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Ortak Yazı Dili Çalışmaları

C TÜRKİYE İLE BÖLGE ÜLKELERİ ARASINDAKİ KÜLTÜREL İLİŞKİLERİN GELECEĞİ

1. Ortak Yazı Dili Çalışmaları

O manuscrito está de acordo com as normas da revista “CIÊNCIA RURAL”

ELETROFORETOGRAMA DE PROTEÍNAS DE PERUS (Meleagris gallopavo) VACINADAS CONTRA DOENÇA DE NEWCASTLE DURANTE O PERÍODO DE

POSTURA.

(ELECTROPHORETOGRAM OF PROTEINS IN EGG-LAYING TURKEYS (Meleagris gallopavo) VACCINATED AGAINST NEWCASTLE DISEASE)

J. R. W. BRANCHER1*, E. M. S. SCHMIDT2, J. DENDAI 3, A. C. PAULILLO4,J. J. FAGLIARI5

Eletroforetograma de proteínas de perus (Meleagris gallopavo) vacinadas contra doença de Newcastle durante o período de postura

Electrophoretogram of proteins in egg-laying turkeys (Meleagris gallopavo) vaccinated against Newcastle disease

RESUMO

O principal objetivo desta pesquisa foi demonstrar como o perfil das proteínas de fase aguda podem servir de ferramenta para monitorar a eficácia da vacinação contra a doença de Newcastle, utilizando-se as cepas LaSota ativada e inativada em perus fêmeas em fase de produção ao se comparar com um grupo controle não vacinado. Foram observadas diferenças significativas (p<0,05) para as concentrações das proteínas totais, de alfa-1 glicoproteína ácida, IgG de cadeia pesada e leve, e da ovotransferrina, entre os grupos, nos diferentes momentos avaliados. A fração de ovotransferrina, de 80kD, foi identificada em todas as aves e em todos os momentos investigados. A eletroforese de proteínas séricas foi útil verificar a eficácia do programa de vacinação contra a doença de Newcastle nas 36ª, 38ª, 46ª, 48ª e 52ª semanas de idade de perus fêmeas em fase de produção.

PALAVRAS-CHAVE: Doença de Newcastle. Proteínas de Fase Aguda. Peru. Vacinação SUMMARY

The main objective of this research was to demonstrate how the acute phase proteins profile may serve as a tool to monitor the effectiveness of vaccination against Newcastle disease using the activated and LaSota inactivated strains in female egg-laying- turkeys when compared with a unvaccinated control group. Significant differences were observed (p <0.05) for total serum proteins, alpha-1 acid glycoprotein, IgG heavy and light chain, and ovotransferin between the e groups and moments evaluated. The ovotransferrin fraction showed a molecular weight of 80kD for all the birds evaluated. The electrophoresis of serum proteins can serve as a tool to

verify the effectiveness of the vaccination program on 36th, 38th, 46th, 48th and 52th weeks old female egg-laying- turkeys.

KEY WORDS: Newcastle disease. Acute phase proteins. Turkey. Vaccination INTRODUÇÃO

O peru (Meleagris gallopavo, Linnaeus, 1758, Galliformes, Phasianidae), é uma ave originária da América do Norte, com elevado potencial zootécnico (BRANT, 1998). Segundo Alexander (2009), mais de 250 espécies de aves são suscetíveis à infecção pelo vírus da doença de Newcastle, que éé causada por Paramyxovirus aviário tipo 1 (APMV-1), do gênero

Avulavirus (ICTV, 2012). Para o controle desta enfermidade, além das medidas de biossegurança, a

vacinação é um método eficiente (PAULILLO & DORETTO JÚNIOR, 2009).

As proteínas de fase aguda são sintetizadas principalmente nos hepatócitos, induzidas por citocinas pró-inflamatórias, tais como Interleucinas IL-1, IL-6 e fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) (ECKERSALL, 2008; GRUYS et al., 2005 MURATA et al., 2004).

O principal propósito desta investigação foi demonstrar como o perfil das proteínas de fase aguda podem servir de ferramenta para monitorar a eficácia da vacinação contra a DN, utilizando-se as cepas LaSota ativada e inativada em perus em fase de produção ao se comparar com um grupo controle não vacinado.

