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7.6 Piroliz Katı Ürününün Đncelenmesi

7.6.2 Elektron mikroskobu (SEM) görüntüsü

A tendência mundial para a situação dos jornalistas correspondentes é o regime de freelancer. Os meios tradicionais estão atualmente a passar por transformações e dificuldades económicas, ao mesmo tempo que procuram não perder a sua importância, face aos novos meios de comunicação, como é o caso de Websites como o Bloomberg ou para as agências noticiosas. Como tal, grande parte dos meios tiveram de abdicar de muitos jornalistas destacados em países menores. Sendo Portugal um país com pouca importância noticiosa, seria de esperar que grande parte dos jornalistas não tivesse nenhum contrato. Contudo, em Portugal, o número não mostra um grande intervalo. Neste momento, trabalham 18 jornalistas em regime de freelancer, contra 12, com regime de contrato.

Quando questionados sob o tipo de contrato, a maioria declarou ter um contrato sem termo (10) e, dois, contrato a termo. Foi ainda dada a opção de existirem jornalistas que prestassem serviços a certos meios: seis afirmaram que prestaram serviços a recebidos verdes. Observe-se o gráfico 12:

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Fonte: Questionário online “Jornalistas Correspondentes em Portugal” – Retrato Socioeconómico dos Jornalistas Correspondentes em Portugal

Quando analisadas as respostas dos jornalistas que trabalham a contrato em Portugal, verificou-se que cinco dos jornalistas que têm contrato, a termo ou sem termo, têm contrato exclusivo com uma agência noticiosa. Verificou-se também que quatro jornalistas têm contrato exclusivo com um jornal e, os outros três casos, têm contrato com vários meios. O que mostra que, num total de 32 jornalistas, apenas 12 têm contrato e, destes 9, têm contrato com um só meio. Ou seja, ter contrato não é sinónimo de exclusividade.

Com a obtenção de seis respostas, referentes a prestação de serviços, registasse que existem quatro jornalistas em regime de freelancer20 que colaboram com alguma frequência com certos meios e que recebem a recibos verdes. Contudo, o trabalho pontual entre jornalistas correspondentes e os meios de comunicação específicos, é algo que é usual, não tendo o meio de arcar com custos de manutenção do jornalista – como rendas ou outras contas – tendo apenas de pagar pelos trabalhos efetuados. Isto significa também que não são trabalhos que sejam regulares, mas que podem acontecer pontualmente.

20À resposta “Há quanto tempo trabalha como freelancer?”, obtivemos 18 respostas, o que comparando

com esta pergunta, nos fez perceber que há quatro jornalistas que estão em regime de freelancer mas que colaboram com certos meios de forma mais regular.

a termo sem termo Prestração de serviços

43 Importa também perceber há quanto tempo os jornalistas correspondentes

freelancers em Portugal, se encontram nesta situação. As respostas foram equilibradas,

não havendo um intervalo de tempo que se destaque. Contudo, cinco dos jornalistas responderam ser freelancers, num intrevalo entre seis a 10 anos. Em relação aos outros intervalos de tempo, os números variam entre um e três jornalistas. Observemos o gráfico 13:

Fonte: Questionário online “Jornalistas Correspondentes em Portugal” – Retrato Socioeconómico dos Jornalistas Correspondentes em Portugal

Quando analisado o género dos freelancers, há um “empate”. Em Portugal, 50% dos jornalistas correspondentes freelancers são mulheres e outros 50% são homens. Contudo, o número de mulheres freelancers é mais marcante quando comparado com o número de jornalistas correspondes mulheres a contrato. Como se pode verificar pela investigação de Rodrigues: “Existe uma maior incidência de free-lancers entre as mulheres correspondentes do que entre os homens. Do total de 15 mulheres, 11 são free-lancers (…)” (Rodrigues, 2008: 93). Hoje, de 15 mulheres, nove são freelancers e, de um total de 17 homens, também nove são freelancers. A situação, hoje, menos relevante, não deixa de ser significativa.

3 5 3 1 2 3 0 A 5 A N O S 6 A 1 0 A N O S 1 1 A 1 5 A N O S 1 6 A 2 0 A N O S 2 1 A 2 5 A N O S M A I S

44 IV.1.10. Número médio de trabalhos produzidos mensalmente

De modo a perceber a quantidade de trabalhos jornalísticos, em média, que são feitos pelos correspondentes por mês, foram divididas as possíveis respostas por seis escalões. De um modo geral, podemos concluir que apenas sete jornalistas produzem, em média, mais de 20 trabalhos e que, pouco mais de 50% dos jornalistas, produz, em média, por mês, no máximo 12 peças. Ou seja, uma média de três peças por semana. O que mostra, mais uma vez, que Portugal não é um país gerador de notícias diárias.

Fonte: Questionário online “Jornalistas Correspondentes em Portugal” – Retrato Socioeconómico dos Jornalistas Correspondentes em Portugal

No gráfico 14, é possível observar que pouco mais de metade dos jornalistas está nos escalões de menor produção de notícias: há quatro jornalistas que produzem menos de quatro peças por mês, seis que produzem entre quatro a oito e sete que produzem entre nove a doze. Os restantes 15 encontram-se nos escalões com maior produção de peças: seis jornalistas produzem entre 13 a 17, dois entre 17 a 20 e sete produzem mais de 20 peças. O que significa que, a maior parte dos jornalistas não produz uma peça por dia e 17 dos inquiridos faz, no máximo, 12 peças por mês. Ou seja, três por semana. Mas isto pode significar que são feitos geralmente trabalhos mais longos, necessitando de mais tempo de preparação, execução, tratamento e redação. Portugal não é um país

Menos de 4 12% Entre 4 a 8 19% Entre 9 a 12 22% Entre 13 a 17 19% Entre 17 a 20 6% Mais de 20 22%

45 que tenha interesse para a maior parte dos países e, por isso, apenas situações que não sejam corriqueiras vão interessar aos órgãos estrangeiros.