• Sonuç bulunamadı

Pön SavaĢlarının Ġki Büyük Gücü: Roma Kartaca

4. ARKAĠK DÖNEMDEN ROMA DÖNEMĠNE ÖNEMLĠ DONANMA SAVAġLARI

4.5. PÖN SAVAġLARI ĠÇĠNDEKĠ ÖNEMLĠ DONANMA SAVAġLARI

4.5.1. Pön SavaĢlarının Ġki Büyük Gücü: Roma Kartaca

TOTAL Até 20 anos 21 – 25 anos 26 – 30 anos 31 – 35 anos Acima de 35 anos Biologia 04 - 03 - 02 09 Espanhol - 03 03 01 02 09 Informática 02 03 01 01 02 09 Geografia 02 06 01 - - 09 Matemática 01 06 04 - 01 12 Física 05 10 04 02 - 21 Química 05 13 03 - - 21 TOTAL 19 41 19 04 07 90

A observação da referida tabela nos permite perceber que em relação à faixa etária os participantes do PCM apresentam realidades muito semelhantes as do grupo realizador da TALP. As idades concentram-se nas três primeiras faixas, ou seja, entre os anos que antecedem os vinte (20) até os trinta (30), com predominância entre os vinte e um (21) e os vinte e cinco (25) anos. Essa predominância demonstra um ingresso no nível superior em um período relativamente próximo à conclusão do Ensino Médio e reforça, novamente, esse ingresso por uma parcela maior de pessoas na fase da “juventude” ou “vida adulta jovem” (GRIFFA e MORENO, 2008).

Intensificando essa realidade, podemos conferir ainda que os cursos de licenciatura em Geografia e Química não apresentam nenhum estudante acima dos trinta (30) anos, havendo uma aparição mínima dessa faixa etária nos demais cursos, quando contamos, no máximo, três (03) licenciandos. Além disso, o curso de licenciatura em Informática foi o único que apresentou uma representação em todas as faixas de idade anunciadas. Sobre este curso deparamo-nos com uma realidade peculiar: somente nele não contamos com um número amostral de participantes, mas com a totalidade, tendo em vista os critérios estabelecidos para a pesquisa, pois na fase de levantamento do material empírico esse curso era oferecido apenas no campus Natal Zona Norte, com uma única turma de 5º período e, nesta, constavam somente doze (12) estudantes matriculados. É, portanto, esta informação que nos possibilita estabelecer uma maior precisão sobre as idades dos estudantes desta licenciatura.

Outro dado importante a ser percebido é que mesmo com uma representatividade mínima diante da realidade anterior, contamos com sete (07) licenciandos com idades que superam os trinta e cinco (35) anos, evidenciando uma condição bastante presente no contexto atual, quando pessoas adultas, ainda que imersas no mercado de trabalho em distintas profissões, buscam a formação superior para se qualificarem, acompanharem as exigências do cenário social ou mesmo iniciarem uma nova carreira que lhes permitam desde melhores retornos financeiros até um reconhecimento profissional. No caso dos participantes de nossa pesquisa, localizam-se dentre esses sete (07), tanto profissionais já atuantes no magistério em virtude de outra formação anterior, quanto àqueles ingressantes no nível superior, logo, inexperientes em relação à docência.

O gênero dos participantes consiste em um elemento importante também de ser considerado para a melhor definição do grupo. Algo que podemos conferir na tabela que segue.

Tabela 7 – Gênero dos participantes do PCM nas Classificações Livre e Dirigida CURSO FAIXA ETÁRIA TOTAL MASCULINO FEMININO Biologia 02 07 09 Espanhol 01 08 09 Informática 06 03 09 Geografia 07 02 09 Matemática 09 03 12 Física 11 10 21 Química 09 12 21 TOTAL 45 45 90

Fonte: Dados da pesquisa.

Os dados revelam que, em sua totalidade, os participantes distribuem-se igualmente entre os gêneros masculino e feminino. Essa configuração, considerando-se a singularidade da pesquisa, desfaz o discurso da feminização do magistério como sendo uma realidade ainda persistente majoritariamente no contexto atual. É importante lembrarmos, no entanto, que tal qual ocorreu com a realização da TALP, o processo de adesão também adotado para a participação no PCM nos impede de assumir discursos específicos sobre o gênero mais presente em um ou outro curso, bem como na totalidade da pesquisa, o que não nos restringe, porém, de fazermos observações sobre alguns fatores pontuais destacados.

Dentre estes, podemos citar, por exemplo, a predominância feminina no curso de licenciatura em Química – pelo menos no referente à amostra – quando comumente é difundida a ideia de que há uma busca masculina bem mais presente nessa área de conhecimento. Não obstante, é possível notar que além deste, apenas as licenciaturas em Biologia e Espanhol apresentam um número maior do gênero feminino, confirmando-se uma predominância masculina em áreas como da Matemática, da Física e da Informática, unindo- se a este cenário o curso de licenciatura em Geografia. Apesar dessas observações particulares, reiteramos nossa abstenção de uma análise específica nesse sentido tendo em vista termos desenvolvido um trabalho com o critério de adesão para a definição dos participantes.

Em meio a isto e fazendo uso das possibilidades permitidas pelo procedimento, optamos por, juntamente ao levantamento dos dados pessoais, perguntar aos licenciandos a

razão que os levou aos respectivos cursos. A este respeito, encontramos as causas explicitadas na tabela abaixo.

Tabela 8 – Motivo de ingresso dos participantes do PCM nos cursos de licenciatura

Fonte: Dados da pesquisa.

Esse item nos revelou uma informação bastante significativa: as diferentes perspectivas de ingresso dos licenciandos matriculados em campi localizados na capital – Natal Central e Natal Zona Norte – e no interior do estado – no caso, os municípios de Macau, Mossoró, João Câmara e Apodi –, uma vez que essa divisão mostrou-se marcante em meio às respostas dos participantes. Observamos que nos cursos de licenciatura em Geografia, Informática e Espanhol os estudantes apresentaram como principais justificativas para os seus ingressos, a opção pessoal, atingindo até mesmo a totalidade no que diz respeito ao curso de Espanhol. Sobre isso, deparamo-nos com falas do tipo:

O curso de Espanhol é uma paixão. Eu me identifico... eu comecei a estudar Espanhol fazendo o curso de idiomas e me apaixonei. Aí, a licenciatura foi desejo mesmo. Eu quis, eu busquei (P4F-Espanhol).

A escolha pelo curso de Geografia foi porque eu achei uma área atraente, bem legal e eu já tive professores muito bons nessa área, então foi isso que me estimulou ainda mais (P6M-Geografia).

CURSO