4 MATERIAL E MÉTODOS

As aves foram alojadas em um galpão de alvenaria permanecendo 15 animais por boxe de galpão, totalizando 45 perus fêmeas, da linhagem Bronze. Foram realizadas 11 colheitas de sangue, a partir da 32ª semana de idade das aves, com intervalos regulares de 14. Os soros obtidos foram inativados a 56° C por 30 minutos e congelados a -20° C até o momento do uso.

Utilizaram-se vacinas vivas atenuadas provenientes de um mesmo laboratório de frascos de única partida, estando todos no início de validade. Utilizou-se a vacina (oleosa) preparada com a estirpe lentogênica LaSota, inativada e emulsionada em óleo mineral. A

vacinação, com esta cepa, foi realizada na região cervical dos perus por via subcutânea. Para a outra vacina (liofilizada), preparada com estirpe vacinal LaSota ativada, realizou-se a vacinação via ocular, utilizando-se diluente fornecido pelo fabricante na proporção de 30mL/1000 doses vacinais/1000 aves.

O antígeno usado na reação de inibição da hemaglutinação foi a estirpe lentogênica LaSota do vírus da DN, mantido em laboratório por passagens sucessivas em líquido alantoide de embrião de galinha SPF, com oito a 10 dias de desenvolvimento. Para esta reação, foi empregado o método β, utilizando-se a microtécnica, padronizada por CUNNINGHAM (1971). O titulo foi expresso mediante a multiplicação do número de UHA utilizadas pela recíproca da maior diluição do soro que inibe completamente a hemaglutinação e transformados em log de base 2.

Para o fracionamento das proteínas séricas utilizou-se o gel de poliacrilamida contendo dodecil sulfato de sódio (SDS-PAGE), proposto por WEBER E OSBORN (1969). Após o fracionamento, o gel foi corado durante 10 minutos em solução de Coomassie Blue 0,25% e, posteriormente, foi colocado em solução de ácido acético 7% para retirar o excesso do corante. Para a identificação das proteínas, foi utilizada uma solução marcadora de referência (Sigma® S8445, St. Louis, EUA) com diferentes pesos moleculares de 20 kilodáltons (20kD), 24 kD, 29 kD, 45 kD, 55 kD, 66 kD, 97 kD, 116 kD e 200 kD e por comparação pela mobilidade eletroforética da albumina purificada, IgG, haptoglobina, transferrina, ceruloplasmina e alfa-1 antitripsina (Sigma® S8445, St. Louis, EUA). Os pesos moleculares e as concentrações das frações proteicas foram determinados em videodensitômetro computadorizado (Shimadzu® CS9301, Tóquio, Japão).

As concentrações das proteínas séricas totais foram determinadas pela reação do biureto, utilizando-se kit bioquímico comercial (Labtest®) e leitura em espectofotômetro automático (Cobas Roche®) As concentrações deovotransferrina foram determinadas

utilizando-se ovotransferrina purificada de galinha livre de ferro (Sigma-Aldrich®St. Louis, MO, EUA), pela técnica de (SDS-PAGE), corado com azul de Coomassie 0,25%.

Os dados do perfil eletroforético das proteínas foram analisados pelo ANOVA e aqueles com diferença significativa foram submetidos ao Teste de Tukey com 0,05% de significância (p<0,05) (Statview® 5.0). Na verificação do grau de imunidade pós-vacinal, foi aplicado um modelo de análise de variância descrito por Stell & Torrie (1980). Nos casos em que foram constatadas diferenças significativas, foram executados contrastes, pelo Teste de Tukey, com 5% de probabilidade.

5 RESULTADOS

A Tabela 1 apresenta as médias geométricas dos títulos de anticorpos inibidores da hemaglutinação (HI) (log2) dos soros das fêmeas de perus (Meleagris gallopavo)

submetidas a vacinação contra a DN. As Tabelas 2 a 5 apresentam os resultados das concentrações séricas das proteínas totais e suas frações: IgA, ceruloplasmina, transferrina, ovotransferrina, albumina, IgG de cadeia pesada, haptoglobina/PIT 54, alfa-1 glicoproteína ácida, IgG de cadeia leve e uma proteína não identificada nominalmente com peso molecular de 23kDa, dos perus na fase de produção entre 32 e 52 semanas de idade vacinadas ou não contra a doença de Newcastle.

