KORUYUCU BAKIM
6. TitreĢim analizi: Kestirimci bakım sisteminde en çok kullanılan teknik titreĢim
4.3 Otonom Bakım
Este apêndice contém traduções livres para língua portuguesa dos
textos dos audioguias do The Museum of Modern Art (MoMA) incluídas
no MoMA Audio Visual Description, e do The Metropolitan Museum of
APÊNDICE 1
Este apêndice contém as traduções livres para língua portuguesa dos textos dos audioguias do The Museum of Modern Art (MoMA) incluídos no Programa de Acessibilidade do Museu (MoMA Audio Visual Description), e do The Metropolitan Museum of Art (The Met).
(Introdução ao MoMA Audio Visual Descriptions)
MoMa Audio Visual Descriptions contém descrições detalhadas de algumas das mais icônicas pinturas e esculturas presentes na coleção do museu. Foi projetado para pessoas cegas ou de baixa visão, mas pode ser utilizado por qualquer um que tenha um interesse por tais obras e no seu exame de um ponto de vista visual.
Ao fim de cada descrição, é dada a oportunidade de ouvir o programa de áudio geral da coleção do MoMa intitulada Modern Voices. Esse programa complementa o programa de descrição (Visual Description). Modern Voices contêm comentários de curadores e artistas, nos quais eles opinam sobre o trabalho de arte.
Embora nós recomendemos ouvir as descrições visuais primeiro, seguidas das Modern Voices, você pode ouvir o áudio que preferir. A parte central da coleção do museu são as galerias de pinturas e esculturas que são exibidas em ordem cronológica. As mais antigas ficam no quinto andar e as mais recentes no segundo.
Então, mesmo que você possa andar pelo museu na ordem que desejar, você pode começar tomando o elevador ou as escadas até o quinto andar e, então, descer. Esperamos que aproveite sua visita. Quando acabar de ouvir este áudio, por favor, diga-nos o que achou do programa; estamos ansiosos para ouvir seus comentários.
CD 1 Faixa 7
One Number 31
Foi pintada em 1950 pelo artista americano Jackson Pollock que viveu entre 1912 a 1956. Óleo e esmalte sobre tela, oito pés e dez polegadas de altura por dezessete pés e seis polegadas de largura (270 por 531 centímetros).
A pintura pendurada nesta parede foi feita em uma tela incrivelmente grande. Se você se postar bem no meio dela, parece que a pintura se expande indefinidamente além do seu campo de visão. É um trabalho abstrato, sem qualquer traço figurativo. Suas cores são basicamente preto, azul, cinza, marrom e branco, todas sobrepostas em um fundo branco.
A pintura foi feita com a famosa técnica de “gotejar” de Pollock e não há maneira melhor de descrever a aparência desta pintura do que explicando o modo como foi feita: Pollock colocava a tela no chão e andava em torno dela com um balde de tinta nas mãos, derramando e gotejando a tinta sobre a tela, usando somente uma cor de cada vez.
Ele não despejava a tinta diretamente da lata; ele preferia usar pincéis ou pequenas varas usadas para misturar tinta para a pintura de casas. Enquanto andava, ele movimentava seus braços gotejando e derramando tinta com gestos engraçados e fazendo com que a tinta formasse grandes trilhas e manchas sobre a tela. Algumas são retas, outras curvas, e todas se misturam.
Ele era capaz de controlar a quantidade de tinta que iria cair na tela, podendo formar desde linhas finas até manchas grandes. E ele continuava até cobrir toda a tela com uma grossa camada de tinta.
O fundo branco da tela é visível em muitos lugares, principalmente nas bordas e cantos da pintura. Você pode tentar seguir os traços de tinta com a mão, descobrindo inúmeras linhas.
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CD 1 Faixa 10
Three Musicians
Foi pintada em 1921 pelo artista espanhol Pablo Picasso que viveu entre os anos de 1881 a 1973. Óleo sobre tela, 79 polegadas de largura por 88 de altura (201 por 223 centímetros).
