2. BÖLÜM: BANKALARDA OPERASYONEL RĠSK VE YÖNETĠMĠ
2.1. OPERASYONEL RĠSK TANIMI, ÖZELLĠKLERĠ VE TÜRLERĠ
2.1.2. Operasyonel Riskin Tarihi GeliĢimi
2.1.2.3. Operasyonların GeliĢimi
4.7 Análise dos resultados do diagnóstico de gestão do conhecimento realizado no setor de Design do SEBRAE/RN
No questionário, cada seção é composta de 20 perguntas, para cada pergunta, obtiveram-se respostas do tipo:
F forte: a afirmação é fortemente descritiva na minha organização;
M moderado: a afirmação é moderadamente descritiva na minha organização; Fr fraco: a afirmação é fracamente descritiva na minha organização.
As respostas tipo F têm peso 3, as tipo M têm peso 2 e as tipo Fr têm peso 1. Ou seja, ao final de cada seção, somam-se as respostas de cada tipo e multiplica pelo respectivo peso. A pontuação máxima para cada seção são 60 pontos. Assim, divide-se a soma da pontuação vezes seu peso pelo número máximo de questões: [(pontuação obtida x peso) / 60] x 100, gerando a porcentagem equivalente ao estado da arte da gestão do conhecimento dentro do setor de Design cujo escopo é de 33,33% a 100%; pois, se todas as respostas de uma seção for Fr , obtêm-se 20 pontos, que é o mínimo. Logo, a porcentagem mínima é [(20 / 60) x 100], ou seja, 33,33%.
Fazendo a correlação entre os resultados da pesquisa e sua respectiva pontuação, observam-se, na tabela 4-2, os seguintes resultados.
Tabela 4-2
Pontuação dos entrevistados para cada uma das sete seções
Ação Funcionário 1 Funcionário 2 Funcionário 3
Seção 1: Adquira 42/60 = 70,00% 37/60 = 61,66% 43/60 = 71,66%
Seção 3: Aprenda 55/60 = 91,66% 51/60 = 81,00% 36/60 = 60,00% Seção 4: Coopere 38/60 = 63,33% 41/60 = 68,30% 39/60 = 65,00% Seção 5: Avalie 30/60 = 50,00% 28/60 = 46,60% 25/60 = 41,66% Seção 6: Sustente 50/60 = 83,33% 43/60 = 71,66% 38/60 = 63,33% Seção 7: Exclua 45/60 = 75,00% 44/60 = 73,33% 38/60 = 63,33% Média 311/420 = 74,04% 291/420 = 69,28% 259/420 = 61,66%
Desse modo, a pesquisa ajudou a identificar a seção ou as seções que necessitam de maior investimento, por parte da equipe responsável pela implementação da gestão do conhecimento, ou seja, a seção ou seções que enfrentam maior resistência dos funcionários da empresa, tornando mais direcionado a atuação dos motivadores ou incentivadores do compartilhamento do conhecimento.
Fazendo a relação entre as seções (ou ações) do questionário e os passos da metodologia descrita de gestão do conhecimento, obtém-se:
Criar: é a média entre a pontuação das ações aprenda e coopere ; manter: é a média entre a pontuação das ações avalie e sustente ; utilizar: é a média entre a pontuação das ações adquira e use ; descartar: é a mesma pontuação da ação exclua .
Portanto, a tabela 4-3 apresenta as porcentagens para os passos: criar, manter, utilizar e descartar, a partir da média aritmética das suas respectivas ações.
Tabela 4-3
Etapas da implementação da gestão do conhecimento com as respectivas pontuações de cada funcionário entrevistado
Passo Funcionário 1 Funcionário 2 Funcionário 3 Média
Criar 77,50% 76,66% 62,50% 72,22%
Manter 66,66% 59,16% 52,50% 59,44%
Utilizar 77,50% 70,00% 69,16% 72,22%
Descartar 75,00% 73,33% 63,33% 70,55%
Analisando os dados da tabela 4-3, observou-se que a etapa em que se considera que o setor de Design é mais fraco, necessitando de uma maior atenção, é a manutenção (ações: avaliar e sustentar ) dos conhecimentos envolvidos. Portanto, o primeiro passo
é analisar como o setor está armazenado as informações e conhecimentos envolvidos nos programas e projetos desenvolvidos pelo SEBRAE/RN, para então, entender o porquê de ser a porcentagem mais baixa com relação as outras etapas (criar, utilizar e descartar). Isso foi verificado através de visitas ao setor e conversando as pessoas entrevistadas.
É importante observar que as pessoas têm usado conhecimento nas organizações há muito tempo (criação). No entanto, o reconhecimento de que o conhecimento é um recurso que precisa ser gerenciado é relativamente recente (TEIXEIRA FILHO, 2000). Esse argumento pode justificar a porcentagem alta do processo criar . Com relação a utilização do conhecimento, é natural que quando se precisa de informações e conhecimentos úteis para aplicá-los, sempre se busca esse conhecimento (normalmente explícito). No caso do processo descartar , conclui-se que se trata de uma tarefa mais simples, pois quando se tem um conhecimento útil, necessita armazená-lo, estocá-lo em algum lugar previamente analisado, classificado e formalizado; mas quando se tem conhecimento inútil, basta eliminá-lo da base do conhecimento ( armazém do conhecimento).
Numa análise preliminar do setor de Design, a primeira hipótese é a falta de ferramentas capazes de armazenar todo o conhecimento criado, o que dificulta a busca e recuperação do conhecimento documentado. A segunda é a falta de uma sistemática na organização para documentar os conhecimentos explícitos em algum lugar, uma lacuna devido à ausência de uma pessoa responsável por isso: gestor do conhecimento .
As ferramentas de gestão do conhecimento apoiadas pela TI facilitam, principalmente, no armazenamento e resgate de informações e conhecimentos. Utilizar conhecimento, quando se precisa, é um processo natural do ser humano, mas criar e manter, dependendo da cultura existente na organização, torna-se um paradigma a ser quebrado. Sempre criou-se e trabalhou-se usando conhecimento dentro das empresas, mas formalizar o conhecimento tácito (convertendo em conhecimento explícito) e mantê-lo em um lugar (base do conhecimento) onde toda a equipe possa encontrar e aprender com ele, torna a equipe mais independente durante a execução dos projetos e programas.
Justamente, a falta de ferramentas apropriadas para manter as informações e conhecimentos criados no setor de Design e a inexistência de uma pessoa responsável no gerenciamento desses conhecimentos envolvidos ( gestor do conhecimento ) foram os que ficaram mais evidentes durante a entrevista e após algumas visitas ao setor (análise mais detalhada).
Teixeira Filho (2000, p. 131, 133) reforça as duas hipóteses discutidas argumentando, com relação à ausência do gestor do conhecimento, que: cada parte do processo de gestão do conhecimento tem que ter seu responsável devidamente identificável, com atribuições claramente definidas ; já com relação a necessidade de uma ferramenta de gestão do conhecimento, ele diz que: o processo de gestão do conhecimento pode ter como ferramentas de suporte um sistema de informação baseado em tecnologia Web (TEIXEIRA FILHO, 2000, p. 131). O próximo capítulo propõe uma ferramenta com tecnologia Web para suprir essa necessidade.