DISCUSSÃO

Os dois lotes de perus que receberam vacinas, em processo de vacinação e revacinação contra DN, em linhas gerais, responderam ao estímulo antigênico, produzindo títulos de anticorpos aferidos pelo HI. Analisando a Tabela 1, os títulos de anticorpos inibidores da hemaglutinação obtidos na imunização com vacina a vírus inativado em excipiente oleoso, foram elevados e superiores do que aqueles obtidos pela imunização com vacina a vírus vivo. Esses resultados corroboram com os achados experimentais de EIDSON et al. (1980) e PAULILLO (1988). De acordo com WARDEN et al. (1975), os

adjuvantes oleosos formam uma emulsão estável e difícil de se romper, da qual o antígeno é liberado lentamente, observando-se assim um estímulo prolongado do sistema imune o que determina uma resposta mais intensa e de maior duração.

Na 36ª semana, quatro semanas após a vacinação, observou-se diferença significativa (p<0,05) para as concentrações da alfa-1 glicoproteína ácida (Tabela 4) entre o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada e o grupo vacinado com a cepa LaSota ativada. Nesta mesma semana, os títulos obtidos pelo HI (Tabela 1), foram maiores para o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada..A alfa-1 glicoproteína ácida é uma proteína com função imunorreguladora, pois inibe a ativação dos neutrófilos e o aumento da secreção de IL-1 (MURATA et al., 2004; CHAMANZA et al., 1999). Sugere-se que a alfa-1 glicoproteína ácida tenha-se apresentado como uma PFA negativa em relação à resposta imune vacinal com a cepa LaSota inativada, uma vez que, apesar do elevado título de anticorpos, houve diminuição significativa (p<0,05) nas concentrações desta proteína. Esses achados corroboram com os obtidos por SYLTE & SUAREZ (2012), que observaram que em um grupo de frangos com quatro semanas de idade, vacinados contra o vírus da influenza aviária, as concentrações séricas de alfa-1 glicoproteína ácida foram significantemente inferiores quando comparados com o grupo controle.

Na 38ª semana, seis semanas após a vacinação, observou-se diferença significativa (p<0,05) para as concentrações de IgG cadeia pesada (Tabela 4) entre o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada e o grupo vacinado com a cepa LaSota ativada, sendo a maior concentração desta proteína observada no grupo vacinado com a cepa ativada. Esse resultado era esperado, pois o aumento das concentrações de IgG refletem a reação imunológica causada pela vacina (ECKERSALL, 2008). Na 46ª semana, as concentrações de proteínas totais (Tabela 3) apresentaram aumento significativo (p<0,05) entre o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada e o grupo controle. Neste mesmo momento, os

títulos obtidos do HI (Tabela 1) foram maiores no grupo vacinado com a cepa LaSota inativada. Assim, pode-se supor que a vacinação contra a doença de Newcastle utilizando- se a cepa LaSota inativada, foi responsável pela elevação das concentrações das proteínas séricas totais (Tabela 3) causada pelo aumento das concentrações das IgG de cadeia leve e pesada (Tabela 5), pois as concentrações de globulinas geralmente estão elevadas em condições de estímulo antigênico (LUMEIJ, 1997). Esses resultados são compatíveis com o grande potencial de difusão da estirpe LaSota (WINTERFIELD et al., 1957). Na 48ª semana foram observadas diferenças significativas (p<0,05) para as concentrações da ovotransferrina (Tabela 3) entre o grupo vacinado com a cepa LaSota ativada e o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada, sendo a maior concentração observada neste grupo. Este resultado corrobora com os dados de RATH et al. (2009), que observaram aumento da concentração sérica da ovotransferrina em aves expostas a bactérias, vírus ou inflamação por indução química, sugerindo que a ovotransferrina seja uma proteína de fase aguda positiva nas aves. O peso molecular da ovotransferrina encontrada nos perus fêmeas do presente estudo foi de 80kD. Por outro lado, XIE et al. (2002) caracterizaram como ovotransferrina uma proteína com peso molecular de 65kD em frangos de corte com quatro semanas de idade. SCHMIDT et al. (2012) caracterizaram uma proteína com peso molecular de 72kD para frangos de corte de oito dias de idade, 71kD aos 18 dias de idade e 70kD aos 37 dias de idade, como sendo a ovotransferrina.

