• Sonuç bulunamadı

Bankacılık Düzenleme ve Denetleme Kurulunun Yaptığı

2. BÖLÜM: BANKALARDA OPERASYONEL RĠSK VE YÖNETĠMĠ

2.1. OPERASYONEL RĠSK TANIMI, ÖZELLĠKLERĠ VE TÜRLERĠ

2.1.6. Operasyonel Riske Yönelik Olarak Yapılan Düzenlemeler

2.1.6.2. Ülkemiz Düzenlemeleri

2.1.6.2.1. Bankacılık Düzenleme ve Denetleme Kurulunun Yaptığı

Este trabalho irá seguir uma metodologia de pesquisa qualitativa de caráter descritivo. Uma vez que o objetivo final é estudar a experiência de consumo de parques temáticos, buscou-se uma metodologia que pudesse propiciar o levantamento de informações relevantes como: os principais motivos que levam as famílias a consumirem esse tipo de entretenimento ou o quê mais atrai essas famílias no momento de decisão ou até mesmo por que eles não escolhem outras tantas opções de lazer e entretenimento disponíveis. O estudo visa buscar a relação entre os valores da tipologia estabelecida por Holbrook que podem influenciar as pessoas no momento de consumo para um melhor entendimento de suas práticas.

Frente à natureza do assunto a ser pesquisado, a opção do autor será pelo método qualitativo por meio de entrevista de profundidade. Justifica-se a escolha da abordagem qualitativa é altamente recomendada para análise de dados não mensuráveis – sentimentos, emoções, sensações, percepções, intenções, comportamentos passados, entendimento de razões, significados e motivações. Segundo McDaniel e Gates (2003:120) “Não existe maneira melhor do que a pesquisa qualitativa para compreender a fundo as motivações e os sentimentos dos consumidores”.

De acordo com McCracken (1988), a entrevista longa é um método que possibilita o entrevistador a “entrar na mente” das pessoas que estão sendo entrevistadas. Ele ainda ressalta que é um método pelo qual o entrevistador consegue se inserir no mundo mental das pessoas e perceber a maneira como elas ou eles vêem o mundo e também conseguem entrar no mundo da vida. No mundo da vida, o entrevistador pode se tornar mais consciente sobre as experiências diárias da pessoa que está em sua frente.

Dessa forma, foi escolhida a forma de coleta de dados pessoal com entrevistas individuais em profundidade e o foco principal da entrevista foi extrair os significados das mercadorias para eles e as suas percepções sobre o assunto. De acordo com Lofland and Lofland (apud Bryman, pág 385, 2008) “o contato cara-a-cara” é fundamental para se entender a mente do outro ser humano, devendo-se participar da mente dele para adquirir conhecimento social.

Este método, portanto, poderá gerar informações relevantes para as considerações finais do trabalho. Ressalta-se ainda, que a entrevista pessoal apresenta uma vantagem contra a entrevista grupal, uma vez que permite que o entrevistado se sinta mais aberto para responder questões que talvez o deixasse constrangido em uma entrevista perante um número maior de pessoas.

No início do século passado que se reconhece efetivamente o surgimento da técnica de análise de conteúdo, a partir de estudos realizados por Leavell na análise de propagandas bélicas. As décadas de 50 e 60 são consideradas de grande desenvolvimento da técnica, sobretudo em seu aspecto quantitativo, sendo elaborados vários estudos principalmente nos Estados Unidos. Muitos consideram a análise de conteúdo uma técnica equivalente à pesquisa do tipo survey realizada em documentos (MILANO e ZOUAIN, 2005)..

De acordo com Patton (1990), a definição de análise de conteúdo é um processo de identificação, codificação e categorização de dados primários em informações. Da mesma forma, Bailey (1994), define a técnica como sendo uma forma de “tornar documentos verbais, não quantitativos e transformá-los em dados quantitativos. O resultado da análise de conteúdo pode, de maneira geral, ser representado em tabelas contendo freqüências ou percentagens, do mesmo modo que os dados de survey”.