É uma pintura grande, quase do tamanho de uma porta. É um pouco maior em largura do que em altura. O cenário é um espaço escuro e marrom, assim como o interior de uma caixa ou um palco.
O chão é de um marrom mais claro. No centro do palco há três músicos olhando para a frente. Eles ocupam quase toda a composição. Eles não são, de forma alguma, pintados de forma realista.
Picasso compõe suas figuras a partir de formas e cores achatadas. Parece que ele recortou vários pedaços de papel em formas geométricas e as colou na tela fazendo um tipo de colagem ou um quebra-cabeça. Mas, na realidade, foi tudo pintado. Na verdade, as marcas do pincel são bem visíveis. Compor uma pintura foi um desafio e tanto, devido à maneira como as formas se sobrepõem. Aparentemente, somente um homem se sobressai; ele parece estar vestido com roupa de laboratório, enquanto os outros dois parecem usar roupas próprias de personagens do velho teatro italiano de comédia, conhecido como “Comédia dell’Arte”.
Veja: o músico à direita está vestido como um monge. Começando com o homem à esquerda, vemos um tocador de clarinete usando a fantasia branca de Pierrô, o triste palhaço da Comédia dell’Arte. Ele usa um chapéu pontudo branco e uma máscara preta.
Suas mãos, segurando o clarinete cinza, são desproporcionais ao resto de seu corpo que são quase do tamanho de patinhas de rato. Pierrô, normalmente, teria o rosto pintado de branco. Mas aqui tanto seu rosto quanto suas mãos são tão escuras quanto o fundo da pintura.
Essas características (mãos pequenas, rosto escuro) estão em todos os personagens desta obra. Olhando agora para o músico do meio, podemos ver que ele usa uma roupa de diamantes dourados e laranjas (outro típico personagem). Ele está tocando um violão que tem o corpo ocre, braço marrom e cordas pretas.
O formato do violão é bem simples, assim como o corpo do músico; mas seu rosto é um enigma: uma massa de tinta azul, com dois buracos marrons para os olhos, criando uma máscara. Mas a máscara se entorta para a esquerda, cobrindo diversas partes do rosto e do corpo do primeiro músico.
Um punhado de linhas brancas cruzadas sugere uma barba. O topo da cabeça é coberto por uma meia-lua, um chapéu talvez. O músico da direita está vestido como um monge e está usando uma grande e longa capa preta. Seu rosto é feito por um longo, irregular e retangular bloco cinza. Parece que dois buracos foram feitos para olhos castanhos e outro buraco retangular para um nariz marrom.
A parte inferior do retângulo possui uma série de linhas cinzas verticais, novamente formando uma barba estilizada. Suas pequenas mãos de rato estão segurando um pedaço de papel (uma partitura) com várias linhas e notas pretas impressas, que estão bem visíveis para nós, espectadores.
Há mais um personagem. Este está quase escondido na pintura e é muito fácil de passar despercebido por nós. É um cachorro grande e marrom que está deitado no chão à esquerda, atrás das pernas dos músicos.
Do lado esquerdo da pintura, quase na borda, é possível ver a sombra da cabeça do cachorro. É uma silhueta escura de perfil virada para a esquerda.
Também é possível ver duas orelhas pontudas e uma boca aberta. O corpo marrom do cachorro é repleto de pequenos traços marrons, que seria o seu pelo. Podemos ver a sua cauda entre as duas pernas do violonista, no centro da tela.
CD 1 Faixa 12
Broadway Boogie Woogie
Foi pintada entre os anos de 1942 e 1943 pelo artista alemão Piet Mondrian, que viveu de 1872 a 1944. Óleo sobre tela, 127 centímetros.
“Broadway Boogie Woogie” é uma pintura quadrada, abstrata e colorida. O cubismo e a geometria são seus conceitos-chave. Faixas e formas multicoloridas fluem nas direções vertical e horizontal, cruzando umas com as outras. O resultado é um intrigante e rígido padrão geométrico, sobreposto em um fundo branco. Parece uma construção de lego feita por uma criança no qual metros de plástico se juntam.