A albumina (Tabela 3) apresentou aumento em suas concentrações séricas em todos os grupos avaliados, mas não houve diferença significativa (p>0,05) entre os grupos. Os aumentos das concentrações séricas de ovotransferrina e da albumina não coincidem com os resultados obtidos por XIE et al. (2002), que demonstraram elevações nas concentrações séricas de ovotransferrina, e em contrapartida, a diminuição das concentrações séricas de albumina em frangos de corte com quatro semanas de idade. Neste mesmo momento, ou

seja, na 48º semana (Tabela 5), as concentrações séricas da IgG de cadeia leve apresentaram diferença significativa (p<0,05) entre o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada em relação ao grupo controle. Assim, pode-se supor que a vacinação contra a doença de Newcastle utilizando-se a cepa LaSota inativada foi responsável pela elevação das concentrações desta imunoglobulina (LUMEIJ, 1997).

Na 52ª semana, houve diferença significativa (p<0,05) para as concentrações da alfa- 1 glicoproteína ácida (Tabela 5) entre o grupo controle e o grupo vacinado com cepa LaSota inativada, que apresentou elevada concentração desta proteína. Diferentemente do que ocorreu na 36ª semana, quando o grupo vacinado com a cepa LaSota inativada apresentou menor concentração em relação ao grupo vacinado com a cepa LaSota ativada. Os resultados encontrados para o HI (Tabela 1) das aves vacinadas com a cepa LaSota inativada foram também significativamente (p<0,05) superiores em relação ao grupo vacinado com a cepa ativada. Este fato pode ser explicado pela função da alfa-1 glicoproteína ácida. Ou seja, seu papel imunorregulador (MURATA et al., 2004; CHAMANZA et al., 1999) evidencia que a cepa LaSota inativada apresentou melhor eficiência na produção de anticorpos e, consequentemente, resposta imunológica mais efetiva.

6 CONCLUSÃO

A fração de ovotransferrina, de 80kD, foi identificada em todas as aves avaliadas. A eletroforese de proteínas séricas pela técnica de SDS-PAGE foi útil para verificar a eficácia do programa de vacinação nas 36ª, 38ª, 46ª, 48ª e 52ª semanas de idade de perus fêmeas em fase de produção.

Tabela 1 - Médias geométricas dos títulos de anticorpos inibidores da hemaglutinação (HI) (log2) dos soros das fêmeas de perus (Meleagris gallopavo) submetidas a dois programas de vacinação, contra a doença de Newcastle, em período compreendido entre 32 a 52 semanas de idade, nos diferentes grupos (n=45).

Idade das aves (semanas)

32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 52

LaSota Ativada

0,0 7,2a 7,2a 8,0a 8,3a 7,5a 6,6a 6,4a 6,8a 7,9a 6,1a LaSota

Inativada

0,0 0,0b 10,7b 10,5b 10,4b 9,2b 9,7b 8,1b 9,1b 10,2b 8,9b Controle 0,0 0,0b 0,0c 0,0c 0,0c 0,0c 0,0c 0,0c 0,0c 0,0c 0,0c

Tabela 2 – Concentração (médias ± desvio padrão) das proteínas séricas totais (g/dL) e das frações proteicas (mg/dL) IgA, ceruloplasmina transferrina, ovotransferrina e albumina (g/dL) de perus em fase de produção, entre 32 e 40 semanas de idade (n=45)

