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MU’DAL HADİS RİVAYET ETTİKLERİ TESPİT EDİLEN RAVİLER

Belgede Hadis Usülünde Mu'dal Hadis (sayfa 114-149)

III. ARAŞTIRMANIN KAYNAKLARI

2. MU’DAL HADİS TANIMI, ÇEŞİTLERİ VE HÜKMÜ

3.1. MU’DAL HADİS RİVAYET ETTİKLERİ TESPİT EDİLEN RAVİLER

Um dos mais importantes fatores que definem a organização da informação por meio da tecnologia é a padronização. Sem ela, a troca de dados entre organizações e sistemas é inviável, já que um item não seria reconhecido se fosse classificado de maneiras distintas. Os padrões são acordos sobre qualquer estrutura, atividade ou indústria (GS1 BRASIL, 2008).

8 O termo original é Provider Resource Planning (PRP), complementando a linha de sistemas “RP”, como ERP, MRP etc.

Padrão Descrição e características BIRADS

Breast Imaging Reporting and Data System

Desenvolvido pelo Colégio Americano de Radiologia e é usado para auxiliar os profissionais na classificação de exames de mama.

CID – 10

Classificação Internacional de Doenças – versão 10

Usado para classificar doenças e demais problemas de saúde. É utilizado pelo Brasil e pela OMS como padrão para preenchimento de prontuários médicos e análises epidemiológicas. A versão 10 é uma melhoria da versão 9, que ainda é utilizada nos Estados Unidos. O CID é usado pelos planos de saúde, prestadores e governo. O TISS, por exemplo, usa o padrão para indicação de diagnósticos.

DICOM - Digital Imaging &

Communications in Medicine DICOM é o padrão da indústria para formatação de imagens médicas e transferência de informação entre equipamentos digitais. As principais ferramentas de captura e gestão de imagens médicas, como GE, Philips, Agfa, Siemens utilizam o padrão. Também ferramentas de HIS e RIS (Cerner, McKesson), Laudos (StructuRad).

HL7 CDA

Health Level Seven Clinical Document Architecture

Dentro do HL7, o capítulo do Clinical Document Architecture vem complementar o vocabulário e apresentar um modelo de organização de todos os dados clínicos do paciente. É uma das versões do HL7 que permite a integração de vários outros padrões (Loinc, Snomed e outros) em uma só linguagem para transmissão dos dados. Utiliza como base outros padrões de tecnologia, como XML. É vista como um padrão que estará em maior destaque em 2 a 5 anos, mas já está sendo utilizada pelos principais provedores americanos (Mayo Clinic, Departamento de Defesa), vendors (Dictaphone, GE, Intersystems) e programas nacionais de saúde na Europa e no Japão.

IEEE1073

The Institute of Electrical and Electronics Engineers 1073

Este padrão é utilizado para a comunicação entre dois ou mais equipamentos e facilita o acesso a equipamentos que utilizam o padrão HL7. Os principais fabricantes de equipamentos de análises clínicas utilizam o padrão

ISO 215 ISO 215 é um grupo de trabalho específico para a padronização de informações na área de saúde, cujo foco de trabalho é desenvolver políticas de segurança e privacidade na transmissão de informações médicas. Possui também uma proposta específica para a área de enfermagem.

LOINC

Logical Observation Identifier Names and Codes

LOINC tem o objetivo de criar identificadores específicos para análises clínicas para uso em conjunto com HL7, CEN, ISO TC251 e DICOM. O desenvolvimento do LOINC envolveu uma parceria entre governo, indústria e academia. O foco do padrão são os exames e procedimentos de análises clínicas e patologia. É considerado o padrão de mercado pelo CAP – Colégio Americano de Patologia.