As cores do quadro também são as mais usadas em brinquedos infantis, que são as cores primárias: amarelo, vermelho e azul (sem contar o branco). Cores muito básicas, sólidas e não diluídas.
Mondrian usou somente os tipos mais básicos de linhas: horizontais e verticais, estabelecendo ângulos retos entre si. Mas ainda assim, o padrão não é simétrico. Mesmo sendo bastante limitado, o padrão é bem variado.
As estreitas faixas de cores possuem cerca de uma polegada de largura, mas cada uma é única. As faixas são predominantemente amarelas, assim como a cor dos taxis da cidade, mas são interrompidas por pequenos retângulos e quadrados azuis, cinzas e vermelhos.
Podemos ver um grupo de duas ou três faixas horizontais e verticais, em seguida, uma lacuna e outro grupo de faixas. Grandes espaços abertos, quadrados e retangulares num fundo branco realizam a pausa entre as faixas.
Esses grandes espaços em branco possuem por volta de uma a oito polegadas. A grade amarela é interrompida por blocos de cores retangulares, que fazem a ponte entre duas ou três faixas paralelas.
Alguns blocos possuem apenas uma cor e outros formam uma sequência de cores primárias com pequenos quadrados dentro de si. Eles se parecem um pouco com prédios geometrizados pelo olhar de um pássaro, colocados em uma grade que remete ao ritmo pulsante das ruas da cidade.
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Para ouvir uma seleção musical relacionada à esta obra, aperte 162.
CD 1 Faixa 15
The Persistence Of Memory
Foi pintada no ano de 1931 pelo artista espanhol Salvador Dalí que viveu entre os anos de 1904 a 1989. Óleo sobre tela, nove e meia polegadas de altura por treze polegadas de largura (24 por 23 centímetros).
Esta é uma pintura pequena, quase do tamanho de uma tela de computador, mas é uma estranha e memorável imagem.
Neste mundo imaginário, relógios gigantes dominam a composição, mas não são como nossos relógios convencionais; são moles e estão grudados em outros objetos do cenário, como roupas descartáveis.
Vamos começar com a paisagem: parece ser uma enorme costa desolada. A parte inferior do solo possui uma areia escura e marrom que está coberta por sombras.
Mas a parte superior do solo possui uma cor mais clara, com um mar azul e calmo mais ao fundo.
Mais acima, podemos ver um lindo céu amarelo que transita lentamente para azul no topo da pintura. A posição dos objetos desta pintura serão indicados por meio de analogias com relógios: no lado superior direito ou à 1h, podemos ver uma região montanhosa iluminada pelo sol que acaba no mar.
O lado inferior esquerdo, ou de 7h às 9h, é o canto escuro de uma plataforma de madeira no qual a assinatura do artista é quase imperceptível.
Mais acima, vemos uma espécie de tronco do qual sai somente um galho, e este não possui nenhuma folha, somente um dos relógios. Este é um relógio de bolso antigo e prateado com um visor azul. Ele não possui nenhuma correia ou corrente, somente sua forma arredondada o mantém pendurado. Uma metade do relógio pende para um lado e a outra metade para o outro lado. Parece uma grande casca de banana azul com um de seus ponteiros apontando para o seis.
Um relógio similar está pendurado mais abaixo na borda da plataforma de madeira. É enorme, quase do mesmo tamanho do tronco acima. Uma de suas metades pende para fora da plataforma e parece um queijo que está derretendo á luz do Sol. Sua borda é dourada e tem o visor azul, seus ponteiros estão marcando 6h55. É possível ver uma mosca logo abaixo do número 12, criando uma sombra no visor do relógio.
Logo abaixo, é possível ver um terceiro relógio, à esquerda do outro. Ele é dourado e está virado para baixo, escondendo seu visor, que está repleto de formigas. Certamente, é uma cena desconcertante.