SEMANAS 32 34 36 38 40 Proteína total C ± 1,00 4,22 ± 1,2 ± 0,88 ± 0,17 4,92 4,3 4,86 ± 0,57 5,45 I ± 1,60 5,7 ± 1,3 ± 0,19 ± 0,73 5,43 5,56 4,97 ± 0,55 5,51 A ± 0,72 4,62 ± 0,2 ± 0,68 ± 0,73 4,87 4,96 5,38 ± 0,86 5,41 IgA C ± 24,41 ± 18,3 ± 17,9 ± 27,79 ± 19,13 38,13 63,45 64,84 59,05 45,19 I ± 14,61 ±27,1 ± 17,22 ± 20,05 ± 17,57 65,85 62,78 68,76 71,84 48,26 A ± 20,9 50,08 65,66 49,09 ±8,4 ± 24,47 ± 15,53 ± 33,54 67,24 60,92 Ceruloplasmina C ± 11,95 ± 8,4 ± 11,9 ± 5,98 22,61 27,82 20,55 20,17 ± 9,23 25,77 I ± 9,19 26,57 34,88 21,86 ±9,8 ± 7,18 ± 4,04 ± 19,74 24,37 33,5 A ± 4,86 15,6 ±2,7 ± 4,97 ± 6,67 ± 88,31 29,8 19,76 21,72 86,47 Transferrina C ± 22,2 ± 62,8 ± 12,7 50,57 110,9 46,76 48,85 ± 6,0 ± 16,6 31,09 I 43,51 ± 8,2 ±112,7 ± 16,5 ± 19,07 ± 27,58 125,7 44,49 40,37 47 A ± 24,09 ±25,33 ± 28,4 ± 16,29 ± 9,77 39,67 41,14 48,91 35,99 20,97 Ovotransferrina C ± 242,7 ± 260,0 ± 298,7 ± 128,96 ± 260,6 572,83 393,7 574,3 453,24 495,72 I ± 302,17 ±252,9 ± 74,5 ± 364,12 ± 59,28 482,45 415,3 321,3 618,19 341,56 A 645,47 567,8 457,49 579,92 482,29 ± 277,25 ±250,2 ± 254,4 ± 363,73 ± 146,55 Albumina C ± 0,63 ± 0,77 ± 0,64 ± 0,26 2,3 3,05 2,28 2,97 ± 0,52 2,97 I ± 1,2 3,01 ±0,43 ± 0,26 ± 0,42 2,76 2,74 2,81 ± 0,39 30,6 A ± 0,8 2,4 ±0,29 ± 0,19 2,41 2,61 30,09 ± 0,3 ± 0,6 2,97

C grupo controle; I grupo vacinado cepa LaSota inativada; A grupo vacinado cepa LaSota ativada. Letras diferentes na mesma coluna indicam diferença significativa (p<0,05)

Tabela 3 – Concentração (médias ± desvio padrão) das proteínas séricas totais (g/dL) e das frações proteicas (mg/dL) IgA, ceruloplasmina transferrina, ovotransferrina e albumina (g/dL) de perus em fase de produção, entre 42 e 52 semanas de idade (n=45)