SNOMED CT Systemized Nomenclature of Medicine Clinical Terminology

Conjunto de vocábulos utilizados para descrição de procedimentos, tratamentos, medicamentos e doenças, acompanhando o processo de cuidado ao paciente. Permite acesso às informações por todo o processo de cuidado do paciente. É, junto com o CID, um dos principais padrões de vocabulário médico e é aceito pelo CAP e pela NLB – National Library of Medicine

TISS

Troca de Informações em Saúde Suplementar

O TISS é um formato padronizado de troca de informações entre prestadores de serviços de saúde e operadoras de planos de saúde. O padrão TISS busca reunir informações epidemiológicas e de uso dos serviços de saúde suplementar brasileiros. O padrão é de uso compulsório tanto pelo lado das operadoras quanto dos prestadores.

UMLS

Unified Medical Language System

O UMLS é um esforço de criar um metadicionário de dados médicos, integrando o CID e o SNOMED, usando o sistema de sinonímias. Integra os vocábulos do CID, do

SNOMED, RxNorm (farmácia), MeSH.

Quadro 8: Padrões usados em Saúde Fonte: elaborado pela autora

A complexidade e a grande quantidade de informações na área de Saúde dificultam a criação e a utilização de padrões para a troca de dados. Além disso, a necessidade do uso de informação tem níveis diferentes nas diversas especialidades e serviços do setor. Tomando por exemplo a cadeia de valor apresentada anteriormente, as fontes pagadoras necessitam de informações sobre a prestação de serviços para efetuar os

pagamentos. No Brasil, foi instituído o TISS – Troca de Informações em Saúde Suplementar, que definiu um rol mínimo de dados que deve ser emitido para os planos de saúde pelos hospitais e vice-versa. Estas informações devem ser enviadas por meio de uma “máscara” pré-definida para que todos os sistemas consigam ler os mesmos dados da mesma forma.

No mercado de Saúde, são diversos os formatos de padronização de informação. Os mais conhecidos estão listados no Quadro 8 (McDONALD et al., 2003), em que estão presentes os já comentados DICOM, TISS e CID.

Cada um desses formatos tem uso e públicos específicos e difere em quatro parâmetros: obrigatoriedade do uso, nível de especialização do padrão, nível de detalhe da informação e capacidade de integração com outros modelos, detalhados no quadro 9. A figura 31 ilustra a análise dos principais padrões sob esses parâmetros e ainda apresenta as áreas de atuação de cada um deles.

Quadro 9: Parâmetros de análise de padrões em Saúde Fonte: elaborado pela autora

Já na área farmacêutica, o padrão para identificar produtos segue a mesma linha de outras indústrias de bens de consumo. O uso de ferramentas de rastreamento de

produtos só foi possível por meio da instituição do UPC (Universal Product Code), que identifica um determinado produto por meio de um código único. O desenvolvimento e a popularização do UPC foram feitos pela indústria americana de alimentos e seu primeiro produto escaneado foi um pacote de gomas de mascar, em 1974 (HELLER, 2005). Desde

então, a indústria aceitou o uso do número padrão como identificador único de seus produtos. No Brasil, por exemplo, todos os medicamentos devem ser identificados na embalagem com o código de barras EAN-13.

Figura 31: Padrões de informação em Saúde Fonte: elaborado pela autora

Existem hoje iniciativas para o desenvolvimento de uma codificação que vá além da identificação do produto (como é o EAN-13) e que permita embutir um maior volume de informações. Para produtos farmacêuticos e alimentos, por exemplo, é fundamental identificar quando foi fabricado e sua origem física. Como o EAN-13 não possui espaço para essas informações, tem-se estudado outras formas de padronizar os dados – incluindo as formas de leitura – para que todas as informações pertinentes sejam visualizadas de uma vez só. Quem determina e gera os identificadores atualmente é o GS1, um consórcio internacional que elabora diretrizes e boas práticas de estandardização

para vários segmentos de mercado, incluindo Saúde. O uso dos padrões, aliado à tecnologia, será novamente abordado nos próximos capítulos.

Belgede Hadis Usülünde Mu'dal Hadis (sayfa 114-149)

Benzer Belgeler