Há mais um relógio e ele está grudado no objeto mais estranho da pintura: um objeto monstruoso, cinza e carnudo. Ele está deitado na areia, na parte inferior da tela, como uma baleia encalhada. Parece ser um gigantesco rosto humano.
Uma sobrancelha marrom está claramente visível e parece haver um nariz também que está de perfil e aponta para o canto inferior da tela.
O olho fechado possui cílios incrivelmente grandes, como as pernas de uma centopéia. Alguma coisa parece estar saindo de seu nariz como um caracol gordo. Será que é uma língua?
Não há mais nenhuma característica humana no ser. Logo na área da bochecha desta criatura grotesca (se é que podemos chamá-la de “criatura”) o relógio de bolso azul está derramado. O ponteiro dos minutos aponta para o 12.
CD 1 – Faixa 17
Four Panels for Edwin R. Campbell
Pintada em 1914 em pelo artista russo Wassily Kandinsky. 1866-1944. Óleo sobre tela. (medidas)
Estes quatro painéis emoldurados individualmente com um espaço de 2,5 pés entre eles, são pinturas abstratas com cores muito vibrantes. Cada um deles mede, aproximadamente, 5 pés e 4 polegadas de altura. Cada um tem uma medida maior de altura do que de largura. Mas a cor das telas também varia.
A primeira, terceira e quarta pinturas possuem cores muito vívidas: vermelhos, amarelos e azuis e incluem muito branco. A segunda pintura é mais densa e mais escura, com muitos tons de verde, vermelho escuro e marrom.
Todas as quatro pinturas são cheias de formas indistintas que nos dão a impressão de que precisam de foco para assumir uma forma definitiva, como ouvir uma musica à distancia e não conseguir entender muito bem a melodia. Kandinsky queria que seus quadros capturassem uma atmosfera, assim como faz a música.
O compositor Arnold Schoenberg, assim como Kandinsky, estava trabalhado com o objetivo de criar um modo de expressão totalmente novo. Os dois se conheceram em 1911 e trabalharam como colaboradores por vários anos.
Agora vamos nos concentrar em apenas um dos quadros com as cores mais vívidas: o número 4. Está na extrema direita do grupo. O quarto painel é o maior de todos e tem quatro pés de largura. Por ser o maior de todos, também é o mais chamativo.
A pintura consiste em uma massa de formas embaralhadas. Perto do canto superior direito, uma longa linha escura azul esverdeada começa, estabelecendo uma linha diagonal através do quadro.
No canto superior esquerdo há um arco-íris com vermelho cereja, amarelo claro e azul pálido. Pequenos traços de tinta parecem dançar pela superfície da tela: branco, vermelho, azul, roxo escuro, rosa e verde. Na pintura, o efeito do movimento da mão do artista está claramente visível. Isso completa a sensação de movimento e ritmo e energia exuberante.
CD1- Faixa 19
The Forest in Winter at Sunset
Afaste-se para ver essa imensa pintura. Você consegue identificar o cenário? No topo, procure por um emaranhado de galhos de árvores e pássaros voando no céu nublado do pôr-do-sol. Que estação do ano você acha que é? Olhando para esses galhos nus, estamos no meio do inverno.
A escuridão envolve a floresta logo abaixo. Você consegue ver traços de cor do pôr-do-sol refletidos aqui nas sombras? Depois que o sol se por a floresta ficará extremamente fria. Há alguém que ainda está indo para casa?
O artista francês Théodore Rousseau passou vinte anos trabalhando nesse quadro que mostra a antiga floresta de Fontainebleau perto da vila de Barbizon. Rousseau pertencia a um grupo de artistas chamado “Escola Barbizon”.
Eles costumavam pintar ao ar livre, olhando para as florestas e campos que estavam pintando. Rousseau passou a conhecer a floresta de Fontainebleau tão bem que conseguia pintá-la em casa, de memória.