SEMANAS 42 44 46 48 50 52 Proteína total C ± 0,9 6 ± 1,05 5,16 ± 0,76a 5,19 ± 0,75 6,04 ± 0,91 5,38 ± 0,58 6,49 I ± 0,7 5,47 ± 1,25 5,56 ± 1,2b 6,91 ± 1,2 6,46 ± 0,32 5,6 ± 0,95 6,65 A ± 1,0 6,07 ± 0,74 ± 0,84ab 5,82 5,88 ± 0,8 5,18 ± 1,00 5,84 ± 0,9 6,3 IgA C ± 27,2 ± 34,01 73,9 44,87 ± 32,4 56,47 ± 23,7 66,74 ± 23,08 48,71 ± 27,46 63,19 I ± 12,0 ± 22,28 ± 38,64 81,9 47,78 68,35 ± 23,3 40,03 ± 33,19 68,54 ± 47,02 91,97 A ± 19,4 66,37 ± 20,0 55,12 ± 29,05 47,75 ± 37,6 50,43 ± 22,51 33,62 ± 29,00 50 Ceruloplasmina C ± 12,5 ± 14,63 34,9 24,69 ± 10,0 29,61 ± 27,8 47,18 ± 11,85 30,85 ± 15,8 37,42 I ± 82,6 63,8 ± 7,46 25,05 ± 11,2 37,4 ± 23,2 32,03 ± 35,96 41,56 ± 10,4 30,8 A ± 6,9 37,3 ± 15,0 35,21 ± 14,9 33,98 ± 15,6 29,74 ± 34,29 29,59 ± 27,5 54,7 Transferrina C ± 36,7 ± 23,13 42,94 44,41 ± 16,2 35,21 ± 64,6 81,3 ± 54,49 110,05 ± 31,1 75,58 I ± 19,86 ± 14,2 31,92 41,84 ± 155,5 112,05 137,76 ± 70,7 ± 61,78 105,12 ± 78,68 160,85 A ± 36,10 ± 62,2 50,14 54,3 ± 18,08 45,04 ± 30,2 57,08 ± 44,5 85,42 ± 67,9 92,36 Ovotransferrina C ± 75,8 ± 158,2 ± 105,6 ± 296,8ab ± 243,3 ± 284,96 463,4 431,43 402,8 768,9 827,03 742,23 I ± 284,9 ± 210,7 ± 289,34 ± 258,3a ± 300,44 ± 112,17 515,6 497,22 722,04 1040,8 822,23 558,17 A ± 240,2 ±154,0 ± 248,8 669 435,81 576,43 ± 172,8b ± 268,55 ± 277,48 549,45 881,68 612,1 Albumina C ± 0,55 3,2 ± 0,43 2,6 ± 0,6 2,81 ± 0,6a 3,48 ± 0,41 3,04 ± 0,49 3,61 I ± 0,37 3,26 ± 0,59 2,8 ± 0,73 3,6 ± 0,5a 3,43 ± 0,24 3,29 ± 0,26 3,25 A ± 0,46 3,29 ± 0,35 2,97 ± 0,79 2,88 ± 0,5a 2,5 ± 0,33 3,31 ± 0,36 3,22

C grupo controle; I grupo vacinado cepa LaSota inativada; A grupo vacinado cepa LaSota ativada. Letras diferentes na mesma coluna indicam diferença significativa (p<0,05)

Tabela 4 – Concentração (médias ± desvio padrão) das frações proteicas (mg/dL), IgG de cadeia pesada, haptoglobina/PIT 54 e alfa-1 glicoproteína ácida, IgG de cadeia leve e PM 23kDa de perus em fase de produção, entre 32 e 40 semanas de idade (n=45)

SEMANAS 32 34 36 38 40 IgG cadeia pesada C ± 48,69 ± 63,75 ± 79,21 ± 32,8ac ± 42,63 73,65 51,62 119,73 61,01 63,88 I ± 21,98 ±58,03 ± 35,6 ± 30,29a ± 29,3 29,24 70,06 53,13 54,3 109,51 A ± 44,31 ±18,74 ± 47,1 ± 72,2bc ± 62,63 55,82 109,51 87,76 126,81 96,64 Haptoglobina/ PIT 54 C ± 9,55 ± 4,17 ± 6,95 15,72 14,89 26,18 20,64 ± 6,3 ± 9,98 33,37 I 16,43 27,48 ± 5,9 ±16,5 ± 7,58 19,65 ± 10,4 ± 10,74 23,42 33,12 A ± 15,9 ±4,1 21,5 21,8 ± 5,72 24,12 19,95 ± 7,3 ± 10,19 22,76 Alfa-1 glicoproteína ácida C 14,34 18,73 ± 7,0 ± 9,25 ± 4,25ac ± 4,9 20,49 16,23 27,11 ± 9,8 I 16,83 23,37 ± 7,0 ±13,7 ± 4,26a ± 17,4 15,49 24,59 ± 7,78 30,01 A 13,53 19,83 ± 7,2 ±5,78 ± 4,22bc ± 6,09 ± 15,22 23,16 17,18 33,1 IgG cadeia leve C ± 131,8 ± 98,6 ± 118,62 ± 18,52 ± 119,93 163,25 160,58 204,99 155,05 279,18 I ± 66,2 ±115,6 ± 43,59 ± 79,1 ± 155,63 134,3 173,55 171,8 174,15 310,5 A ± 75,9 ±37,6 ± 181,66 ± 116,3 ± 126,02 168,7 135,22 281,94 191,9 284,09 PM23.kDa C ± 170,8 ± 141,8 ± 123,0 ± 28,31 ± 186,94 471 480,61 380,7 614,97 538,2 I ± 152,8 ±232,2 ± 113,0 ± 164,20 ± 265,86 698,4 711,62 571,1 527,2 523,59 A ± 179,5 ±115,6 ± 187,8 ± 238,67 ± 229,33 555,1 567,9 477,7 583,94 400,39

