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1.6. Yolsuzluğun Nedenleri

1.6.2 Sosyal Nedenler

1. Irlen Antônio Gonçalves, com a tese Cultura Escolar, Prática e Produção dos Grupos Escolares em MG (1891-1918), defendida em 2004, procurou “compreender o processo de produção da escola primária em Minas Gerais que se configurou na passagem da organização do modelo escolar das Escolas Isoladas para o modelo escolar dos grupos escolares. A partir dessa referência o tempo da pesquisa foi delimitado entre a última década do século XIX e as duas primeiras décadas do século XX, especificamente entre os anos de 1891 a 1918”264

2. Dilma Maria Andrade Oliveira, com a tese Legislação e Educação: o ideário reformista do ensino primário em Sergipe na Primeira República- 1889 a 1930, defendida em 2004, procurou “discutir a gênese da instrução pública republicana no Estado de Sergipe, no período compreendido entre 1889 a 1930, também denominado de Primeira República ou República Velha.”

3. José Luis Simões, com a tese Escolas para as elites, cadeia para os vadios: relatos da Imprensa Piracicabana (1889-1930), defendida em 2005, procurou mostrar “a presença de negros, imigrantes pobres e ciganos como principais protagonistas nos noticiários de violência da imprensa Piracicabana na República Velha. Além disto, apresenta evidências de que o espaço escolar era privilégio de uma parcela ínfima da população, as elites que controlavam o poder político e econômico na cidade.”

4. Elizabeth Figueiredo de Sá Poubel e Silva, com a tese De criança a aluno: as representações da escolarização da infância em Mato Grosso (1910-1927), defendida em 2006, procurou compreender a implantação dos primeiros grupos escolares em Mato Grosso. O olhar se desloca das reformas educacionais e da história institucional e recai sobre a história da infância. Pretende perceber como este modelo escolar foi organizado para formar o futuro cidadão “desejável” para atuar na sociedade, inquirindo a cultura escolar que nela surgiu e as representações concorrentes de infância, presentes na sociedade mato-grossense. O período delimitado, de 1910 a 1927, refere-se ao tempo que vigorou o Regulamento da Instrução Pública Primária de 1910, responsável pela introdução deste modelo institucional no Estado.” 5. Paulo de Nóbrega, com a tese Poder Oligárquico, Nacionalização de Imigrantes e Ensino

Público: modernização do ensino primário em Santa Catarina, defendida em 2006, procurou “verificar como a expansão da Escola Pública Catarinense, na Primeira República, pôde contribuir para a “adesão” das populações dos municípios às concepções de mundo e aos interesses das lideranças políticas locais e estaduais ou, numa terminologia gramsciana, como pôde contribuir para o processo de hegemonia – para a subordinação das classes subalternas à

264 o texto entre aspas foi retirado do resumo feito pelo pesquisador que consta no site da CAPES. O

direção política e cultural das oligarquias dirigentes ao longo do período em estudo. Investigou as políticas de modernização da instrução primária pública, especialmente nas décadas de 10 e 20 do século XX.”

6. Paulo Rogério Stella, com a tese Ordem? Qual Ordem? A circulação de valores em um arquivo de correspondências de um Grupo Escolar (1905-1911), defendida em 2006, procurou fazer um “estudo discursivo de seis Livros de Registro da Correspondência da Escola Complementar e Grupo Escolar de Itapetininga. Os livros contêm no total 648 cartas registradas por amanuenses da escola durante o período de 1905 a 1911.”

7. Rita de Cássia de Souza, com a tese Não Premiarás, Não Castigarás, Não Ralharás... dispositivos disciplinares em Grupos Escolares de Belo Horizonte (1925-1955), defendida em 2006, procurou apresentar os dispositivos disciplinares utilizados nos Grupos Escolares de Belo Horizonte num período em que a cidade foi denominada “capital pedagógica do Brasil”, com Reformas Educacionais baseadas no movimento escolanovista.

8. Rogéria Moreira Rezende Isobe, com a tese Educação e civilização no sertão: práticas de constituição do modelo escolar no triângulo mineiro (1906-1920), defendida em 2008, procurou “analisar o processo de constituição do modelo escolar em Minas Gerais engendrado com a Reforma educacional de 1906. Focaliza o Triângulo Mineiro buscando apreender as lutas de representações e as ações dos sujeitos escolares na interlocução com outros agentes e instituições sociais envolvidas no movimento de produção do modelo escolar no período de 1906 a 1920.”

