mercado de mais de 250 milhões novos possíveis consumidores. Na Guiné Equatorial, por exemplo, “nos últimos cinco anos, as exportações portuguesas têm crescido 47% ao ano”, afirma o presidente da agência. Será ainda convidada imprensa estrangeira especializada para visitar o país e para conhecer empresas, com o objectivo de internacionalizar os produtos portugueses. Embora se encontre satisfeito pelo rumo do crescimento das exportações, Miguel Fasquilho pretende que Portugal chegue ao patamar de países como a Holanda e a Bélgica, “onde os índices ultrapassam os 80% do PIB”.
Com presença em 65 países, um pouco por todo o mundo, a estratégia da AICEP passará também pela captação de novos investimentos estrangeiros em terras nacionais. Para tal, foram criados os FDI (Foreign Dirct Investment) Scouts, uma rede de especialistas na captação de investimento estrangeiro.
89 Anexo 6 – Texto de rádio para a DW
O guineense Fernando Cabral entrou casualmente no mundo da moda aos 23 anos, a convite de dois estilistas angolanos que participaram na Moda Lisboa de 2010.
(O-ton/Abordaram-me… com o meu irmão.)
Em 2012, Alécia Morais, 17 anos, venceu o concurso da Elite Models Look de Cabo Verde. Em Shangai, na China, representou o país tendo ficado no Top 15 entre as finalistas.
(O-ton/O meu sonho… ser eleita.)
Foi assim que começou a carreira como manequim, tendo já desfilado na Moda Lisboa.
(O-ton/Ando a viajar… em Paris.)
Alécia Morais, praticamente no início de carreira, e Fernando Cabral, já com mais experiência nas passarelles internacionais, são dois exemplos de manequins africanos bastante procurados no mundo da moda. África oferece muito potencial, afirma o angolano Ary Amado, da Karacter Models. O agente do jovem guineense, que veio para Portugal com cinco anos, aponta algumas singularidades que atraem os estilistas mundiais.
(O-ton/A musicalidade… e no sítio certo.)
Agências como a angolana Dabanda, com pólo em Lisboa, cuidam da carreira dos modelos selecionados com muito rigor. É uma das exigencias para o sucesso, refere Sandra Teixeira, agente da jovem cabo-verdiana Alécia.
(O-ton/Temos casos… a trabalhar.)
No passado recente, lembra, o modelo africano não era muito requisitado. Sandra recorda o caso da manequim angolana, Amilna Estevão, a primeira modelo negra a ficar nos primeiros três lugares na final do concurso Elite Models Look Mundial, realizado em 2013, na China.
90 Embora os modelos africanos tenham vindo a conquistar o seu lugar a nível mundial, particularmente na Europa, ainda existem algumas barreiras impostas pelos próprios consumidores. Dá conta Ary Amado.
(O-ton/Existe qualquer… a nível europeu.)
Mas, Fernando Cabral assegura que nunca se sentiu discriminado.
(O-ton/Não, não, graças a Deus… no que estava a fazer.)
Os modelos entrevistados pela DW participam este fim-de-semana na 43ª edição da Moda Lisboa, que, segundo os seus agentes, constitui necessariamente uma rampa de lançamento para os que dão os primeiros passos no mundo da moda. LX/DW/JC
Anexo 7 – Crónica para rádio: Exposição no Mudeu MUDE, “Por detrás das Sombras”
Descendo as escadas que levam a um antigo cofre, as relíquias que lá vai encontrar não serão joias ou barras de ouro, encontrará sim uma coleção de mais de 400 pares de óculos. A exposição “Por detrás das sombras”, que está no Museu MUDE em Lisboa, é apenas uma mostra dos 3000 exemplares que André Leal vem a adquirir desde os 15 anos.
Em cinco secções diferentes encontrará óculos de 1720 até aos dias de hoje, de todos os estilos, cores, matérias e formas. Os criadores também são muitos: Pierre Cardin, Dior, Ray Ban, Versage, Lacoste.
Poderá ainda encontrar óculos assinados por André Leal, réplicas de modelos popularizados pelos grandes nomes de Hollywood, como Audrey Hepburn, até aos modelos mais estranhos, em formato de diamante ou mais futuristas - há de tudo e para todos os gostos.
Uma das características que salta à vista na exposição é a sua organização. Se acha que vai encontrar algo com uma lógica temporal engane-se. Aqui no mesmo grupo encontrará óculos de décadas diferentes. O que os une é o modelo, o formato, o design.
91 Assim numa mesma sessão encontrará óculos de 1970 e de 2000, mostrando a intemporalidade de certos modelos.
André Leal mostra que houve uma clara evolução deste acessório, cujo objetivo era apenas funcional, ou seja ajudar a ver melhor. Sem hastes ou qualquer preocupação com a estética no seculo XVIII, este acessório, hoje considerado indispensável, para além de funcional tem de ter um design que se enquadre com a atualidade.