C grupo controle; I grupo vacinado cepa LaSota inativada; A grupo vacinado cepa LaSota ativada. Letras diferentes na mesma coluna indicam diferença significativa (p<0,05)

Tabela 5 – Concentração (médias ± desvio padrão) das frações proteicas (mg/dL) IgG de cadeia pesada, haptoglobina/PIT 54 e alfa-1 glicoproteína ácida, IgG de cadeia leve e PM 23kDa de perus em fase de produção, entre 42 e 52 semanas de idade (n=45)

SEMANAS 42 44 46 48 50 52 IgG cadeia pesada C 150,26 ± 83,1 ± 47,6 ± 19,7 ± 29,92 88 102 161,94 123,26 ± 17,6 ± 31,62 149,34 I 101,23 ± 36,1 123,43 171,12 144,36 ± 26,1 ± 58,8 ± 59,73 ± 61,4 80,18 ± 125,7 167,07 A 136,54 ± 14,0 ± 32,0 ± 94,3 78,7 169,9 140,42 ± 46,6 ± 78,04 ± 120,1 145,86 261,7 Haptoglobina/ PIT 54 C ± 7,38 32,16 ± 15,1 ± 19,8 33,65 46,1 ± 18,4 46,64 ± 11,65 ± 20,33 30,32 53,2 I ± 11,75 31,89 42,62 ± 9,4 ± 26,5 50,84 ± 10,7 41,11 ± 9,81 26,52 ± 6,29 40,06 A 34,51 ± 5,6 ± 10,8 42,16 ± 9,9 40,6 ± 22,6 38,31 ± 18,56 31 ± 6,49 42,32 Alfa-1 glicoproteína ácida C ± 14,0 26,9 ± 15,1 39,08 26,15 ± 5,7 ± 7,25 28,08 ± 8,18 28,9 ± 3,86a 24,43 I ± 5,79 28,79 ± 6,45 ± 26,4 25,37 40,71 ± 12,5 22,49 ± 9,82 ± 14,84b 24,96 42,66 A ± 8,77 31,69 ± 44,08 ± 8,5 45,07 33,8 ± 12,45 ± 12,96 ± 14,15ab 23,84 26,68 32,57

IgG cadeia leve

C 281,38 ± 87,8 ± 236,2 ± 190,8 ± 71,7ac ± 245,26 ± 311,8 421,2 390,5 324,48 435,17 491,94 I 206,21 ± 65,2 ± 475,1 ± 345,7 ± 345,6b ± 74,2 ± 471,56 630,5 588,8 696 353,13 804,06 A ± 174,0 ± 156,63 ± 133,4 ± 153,9bc ± 378,41 ± 195,39 312,4 349,09 485,9 592,12 549,49 488,83 PM23kDa C ± 243,8 ± 125,36 ± 138,5 ± 172,4 ± 104,27 ± 146,54 660,32 287,19 281,8 280,85 224,31 262,14 I ± 118,97 ± 125,7 ± 174,9 ± 188 522,96 229,3 273,1 209,9 ± 108,49 ± 101,68 155,89 226,6 A ± 271,4 ± 164,5 ± 61,4 ± 75,74 ± 113,6 ± 46,54 510,18 366,2 201,4 166,7 197,36 171,19

C grupo controle; I grupo vacinado cepa LaSota inativada; A grupo vacinado cepa LaSota ativada. Letras diferentes na mesma coluna indicam diferença significativa (p<0,05)

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