9. Denise Gomes de Barros Rosa, com a dissertação Gênese da Educação Escolar em Botucatu (1860-1915), defendida em 2004, buscou “reconstituir o processo de criação de escolas na cidade de Botucatu, entre os anos de 1860 a 1916. O marco inicial dessa cronologia, a década de 1860, é determinado por dar-se nessa data a criação das primeiras "aulas" na cidade; o final, o ano de 1916, é marcado pela inauguração do novo prédio da Escola Normal.”

10. Maricilde Oliveira Coelho, com a dissertação Proclamar cidadãos: moral e civismo nas escolas públicas paraenses (1890-1910), realizou “uma pesquisa histórica sobre as táticas e estratégias utilizadas pelo governo republicano paraense para alcançar a formação moral e cívica do aluno da escola primária paraense nas duas primeiras décadas após a proclamação da república.”

11. Rogéria Moreira Rezende Isobe, com a dissertação Moldando as práticas escolares: um estudo sobre os relatórios de inspeção técnica do ensino no triângulo mineiro (1906- 1911), defendida em 2004, tratou “da Inspeção Técnica do Ensino (ITE) instituída com a Reforma educacional mineira de 1906. Focaliza os Relatórios dos inspetores que atuavam nas

escolas primárias da região do Triângulo Mineiro no período de 1906 a 1911.”

12. Jardel Costa Pereira, com a dissertação Grupo Escolar de Lavras: produzindo uma instituição modelar em Minas Gerais (1907-1918), defendida em 2005, discorreu “sobre a educação pública primária mineira, no período que vai dos primeiros anos ao final da segunda década do século XX, quando houve a afirmação de uma nova forma escolar no Estado de Minas Gerais.”

13. Maria Genaina de Almeida Ribeiro Reder, com a dissertação Ensino público primário em Guarulhos: as Escolas Isoladas na Primeira República, defendida em 2005, analisou “a história da educação primária em Guarulhos, como dado da identidade local. O período estudado é o da Primeira República, com ênfase em 1926, quando foi inaugurado o primeiro Grupo Escolar do Município.”

14. Crislane Barbosa de Azevedo, com a dissertação Cultura Escolar e Civilização: Grupos Escolares em Sergipe (1911 / 1930), defendida em 2006, pesquisou “o processo de instalação dos Grupos: “Modelo” (1911), “Central” (1911), “General Siqueira” (1913), “Barão de Maroim” (1917), “General Valladão” (1918), “Manoel Luiz” (1924), “José Augusto Ferraz” (1925) em Aracaju; “Coelho e Campos” em Capela (1918); “Gumercindo Bessa” em Estância (1923); “Olímpio Campos” em Neópolis (1923); “Vigário Barroso” em São Cristóvão (1923); “Sílvio Romero” em Lagarto (1923); “Fausto Cardoso” em Simão Dias (1924); “Severiano Cardoso” em Boquim (1924); “Coronel João Fernandes” em Propriá (1924).”

15. Cristina de Almeida Valença, com a dissertação Civilizar, Regenerar e Higienizar: a difusão dos ideais da Pedagogia Moderna por Helvécio de Andrade 1911-1935, defendida em 2006, teve “como objetivo analisar a contribuição de Helvécio de Andrade para a difusão dos princípios de modernização da instrução pública sergipana nas três primeiras décadas republicanas.”

16. Geraldo Gonçalves de Lima, com a dissertação O Grupo Escolar Honorato Borges em Patrocínio – Minas Gerais (1912 -1930) : ensaios de uma organização do ensino público primário, defendida em 2006, realizou “uma investigação realizada sobre a História das Instituições Escolares e está relacionada à criação, implantação e organização do Grupo Escolar Honorato Borges, localizado na cidade de Patrocínio – MG. Este Grupo Escolar é considerado a primeira escola da rede oficial implantada na cidade. O recorte temporal utilizado no desenvolvimento da pesquisa abrange a criação do Grupo Escolar, ocorrida em 1912 e vai até 1930, quando é concluída a obra do atual prédio.”