Para Milano e Zouain (2005), a análise de conteúdo, como qualquer método, precisa seguir etapas com o final intuito de guiar o processo de pesquisa de um investigador. Tomando-se como base (BARDIN 1994, p. 105; apud Milano e Zouain, 2005), as etapas resumidamente tratadas neste estudo são: pré-análise, exploração ou análise e inferência e interpretação dos dados.

 Pré-análise – Esse é o momento onde se procede à leitura flutuante (momento de uma leitura geral do material e de se deixar influenciar por impressões e orientações do conteúdo), a escolha dos documentos, a formulação das hipóteses e dos objetivos, a referenciação dos índices, a elaboração de indicadores e a preparação do material. Vale observar, portanto, que considerando-se uma perspectiva mais qualitativa do trabalho, esses itens são flexíveis onde, por exemplo, nem sempre são definidas hipóteses e que nem sempre quantificam-se os indicadores. Nesta fase, a leitura vai tornando-se aos poucos mais precisa, as hipóteses vão aparecendo; quando for o caso, procede-se à avaliação da aplicação de técnicas a serem utilizadas na análise. Desta forma, dependendo do material disponível, a preparação do material pode consistir em transcrição de fitas, ordenação, classificação de documentos ou entrevistados, codificação de textos, caso tenhamos tratamento informatizado a ser efetuado, ou qualquer outra elaboração necessária para tornar o material selecionado ou existente pronto para receber os procedimentos de análise.

 Exploração e análise do material – Este é um momento cansativo, longo e fastidioso. Por outro lado, segundo a autora, este é um momento fundamental na pesquisa, uma vez que as possibilidades de inferências e interpretações são bastante dependentes daquilo que for feito nessa etapa. Pode-se argumentar que aqui o pesquisador deixa claros os procedimentos utilizados para sustentar suas conclusões e considerações. A codificação é o primeiro momento da etapa de exploração e análise do material. Neste momento, definem-se as unidades de registro e de contexto (se for o caso) a serem trabalhadas. Esse é um processo de desagregação de uma mensagem em seus elementos constitutivos. Esses elementos correspondem ao segmento de conteúdo considerado unidade base da análise, visando algum tratamento posterior. De acordo com a autora, nesta etapa (codificação) há uma correlação com três escolhas: o recorte ou escolha das unidades; a enumeração ou escolha das regras de contagem; a classificação e a agregação ou escolha das categorias.

As unidades de registro citadas pela autoria podem ser: a palavra, o tema, o objeto ou referente, o personagem, o documento ou o item.

É importante destacar que a análise de conteúdo é uma boa referência para o tratamento de dados de pesquisa qualitativa e que está diretamente relacionada com a realidade deste trabalho. Vale ainda destacar que a flexibilidade própria das pesquisas qualitativas, pode levar a ocorrência de erros, principalmente para pesquisadores iniciantes. O que se precisa estabelecer é uma clareza e um rigor na aplicação da metodologia sem, todavia, significar isso, uma necessária rigidez no processo.

O tratamento de dados desta pesquisa foi realizado por meio da técnica de análise de conteúdo, como informado acima. Buscou-se uma divisão dos textos que foram gravados durantes as entrevistas feitas com famílias do Rio de Janeiro que já tenham ido pelo menos uma vez à Disney. Estas gravações por sua vez, foram transcritas em categorias de organização e análise, a partir da visão de cada um dos entrevistados. Com isso, categorizou- se nesta massa de texto os conteúdos das expressões e manifestações que exprimissem a valorização das experiências vividas no parques da Disney à luz da tipologia de valores estabelecida por Holbrook e já apresentada neste estudo.Para auxiliar a análise, foi usado o programa Atlas.ti.

3.1.2 O uso do ATLAS.ti

O tratamento de dados desta pesquisa foi realizado por meio da técnica de análise de conteúdo. O intuito foi o de buscar elementos na entrevistas que se assemelhassem aos valores estabelecidos na tipologia desenvolvida por Holbrook.

Para facilitar este trabalho, usou-se uma ferramenta de pesquisa quantitativa, denominada ATLAS.ti, o software possibilitou desta forma uma maior eficiência e clareza no levantamento e observação de categorias dos discurso a serem analisados.

Benzer Belgeler