17. Lausane Corrêa Pykosz, com a dissertação A higiene nos grupos escolares curitibanos: fragmentos da história de uma disciplina escolar (1917-1932), defendida em 2007, “investigou historicamente a disciplina escolar Higiene nos grupos escolares de Curitiba, no

período entre 1917 e 1932, evidenciando as relações entre escolarização e higiene, a concepção da disciplina, seus conteúdos e as motivações de seus propositores para sua criação. Além disso, buscou-se investigar o tempo destinado a essa disciplina entre as práticas escolares, bem como a estrutura interna da Higiene e seus conteúdos específicos, partindo das noções de cultura escolar e história das disciplinas escolares.”

18. Mozart de Araújo Junior, com a dissertação Grupo Escolar e Espaço Arquitetônico: um estudo sobre os dispositivos materiais de produção da escola graduada (1893-1917), defendida em 2007, procurou “estudar a construção dos Grupos Escolares na cidade de São Paulo entre 1893 e 1917, período esse identificado pela construção de quatro edifícios escolhidos para essa analise e que encontra-se inserido ao período da Primeira República do Brasil.”

19. Najar Roberto Porcel, com a dissertação República e educação: as imagens arquitetônicas e jornalísticas do Grupo Escolar "Barão de Monte Santo" (Mococa-SP), defendida em 2007, procurou analisar “o edifício do Grupo Escolar "Barão de Monte Santo", atualmente Escola Estadual "Barão de Monte Santo", projetado e construído no início do século XX, na cidade de Mococa, Estado de São Paulo e as possíveis relações entre o período republicano e educação.”

20. Rosângela Maria C. Guimarães, com a dissertação Templo do Bem: o Grupo Escolar de Uberaba, na escolarização republicana (1908-1918), defendida em 2007, teve como “objeto da investigação uma escola primária pública mineira, o Grupo Escolar de Uberaba, primeira instituição desse gênero na cidade.”

21. Rosicléia Aparecida Lopes de Faria, com a dissertação Da educação moderna a formação do cidadão republicano: implantação da escola pública em Patos de Minas, MG (Grupo Escolar Marcolino de Barros, 1913-1928), defendida em 2007, buscou “traçar as discussões e implicações em torno da instrução pública primária em Patos de Minas – MG, no período compreendido entre 1913 e 1928, tendo o Grupo Escolar Marcolino de Barro s como referencial.”

22. Maisa de Almeida Braga, com a dissertação Grupo Escolar Dr. Cesário Bastos : memórias da escola e da cidade, defendida em 2008, procurou “resgatar a memória, o cotidiano e a experiência escolar do alunado tanto quanto as relações da escola com as famílias às quais pertenciam os alunos do Grupo Escolar Dr. Cesário Bastos. O período escolhido para a referida pesquisa se apresenta entre os anos de 1900 a 1950”

23. Marcio Brasil, com a dissertação O Grupo Escolar Visconde de São Leopoldo e a escolarização de Vila Macuco durante a Primeira República, defendida em 2008, buscou analisar “documentos do cotidiano do Grupo Escolar Visconde de São Leopoldo no período

de gestão de seu primeiro Diretor, José Olivar da Silva (1915-1935), visando contribuir para a compreensão da escolarização da infância em Vila Macuco, bairro operário da cidade de Santos/SP, durante a Primeira República.”

24. Léia de Cassia Langnor e Sousa, com a dissertação A Educação Pública de Itapeva - SP: da gênese ao Grupo Escolar Coronel Acacio Piedade (sec. XIX e XX), defendida em 2008, procurou “levantar a história do Grupo Escolar Coronel Acácio Piedade, anteriormente denominado Grupo Escolar de Faxina, seu papel na formação cultural - educacional da cidade e suas ligações com as questões políticas e socioeconômicas envolvidas em âmbito regional, de 1900 a 1918.”

25. Fernanda Cristina Campos da Rocha, com a dissertação A Reforma João Pinheiro nas práticas escolares do Grupo Escolar Paula Rocha/Sabará, defendida em 2008, buscou “investigar e compreender a implementação da Reforma João Pinheiro a partir dos impasses dos alunos em concluir o primário em quatro anos e da grande retenção no 1º ano do curso, no Grupo Escolar Paula Rocha, da cidade de Sabará, entre 1907 e 1916.”